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2851768 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Cachoeira Sul-RS
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Universidades corporativas em alta

Por Fernando Mantovani

Em 24 de janeiro, o Dia Internacional da Educação é celebrado. Embora ainda seja pouco conhecida, essa data tem um objetivo muito nobre e oportuno: lembrar que o ensino e o aprendizado caminham de mãos dadas com a paz e o desenvolvimento. Nada mais verdadeiro do que essa associação.

Há mais qualidade de vida, bem-estar e prosperidade quando escolas e universidades cumprem o seu papel de produzir e distribuir conhecimento. E, quando essas instituições são escassas, seja em qualidade seja em quantidade, sobram problemas sociais e econômicos, entre eles a falta de profissionais qualificados.

Cientes dessa lógica, muitas empresas passaram a investir em programas educacionais para funcionários, em parceria com faculdades, contribuindo para a formação e o aprimoramento técnico e comportamental da mão de obra. Em geral, o objetivo das chamadas universidades corporativas é preencher lacunas que nem sempre são preenchidas durante ou após a graduação.

Além de estudantes que não conseguem ingressar em uma universidade ou completar o ensino superior por falta de recursos financeiros, há os que concluem o curso sem adquirir uma boa base teórica ou importantes habilidades, como as chamadas soft skills (como boa comunicação e espírito colaborativo). O resultado disso é negativo para todos: os formandos encontram obstáculos para entrar e evoluir no mercado de trabalho, assim como as organizações deparam-se com dificuldade na hora de contratar. Todos esses desafios são atacados pelas universidades corporativas. Elas costumam oferecer opções de mensalidade, horários, disciplinas, entre outros aspectos mais compatíveis com a realidade de quem já tem alguma experiência profissional e trabalha em período integral.

No mercado brasileiro, as universidades corporativas fazem muita diferença. De acordo com 80% dos recrutadores entrevistados para o Guia Salarial 2023, está difícil ou muito difícil encontrar profissionais com os requisitos técnicos e comportamentais necessários para o preenchimento das vagas em aberto. Na percepção de 59% dos profissionais ouvidos, o cenário não deve mudar nos próximos seis meses. E 26% acreditam que a busca ficará ainda mais difícil a partir do segundo semestre.

Nesse contexto, a educação corporativa torna-se uma solução que vai muito além de elevar a quantidade e a qualidade da mão de obra. São muitas vantagens de estruturar e proporcionar uma universidade corporativa aos times, dentre as quais é possível citar: atração e retenção de talentos; evolução contínua; lideranças com protagonismo; fortalecimento da cultura organizacional; estímulo à inovação; entre outras. Portanto, entre academia e empresa, nascem inúmeras possibilidades de transformação e de sucesso para todos os envolvidos nesse tipo de projeto.

(Disponível em: https://exame.com/colunistas/sua-carreira-sua-gestao/universidades-corporativas-em-alta/

– texto adaptado especialmente para esta prova).

Em relação ao seguinte trecho adaptado do texto: “Há mais qualidade de vida, bemestar e prosperidade”, é correto afirmar que:

 

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2851767 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Cachoeira Sul-RS
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Universidades corporativas em alta

Por Fernando Mantovani

Em 24 de janeiro, o Dia Internacional da Educação é celebrado. Embora ainda seja pouco conhecida, essa data tem um objetivo muito nobre e oportuno: lembrar que o ensino e o aprendizado caminham de mãos dadas com a paz e o desenvolvimento. Nada mais verdadeiro do que essa associação.

Há mais qualidade de vida, bem-estar e prosperidade quando escolas e universidades cumprem o seu papel de produzir e distribuir conhecimento. E, quando essas instituições são escassas, seja em qualidade seja em quantidade, sobram problemas sociais e econômicos, entre eles a falta de profissionais qualificados.

