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1727970 Ano: 2002
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados

Foi José Veríssimo quem publicou o primeiro artigo de análise de Os Sertões, no Correio da Manhã, do Rio de Janeiro, em 3 de dezembro. Veríssimo abordou o livro de Euclides da Cunha como obra de literatura, história e ciência e estabeleceu um padrão de leitura que seria seguido por muitos intérpretes. Apesar dos elogios à qualidade de poeta, romancista e artista do autor, fazia reparos ao abuso dos termos técnicos, das palavras antigas e inventadas e das frases rebuscadas, julgando o seu estilo muito artificial e gongórico.

Euclides respondeu a Veríssimo, em carta do mesmo dia. Agradecia a crítica, mas defendia o emprego de termos técnicos e a aliança entre ciência e arte, que considerava a tendência mais elevada do pensamento. Convencido de que a expressão artística exige notação científica, achava necessário criar uma “tecnografia própria”, capaz de unir as diversas áreas do saber: “o escritor do futuro será forçosamente um polígrafo”.

Idem, ibidem, p. 172.

Em relação ao texto IV, julgue o item a seguir.

O emprego de “Apesar” antes de uma informação positiva antecipa para o leitor que está por vir, subsequentemente, uma informação negativa.

 

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1727935 Ano: 2002
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados

Foi José Veríssimo quem publicou o primeiro artigo de análise de Os Sertões, no Correio da Manhã, do Rio de Janeiro, em 3 de dezembro. Veríssimo abordou o livro de Euclides da Cunha como obra de literatura, história e ciência e estabeleceu um padrão de leitura que seria seguido por muitos intérpretes. Apesar dos elogios à qualidade de poeta, romancista e artista do autor, fazia reparos ao abuso dos termos técnicos, das palavras antigas e inventadas e das frases rebuscadas, julgando o seu estilo muito artificial e gongórico.

Euclides respondeu a Veríssimo, em carta do mesmo dia. Agradecia a crítica, mas defendia o emprego de termos técnicos e a aliança entre ciência e arte, que considerava a tendência mais elevada do pensamento. Convencido de que a expressão artística exige notação científica, achava necessário criar uma “tecnografia própria”, capaz de unir as diversas áreas do saber: “o escritor do futuro será forçosamente um polígrafo”.

Idem, ibidem, p. 172.

Em relação ao texto IV, julgue o item a seguir.

A vírgula após a palavra “literatura” justifica-se para separar termos que exercem a mesma função sintática e constituem uma enumeração.

 

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1727934 Ano: 2002
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados

Os Sertões chegou às livrarias em 2 de dezembro de 1902. Escrito ao longo de quatro anos, Euclides ainda trabalhou duro antes do lançamento do livro. Passou dias e noites na tipografia, sob os olhares surpresos dos impressores, para corrigir os cerca de oitenta erros que encontrou nos 2.000 exemplares já impressos. Foram ao todo quase 160 mil emendas, feitas a bico de pena e a ponta de canivete. Pagou do próprio bolso os custos da edição, que saiu pela Laemmert, do Rio de Janeiro, tendo contribuído com a quantia de um conto e 500 mil réis, mais ou menos o dobro do seu salário de engenheiro. Isso depois de apresentar ao editor Gustavo Massow uma carta do escritor Lúcio de Mendonça, que recomendava o livro, e de ter sido apoiado pelo influente crítico José Veríssimo.

Temendo a reação dos críticos e dos militares, tomou o trem para Lorena, no interior de São Paulo, onde trabalhava como engenheiro. Chegou à cidade à meia-noite e logo partiu a cavalo, às 3 horas da manhã. Vagou por alguns dias pelos sertões paulistas, até parar em Taubaté. De lá pegaria o expresso para Lorena. No restaurante da estação, viu um passageiro com Os Sertões nas mãos.

De volta a Lorena, recebeu duas cartas de seu editor. Leu antes a mais recente, em que este enviava recortes de jornais e falava do fulminante sucesso do livro. Mais da metade da edição, quase mil exemplares, tinha sido vendida em oito dias. Na primeira carta, o editor se dizia arrependido com a publicação. Não tinha conseguido vender nenhum dos exemplares, nem mesmo para os sebos...

Idem, ibidem, p. 172 (com adaptações).

Em relação ao texto III, julgue o item que se abaixo.

Infere-se do texto que Euclides da Cunha leu apenas a carta mais recente por desinteresse quanto à situação do livro no mercado.

