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A inveja é inútil
Por Fabrício Carpinejar
Inveja é emoção jogada fora, atenção desperdiçada. É tempo inútil. Você sacrificará a sua vida inteira cobiçando o sucesso alheio e desmerecendo as suas competências.
Pense comigo. O que traz felicidade para você não trará necessariamente para o próximo. Você pode encontrar prazer em tomar café forte, sem açúcar, devagar, aos goles pausados, sentado na mesa, segurando a xícara quente entre as mãos, olhando a paisagem. Já o outro beberica de pé, correndo, sem degustar. Para ele, é apenas um café para acordar, um shot de ânimo; para você, é um café para refletir, um instrumento de bem-estar.
O que o comove talvez não comova o outro. O que lhe agrada não é certo que vai agradar ao outro. Felicidade é individual. Não tem como emprestar. As pessoas se arrepiam por motivos diferentes e de jeitos particulares. Talvez você tenha contentamento em arrumar a casa e deixá-la em ordem, com objetos alinhados, à vista. O outro encontra satisfação em acumular as roupas sobre a cama e não se importar com a simetria. Não há como dizer quem é mais feliz.
O que o torna feliz pode tornar o outro triste, e vice-versa. Tem gente que coloca a cabeça para fora da janela do carro na estrada e berra de euforia. Tem gente que acha que isso é perigoso e infantil. Logo, não há como sentir inveja. Ela é impossível e impraticável, porque a realidade de satisfação é personalizada. Nossos prazeres são customizados pelas experiências. Predomina o valor espiritual acima do material. Quem perdeu uma avó guardará o escapulário dela como um tesouro e não o trocará por nada no mundo. Já aquele que não atravessou o luto de um ente querido não entenderá o apego a um colar de corda com a imagem de um santo.
Querer ser como outro é um desejo postiço, pois você jamais conseguirá abdicar de sua peculiar sensibilidade. Apesar de uma vida emprestada com luxos e benesses, suas dores continuarão sendo suas dores, seus medos continuarão sendo seus medos, seus arrebatamentos continuarão sendo seus arrebatamentos. Se assumir uma biografia distinta da sua, por acreditar que ela é mais promissora, ainda a colocará sob os efeitos de sua história afetiva. Ou seja, vai aclimatá-la de acordo com o que é capaz de compreender.
A fórmula de sucesso de uma personalidade não se replica. Cada um possui o que suporta e o que necessita. O que adianta uma multidão de fãs se o seu maior propósito é se isolar, saborear a paz e não ser incomodado? Felicidade é roupa feita sob medida, por alfaiataria. Não tem como passar adiante.
Eu acredito, resumindo a existência, que felicidade é simplesmente ter vontade. Tudo o que você realiza com vontade resultará em alegria. Trabalho com vontade, amor com vontade, amizade com vontade, família com vontade: eis a imunidade completa diante de qualquer inveja.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2023/01/a-inveja-e-inutil
cld4wqw5o00ah0181syvaxipj. html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, identificando as classes gramaticais das palavras retiradas do texto.
Coluna 1
1. Conjunção explicativa.
2. Conjunção conclusiva.
3. Pronome pessoal reto.
4. Pronome possessivo.
Coluna 2
( ) “Logo”.
( ) “Nossos”.
( ) “pois”.
( ) “Eu”
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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A inveja é inútil
Por Fabrício Carpinejar
Inveja é emoção jogada fora, atenção desperdiçada. É tempo inútil. Você sacrificará a sua vida inteira cobiçando o sucesso alheio e desmerecendo as suas competências.
Pense comigo. O que traz felicidade para você não trará necessariamente para o próximo. Você pode encontrar prazer em tomar café forte, sem açúcar, devagar, aos goles pausados, sentado na mesa, segurando a xícara quente entre as mãos, olhando a paisagem. Já o outro beberica de pé, correndo, sem degustar. Para ele, é apenas um café para acordar, um shot de ânimo; para você, é um café para refletir, um instrumento de bem-estar.