Cientes dessa lógica, muitas empresas passaram a investir em programas educacionais para funcionários, em parceria com faculdades, contribuindo para a formação e o aprimoramento técnico e comportamental da mão de obra. Em geral, o objetivo das chamadas universidades corporativas é preencher lacunas que nem sempre são preenchidas durante ou após a graduação.

Além de estudantes que não conseguem ingressar em uma universidade ou completar o ensino superior por falta de recursos financeiros, há os que concluem o curso sem adquirir uma boa base teórica ou importantes habilidades, como as chamadas soft skills (como boa comunicação e espírito colaborativo). O resultado disso é negativo para todos: os formandos encontram obstáculos para entrar e evoluir no mercado de trabalho, assim como as organizações deparam-se com dificuldade na hora de contratar. Todos esses desafios são atacados pelas universidades corporativas. Elas costumam oferecer opções de mensalidade, horários, disciplinas, entre outros aspectos mais compatíveis com a realidade de quem já tem alguma experiência profissional e trabalha em período integral.

No mercado brasileiro, as universidades corporativas fazem muita diferença. De acordo com 80% dos recrutadores entrevistados para o Guia Salarial 2023, está difícil ou muito difícil encontrar profissionais com os requisitos técnicos e comportamentais necessários para o preenchimento das vagas em aberto. Na percepção de 59% dos profissionais ouvidos, o cenário não deve mudar nos próximos seis meses. E 26% acreditam que a busca ficará ainda mais difícil a partir do segundo semestre.

Nesse contexto, a educação corporativa torna-se uma solução que vai muito além de elevar a quantidade e a qualidade da mão de obra. São muitas vantagens de estruturar e proporcionar uma universidade corporativa aos times, dentre as quais é possível citar: atração e retenção de talentos; evolução contínua; lideranças com protagonismo; fortalecimento da cultura organizacional; estímulo à inovação; entre outras. Portanto, entre academia e empresa, nascem inúmeras possibilidades de transformação e de sucesso para todos os envolvidos nesse tipo de projeto.

(Disponível em: https://exame.com/colunistas/sua-carreira-sua-gestao/universidades-corporativas-em-alta/

– texto adaptado especialmente para esta prova).

Analise as assertivas abaixo relacionadas ao seguinte trecho adaptado do texto: “Muitas empresas passaram a investir em programas educacionais para funcionários”, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) O vocábulo “a” é um artigo definido.

( ) O trecho apresenta apenas duas preposições essenciais.

( ) A palavra “educacionais” é adjetivo.

( ) O vocábulo “muitas” é um advérbio de intensidade.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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2851766 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Cachoeira Sul-RS
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Universidades corporativas em alta

Por Fernando Mantovani

Em 24 de janeiro, o Dia Internacional da Educação é celebrado. Embora ainda seja pouco conhecida, essa data tem um objetivo muito nobre e oportuno: lembrar que o ensino e o aprendizado caminham de mãos dadas com a paz e o desenvolvimento. Nada mais verdadeiro do que essa associação.

Há mais qualidade de vida, bem-estar e prosperidade quando escolas e universidades cumprem o seu papel de produzir e distribuir conhecimento. E, quando essas instituições são escassas, seja em qualidade seja em quantidade, sobram problemas sociais e econômicos, entre eles a falta de profissionais qualificados.

Cientes dessa lógica, muitas empresas passaram a investir em programas educacionais para funcionários, em parceria com faculdades, contribuindo para a formação e o aprimoramento técnico e comportamental da mão de obra. Em geral, o objetivo das chamadas universidades corporativas é preencher lacunas que nem sempre são preenchidas durante ou após a graduação.