 

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1727933 Ano: 2002
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados

Os Sertões chegou às livrarias em 2 de dezembro de 1902. Escrito ao longo de quatro anos, Euclides ainda trabalhou duro antes do lançamento do livro. Passou dias e noites na tipografia, sob os olhares surpresos dos impressores, para corrigir os cerca de oitenta erros que encontrou nos 2.000 exemplares já impressos. Foram ao todo quase 160 mil emendas, feitas a bico de pena e a ponta de canivete. Pagou do próprio bolso os custos da edição, que saiu pela Laemmert, do Rio de Janeiro, tendo contribuído com a quantia de um conto e 500 mil réis, mais ou menos o dobro do seu salário de engenheiro. Isso depois de apresentar ao editor Gustavo Massow uma carta do escritor Lúcio de Mendonça, que recomendava o livro, e de ter sido apoiado pelo influente crítico José Veríssimo.

Temendo a reação dos críticos e dos militares, tomou o trem para Lorena, no interior de São Paulo, onde trabalhava como engenheiro. Chegou à cidade à meia-noite e logo partiu a cavalo, às 3 horas da manhã. Vagou por alguns dias pelos sertões paulistas, até parar em Taubaté. De lá pegaria o expresso para Lorena. No restaurante da estação, viu um passageiro com Os Sertões nas mãos.

De volta a Lorena, recebeu duas cartas de seu editor. Leu antes a mais recente, em que este enviava recortes de jornais e falava do fulminante sucesso do livro. Mais da metade da edição, quase mil exemplares, tinha sido vendida em oito dias. Na primeira carta, o editor se dizia arrependido com a publicação. Não tinha conseguido vender nenhum dos exemplares, nem mesmo para os sebos...

Idem, ibidem, p. 172 (com adaptações).

Em relação ao texto III, julgue o item que se abaixo.

A citação do episódio em que Euclides da Cunha vê uma pessoa com o livro Os Sertões antecipa de forma indireta e ilustra a informação do parágrafo seguinte: “fulminante sucesso do livro”

 

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1727932 Ano: 2002
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados

Os Sertões chegou às livrarias em 2 de dezembro de 1902. Escrito ao longo de quatro anos, Euclides ainda trabalhou duro antes do lançamento do livro. Passou dias e noites na tipografia, sob os olhares surpresos dos impressores, para corrigir os cerca de oitenta erros que encontrou nos 2.000 exemplares já impressos. Foram ao todo quase 160 mil emendas, feitas a bico de pena e a ponta de canivete. Pagou do próprio bolso os custos da edição, que saiu pela Laemmert, do Rio de Janeiro, tendo contribuído com a quantia de um conto e 500 mil réis, mais ou menos o dobro do seu salário de engenheiro. Isso depois de apresentar ao editor Gustavo Massow uma carta do escritor Lúcio de Mendonça, que recomendava o livro, e de ter sido apoiado pelo influente crítico José Veríssimo.

Temendo a reação dos críticos e dos militares, tomou o trem para Lorena, no interior de São Paulo, onde trabalhava como engenheiro. Chegou à cidade à meia-noite e logo partiu a cavalo, às 3 horas da manhã. Vagou por alguns dias pelos sertões paulistas, até parar em Taubaté. De lá pegaria o expresso para Lorena. No restaurante da estação, viu um passageiro com Os Sertões nas mãos.

De volta a Lorena, recebeu duas cartas de seu editor. Leu antes a mais recente, em que este enviava recortes de jornais e falava do fulminante sucesso do livro. Mais da metade da edição, quase mil exemplares, tinha sido vendida em oito dias. Na primeira carta, o editor se dizia arrependido com a publicação. Não tinha conseguido vender nenhum dos exemplares, nem mesmo para os sebos...

Idem, ibidem, p. 172 (com adaptações).

Em relação ao texto III, julgue o item que se abaixo.

A informação a respeito do preço pago por Euclides da Cunha é usada no texto como argumento para reforçar seu interesse e empenho pessoal.

 

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1727931 Ano: 2002
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados

Os Sertões chegou às livrarias em 2 de dezembro de 1902. Escrito ao longo de quatro anos, Euclides ainda trabalhou duro antes do lançamento do livro. Passou dias e noites na tipografia, sob os olhares surpresos dos impressores, para corrigir os cerca de oitenta erros que encontrou nos 2.000 exemplares já impressos. Foram ao todo quase 160 mil emendas, feitas a bico de pena e a ponta de canivete. Pagou do próprio bolso os custos da edição, que saiu pela Laemmert, do Rio de Janeiro, tendo contribuído com a quantia de um conto e 500 mil réis, mais ou menos o dobro do seu salário de engenheiro. Isso depois de apresentar ao editor Gustavo Massow uma carta do escritor Lúcio de Mendonça, que recomendava o livro, e de ter sido apoiado pelo influente crítico José Veríssimo.