O que o comove talvez não comova o outro. O que lhe agrada não é certo que vai agradar ao outro. Felicidade é individual. Não tem como emprestar. As pessoas se arrepiam por motivos diferentes e de jeitos particulares. Talvez você tenha contentamento em arrumar a casa e deixá-la em ordem, com objetos alinhados, à vista. O outro encontra satisfação em acumular as roupas sobre a cama e não se importar com a simetria. Não há como dizer quem é mais feliz.
O que o torna feliz pode tornar o outro triste, e vice-versa. Tem gente que coloca a cabeça para fora da janela do carro na estrada e berra de euforia. Tem gente que acha que isso é perigoso e infantil. Logo, não há como sentir inveja. Ela é impossível e impraticável, porque a realidade de satisfação é personalizada. Nossos prazeres são customizados pelas experiências. Predomina o valor espiritual acima do material. Quem perdeu uma avó guardará o escapulário dela como um tesouro e não o trocará por nada no mundo. Já aquele que não atravessou o luto de um ente querido não entenderá o apego a um colar de corda com a imagem de um santo.
Querer ser como outro é um desejo postiço, pois você jamais conseguirá abdicar de sua peculiar sensibilidade. Apesar de uma vida emprestada com luxos e benesses, suas dores continuarão sendo suas dores, seus medos continuarão sendo seus medos, seus arrebatamentos continuarão sendo seus arrebatamentos. Se assumir uma biografia distinta da sua, por acreditar que ela é mais promissora, ainda a colocará sob os efeitos de sua história afetiva. Ou seja, vai aclimatá-la de acordo com o que é capaz de compreender.
A fórmula de sucesso de uma personalidade não se replica. Cada um possui o que suporta e o que necessita. O que adianta uma multidão de fãs se o seu maior propósito é se isolar, saborear a paz e não ser incomodado? Felicidade é roupa feita sob medida, por alfaiataria. Não tem como passar adiante.
Eu acredito, resumindo a existência, que felicidade é simplesmente ter vontade. Tudo o que você realiza com vontade resultará em alegria. Trabalho com vontade, amor com vontade, amizade com vontade, família com vontade: eis a imunidade completa diante de qualquer inveja.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2023/01/a-inveja-e-inutil
cld4wqw5o00ah0181syvaxipj. html – texto adaptado especialmente para esta prova).
No trecho “Você sacrificará a sua vida inteira cobiçando o sucesso alheio e desmerecendo as suas competências”, as palavras sublinhadas são, respectivamente:
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A inveja é inútil
Por Fabrício Carpinejar
Inveja é emoção jogada fora, atenção desperdi....ada. É tempo inútil. Você sacrificará a sua vida inteira cobiçando o sucesso alheio e desmerecendo as suas competências.
Pense comigo. O que traz felicidade para você não trará necessariamente para o próximo. Você pode encontrar prazer em tomar café forte, sem açúcar, devagar, aos goles pausados, sentado na mesa, segurando a xícara quente entre as mãos, olhando a paisagem. Já o outro beberica de pé, correndo, sem degustar. Para ele, é apenas um café para acordar, um shot de ânimo; para você, é um café para refletir, um instrumento de bem-estar.
O que o comove talvez não comova o outro. O que lhe agrada não é certo que vai agradar ao outro. Felicidade é individual. Não tem como emprestar. As pessoas se arrepiam por motivos diferentes e de jeitos particulares. Talvez você tenha contentamento em arrumar a casa e deixá-la em ordem, com objetos alinhados, à vista. O outro encontra satisfação em acumular as roupas sobre a cama e não se importar com a ....imetria. Não há como dizer quem é mais feliz.
O que o torna feliz pode tornar o outro triste, e vice-versa. Tem gente que coloca a cabeça para fora da janela do carro na estrada e berra de euforia. Tem gente que acha que isso é perigoso e infantil. Logo, não há como sentir inveja. Ela é impossível e impraticável, porque a realidade de satisfação é personalizada. Nossos prazeres são customizados pelas experiências. Predomina o valor espiritual acima do material. Quem perdeu uma avó guardará o escapulário dela como um tesouro e não o trocará por nada no mundo. Já aquele que não atravessou o luto de um ente querido não entenderá o apego a um colar de corda com a imagem de um santo.
