Foram encontradas 110 questões.
Os números 13, 31, 12, 17 estão presentes, respectivamente, nas células A1, A2, A3 e A4, numa planilha eletrônica no Microsoft Office Excel 2010. Aplicando-se a fórmula abaixo na célula A5 desta mesma planilha eletrônica, o resultado obtido é
Fórmula: | =SOMA(MÉDIA(A1;A3;A4);A1;10) |
Provas
Provas
Uma pesquisa de opinião sobre os primeiros 150 dias do governo de um prefeito foi apresentada conforme o gráfico abaixo.

O percentual dos que consideraram o governo como Regular excedeu o dos que o consideraram Ruim em 2 %. Se 850 foram os pesquisados, a quantidade que considerou o governo como ruim foi de
Provas
Sobre o navegador Web “Mozilla Firefox”, os itens abaixo que possuem características descritas corretamente são
Item | Característica |
01 | Suporte à navegação através de abas/separadores, possibilitando a abertura de várias páginas web numa única janela do navegador. |
02 | Funciona apenas no sistema operacional Windows 7 (instalação padrão). |
03 | Suporte a padrões web, como o HTML. |
Provas
Ao solicitar o orçamento de uma compra direta de crachás, o setor financeiro recebeu a seguinte resposta do único fornecedor da cidade:
“Para a quantidade requerida, o preço total é de R$ 1.000,00. Se dobrar a quantidade requerida, o preço de cada crachá reduzirá em 25%.”
Optando por dobrar a quantidade requerida de crachás, o preço total da compra seria
Provas
LEIA ATENTAMENTE O TEXTO ABAIXO PARA RESPONDER S QUESTÕES DE 1 A 10.
O outro Brasil
1Houve um tempo em que sonhei coisas — não foi ser eleito senador federal nem
2 nada, eram coisas humildes e vagabundas que entretanto não fiz, nem com certeza farei.
3 Era, por exemplo, arrumar um barco de uns quinze, vinte metros de comprido, com motor e
4 vela, e sair tocando devagar por toda a costa do Brasil, parando para pescar, vendendo
5 banana ou comprando fumo de rolo, não sei, me demorando em todo portinho simpático —
6 Barra de São João, Piúma, Regência, Conceição da Barra, Serinhaém, Turiaçu, Curuçá,
7 Ubatuba, Garopaba — ir indo ao léu, vendo as coisas, conversando com as pessoas — e
8 fazer um livro tão simples, tão bom, que até talvez fosse melhor não fazer livro nenhum,
9 apenas ir vivendo devagar a vida lenta dos mares do Brasil, tomando a cachacinha de cada
10 lugar, sem pressa e com respeito. Isso devia ser bom, talvez eu me tornasse conhecido
11 como um homem direito, cedendo anzóis pelo custo e comprando esteiras das mulheres dos
12 pescadores, aprendendo a fazer as coisas singelas que vivem fora das estatísticas e dos
13 relatórios — quantos monjolos há no Brasil, quantos puçás e paris? Sim, entraria pelos rios
14 lentamente, de canoa, levando aralém, que poderia trocar por toscas amanteigadas,
15 pamonha ou beiju, pois ainda há um Brasil bom que a gente desperdiça de bobagem, um
16 Brasil que a gente deixa para depois, e entretanto parece que vai acabando; tenho ouvido
17 falar em tanques de carpa, entretanto meu tio Cristóvão na fazenda da Boa Esperança tinha
18 um pequeno açude no ribeirão onde criava cascudos, tem dias que dá vontade de beber
19 jenipapina.
20 Já tomei muito avião para fazer reportagem, mas o certo não é assim, é fazer como
21 Saint-Hilaire ou o Príncipe Maximiliano, ir tocando por essas roças de Deus a cavalo, nada
22 de Rio-Bahia, ir pelos caminhos que acompanham com todo carinho os lombos e curvas da
23 terra, aceitando uma caneca de café na casa de um colono. Só de repente a gente se
24 lembra de que esse Brasil ainda existe, o Brasil ainda funciona a lenha e lombo de burro, as
25 noites do Brasil são pretas com assombração, dizem que ainda tem até luar no sertão, até
26 capivara e suçuarana — não, eu não sou contra o progresso ("o progresso é natural") mas
27 uma garrafinha de refrigerante americano não é capaz de ser como um refresco de
28 maracujá feito de fruta mesmo — o Brasil ainda tem safras e estações, vazantes e
29 piracemas com manjuba frita, e a lua nova continua sendo o tempo de cortar iba de bambu
30 para pescar piau. E como ainda há tanta coisa, quem sabe que é capaz de haver uma
31 mulher também, uma certa mulher que ainda seja assim, modesta porém limpinha, com os
32 cabelos ainda molhados de seu banho de rio, parece que até banho de cachoeira ainda
33 existe, até namoro debaixo de pitangueiras como antigamente, muito antigamente.
BRAGA, Rubem. Crônicas do Espírito Santo. São Paulo: Global, 2013, p. 11-12.
A inversão da ordem das palavras provocaria mudança de sentido em
Provas

