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A humanidade reconecta-se consigo mesma. O termo mundialização esconde mais do que esclarece acerca desse fenômeno. Por isso mesmo, precisamos fazer um esforço sem precedentes de imaginação e de atualização conceitual.

Um computador e uma conexão telefônica dão acesso a quase todas as informações do mundo, imediatamente ou recorrendo-se a redes de pessoas capazes de remeter a informação desejada. Essa presença virtual do todo em qualquer ponto encontra, talvez, o seu paralelo físico no fato de que um edifício qualquer de uma cidade grande contém elementos materiais vindos de todas as partes do mundo, concentrando conhecimentos, competências, processos de cooperação, uma inteligência coletiva acumulada ao longo dos séculos, com a participação, de alguma maneira, dos mais diversos povos.

Pierre Lévy. A revolução contemporânea em matéria de comunicação. In: Francisco Menezes Martins e Juremir Machado da Silva. (org.) Para navegar no Século XXI. Porto Alegre: Sulina / Edipucrs, 2000, p. 195-7 (com adaptações).

Com base nesse texto de Pierre Lévy, julgue o item seguinte, acerca das novas tecnologias e da globalização da informação.

A "inteligência coletiva" a que se refere Lévy no texto é alcançada em todos os países do mundo por meio da Internet, sendo viabilizada pelo fácil acesso de praticamente toda a população mundial às novas tecnologias de comunicação.

 

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A contribuição mais importante de Bakhtin talvez seja de caráter político. A sua noção de heteroglossia, pressupondo uma cultura fundamentalmente não unitária, na qual diferentes discursos existem em relações cambiantes e multivalentes de oposição, critica implicitamente o modelo stalinista do "realismo socialista" (na época de Bakhtin) e o derrotismo inerente à escola de "ideologia dominante" do marxismo althusseriano de nossa época.

O pensamento de Bakhtin não representa um recuo em relação ao radicalismo; em vez disso, chama a atenção para todas as hierarquias opressivas de poder, não apenas as que derivam de classe, mas também as oriundas de sexo, raça, local e idade. Uma política textual bakhtiniana favoreceria uma abertura à especificidade e à diferença.

Robert Stam. Bakhtin da teoria literária à cultura de massa. Trad. Heloísa Jahn. São Paulo: Ática, 1992, p. 101 (com adaptações).

Em relação ao texto acima, julgue o item que se segue.

Em "heteroglossia", o elemento de composição heter(o)- tem o significado de outro, diferente.

 

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No item a seguir, julgue se a transcrição do trecho do texto está gramaticalmente correta.

Ou, em outros termos, o mundo atual retoma a observação do pensador sobre as quantidades de mudanças tecnológico-produtivas, que podem suportar, as sociedades modernas sem romper sua estrutura institucional.

Item adaptado. Idem, ibidem.

 

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Comunicaciones

La red de comunicación de masa en Brasil está considerada como una de las más eficientes del mundo. A pesar de las diversidades regionales, sociales y económicas, los 175 millones de brasileños tienen una pasión en común: la televisión, considerada el vehículo que une el país de norte a sur y de este a oeste. Las telenovelas son la manía nacional y han sido responsables del crecimiento de la Rede Globo, la mayor red del país, reconocida internacionalmente por su alto nivel de calidad. Siguiendo su ejemplo, otros canales de TV persiguen alcanzar una posición sólida en el mercado. Juntas, informan, entretienen y, sobre todo, pacifican allí donde hay tensiones y unen allí donde hay desigualdades. La "tele" está en todos los hogares y divide la audiencia con la radio, el segundo mayor vehículo de información, principalmente en la frecuencia AM (onda media). A través de ella llegan las noticias a lugares tan distantes como la Floresta Amazónica y los pampas gauchos.

