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Foram encontradas 150 questões.

969261 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: FCM
Orgão: Câm. Conselheiro Lafaiete-MG
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ABC é um triângulo isósceles de base enunciado 969261-1 cujo perímetro é igual a 43 cm. Sendo a medida da base duas unidades menor do que a medida de um dos outros dois lados, pode-se afirmar que a medida dessa base é um número

 

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969260 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: FCM
Orgão: Câm. Conselheiro Lafaiete-MG
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O valor numérico da expressão enunciado 969260-1 para x = 7 é igual a

 

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969259 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FCM
Orgão: Câm. Conselheiro Lafaiete-MG
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enunciado 969259-1

Avalie o que se afirmar a respeito da tirinha.

I. A palavra “alucinações” pode ser substituída por “lucidezes”, sem que haja qualquer prejuízo para o sentido.

II. O termo grifado na frase “... já registrei o domínio...” insere-se no campo lexical da profissão exercida pelos personagens criados.

III. A menção a um ritual comumente partilhado por pessoas no seu cotidiano pode ser identificada em dois momentos do texto.

IV. A frase “... tenho que confessar que nem sempre eu entendo essas tirinhas” indica a interação de um dos personagens com o gênero que dá origem ao texto.

Está correto apenas o que se afirma em

 

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969258 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FCM
Orgão: Câm. Conselheiro Lafaiete-MG
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Na teoria da comunicação, linguagem é a expressão individual e social do ser humano e, ao mesmo tempo, o elemento comum que possibilita o processo comunicativo entre as pessoas que vivem em sociedade. Essa expressão pode acontecer de forma verbal (uso de palavras), não verbal (sem palavras) ou mista.

A esse respeito, leia a tirinha.

enunciado 969258-1

Segundo os tipos de linguagem presentes na tirinha, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma.

( ) Em todos os quadrinhos, há a linguagem não verbal.

( ) A personagem utiliza a linguagem oral para se expressar.

( ) Na hierarquia das linguagens, a verbal predomina na tirinha.

( ) Na tirinha, a construção de sentido se estabelece pela linguagem mista.

( ) A repetição da onomatopeia “CHOMP” refere-se à linguagem não verbal.

De acordo com as afirmações, a sequência correta é

 

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969257 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FCM
Orgão: Câm. Conselheiro Lafaiete-MG
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Na sintaxe da língua portuguesa, a colocação pronominal diz respeito ao modo como se dispõem os pronomes em relação aos demais elementos de uma oração. Há três tipos de posição que os pronomes átonos podem ocupar na oração: antes (próclise), depois (ênclise) e no meio (mesóclise) do verbo.

A esse respeito, leia a ti rinha.

enunciado 969257-1

Analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.

I. No primeiro quadrinho, segundo os gramáticos, a colocação do pronome oblíquo átono está correta

PORQUE,

II. na frase em que foi empregada, a próclise é preferida, pois o verbo vem antecedido do advérbio

“que”

Sobre as asserções, é correto afirmar que

 

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969256 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FCM
Orgão: Câm. Conselheiro Lafaiete-MG
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adicto*

fraga**

Refleti muito antes de revelar: também sou usuário de droga. Pense! A mais traiçoeira. Sim, sou dependente químico, como tantos em nossa época, mundo a fora.

Entenda. Eu aspiro oxigênio. Vulgo ar. Aí. Pronto, falei!

Antes de me abrir, pensei primeiro em me tratar. A vergonha me impediu de procurar ajuda. Do ridículo de não ser compreendido ao denunciar esse vício terrível, do qual a sociedade global parece nem tomar conhecimento. Imagine chegar num AA (Aspiradores Anônimos) e declarar: Hoje fiquei quase 3 minutos sem aspirar ar. E anunciar a meta triunfal para a próxima semana: Talvez 4 minutos!

Puizé, aspiro ar desde bebê. Desconfio que minha mãe também consumia doses cavalares de ar durante a gestação. Assim fui contaminado. Ainda bem que na maternidade suspeitaram e logo me entubaram.

Vício remoto da espécie, de quando um anfíbio saiu d´água. Dizem que hoje já somos mais de 7 bilhões de viciados. Até os animais dependem dessa droga. As plantas preferem gás carbônico.

Qualquer viciado em ar sabe como é inflar os pulmões, a ânsia frenética, incessante, ah!, aquela sensação contínua de bem-estar. Vício estúpido, sei. Porque é fatal para todos, questão de tempo. Ninguém sai vivo desse hábito.