Temendo a reação dos críticos e dos militares, tomou o trem para Lorena, no interior de São Paulo, onde trabalhava como engenheiro. Chegou à cidade à meia-noite e logo partiu a cavalo, às 3 horas da manhã. Vagou por alguns dias pelos sertões paulistas, até parar em Taubaté. De lá pegaria o expresso para Lorena. No restaurante da estação, viu um passageiro com Os Sertões nas mãos.

De volta a Lorena, recebeu duas cartas de seu editor. Leu antes a mais recente, em que este enviava recortes de jornais e falava do fulminante sucesso do livro. Mais da metade da edição, quase mil exemplares, tinha sido vendida em oito dias. Na primeira carta, o editor se dizia arrependido com a publicação. Não tinha conseguido vender nenhum dos exemplares, nem mesmo para os sebos...

Idem, ibidem, p. 172 (com adaptações).

Em relação ao texto III, julgue o item que se abaixo.

Infere-se do texto que Euclides da Cunha corrigiu manualmente apenas parte da tiragem da edição.

 

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1727930 Ano: 2002
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados

Os Sertões chegou às livrarias em 2 de dezembro de 1902. Escrito ao longo de quatro anos, Euclides ainda trabalhou duro antes do lançamento do livro. Passou dias e noites na tipografia, sob os olhares surpresos dos impressores, para corrigir os cerca de oitenta erros que encontrou nos 2.000 exemplares já impressos. Foram ao todo quase 160 mil emendas, feitas a bico de pena e a ponta de canivete. Pagou do próprio bolso os custos da edição, que saiu pela Laemmert, do Rio de Janeiro, tendo contribuído com a quantia de um conto e 500 mil réis, mais ou menos o dobro do seu salário de engenheiro. Isso depois de apresentar ao editor Gustavo Massow uma carta do escritor Lúcio de Mendonça, que recomendava o livro, e de ter sido apoiado pelo influente crítico José Veríssimo.

Temendo a reação dos críticos e dos militares, tomou o trem para Lorena, no interior de São Paulo, onde trabalhava como engenheiro. Chegou à cidade à meia-noite e logo partiu a cavalo, às 3 horas da manhã. Vagou por alguns dias pelos sertões paulistas, até parar em Taubaté. De lá pegaria o expresso para Lorena. No restaurante da estação, viu um passageiro com Os Sertões nas mãos.

De volta a Lorena, recebeu duas cartas de seu editor. Leu antes a mais recente, em que este enviava recortes de jornais e falava do fulminante sucesso do livro. Mais da metade da edição, quase mil exemplares, tinha sido vendida em oito dias. Na primeira carta, o editor se dizia arrependido com a publicação. Não tinha conseguido vender nenhum dos exemplares, nem mesmo para os sebos...

Idem, ibidem, p. 172 (com adaptações).

Em relação ao texto III, julgue o item que se abaixo.

A informação do texto permite inferir que os erros encontrados por Euclides da Cunha foram cometidos por ele próprio quando escreveu o livro.

 

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1727891 Ano: 2002
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados

Os Sertões chegou às livrarias em 2 de dezembro de 1902. Escrito ao longo de quatro anos, Euclides ainda trabalhou duro antes do lançamento do livro. Passou dias e noites na tipografia, sob os olhares surpresos dos impressores, para corrigir os cerca de oitenta erros que encontrou nos 2.000 exemplares já impressos. Foram ao todo quase 160 mil emendas, feitas a bico de pena e a ponta de canivete. Pagou do próprio bolso os custos da edição, que saiu pela Laemmert, do Rio de Janeiro, tendo contribuído com a quantia de um conto e 500 mil réis, mais ou menos o dobro do seu salário de engenheiro. Isso depois de apresentar ao editor Gustavo Massow uma carta do escritor Lúcio de Mendonça, que recomendava o livro, e de ter sido apoiado pelo influente crítico José Veríssimo.

Temendo a reação dos críticos e dos militares, tomou o trem para Lorena, no interior de São Paulo, onde trabalhava como engenheiro. Chegou à cidade à meia-noite e logo partiu a cavalo, às 3 horas da manhã. Vagou por alguns dias pelos sertões paulistas, até parar em Taubaté. De lá pegaria o expresso para Lorena. No restaurante da estação, viu um passageiro com Os Sertões nas mãos.