Além de estudantes que não conseguem ingressar em uma universidade ou completar o ensino superior por falta de recursos financeiros, há os que concluem o curso sem adquirir uma boa base teórica ou importantes habilidades, como as chamadas soft skills (como boa comunicação e espírito colaborativo). O resultado disso é negativo para todos: os formandos encontram obstáculos para entrar e evoluir no mercado de trabalho, assim como as organizações deparam-se com dificuldade na hora de contratar. Todos esses desafios são atacados pelas universidades corporativas. Elas costumam oferecer opções de mensalidade, horários, disciplinas, entre outros aspectos mais compatíveis com a realidade de quem já tem alguma experiência profissional e trabalha em período integral.

No mercado brasileiro, as universidades corporativas fazem muita diferença. De acordo com 80% dos recrutadores entrevistados para o Guia Salarial 2023, está difícil ou muito difícil encontrar profissionais com os requisitos técnicos e comportamentais necessários para o preenchimento das vagas em aberto. Na percepção de 59% dos profissionais ouvidos, o cenário não deve mudar nos próximos seis meses. E 26% acreditam que a busca ficará ainda mais difícil a partir do segundo semestre.

Nesse contexto, a educação corporativa torna-se uma solução que vai muito além de elevar a quantidade e a qualidade da mão de obra. São muitas vantagens de estruturar e proporcionar uma universidade corporativa aos times, dentre as quais é possível citar: atração e retenção de talentos; evolução contínua; lideranças com protagonismo; fortalecimento da cultura organizacional; estímulo à inovação; entre outras. Portanto, entre academia e empresa, nascem inúmeras possibilidades de transformação e de sucesso para todos os envolvidos nesse tipo de projeto.

(Disponível em: https://exame.com/colunistas/sua-carreira-sua-gestao/universidades-corporativas-em-alta/

– texto adaptado especialmente para esta prova).

Tendo em vista a análise morfológica, no trecho “Todos esses desafios são atacados pelas universidades corporativas”, as palavras sublinhadas são, respectivamente:

 

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2851765 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Cachoeira Sul-RS
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Universidades corporativas em alta

Por Fernando Mantovani

Em 24 de janeiro, o Dia Internacional da Educação é celebrado. Embora ainda seja pouco conhecida, essa data tem um objetivo muito nobre e oportuno: lembrar que o ensino e o aprendizado caminham de mãos dadas com a paz e o desenvolvimento. Nada mais verdadeiro do que essa associação.

Há mais qualidade de vida, bem-estar e prosperidade quando escolas e universidades cumprem o seu papel de produzir e distribuir conhecimento. E, quando essas instituições são escassas, seja em qualidade seja em quantidade, sobram problemas sociais e econômicos, entre eles a falta de profissionais qualificados.

Cientes dessa lógica, muitas empresas passaram a investir em programas educacionais para funcionários, em parceria com faculdades, contribuindo para a formação e o aprimoramento técnico e comportamental da mão de obra. Em geral, o objetivo das chamadas universidades corporativas é preencher lacunas que nem sempre são preenchidas durante ou após a graduação.

Além de estudantes que não conseguem ingressar em uma universidade ou completar o ensino superior por falta de recursos financeiros, há os que concluem o curso sem adquirir uma boa base teórica ou importantes habilidades, como as chamadas soft skills (como boa comunicação e espírito colaborativo). O resultado disso é negativo para todos: os formandos encontram obstáculos para entrar e evoluir no mercado de trabalho, assim como as organizações deparam-se com dificuldade na hora de contratar. Todos esses desafios são atacados pelas universidades corporativas. Elas costumam oferecer opções de mensalidade, horários, disciplinas, entre outros aspectos mais compatíveis com a realidade de quem já tem alguma experiência profissional e trabalha em período integral.

No mercado brasileiro, as universidades corporativas fazem muita diferença. De acordo com 80% dos recrutadores entrevistados para o Guia Salarial 2023, está difícil ou muito difícil encontrar profissionais com os requisitos técnicos e comportamentais necessários para o preenchimento das vagas em aberto. Na percepção de 59% dos profissionais ouvidos, o cenário não deve mudar nos próximos seis meses. E 26% acreditam que a busca ficará ainda mais difícil a partir do segundo semestre.