Usamos as narinas no piloto automático, nem pensamos no que fazemos. Tem gente até que respira pela boca, forma ainda mais perigosa de ingerir ar, já que a droga leva pra dentro de nós micróbios, vírus e bactérias. Ar é tão perigoso que certas bactérias o evitam, preferem a saudável vida anaeróbica.

Há casos de gente que tenta permanecer o maior tempo possível sem ar; são capazes de mergulho em apneia a grandes profundidades até quase estourarem os pulmões. Não se curam, apenas entram no Livro Guinness. Alpinistas são outros que sobem a alturas com ar rarefeito e lá em cima, narinas semi-abertas, suportam momentos terríveis de falta de ar. Experimentam uma vitória ínfima, só para contar para seus familiares que tentaram, mas, infelizmente, esse gás maldito que envolve o planeta os venceu mais uma vez. Nem o Everest consola.

Taí o problema desse vício: a abundância da substância ao nosso redor. Tal fartura impede, pelo menos, o tráfico. Somos viciados em qualquer ar: aspiramos no trânsito, em meio a plantações regadas a agrotóxicos e ao ar viciado de elevadores e ônibus lotados, recintos fechados.

As autoridades sanitárias nunca tentaram entender tamanha adição. Saber porque as crises de abstinência são tão dramáticas, às vezes poucos segundos. E mesmo como pacientes terminais, ainda assim nos agarramos às máscaras: ar, mais ar, mais, mais!

E nem o irrespirável clima do país em meio a campanhas políticas arrefece o vício. Acho que o ar não será criminalizado.

* Dependente; submisso.

** Autor do texto e colunista no jornal Extraclasse.

(Disponível em: <htt ps://www.extraclasse.org.br/edicoes/2018/09/adicto/> . Acesso em: 04 jan. 2019. Adaptado.)


enunciado 969256-1

Um texto sempre é construído com base na leitura de mundo do autor, ou seja, ao se reportar a outros textos, estabelece com eles uma relação direta ou indireta.

Com base na leitura do texto, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma.

( ) A criação da sigla AA (Aspiradores Anônimos) remete a uma bricolagem em relação ao texto-fonte, pois alude a uma irmandade que ajuda pessoas a se recuperarem do alcoolismo.

( ) A noção de dialogismo, pela presença de diferentes vozes no texto, está exemplificada em frases como «Usamos as narinas no piloto automático» e «Acho que o ar não será criminalizado».

( ) A menção ao “Livro Guinness” é um exemplo de intertextualidade explícita, que, no texto em questão, tem como objetivo conferir atenção não só à informação, mas também à sua fonte.

( ) O uso adequado de signos verbais e não verbais nesse tipo de texto permite que se elimine um dos códigos, porque as informações são fornecidas pelo outro e há dissintonia dialógica entre eles.

De acordo com as afirmações, a sequência correta é

 

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969255 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FCM
Orgão: Câm. Conselheiro Lafaiete-MG
Provas:

adicto*

fraga**

Refleti muito antes de revelar: também sou usuário de droga. Pense! A mais traiçoeira. Sim, sou dependente químico, como tantos em nossa época, mundo a fora.

Entenda. Eu aspiro oxigênio. Vulgo ar. Aí. Pronto, falei!

Antes de me abrir, pensei primeiro em me tratar. A vergonha me impediu de procurar ajuda. Do ridículo de não ser compreendido ao denunciar esse vício terrível, do qual a sociedade global parece nem tomar conhecimento. Imagine chegar num AA (Aspiradores Anônimos) e declarar: Hoje fiquei quase 3 minutos sem aspirar ar. E anunciar a meta triunfal para a próxima semana: Talvez 4 minutos!

Puizé, aspiro ar desde bebê. Desconfio que minha mãe também consumia doses cavalares de ar durante a gestação. Assim fui contaminado. Ainda bem que na maternidade suspeitaram e logo me entubaram.

Vício remoto da espécie, de quando um anfíbio saiu d´água. Dizem que hoje já somos mais de 7 bilhões de viciados. Até os animais dependem dessa droga. As plantas preferem gás carbônico.

Qualquer viciado em ar sabe como é inflar os pulmões, a ânsia frenética, incessante, ah!, aquela sensação contínua de bem-estar. Vício estúpido, sei. Porque é fatal para todos, questão de tempo. Ninguém sai vivo desse hábito.

Usamos as narinas no piloto automático, nem pensamos no que fazemos. Tem gente até que respira pela boca, forma ainda mais perigosa de ingerir ar, já que a droga leva pra dentro de nós micróbios, vírus e bactérias. Ar é tão perigoso que certas bactérias o evitam, preferem a saudável vida anaeróbica.

