Foram encontradas 80 questões.
Considere a figura a seguir que ilustra parte de uma planilha eletrônica criada no Microsoft Excel e, com base nesta planilha, assinale a alternativa correta.
Obs.: Considere a planilha eletrônica Microsoft Excel 2010 e BrOffice.org 3.2 Calc (instalação padrão português – Brasil).
A utilização do caractere + é apenas para interpretação.

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Após a finalização da edição, deve-se consolidar os objetos sonoros, ou seja, torná- los um só arquivo, que pode ser exportado e lido em outros programas. No caso do Sound Forge, qual é a ferramenta indicada?
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Sobre os gêneros musicais, relacione as colunas e assinale a alternativa com a sequência correta.
1. Obra musical dramática em que alguns ou todos os papéis são cantados pelos atores.
2. Dança Afro-Brasileira e, no Brasil, forma de música popular. Sofreu processo de urbanização gradual. Principais características:
marcação binária e ritmo sincopado. Alguns expoentes: Noel Rosa, Donga, Lamartine Babo.
3. Dança urbana mais popular da Argentina. Ritmicamente complexa, é a base da obra de Astor Piazzola.
4. Estilo musical popular dos anos 40, de origem cubana. Cada peça tem 3 seções: 1 – melódica, 2 – montuno, 3 – mambo.
5. Termo aplicado no séc. XVII à música para conjunto de vozes e instrumentos, desde então costuma indicar uma obra em que o instrumento solista contrasta com um conjunto orquestral.
A. Música de Concerto
B. Samba
C. Salsa
D. Tango
E. Ópera
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Sobre formato de armazenagem de registro de áudio, assinale a alternativa INCORRETA.
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Qual é o termo utilizado para designar o atraso do sinal de áudio causado pelo processamento digital?
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Em relação a crossover, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. Crossover é um divisor de frequências.
II. Crossover é responsável por bloquear ruídos que podem causar danos ao equipamento.
III. Com o uso do crossover, o sinal de áudio é dividido em bandas de frequências que são amplificadas separadamente.
IV. Um crossover de 03 vias separa o sinal usualmente da seguinte forma: graves entre 30 Hz e 120 Hz; médios entre 120 e 1800 Hz; agudos entre 1800 e 20000 Hz.
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Assinale o procedimento correto para evitar a distorção causada por overload (CLIP) na entrada do pré amplificador.
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As “cotas” de Brasília
J. R. Guzzo
Muita água ainda vai rolar debaixo da ponte até que se possa chegar a algum consenso razoável sobre as vantagens e as desvantagens da aplicação no Brasil dos sistemas de “cotas”, pelos quais determinados cidadãos recebem determinadas prioridades para obter acesso a determinados bens públicos – conforme a cor de sua pele, por exemplo, têm direito a tantas ou quantas vagas nas universidades ou, num caso mais recente, em concursos para entrar no Itamaraty. Na teoria, supõe-se que isso sirva para melhorar com mais rapidez a vida de muitos brasileiros que hoje competem em desvantagem na maratona social e precisam, portanto, de uma compensação. Pode estar certo, pode não estar; o tempo dirá. Enquanto isso, prospera com vigor cada vez maior outro sistema de cotas, muito mais importante para o bem-estar de todos, seja qual for a sua cor, e sobre o qual não existe dúvida nenhuma: é uma completa calamidade. Trata-se da distribuição de cargos essenciais no serviço público federal através de cálculos aritméticos que dão a partidos ligados ao governo, grupos políticos regionais, gangues partidárias e bandos assemelhados o direito a receber um número X ou Y de postos na administração, que preenchem com nomes de sua escolha – e sem a mais remota preocupação em saber se os nomeados têm ou não alguma capacidade profissional para exercer as funções que receberam. Há perfeito consenso de que a existência dessas cotas torna praticamente impossível o bom funcionamento de qualquer governo. Há igual consenso, ao mesmo tempo de que “no Brasil é assim”. A única modificação esperada é que, a cada troca de comando, a coisa fique ainda pior.
A atual transição em Brasília marca um novo patamar nesse processo. Cargos com impacto direto na vida dos cidadãos, e que obviamente exigem de seus ocupantes experiência, talento e aptidão profissional para ser exercidos com um mínimo de eficácia, são entregues “de porteira fechada” a esta ou àquela turminha. Não passa pela cabeça de ninguém, nem de longe, reivindicar qualquer cargo por ter ideias sobre como tocá-lo melhor, ou por ter algum projeto em relação a ele; exige-se o lugar simplesmente porque ele faz parte “da cota” de um grupo “aliado”. Discute-se abertamente o valor do posto, sem nenhuma tentativa de disfarce, pelo volume de verbas a seu dispor; tal posição, com verba de 20 bilhões de reais no orçamento deste ano, vale duas vagas com verbas de 10 bilhões cada uma. São debatidos em plena luz do dia e em português claro, igualmente, os atrativos mais importantes dos cargos em oferta no livre mercado de Brasília – quais os que dão as maiores oportunidades de nomear parentes e aliados, quais os que são mais promissores para a transação de negócios, quais são os que permitem roubar mais. A certa altura, discutiu-se a entrega de determinado posto diretamente a um empreiteiro de obras públicas. Em outro grande momento, falou-se na “cota” da presidente Dilma Rousseff – como se ela, após ser eleita com mais de 55 milhões de votos, tivesse direito a um número limitado de nomeações em seu próprio governo.
Parece de notável desimportância, nessas condições, ficar quebrando a cabeça para determinar se o novo ministério é melhor, igual ou pior que o anterior. É, sem dúvida, uma das equipes mais cinzentas que um chefe de estado brasileiro já conseguiu reunir em tomo de si, não ajudando em nada, é claro, o fato de que um terço dos ministros foi herdado do governo anterior – provavelmente, a “cota” do ex-presidente da República. O ministro da Previdência Social diz que não entende nada de previdência social. A ministra da Cultura diz que não entende nada de direitos autorais. A primeira realização da ministra da Pesca (e, não podemos esquecer, da “Aquicultura”) foi trocar a placa de seu carro oficial; onde estava escrito “ministro” agora já se pode ler “ministra”. Mas e daí? Seria pura ilusão acreditar que com nomes diferentes o governo Dilma poderia ter um desempenho muito melhor, quando centenas de cargos que vêm logo abaixo deles, e onde se decidem a realidades do funcionamento de aeroportos, estradas, ambulatórios, escolas e tantas coisas mais, são disputados pelos políticos como se disputam pontos do tráfico no Complexo do Alemão. É motivo de espanto, nessas condições, que se consiga, por exemplo, embarcar e desembarcar alguma coisa nos portos brasileiros, que as aposentadorias sejam pagas em dia ou que a luz acenda quando se liga o interruptor. Pelo jeito, continuará sendo.
Revista Veja, edição 2200, de 19 de janeiro de 2011.
“Não passa pela cabeça de ninguém, nem de longe, reivindicar qualquer cargo por ter ideias sobre como tocá-lo melhor...”
A preposição por estabelece, no contexto, relação de
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Assinale a alternativa correta quanto ao tipo do microfone, sua função e posicionamento.
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848261
Ano: 2012
Disciplina: Auditoria Governamental e Controle
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Foz Iguaçu-PR
Disciplina: Auditoria Governamental e Controle
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Foz Iguaçu-PR
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QUESTÃO 31 Qual das funções a seguir NÃO é exercida pelo Tribunal de Contas da União?
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