Nesse contexto, a educação corporativa torna-se uma solução que vai muito além de elevar a quantidade e a qualidade da mão de obra. São muitas vantagens de estruturar e proporcionar uma universidade corporativa aos times, dentre as quais é possível citar: atração e retenção de talentos; evolução contínua; lideranças com protagonismo; fortalecimento da cultura organizacional; estímulo à inovação; entre outras. Portanto, entre academia e empresa, nascem inúmeras possibilidades de transformação e de sucesso para todos os envolvidos nesse tipo de projeto.

(Disponível em: https://exame.com/colunistas/sua-carreira-sua-gestao/universidades-corporativas-em-alta/

– texto adaptado especialmente para esta prova).

Conforme destaque, a conjunção “portanto” indica o sentido de:

 

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2851764 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Cachoeira Sul-RS
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Universidades corporativas em alta

Por Fernando Mantovani

Em 24 de janeiro, o Dia Internacional da Educação é celebrado. Embora ainda seja pouco conhecida, essa data tem um objetivo muito nobre e oportuno: lembrar que o ensino e o aprendizado caminham de mãos dadas com a paz e o desenvolvimento. Nada mais verdadeiro do que essa associação.

Há mais qualidade de vida, bem-estar e prosperidade quando escolas e universidades cumprem o seu papel de produzir e distribuir conhecimento. E, quando essas instituições são escassas, seja em qualidade seja em quantidade, sobram problemas sociais e econômicos, entre eles a falta de profissionais qualificados.

Cientes dessa lógica, muitas empresas passaram a investir em programas educacionais para funcionários, em parceria com faculdades, contribuindo para a formação e o aprimoramento técnico e comportamental da mão de obra. Em geral, o objetivo das chamadas universidades corporativas é preencher lacunas que nem sempre são preenchidas durante ou após a graduação.

Além de estudantes que não conseguem ingressar em uma universidade ou completar o ensino superior por falta de recursos financeiros, há os que concluem o curso sem adquirir uma boa base teórica ou importantes habilidades, como as chamadas soft skills (como boa comunicação e espírito colaborativo). O resultado disso é negativo para todos: os formandos encontram obstáculos para entrar e evoluir no mercado de trabalho, assim como as organizações deparam-se com dificuldade na hora de contratar. Todos esses desafios são atacados pelas universidades corporativas. Elas costumam oferecer opções de mensalidade, horários, disciplinas, entre outros aspectos mais compatíveis com a realidade de quem já tem alguma experiência profissional e trabalha em período integral.

No mercado brasileiro, as universidades corporativas fazem muita diferença. De acordo com 80% dos recrutadores entrevistados para o Guia Salarial 2023, está difícil ou muito difícil encontrar profissionais com os requisitos técnicos e comportamentais necessários para o preenchimento das vagas em aberto. Na percepção de 59% dos profissionais ouvidos, o cenário não deve mudar nos próximos seis meses. E 26% acreditam que a busca ficará ainda mais difícil a partir do segundo semestre.

Nesse contexto, a educação corporativa torna-se uma solução que vai muito além de elevar a quantidade e a qualidade da mão de obra. São muitas vantagens de estruturar e proporcionar uma universidade corporativa aos times, dentre as quais é possível citar: atração e retenção de talentos; evolução contínua; lideranças com protagonismo; fortalecimento da cultura organizacional; estímulo à inovação; entre outras. Portanto, entre academia e empresa, nascem inúmeras possibilidades de transformação e de sucesso para todos os envolvidos nesse tipo de projeto.

(Disponível em: https://exame.com/colunistas/sua-carreira-sua-gestao/universidades-corporativas-em-alta/

– texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o seguinte trecho adaptado do texto “Embora ainda seja pouco conhecida, essa data tem um objetivo muito nobre e oportuno”, ao substituir a palavra sublinhada por sua forma no plural, quantas outras alterações seriam necessárias para garantir a correta concordância verbo-nominal?