Há casos de gente que tenta permanecer o maior tempo possível sem ar; são capazes de mergulho em apneia a grandes profundidades até quase estourarem os pulmões. Não se curam, apenas entram no Livro Guinness. Alpinistas são outros que sobem a alturas com ar rarefeito e lá em cima, narinas semi-abertas, suportam momentos terríveis de falta de ar. Experimentam uma vitória ínfima, só para contar para seus familiares que tentaram, mas, infelizmente, esse gás maldito que envolve o planeta os venceu mais uma vez. Nem o Everest consola.

Taí o problema desse vício: a abundância da substância ao nosso redor. Tal fartura impede, pelo menos, o tráfico. Somos viciados em qualquer ar: aspiramos no trânsito, em meio a plantações regadas a agrotóxicos e ao ar viciado de elevadores e ônibus lotados, recintos fechados.

As autoridades sanitárias nunca tentaram entender tamanha adição. Saber porque as crises de abstinência são tão dramáticas, às vezes poucos segundos. E mesmo como pacientes terminais, ainda assim nos agarramos às máscaras: ar, mais ar, mais, mais!

E nem o irrespirável clima do país em meio a campanhas políticas arrefece o vício. Acho que o ar não será criminalizado.

* Dependente; submisso.

** Autor do texto e colunista no jornal Extraclasse.

(Disponível em: <htt ps://www.extraclasse.org.br/edicoes/2018/09/adicto/> . Acesso em: 04 jan. 2019. Adaptado.)


enunciado 969255-1

Quando lemos um texto, é possível determinar funções da linguagem com base nas características do discurso e nas intenções do locutor. Nesse senti do, a linguagem desempenha uma, outra ou várias funções, de acordo com o elemento de comunicação posto em foco pelo produtor do texto.

Considere esse princípio e identifique corretamente qual a função da linguagem predominante na crônica.

 

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Questão presente nas seguintes provas
969254 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FCM
Orgão: Câm. Conselheiro Lafaiete-MG
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Leia os textos a seguir.

Texto I

Conto é um gênero textual marcado pela narrativa curta, escrita em prosa e de menor complexidade em relação aos romances. [...] Com o surgimento de novas técnicas e estilos de escrita, o termo adquiriu um sentido mais amplo, cujos únicos traços obrigatórios são a curta extensão e a escrita em prosa.

(Disponível em:< https://www.significados.com.br/conto/>. Acesso em 28 fev. 2019. Adaptado)

Texto II

O Jeito

-Terminar é o único jeito!

A mensagem no celular disse o que ninguém teve coragem de dizer na discussão ao vivo.

-Concordo! noite passo aí para pegar minhas coisas.

E me pegou!

A gente não tem jeito...

Saulo Pessato

(Disponível em:<https://insta-stalker.com/post/BqhnhQugaFF/> . Acesso em 28 fev. 2019)

A partir do conceito teórico apresentado e considerando como exemplo o Texto II, avalie o que se afirmar sobre ambos.

I. O Texto II ultrapassa o que se afirma no Texto I.

II. O Texto II exemplifica o que foi mencionado no Texto I.

III. O Texto II contradiz a proposição apresentado no Texto I.

IV. O Texto I traz uma informação verdadeira, confirmada pelo Texto II.

V. O Texto I fere um dos postulados do conceito, pois está escrito em versos.

Está correto apenas o que se afirma em
 

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969253 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FCM
Orgão: Câm. Conselheiro Lafaiete-MG
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As tirinhas são histórias curtas, narrativas, que se apresentam em quadrinhos com balões e imagens. O quadrinho é muito importante na construção do humor em tirinhas. Ele é responsável pela quebra de expectativa do leitor que, geralmente, surpreende-se ao final da história.

A esse respeito, leia a tirinha. Ela faz menção a uma fábula muito conhecida de quase todos os leitores: “A formiga e a cigarra”. Em seguida, analise as asserções e a relação proposta entre elas.

enunciado 969253-1

Na tirinha, observa-se que o efeito de humor foi um dos recursos utilizados pelo autor. Esse emprego está presente nesse gênero textual

PORQUE

no último quadrinho, um dos personagens faz uma releitura do epílogo da fábula, que pode ser lido tal como aparece no texto original da história.

Sobre essas asserções, é correto afirmar que

 

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969252 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FCM
Orgão: Câm. Conselheiro Lafaiete-MG
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enunciado 969252-1

Um trecho dos diálogos que NÃO exemplifica uma variação linguística é
 

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