Querer ser como outro é um desejo postiço, pois você jamais conseguirá abdicar de sua peculiar sensibilidade. Apesar de uma vida emprestada com luxos e bene....es, suas dores continuarão sendo suas dores, seus medos continuarão sendo seus medos, seus arrebatamentos continuarão sendo seus arrebatamentos. Se assumir uma biografia distinta da sua, por acreditar que ela é mais promissora, ainda a colocará sob os efeitos de sua história afetiva. Ou seja, vai aclimatá-la de acordo com o que é capaz de compreender.
A fórmula de sucesso de uma personalidade não se replica. Cada um possui o que suporta e o que necessita. O que adianta uma multidão de fãs se o seu maior propósito é se isolar, saborear a paz e não ser incomodado? Felicidade é roupa feita sob medida, por alfaiataria. Não tem como passar adiante.
Eu acredito, resumindo a existência, que felicidade é simplesmente ter vontade. Tudo o que você realiza com vontade resultará em alegria. Trabalho com vontade, amor com vontade, amizade com vontade, família com vontade: eis a imunidade completa diante de qualquer inveja.
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cld4wqw5o00ah0181syvaxipj. html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando as representações gráficas do fonema /s/, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas das linhas.
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A inveja é inútil
Por Fabrício Carpinejar
Inveja é emoção jogada fora, atenção desperdiçada. É tempo inútil. Você sacrificará a sua vida inteira cobiçando o sucesso alheio e desmerecendo as suas competências.
Pense comigo. O que traz felicidade para você não trará necessariamente para o próximo. Você pode encontrar prazer em tomar café forte, sem açúcar, devagar, aos goles pausados, sentado na mesa, segurando a xícara quente entre as mãos, olhando a . Já o outro beberica de pé, correndo, sem degustar. Para ele, é apenas um café para acordar, um shot de ânimo; para você, é um café para refletir, um instrumento de bem-estar.
O que o comove talvez não comova o outro. O que lhe agrada não é certo que vai agradar ao outro. Felicidade é individual. Não tem como emprestar. As pessoas se arrepiam por motivos diferentes e de particulares. Talvez você tenha contentamento em arrumar a casa e deixá-la em ordem, com objetos alinhados, à vista. O outro encontra satisfação em acumular as roupas sobre a cama e não se importar com a simetria. Não há como dizer quem é mais feliz.
O que o torna feliz pode tornar o outro triste, e vice-versa. Tem gente que coloca a cabeça para fora da janela do carro na estrada e berra de euforia. Tem gente que acha que isso é perigoso e infantil. Logo, não há como sentir inveja. Ela é impossível e impraticável, porque a realidade de satisfação é personalizada. Nossos prazeres são customizados pelas experiências. Predomina o valor espiritual acima do material. Quem perdeu uma avó guardará o escapulário dela como um tesouro e não o trocará por nada no mundo. Já aquele que não atravessou o luto de um ente querido não entenderá o apego a um colar de corda com a de um santo.
Querer ser como outro é um desejo postiço, pois você jamais conseguirá abdicar de sua peculiar sensibilidade. Apesar de uma vida emprestada com luxos e benesses, suas dores continuarão sendo suas dores, seus medos continuarão sendo seus medos, seus arrebatamentos continuarão sendo seus arrebatamentos. Se assumir uma biografia distinta da sua, por acreditar que ela é mais promissora, ainda a colocará sob os efeitos de sua história afetiva. Ou seja, vai aclimatá-la de acordo com o que é capaz de compreender.
A fórmula de sucesso de uma personalidade não se replica. Cada um possui o que suporta e o que necessita. O que adianta uma multidão de fãs se o seu maior propósito é se isolar, saborear a paz e não ser incomodado? Felicidade é roupa feita sob medida, por alfaiataria. Não tem como passar adiante.
Eu acredito, resumindo a existência, que felicidade é simplesmente ter vontade. Tudo o que você realiza com vontade resultará em alegria. Trabalho com vontade, amor com vontade, amizade com vontade, família com vontade: eis a imunidade completa diante de qualquer inveja.