 

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2851763 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
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Universidades corporativas em alta

Por Fernando Mantovani

Em 24 de janeiro, o Dia Internacional da Educação é celebrado. Embora ainda seja pouco conhecida, essa data tem um objetivo muito nobre e oportuno: lembrar que o ensino e o aprendizado caminham de mãos dadas com a paz e o desenvolvimento. Nada mais verdadeiro do que essa associação.

Há mais qualidade de vida, bem-estar e prosperidade quando escolas e universidades cumprem o seu papel de produzir e distribuir conhecimento. E, quando essas instituições são esca....as, seja em qualidade seja em quantidade, sobram problemas sociais e econômicos, entre eles a falta de profissionais qualificados.

....ientes dessa lógica, muitas empresas passaram a investir em programas educacionais para funcionários, em parceria com faculdades, contribuindo para a formação e o aprimoramento técnico e comportamental da mão de obra. Em geral, o objetivo das chamadas universidades corporativas é preencher lacunas que nem sempre são preenchidas durante ou após a graduação.

Além de estudantes que não conseguem ingressar em uma universidade ou completar o ensino superior por falta de recursos financeiros, há os que concluem o curso sem adquirir uma boa base teórica ou importantes habilidades, como as chamadas soft skills (como boa comunicação e espírito colaborativo). O resultado disso é negativo para todos: os formandos encontram obstáculos para entrar e evoluir no mercado de trabalho, assim como as organizações deparam-se com dificuldade na hora de contratar. Todos esses desafios são atacados pelas universidades corporativas. Elas costumam oferecer opções de mensalidade, horários, disciplinas, entre outros aspectos mais compatíveis com a realidade de quem já tem alguma experiência profissional e trabalha em período integral.

No mercado brasileiro, as universidades corporativas fazem muita diferença. De acordo com 80% dos recrutadores entrevistados para o Guia Salarial 2023, está difícil ou muito difícil encontrar profissionais com os requisitos técnicos e comportamentais necessários para o preenchimento das vagas em aberto. Na percepção de 59% dos profissionais ouvidos, o cenário não deve mudar nos próximos seis meses. E 26% acreditam que a busca ficará ainda mais difícil a partir do segundo semestre.

Nesse contexto, a educação corporativa torna-se uma solução que vai muito além de elevar a quantidade e a qualidade da mão de obra. São muitas vanta....ens de estruturar e proporcionar uma universidade corporativa aos times, dentre as quais é possível citar: atração e retenção de talentos; evolução contínua; lideranças com protagonismo; fortalecimento da cultura organizacional; estímulo à inovação; entre outras. Portanto, entre academia e empresa, nascem inúmeras possibilidades de transformação e de sucesso para todos os envolvidos nesse tipo de projeto.

(Disponível em: https://exame.com/colunistas/sua-carreira-sua-gestao/universidades-corporativas-em-alta/

– texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando a correta ortografia das palavras em Língua Portuguesa, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas.

 

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2851762 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Cachoeira Sul-RS
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Universidades corporativas em alta

Por Fernando Mantovani

Em 24 de janeiro, o Dia Internacional da Educação é celebrado. Embora ainda seja pouco conhecida, essa data tem um objetivo muito nobre e oportuno: lembrar que o ensino e o aprendizado caminham de mãos dadas com a paz e o desenvolvimento. Nada mais verdadeiro do que essa associação.

Há mais qualidade de vida, bem-estar e prosperidade quando escolas e universidades cumprem o seu papel de produzir e distribuir conhecimento. E, quando essas instituições são escassas, seja em qualidade seja em quantidade, sobram problemas sociais e econômicos, entre eles a falta de profissionais qualificados.