Leia os enunciados a seguir.
I. O sonho do autor era seguir carreira política e tornar-se um homem direito.
II. O autor evoca um Brasil que ele conheceu antes e que ainda está muito vivo em sua memória.
III. Na contrapartida do sonho do autor está também seu desejo de tornar-se senador federal do Brasil.
IV. No início do texto, Rubem Braga dá a entender que não tem mais esperança de um dia realizar seus sonhos.
As afirmações que contêm interpretações permitidas pelo texto são
Provas

Provas
LEIA ATENTAMENTE O TEXTO ABAIXO PARA RESPONDER S QUESTÕES DE 1 A 10.
O outro Brasil
1Houve um tempo em que sonhei coisas — não foi ser eleito senador federal nem
2 nada, eram coisas humildes e vagabundas que entretanto não fiz, nem com certeza farei.
3 Era, por exemplo, arrumar um barco de uns quinze, vinte metros de comprido, com motor e
4 vela, e sair tocando devagar por toda a costa do Brasil, parando para pescar, vendendo
5 banana ou comprando fumo de rolo, não sei, me demorando em todo portinho simpático —
6 Barra de São João, Piúma, Regência, Conceição da Barra, Serinhaém, Turiaçu, Curuçá,
7 Ubatuba, Garopaba — ir indo ao léu, vendo as coisas, conversando com as pessoas — e
8 fazer um livro tão simples, tão bom, que até talvez fosse melhor não fazer livro nenhum,
9 apenas ir vivendo devagar a vida lenta dos mares do Brasil, tomando a cachacinha de cada
10 lugar, sem pressa e com respeito. Isso devia ser bom, talvez eu me tornasse conhecido
11 como um homem direito, cedendo anzóis pelo custo e comprando esteiras das mulheres dos
12 pescadores, aprendendo a fazer as coisas singelas que vivem fora das estatísticas e dos
13 relatórios — quantos monjolos há no Brasil, quantos puçás e paris? Sim, entraria pelos rios
14 lentamente, de canoa, levando aralém, que poderia trocar por toscas amanteigadas,
15 pamonha ou beiju, pois ainda há um Brasil bom que a gente desperdiça de bobagem, um
16 Brasil que a gente deixa para depois, e entretanto parece que vai acabando; tenho ouvido
17 falar em tanques de carpa, entretanto meu tio Cristóvão na fazenda da Boa Esperança tinha
18 um pequeno açude no ribeirão onde criava cascudos, tem dias que dá vontade de beber
19 jenipapina.
20 Já tomei muito avião para fazer reportagem, mas o certo não é assim, é fazer como
21 Saint-Hilaire ou o Príncipe Maximiliano, ir tocando por essas roças de Deus a cavalo, nada
22 de Rio-Bahia, ir pelos caminhos que acompanham com todo carinho os lombos e curvas da
23 terra, aceitando uma caneca de café na casa de um colono. Só de repente a gente se
24 lembra de que esse Brasil ainda existe, o Brasil ainda funciona a lenha e lombo de burro, as
25 noites do Brasil são pretas com assombração, dizem que ainda tem até luar no sertão, até
26 capivara e suçuarana — não, eu não sou contra o progresso ("o progresso é natural") mas
27 uma garrafinha de refrigerante americano não é capaz de ser como um refresco de
28 maracujá feito de fruta mesmo — o Brasil ainda tem safras e estações, vazantes e
29 piracemas com manjuba frita, e a lua nova continua sendo o tempo de cortar iba de bambu
30 para pescar piau. E como ainda há tanta coisa, quem sabe que é capaz de haver uma
31 mulher também, uma certa mulher que ainda seja assim, modesta porém limpinha, com os
32 cabelos ainda molhados de seu banho de rio, parece que até banho de cachoeira ainda
33 existe, até namoro debaixo de pitangueiras como antigamente, muito antigamente.
BRAGA, Rubem. Crônicas do Espírito Santo. São Paulo: Global, 2013, p. 11-12.
Releia a seguinte passagem do texto:
não, eu não sou contra o progresso (...) mas uma garrafinha de refrigerante americano não é capaz de ser como um refresco de maracujá feito de fruta mesmo (l. 26 a 28).
Nesse trecho, o autor deixa claro que
Provas
- Modelos Téoricos da Administração PúblicaAdministração Patrimonialista
- Modelos Téoricos da Administração PúblicaAdministração Burocrática
Provas
Caderno Container