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Considerando a correta ortografia das palavras em Língua Portuguesa, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas.
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A inveja é inútil
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Inveja é emoção jogada fora, atenção desperdiçada. É tempo inútil. Você sacrificará a sua vida inteira cobiçando o sucesso alheio e desmerecendo as suas competências.
Pense comigo. O que traz felicidade para você não trará necessariamente para o próximo. Você pode encontrar prazer em tomar café forte, sem açúcar, devagar, aos goles pausados, sentado na mesa, segurando a xícara quente entre as mãos, olhando a paisagem. Já o outro beberica de pé, correndo, sem degustar. Para ele, é apenas um café para acordar, um shot de ânimo; para você, é um café para refletir, um instrumento de bem-estar.
O que o comove talvez não comova o outro. O que lhe agrada não é certo que vai agradar ao outro. Felicidade é individual. Não tem como emprestar. As pessoas se arrepiam por motivos diferentes e de jeitos particulares. Talvez você tenha contentamento em arrumar a casa e deixá-la em ordem, com objetos alinhados, à vista. O outro encontra satisfação em acumular as roupas sobre a cama e não se importar com a simetria. Não há como dizer quem é mais feliz.
O que o torna feliz pode tornar o outro triste, e vice-versa. Tem gente que coloca a cabeça para fora da janela do carro na estrada e berra de euforia. Tem gente que acha que isso é perigoso e infantil. Logo, não há como sentir inveja. Ela é impossível e impraticável, porque a realidade de satisfação é personalizada. Nossos prazeres são customizados pelas experiências. Predomina o valor espiritual acima do material. Quem perdeu uma avó guardará o escapulário dela como um tesouro e não o trocará por nada no mundo. Já aquele que não atravessou o luto de um ente querido não entenderá o apego a um colar de corda com a imagem de um santo.
Querer ser como outro é um desejo postiço, pois você jamais conseguirá abdicar de sua peculiar sensibilidade. Apesar de uma vida emprestada com luxos e benesses, suas dores continuarão sendo suas dores, seus medos continuarão sendo seus medos, seus arrebatamentos continuarão sendo seus arrebatamentos. Se assumir uma biografia distinta da sua, por acreditar que ela é mais promissora, ainda a colocará sob os efeitos de sua história afetiva. Ou seja, vai aclimatá-la de acordo com o que é capaz de compreender.
A fórmula de sucesso de uma personalidade não se replica. Cada um possui o que suporta e o que necessita. O que adianta uma multidão de fãs se o seu maior propósito é se isolar, saborear a paz e não ser incomodado? Felicidade é roupa feita sob medida, por alfaiataria. Não tem como passar adiante.
Eu acredito, resumindo a existência, que felicidade é simplesmente ter vontade. Tudo o que você realiza com vontade resultará em alegria. Trabalho com vontade, amor com vontade, amizade com vontade, família com vontade: eis a imunidade completa diante de qualquer inveja.
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Analise o trecho abaixo a respeito da frase a seguir “Ela é impossível”:
O sujeito presente no fragmento é classificado como sujeito . Além disso, o verbo “é” representa um verbo . Já o termo “impossível” é classificado como .
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
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Inveja é emoção jogada fora, atenção desperdiçada. É tempo inútil. Você sacrificará a sua vida inteira cobiçando o sucesso alheio e desmerecendo as suas competências.
Pense comigo. O que traz felicidade para você não trará necessariamente para o próximo. Você pode encontrar prazer em tomar café forte, sem açúcar, devagar, aos goles pausados, sentado na mesa, segurando a xícara quente entre as mãos, olhando a paisagem. Já o outro beberica de pé, correndo, sem degustar. Para ele, é apenas um café para acordar, um shot de ânimo; para você, é um café para refletir, um instrumento de bem-estar.