La radio constituye igualmente una manía nacional, pero, a diferencia de la TV, no es ocio nocturno sino el medio de comunicación que "despierta" al país. Presente en casi 90% de los hogares brasileños, es el vehículo que orienta al ciudadano en su jornada diaria. Oyendo sus programaciones, el brasileño escoge el trayecto hacia su trabajo y recibe las noticias del día a día. Las emisiones cubren los 8.547.403,5 km² del territorio, por donde se extienden más de 1.500 emisoras comerciales AM y más de 1.240 que operan en FM. Se trata de un universo diversificado que atiende a millares de oyentes en su demanda de información, noticias, deporte, servicios, ocio, música, entretenimiento e incluso fe, con varios campeones de audiencia.

Pese a que su circulación es más restringida en relación a los medios electrónicos, la prensa brasileña es considerada agresiva, audaz y con una enorme influencia sobre la vida política e institucional del país. Los primeros periódicos surgieron hace poco más de 200 años y actualmente suman cerca de 2.500 títulos. Como en casi todo el mundo, los periódicos brasileños guardan fuertes vínculos con el Estado y, en particular, con la ciudad donde se editan. Estos vehículos son los principales instrumentos de denuncia, investigación y seguimiento de la vida económica, política y social de Brasil.

Junto con los medios de comunicación electrónicos y escritos, está la publicidad. Al ser el sexto mercado mundial en publicidad, Brasil ha conquistado premios internacionales y su grado de sofisticación se compara con el de los países más creativos dentro de dicho mercado. Para citar un ejemplo, en el último Festival Internacional de Cannes, celebrado en junio de 1999, una agencia brasileña conquistó, por segundo año consecutivo, el premio de Agency of the Year que es el más disputado y prestigioso festival de propaganda del mundo. Brasil conquistó nada menos que 27 premios en dicho festival: veinte en prensa escrita, cuatro en TV y Cine, dos en la categoría Medios de Comunicación y uno en la categoría Internet, quedando en tercer lugar en el ranking de los países más premiados después de Estados Unidos y de Inglaterra.

En el sector de la comunicación, otra fuente de creatividad la constituyen los tebeos y cómics, que también están incorporados ya a la vida cotidiana de los brasileños. Este lenguaje gráfico, que une el humor a la crítica política y de costumbres, tiene tradición en el país. Ya en el siglo pasado, el italiano Angelo Agostini fue el pionero en contar historias viñeta a viñeta.

Internet: <http://www.mre.gov.br/br/cdbrasil/itamaraty/web/ espanhol/comunica/creativ/apresent/index.htm>. Acesso em 17/11/2003. (con adaptaciones).

Según el texto "Comunicaciones", juzgue lo item seguiente.

Un conjunto de más de 1.500 emisoras comerciales AM y más de 1.240 FM cubren toda la extensión del país.

 

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Quanto à opinião pública, julgue o item subseqüente.

O marketing de relacionamento é uma tentativa de buscar canais de interação com públicos de massa, por meio de ferramentas como datamining e database marketing.

 

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A respeito da lei de imprensa, do Código de Ética do Jornalista, da regulamentação da profissão de jornalista, da Constituição da República, do Código Brasileiro de Telecomunicações e do Código de Ética da Radiodifusão, julgue o seguinte item.

Conforme a Lei n.º 9.472/1997, que dispõe sobre a organização dos serviços de telecomunicações, a criação e o funcionamento de um órgão regulador e sobre outros aspectos institucionais, compete à União, por intermédio do órgão regulador e nos termos das políticas estabelecidas pelos Poderes Executivo e Legislativo, organizar a exploração dos serviços de telecomunicações.

 

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Texto

Os elementos do Jornalismo: o que os Jornalistas Devem Saber e o Público Exigir, de Bill Kovach e Tom Rosenstiel, aborda a natureza da profissão a partir das transformações pelas quais está passando. Os autores fazem uma revisão dos princípios históricos do jornalismo para entender por que, nos Estados Unidos da América, o público está cada vez mais desinteressado do noticiário. Afinal, se ter e utilizar informação é fundamental, se o mundo está mais confuso e se a notícia continua necessidade básica para orientação da sociedade, por que a descrença na imprensa?