Cientes dessa lógica, muitas empresas passaram a investir em programas educacionais para funcionários, em parceria com faculdades, contribuindo para a formação e o aprimoramento técnico e comportamental da mão de obra. Em geral, o objetivo das chamadas universidades corporativas é preencher lacunas que nem sempre são preenchidas durante ou após a graduação.

Além de estudantes que não conseguem ingressar em uma universidade ou completar o ensino superior por falta de recursos financeiros, há os que concluem o curso sem adquirir uma boa base teórica ou importantes habilidades, como as chamadas soft skills (como boa comunicação e espírito colaborativo). O resultado disso é negativo para todos: os formandos encontram obstáculos para entrar e evoluir no mercado de trabalho, assim como as organizações deparam-se com dificuldade na hora de contratar. Todos esses desafios são atacados pelas universidades corporativas. Elas costumam oferecer opções de mensalidade, horários, disciplinas, entre outros aspectos mais compatíveis com a realidade de quem já tem alguma experiência profissional e trabalha em período integral.

No mercado brasileiro, as universidades corporativas fazem muita diferença. De acordo com 80% dos recrutadores entrevistados para o Guia Salarial 2023, está difícil ou muito difícil encontrar profissionais com os requisitos técnicos e comportamentais necessários para o preenchimento das vagas em aberto. Na percepção de 59% dos profissionais ouvidos, o cenário não deve mudar nos próximos seis meses. E 26% acreditam que a busca ficará ainda mais difícil a partir do segundo semestre.

Nesse contexto, a educação corporativa torna-se uma solução que vai muito além de elevar a quantidade e a qualidade da mão de obra. São muitas vantagens de estruturar e proporcionar uma universidade corporativa aos times, dentre as quais é possível citar: atração e retenção de talentos; evolução contínua; lideranças com protagonismo; fortalecimento da cultura organizacional; estímulo à inovação; entre outras. Portanto, entre academia e empresa, nascem inúmeras possibilidades de transformação e de sucesso para todos os envolvidos nesse tipo de projeto.

(Disponível em: https://exame.com/colunistas/sua-carreira-sua-gestao/universidades-corporativas-em-alta/

– texto adaptado especialmente para esta prova).

Os vocábulos “obstáculos” e “transformação” podem ser substituídos, respectivamente, sem alteração de sentido e de concordância com outras palavras nos trechos nos quais se encontram, por:

 

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2851761 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Cachoeira Sul-RS
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Por Fernando Mantovani

Em 24 de janeiro, o Dia Internacional da Educação é celebrado. Embora ainda seja pouco conhecida, essa data tem um objetivo muito nobre e oportuno: lembrar que o ensino e o aprendizado caminham de mãos dadas com a paz e o desenvolvimento. Nada mais verdadeiro do que essa associação.

Há mais qualidade de vida, bem-estar e prosperidade quando escolas e universidades cumprem o seu papel de produzir e distribuir conhecimento. E, quando essas instituições são escassas, seja em qualidade seja em quantidade, sobram problemas sociais e econômicos, entre eles a falta de profissionais qualificados.

Cientes dessa lógica, muitas empresas passaram a investir em programas educacionais para funcionários, em parceria com faculdades, contribuindo para a formação e o aprimoramento técnico e comportamental da mão de obra. Em geral, o objetivo das chamadas universidades corporativas é preencher lacunas que nem sempre são preenchidas durante ou após a graduação.

Além de estudantes que não conseguem ingressar em uma universidade ou completar o ensino superior por falta de recursos financeiros, há os que concluem o curso sem adquirir uma boa base teórica ou importantes habilidades, como as chamadas soft skills (como boa comunicação e espírito colaborativo). O resultado disso é negativo para todos: os formandos encontram obstáculos para entrar e evoluir no mercado de trabalho, assim como as organizações deparam-se com dificuldade na hora de contratar. Todos esses desafios são atacados pelas universidades corporativas. Elas costumam oferecer opções de mensalidade, horários, disciplinas, entre outros aspectos mais compatíveis com a realidade de quem já tem alguma experiência profissional e trabalha em período integral.