O que o comove talvez não comova o outro. O que lhe agrada não é certo que vai agradar ao outro. Felicidade é individual. Não tem como emprestar. As pessoas se arrepiam por motivos diferentes e de jeitos particulares. Talvez você tenha contentamento em arrumar a casa e deixá-la em ordem, com objetos alinhados, à vista. O outro encontra satisfação em acumular as roupas sobre a cama e não se importar com a simetria. Não há como dizer quem é mais feliz.
O que o torna feliz pode tornar o outro triste, e vice-versa. Tem gente que coloca a cabeça para fora da janela do carro na estrada e berra de euforia. Tem gente que acha que isso é perigoso e infantil. Logo, não há como sentir inveja. Ela é impossível e impraticável, porque a realidade de satisfação é personalizada. Nossos prazeres são customizados pelas experiências. Predomina o valor espiritual acima do material. Quem perdeu uma avó guardará o escapulário dela como um tesouro e não o trocará por nada no mundo. Já aquele que não atravessou o luto de um ente querido não entenderá o apego a um colar de corda com a imagem de um santo.
Querer ser como outro é um desejo postiço, pois você jamais conseguirá abdicar de sua peculiar sensibilidade. Apesar de uma vida emprestada com luxos e benesses, suas dores continuarão sendo suas dores, seus medos continuarão sendo seus medos, seus arrebatamentos continuarão sendo seus arrebatamentos. Se assumir uma biografia distinta da sua, por acreditar que ela é mais promissora, ainda a colocará sob os efeitos de sua história afetiva. Ou seja, vai aclimatá-la de acordo com o que é capaz de compreender.
A fórmula de sucesso de uma personalidade não se replica. Cada um possui o que suporta e o que necessita. O que adianta uma multidão de fãs se o seu maior propósito é se isolar, saborear a paz e não ser incomodado? Felicidade é roupa feita sob medida, por alfaiataria. Não tem como passar adiante.
Eu acredito, resumindo a existência, que felicidade é simplesmente ter vontade. Tudo o que você realiza com vontade resultará em alegria. Trabalho com vontade, amor com vontade, amizade com vontade, família com vontade: eis a imunidade completa diante de qualquer inveja.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2023/01/a-inveja-e-inutil
cld4wqw5o00ah0181syvaxipj. html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Analise as assertivas abaixo relacionadas ao seguinte trecho adaptado do texto: “O outro beberica o café às pressas”, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) O sujeito presente no fragmento é classificado como simples.
( ) O verbo “beberica” é classificado como Verbo Transitivo Direto e Indireto (VTDI).
( ) A expressão “o café” representa o complemento verbal denominado Objeto Direto (OD).
( ) O fragmento não possui adjunto adnominal do sujeito.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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A inveja é inútil
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Inveja é emoção jogada fora, atenção desperdiçada. É tempo inútil. Você sacrificará a sua vida inteira cobiçando o sucesso alheio e desmerecendo as suas competências.
Pense comigo. O que traz felicidade para você não trará necessariamente para o próximo. Você pode encontrar prazer em tomar café forte, sem açúcar, devagar, aos goles pausados, sentado na mesa, segurando a xícara quente entre as mãos, olhando a paisagem. Já o outro beberica de pé, correndo, sem degustar. Para ele, é apenas um café para acordar, um shot de ânimo; para você, é um café para refletir, um instrumento de bem-estar.
O que o comove talvez não comova o outro. O que lhe agrada não é certo que vai agradar ao outro. Felicidade é individual. Não tem como emprestar. As pessoas se arrepiam por motivos diferentes e de jeitos particulares. Talvez você tenha contentamento em arrumar a casa e deixá-la em ordem, com objetos alinhados, à vista. O outro encontra satisfação em acumular as roupas sobre a cama e não se importar com a simetria. Não há como dizer quem é mais feliz.
O que o torna feliz pode tornar o outro triste, e vice-versa. Tem gente que coloca a cabeça para fora da janela do carro na estrada e berra de euforia. Tem gente que acha que isso é perigoso e infantil. Logo, não há como sentir inveja. Ela é impossível e impraticável, porque a realidade de satisfação é personalizada. Nossos prazeres são customizados pelas experiências. Predomina o valor espiritual acima do material. Quem perdeu uma avó guardará o escapulário dela como um tesouro e não o trocará por nada no mundo. Já aquele que não atravessou o luto de um ente querido não entenderá o apego a um colar de corda com a imagem de um santo.