De volta a Lorena, recebeu duas cartas de seu editor. Leu antes a mais recente, em que este enviava recortes de jornais e falava do fulminante sucesso do livro. Mais da metade da edição, quase mil exemplares, tinha sido vendida em oito dias. Na primeira carta, o editor se dizia arrependido com a publicação. Não tinha conseguido vender nenhum dos exemplares, nem mesmo para os sebos...

Idem, ibidem, p. 172 (com adaptações).

A partir das características do texto III, julgue o item que se segue.

Infere-se das informações do texto que, entre o momento de produção da primeira carta do editor e o da segunda, decorreram, no mínimo, oito dias.

 

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1727890 Ano: 2002
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados

Os Sertões chegou às livrarias em 2 de dezembro de 1902. Escrito ao longo de quatro anos, Euclides ainda trabalhou duro antes do lançamento do livro. Passou dias e noites na tipografia, sob os olhares surpresos dos impressores, para corrigir os cerca de oitenta erros que encontrou nos 2.000 exemplares já impressos. Foram ao todo quase 160 mil emendas, feitas a bico de pena e a ponta de canivete. Pagou do próprio bolso os custos da edição, que saiu pela Laemmert, do Rio de Janeiro, tendo contribuído com a quantia de um conto e 500 mil réis, mais ou menos o dobro do seu salário de engenheiro. Isso depois de apresentar ao editor Gustavo Massow uma carta do escritor Lúcio de Mendonça, que recomendava o livro, e de ter sido apoiado pelo influente crítico José Veríssimo.

Temendo a reação dos críticos e dos militares, tomou o trem para Lorena, no interior de São Paulo, onde trabalhava como engenheiro. Chegou à cidade à meia-noite e logo partiu a cavalo, às 3 horas da manhã. Vagou por alguns dias pelos sertões paulistas, até parar em Taubaté. De lá pegaria o expresso para Lorena. No restaurante da estação, viu um passageiro com Os Sertões nas mãos.

De volta a Lorena, recebeu duas cartas de seu editor. Leu antes a mais recente, em que este enviava recortes de jornais e falava do fulminante sucesso do livro. Mais da metade da edição, quase mil exemplares, tinha sido vendida em oito dias. Na primeira carta, o editor se dizia arrependido com a publicação. Não tinha conseguido vender nenhum dos exemplares, nem mesmo para os sebos...

Idem, ibidem, p. 172 (com adaptações).

A partir das características do texto III, julgue o item que se segue.

Um dos recursos de coesão textual é a manutenção subentendida de um mesmo agente — Euclides — para os verbos de ação empregados ao longo do texto.

 

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1715800 Ano: 2002
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados

Os Sertões chegou às livrarias em 2 de dezembro de 1902. Escrito ao longo de quatro anos, Euclides ainda trabalhou duro antes do lançamento do livro. Passou dias e noites na tipografia, sob os olhares surpresos dos impressores, para corrigir os cerca de oitenta erros que encontrou nos 2.000 exemplares já impressos. Foram ao todo quase 160 mil emendas, feitas a bico de pena e a ponta de canivete. Pagou do próprio bolso os custos da edição, que saiu pela Laemmert, do Rio de Janeiro, tendo contribuído com a quantia de um conto e 500 mil réis, mais ou menos o dobro do seu salário de engenheiro. Isso depois de apresentar ao editor Gustavo Massow uma carta do escritor Lúcio de Mendonça, que recomendava o livro, e de ter sido apoiado pelo influente crítico José Veríssimo.

Temendo a reação dos críticos e dos militares, tomou o trem para Lorena, no interior de São Paulo, onde trabalhava como engenheiro. Chegou à cidade à meia-noite e logo partiu a cavalo, às 3 horas da manhã. Vagou por alguns dias pelos sertões paulistas, até parar em Taubaté. De lá pegaria o expresso para Lorena. No restaurante da estação, viu um passageiro com Os Sertões nas mãos.

De volta a Lorena, recebeu duas cartas de seu editor. Leu antes a mais recente, em que este enviava recortes de jornais e falava do fulminante sucesso do livro. Mais da metade da edição, quase mil exemplares, tinha sido vendida em oito dias. Na primeira carta, o editor se dizia arrependido com a publicação. Não tinha conseguido vender nenhum dos exemplares, nem mesmo para os sebos...

Idem, ibidem, p. 172 (com adaptações).

A partir das características do texto III, julgue o item que se segue.

O uso do futuro do pretérito em “pegaria o expresso” é um recurso estilístico que informa ao leitor que as condições necessárias para a ação não aconteceram.

 

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