No mercado brasileiro, as universidades corporativas fazem muita diferença. De acordo com 80% dos recrutadores entrevistados para o Guia Salarial 2023, está difícil ou muito difícil encontrar profissionais com os requisitos técnicos e comportamentais necessários para o preenchimento das vagas em aberto. Na percepção de 59% dos profissionais ouvidos, o cenário não deve mudar nos próximos seis meses. E 26% acreditam que a busca ficará ainda mais difícil a partir do segundo semestre.

Nesse contexto, a educação corporativa torna-se uma solução que vai muito além de elevar a quantidade e a qualidade da mão de obra. São muitas vantagens de estruturar e proporcionar uma universidade corporativa aos times, dentre as quais é possível citar: atração e retenção de talentos; evolução contínua; lideranças com protagonismo; fortalecimento da cultura organizacional; estímulo à inovação; entre outras. Portanto, entre academia e empresa, nascem inúmeras possibilidades de transformação e de sucesso para todos os envolvidos nesse tipo de projeto.

(Disponível em: https://exame.com/colunistas/sua-carreira-sua-gestao/universidades-corporativas-em-alta/

– texto adaptado especialmente para esta prova).

Qual alternativa NÃO é sinônimo de “nobre”?

 

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2851760 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
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Por Fernando Mantovani

Em 24 de janeiro, o Dia Internacional da Educação é celebrado. Embora ainda seja pouco conhecida, essa data tem um objetivo muito nobre e oportuno: lembrar que o ensino e o aprendizado caminham de mãos dadas com a paz e o desenvolvimento. Nada mais verdadeiro do que essa associação.

Há mais qualidade de vida, bem-estar e prosperidade quando escolas e universidades cumprem o seu papel de produzir e distribuir conhecimento. E, quando essas instituições são escassas, seja em qualidade seja em quantidade, sobram problemas sociais e econômicos, entre eles a falta de profissionais qualificados.

Cientes dessa lógica, muitas empresas passaram a investir em programas educacionais para funcionários, em parceria com faculdades, contribuindo para a formação e o aprimoramento técnico e comportamental da mão de obra. Em geral, o objetivo das chamadas universidades corporativas é preencher lacunas que nem sempre são preenchidas durante ou após a graduação.

Além de estudantes que não conseguem ingressar em uma universidade ou completar o ensino superior por falta de recursos financeiros, há os que concluem o curso sem adquirir uma boa base teórica ou importantes habilidades, como as chamadas soft skills (como boa comunicação e espírito colaborativo). O resultado disso é negativo para todos: os formandos encontram obstáculos para entrar e evoluir no mercado de trabalho, assim como as organizações deparam-se com dificuldade na hora de contratar. Todos esses desafios são atacados pelas universidades corporativas. Elas costumam oferecer opções de mensalidade, horários, disciplinas, entre outros aspectos mais compatíveis com a realidade de quem já tem alguma experiência profissional e trabalha em período integral.

No mercado brasileiro, as universidades corporativas fazem muita diferença. De acordo com 80% dos recrutadores entrevistados para o Guia Salarial 2023, está difícil ou muito difícil encontrar profissionais com os requisitos técnicos e comportamentais necessários para o preenchimento das vagas em aberto. Na percepção de 59% dos profissionais ouvidos, o cenário não deve mudar nos próximos seis meses. E 26% acreditam que a busca ficará ainda mais difícil a partir do segundo semestre.

Nesse contexto, a educação corporativa torna-se uma solução que vai muito além de elevar a quantidade e a qualidade da mão de obra. São muitas vantagens de estruturar e proporcionar uma universidade corporativa aos times, dentre as quais é possível citar: atração e retenção de talentos; evolução contínua; lideranças com protagonismo; fortalecimento da cultura organizacional; estímulo à inovação; entre outras. Portanto, entre academia e empresa, nascem inúmeras possibilidades de transformação e de sucesso para todos os envolvidos nesse tipo de projeto.