Querer ser como outro é um desejo postiço, pois você jamais conseguirá abdicar de sua peculiar sensibilidade. Apesar de uma vida emprestada com luxos e benesses, suas dores continuarão sendo suas dores, seus medos continuarão sendo seus medos, seus arrebatamentos continuarão sendo seus arrebatamentos. Se assumir uma biografia distinta da sua, por acreditar que ela é mais promissora, ainda a colocará sob os efeitos de sua história afetiva. Ou seja, vai aclimatá-la de acordo com o que é capaz de compreender.
A fórmula de sucesso de uma personalidade não se replica. Cada um possui o que suporta e o que necessita. O que adianta uma multidão de fãs se o seu maior propósito é se isolar, saborear a paz e não ser incomodado? Felicidade é roupa feita sob medida, por alfaiataria. Não tem como passar adiante.
Eu acredito, resumindo a existência, que felicidade é simplesmente ter vontade. Tudo o que você realiza com vontade resultará em alegria. Trabalho com vontade, amor com vontade, amizade com vontade, família com vontade: eis a imunidade completa diante de qualquer inveja.
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Assinale a alternativa que apresenta palavra que NÃO poderia substituir o vocábulo “euforia” por causar alteração ao sentido original do trecho.
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Inveja é emoção jogada fora, atenção desperdiçada. É tempo inútil. Você sacrificará a sua vida inteira cobiçando o sucesso alheio e desmerecendo as suas competências.
Pense comigo. O que traz felicidade para você não trará necessariamente para o próximo. Você pode encontrar prazer em tomar café forte, sem açúcar, devagar, aos goles pausados, sentado na mesa, segurando a xícara quente entre as mãos, olhando a paisagem. Já o outro beberica de pé, correndo, sem degustar. Para ele, é apenas um café para acordar, um shot de ânimo; para você, é um café para refletir, um instrumento de bem-estar.
O que o comove talvez não comova o outro. O que lhe agrada não é certo que vai agradar ao outro. Felicidade é individual. Não tem como emprestar. As pessoas se arrepiam por motivos diferentes e de jeitos particulares. Talvez você tenha contentamento em arrumar a casa e deixá-la em ordem, com objetos alinhados, à vista. O outro encontra satisfação em acumular as roupas sobre a cama e não se importar com a simetria. Não há como dizer quem é mais feliz.
O que o torna feliz pode tornar o outro triste, e vice-versa. Tem gente que coloca a cabeça para fora da janela do carro na estrada e berra de euforia. Tem gente que acha que isso é perigoso e infantil. Logo, não há como sentir inveja. Ela é impossível e impraticável, porque a realidade de satisfação é personalizada. Nossos prazeres são customizados pelas experiências. Predomina o valor espiritual acima do material. Quem perdeu uma avó guardará o escapulário dela como um tesouro e não o trocará por nada no mundo. Já aquele que não atravessou o luto de um ente querido não entenderá o apego a um colar de corda com a imagem de um santo.
Querer ser como outro é um desejo postiço, pois você jamais conseguirá abdicar de sua peculiar sensibilidade. Apesar de uma vida emprestada com luxos e benesses, suas dores continuarão sendo suas dores, seus medos continuarão sendo seus medos, seus arrebatamentos continuarão sendo seus arrebatamentos. Se assumir uma biografia distinta da sua, por acreditar que ela é mais promissora, ainda a colocará sob os efeitos de sua história afetiva. Ou seja, vai aclimatá-la de acordo com o que é capaz de compreender.
A fórmula de sucesso de uma personalidade não se replica. Cada um possui o que suporta e o que necessita. O que adianta uma multidão de fãs se o seu maior propósito é se isolar, saborear a paz e não ser incomodado? Felicidade é roupa feita sob medida, por alfaiataria. Não tem como passar adiante.