Vários fatores poderiam ser o ponto de partida para tentar entender a situação. Aumenta a dependência, que pode levar à submissão, de veículos a anunciantes e governos. Ampliam-se a aquisição e o uso instrumental de veículos de comunicação por corporações sem tradição na imprensa, fator ainda não consolidado no Brasil. É cada vez maior a capacidade das fontes de oferecer e manipular informação, o que gera espetáculo pseudojornalístico, levando para o chão o nível do noticiário. E há, claro, a competição com a Internet, alternativa mais rápida e fácil de acesso à informação.

Conseqüências da pressão exterior, mas também causas da vulnerabilidade, a limitação de espaço para material editorial, a menor profundidade nos textos e a redução das equipes ajudam a agravar a situação. Todas as alternativas são tentadoras para explicar a falha da imprensa em manter seu papel de orientadora dos debates públicos e guardiã dos interesses da sociedade.

O mérito do livro de Kovach e Rosenstiel é a opção por tratar das referências deontológicas a partir das quais o jornalismo deve ser praticado. É uma obra que sugere o resgate e a atualização dos conceitos básicos nos quais a profissão foi construída como caminho de resistência para manutenção do vigor da atividade.

Jorge Duarte. Quem lê tanta notícia? In: Correio Braziliense. "Pensar", 27/9/2003, p. 4 (com adaptações).

No que se refere ao texto, julgue o item que se segue.

Pelas relações sintáticas e semânticas do texto, seria gramaticalmente correto inserir imediatamente antes de "a anunciantes" a expressão em relação, sem a necessidade de outras alterações no período.

 

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Texto I

Nós estamos acostumados a ver a mídia como quarto poder, ou seja, responsável pela fiscalização das instituições políticas em países democráticos. Muito já se escreveu sobre a importância fundamental da mídia a partir do século XIX na formação de uma esfera pública capaz de submeter os pólos do poder ao olhar atento da sociedade civil. Contra aqueles que têm medo do poder excessivo dos meios de comunicação de massa na definição da agenda política e da pauta de questões sociais, os defensores do caráter profundamente democrático da mídia lembram sempre da importância reguladora da credibilidade, da concorrência e da pesquisa de opinião.

Um meio de comunicação precisa, antes de tudo, ser verídico no trato com a informação, sob pena de ter sua credibilidade massacrada por outros meios de comunicação. A livre concorrência, por sua vez, funcionaria como garantia para uma multiplicidade de visões, que daria à opinião pública subsídios na orientação de suas decisões. O advento de novas mídias, como a Internet e a tevê a cabo, garantiria ainda mais tal multiplicidade, realizando, enfim, o ideal democrático da modernidade. Toda informação estaria disponível a todos.

O que assistimos atualmente é exatamente o colapso dessa visão. A mídia fracassou como quarto poder, o que nos obriga a pensar na estruturação de um quinto poder que venha da sociedade civil e que tenha como função central a fiscalização do poder da mídia.

Vladimir Safatle. O quinto poder. In: Correio Braziliense, "Pensar", 11/10/2003, p. 10 (com adaptações).

Em relação ao texto I, julgue o item a seguir.

No que diz respeito às relações de dependência entre as palavras, as exigências da norma culta escrita permitem a substituição de "disponível a todos" por qualquer uma das seguintes formas: à disposição de todos, disponível para todos, ao dispor de todos.

 

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1838750 Ano: 2003
Disciplina: Comunicação Social
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados

A respeito de textos e scripts para TV, julgue o item a seguir.

Normalmente, é desnecessário "ouvir o outro lado", porque as informações passadas pela fonte original da matéria já esclarecem todos os ângulos da notícia, principalmente se for uma fonte oficial.

 

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No que se refere à interatividade na comunicação, julgue o item a seguir.

Apenas os meios de comunicação que utilizam as novas tecnologias da informação (Internet) podem ser considerados interativos.

 

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