(Disponível em: https://exame.com/colunistas/sua-carreira-sua-gestao/universidades-corporativas-em-alta/

– texto adaptado especialmente para esta prova).

Analise as assertivas abaixo sobre o texto:

I. Segundo o Guia Salarial 2023, aproximadamente 59% dos recrutadores entrevistados afirmam estar difícil ou muito difícil encontrar profissionais qualificados.

II. Existem estudantes que finalizam o ensino superior sem adquirir habilidades importantes.

III. As universidades corporativas costumam apresentar aspectos mais conciliáveis com a realidade de profissionais que trabalham em turno integral.

Quais estão corretas?

 

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2851759 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Cachoeira Sul-RS
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A inveja é inútil

Por Fabrício Carpinejar

Inveja é emoção jogada fora, atenção desperdiçada. É tempo inútil. Você sacrificará a sua vida inteira cobiçando o sucesso alheio e desmerecendo as suas competências.

Pense comigo. O que traz felicidade para você não trará necessariamente para o próximo. Você pode encontrar prazer em tomar café forte, sem açúcar, devagar, aos goles pausados, sentado na mesa, segurando a xícara quente entre as mãos, olhando a paisagem. Já o outro beberica de pé, correndo, sem degustar. Para ele, é apenas um café para acordar, um shot de ânimo; para você, é um café para refletir, um instrumento de bem-estar.

O que o comove talvez não comova o outro. O que lhe agrada não é certo que vai agradar ao outro. Felicidade é individual. Não tem como emprestar. As pessoas se arrepiam por motivos diferentes e de jeitos particulares. Talvez você tenha contentamento em arrumar a casa e deixá-la em ordem, com objetos alinhados, vista. O outro encontra satisfação em acumular as roupas sobre a cama e não se importar com a simetria. Não há como dizer quem é mais feliz.

O que o torna feliz pode tornar o outro triste, e vice-versa. Tem gente que coloca a cabeça para fora da janela do carro na estrada e berra de euforia. Tem gente que acha que isso é perigoso e infantil. Logo, não há como sentir inveja. Ela é impossível e impraticável, porque a realidade de satisfação é personalizada. Nossos prazeres são customizados pelas experiências. Predomina o valor espiritual acima do material. Quem perdeu uma avó guardará o escapulário dela como um tesouro e não o trocará por nada no mundo. Já aquele que não atravessou o luto de um ente querido não entenderá o apego a um colar de corda com a imagem de um santo.

Querer ser como outro é um desejo postiço, pois você jamais conseguirá abdicar de sua peculiar sensibilidade. Apesar de uma vida emprestada com luxos e benesses, suas dores continuarão sendo suas dores, seus medos continuarão sendo seus medos, seus arrebatamentos continuarão sendo seus arrebatamentos. Se assumir uma biografia distinta da sua, por acreditar que ela é mais promissora, ainda colocará sob os efeitos de sua história afetiva. Ou seja, vai aclimatá-la de acordo com o que é capaz de compreender.

A fórmula de sucesso de uma personalidade não se replica. Cada um possui o que suporta e o que necessita. O que adianta uma multidão de fãs se o seu maior propósito é se isolar, saborear paz e não ser incomodado? Felicidade é roupa feita sob medida, por alfaiataria. Não tem como passar adiante.

Eu acredito, resumindo a existência, que felicidade é simplesmente ter vontade. Tudo o que você realiza com vontade resultará em alegria. Trabalho com vontade, amor com vontade, amizade com vontade, família com vontade: eis a imunidade completa diante de qualquer inveja.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2023/01/a-inveja-e-inutil

cld4wqw5o00ah0181syvaxipj. html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas.

 

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