Eu acredito, resumindo a existência, que felicidade é simplesmente ter vontade. Tudo o que você realiza com vontade resultará em alegria. Trabalho com vontade, amor com vontade, amizade com vontade, família com vontade: eis a imunidade completa diante de qualquer inveja.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2023/01/a-inveja-e-inutil
cld4wqw5o00ah0181syvaxipj. html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que indica expressão de significado diferente ao de “motivos”.
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A inveja é inútil
Por Fabrício Carpinejar
Inveja é emoção jogada fora, atenção desperdiçada. É tempo inútil. Você sacrificará a sua vida inteira cobiçando o sucesso alheio e desmerecendo as suas competências.
Pense comigo. O que traz felicidade para você não trará necessariamente para o próximo. Você pode encontrar prazer em tomar café forte, sem açúcar, devagar, aos goles pausados, sentado na mesa, segurando a xícara quente entre as mãos, olhando a paisagem. Já o outroII) beberica de pé, correndo, sem degustar. Para eleII), é apenas um café para acordar, um shot de ânimo; para você, é um café para refletir, um instrumento de bem-estar.
O que o comove talvez não comova o outro. O que lhe agrada não é certo que vai agradar ao outro. Felicidade é individual. Não tem como emprestar. As pessoas se arrepiam por motivos diferentes e de jeitos particulares. Talvez você tenha contentamento em arrumar a casa e deixá-la em ordem, com objetos alinhados, à vista. O outro encontra satisfação em acumular as roupas sobre a cama e não se importar com a simetria. Não há como dizer quem é mais feliz.
O que o torna feliz pode tornar o outro triste, e vice-versa. Tem gente que coloca a cabeça para fora da janela do carro na estrada e berra de euforiaIII). Tem gente que acha que isso é perigoso e infantil. Logo, não há como sentir inveja. ElaIII) é impossível e impraticável, porque a realidade de satisfação é personalizada. Nossos prazeres são customizados pelas experiências. Predomina o valor espiritual acima do material. Quem perdeu uma avó guardará o escapulário dela como um tesouro e não o trocará por nada no mundo. Já aquele que não atravessou o luto de um ente querido não entenderá o apego a um colar de corda com a imagem de um santo.
Querer ser como outro é um desejo postiço, pois você jamais conseguirá abdicar de sua peculiar sensibilidade. Apesar de uma vida emprestada com luxos e benesses, suas dores continuarão sendo suas dores, seus medos continuarão sendo seus medos, seus arrebatamentos continuarão sendo seus arrebatamentos. Se assumir uma biografia distinta da sua, por acreditar que ela é mais promissora, ainda a colocará sob os efeitos de sua história afetiva. Ou seja, vai aclimatá-la de acordo com o que é capaz de compreender.
A fórmula de sucesso de uma personalidade não se replica. Cada um possui o que suporta e o que necessita. O que adianta uma multidão de fãs se o seu maior propósito é se isolar, saborear a paz e não ser incomodado? Felicidade é roupa feita sob medida, por alfaiataria. Não tem como passar adiante.
Eu acredito, resumindo a existência, que felicidade é simplesmente ter vontade. Tudo o que você realiza com vontade resultará em alegria. Trabalho com vontade, amor com vontade, amizade com vontade, família com vontade: eis a imunidade completa diante de qualquer inveja.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2023/01/a-inveja-e-inutil
cld4wqw5o00ah0181syvaxipj. html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o exposto pelo autor no texto, analise as assertivas a seguir:
I. Ao longo do texto, o autor se comunica com o leitor. A expressão “pense comigo” e o uso do pronome “você” em alguns trechos indicam essa comunicação.
II. Na linha em destaque, o pronome “ele” se refere ao termo “outro”, localizado na mesma linha.
III. O pronome “Ela” retoma o vocábulo “euforia”.
Quais estão corretas?
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Cachoeira Sul-RS
No Brasil, mais de 696 mil pessoas faleceram em decorrência da Covid-19, doença infecciosa causada pelo coronavírus SARS-CoV-2. No mundo, já passam de 6,8 milhões de mortes em números oficiais. Quando e por que a Organização Mundial da Saúde (OMS) caracterizou a doença como pandemia?
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Caderno Container