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Foram encontradas 196 questões.

754478 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Barretos-SP
Considere a imagem
Enunciado 754478-1
(Veja São Paulo, 07;10.2009)
Interpretando-a, é correto afirmar que
 

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691742 Ano: 2010
Disciplina: Informática
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Barretos-SP
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Assinale a alternativa que contém somente softwares navegadores para Internet.
 

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691497 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Barretos-SP
Desde o tempo em que andava de patinete (mas não me lembro de ter andado de patinete.), ouço a teoria de que é preciso estimular o transporte coletivo. Que o trânsito só vai ter solução quando as pessoas deixarem o carro em casa. Depois de crescido, tornei-me um daqueles que não vão a pé nem para comprar pão na padaria da esquina (mas não costume ir à padaria.) Percebi logo a vantagem imensa de andar de carro, mesmo num congestionamento: é a sensação de privacidade, de proteção, o que mais me prende ao uso do automóvel. " Nunca saí de casa sem ter levado porrada", disse o escritor Pedro Nava, num momento de amargura. Embora isso também aconteça com quem dirija, há um pouco mais de segurança dentro de nossa armadura individual, feita de ferro e borracha sobre rodas. Gosto mais do carro do que outros meios de transporte.
Antigamente, o status social se media pelo comprimento dos automóveis: limusines, "Galaxies", rabos de peixe. Hoje, talvez com mais coerência, o status se mede pela altura. Pajeros, Land Rovers e coisas parecidas circulam pelo asfalto das cidades, como se desbravassem amazônias já desmatadas. Alguém, que não consigo ver, me ignora do alto da cabine. E me impede de ver, também, se o sinal lá na frente mudou de cor, se há algum carro enguiçado na esquina.
Tanques, caminhões ou carros blindados, não importa: há como que uma ruralização, que também é uma militarização visual da nossa vida urbana. Os carros já tinham prioridade sobre o pedestre. De uns tempos para cá, o cenário das cidades vai deixando de ter até aparência civil. Para diferenciar-se do motoqueiro plebeu, os pilotos de Harley Davidson e outras máquinas usam capacetes da Segunda Guerra, Jovens, mesmo os mais pacíficos, aderiram aos coturnos e se cobrem com rebites de metal. São os manobristas e os seguranças quem mais parecem seguir o figurino clássico (paletó e gravata.) do cidadão "de bem". Esqueci-me dos políticos, mas vá lá. Muitos burgueses- no velho sentido de "habitantes do burgo" - vestem-se hoje como lenhadores ou sitiantes.
Leio agora que a prefeitura pretende proibir o estacionamento na maior parte das ruas do chamado "centro expandido". Aprovo a medida, como um fumante que torcesse pela proibição do cigarro nos restaurantes. Sou viciado em andar de carro e sei do pequeno efeito das campanhas de cidadania sobre mim. Convenci-me de que o mero estímulo ao transporte coletivo (mesmo se fosse facílimo e de boa qualidade.) não mudaria a atitude das pessoas como eu. Não é que o transporte público deva melhorar apenas. A vida de quem recorre ao transporte individual é que vai ter de piorar (ainda mais) para que um bom número de automóveis fique na garagem. Eis, aliás, um fenômeno que comprova as velhas leis da oferta e da procura, assim como a crença liberal na "mão invisível do mercado": conheço pessoas que já desistiram de ter carro em São Paulo. Adaptam a vida a uma área menor da cidade, andam a pé, pedem caronas aprendem o trajeto de um ônibus e o caminho das melhores calçadas. Num passe de mágica, o inferno do trânsito deixou de lhes dizer grande respeito. Invejo-os, como um drogado que admira os recuperados do seu vício.
Tenho esperança na proibição do estacionamento nas ruas de São Paulo - mais justa, aliás, que a ideia do pedágio urbano. Não porque vá melhorar o trânsito, mas porque tornará mais cara e difícil a vida do motorista. Também torço pela derrubada do minhocão. Quem sabe um trenzinho silencioso, entre canteiros verdes, recompensasse com beleza a vida dos que moram com o nariz naquele elevado? A medida pioraria o trânsito? Bem provável que sim. Mas talvez o trânsito deva mesmo ser piorado. Quem sabe é dose que me fala para abandonar o vício.
( Marcelo Coelho, Folha de S. Paulo, 26.05.2010. Adaptado)
Adaptam a vida uma área menor da cidade, andam a pé. Nesse trecho, substituindo-se o termo por skate, obtém-se, segundo as regras de regências verbal:
 

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667500 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Barretos-SP
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Quando Juvenal recebeu a carta com a notificação da Receita Federal, convocando-o para dar esclarecimentos sobre sua declaração de imposto de renda, estava sozinho no sótão da casa, numa noite fria. Quase teve uma parada cardíaca. De noite, perdeu o sono de tanta preocupação, pois sabia exatamente do que se tratava. Num esforço para conseguir uma redução do imposto, havia se declarado pai de três filhos. Trigêmeos: o dado era importante porque tinha apenas dois anos de casado. Ele havia achado que a informação seria aceita sem contestação. A notificação mostrava o contrário. E agora? Como enfrentar essa situação? Uma possibilidade seria arrumar emprestados trigêmeos e levá-los à Receita Federal, mas algum cidadão zeloso e fiel poderia exigir um exame de DNA. Não, o melhor seria ir sem bebê algum. Usaria uma foto e falaria sobre as três crianças. Para isso, precisaria da ajuda de Margarida, sua mulher, que tinha mais imaginação. Contou a ela o que tinha acontecido e recebeu a costumeira recriminação ("Eu já disse a você mil vezes que não mentisse, que a mentira tem pernas curtas"). Mas ela ajudou. Imaginaram muitas coisas. Imaginaram os trigêmeos àquela altura com dois anos e meio. Ela deu os nomes: Eduardo (Dudu), Luís (Lulu), Fernando (Nando). Eduardo era o mais velho, Lulu tinha um sorriso encantador, Nando era inteligente. Inventaram várias aventuras. Lá pelas tantas, Juvenal percebeu que as lágrimas corriam pelo rosto da esposa. Estava infeliz. E não era difícil adivinhar a razão. Não tinham filhos. Motivo: a grana curta. Ele era sócio de uma empresa à beira da falência. Ela trabalhava como balconista numa loja. Filhos? Só quando a situação melhorasse. Isso tinha um preço, mas que a consciência lhe pesava, ah, pesava, e muito.
Foi à Receita Federal O problema era um pequeno erro na declaração, mas ele estava disposto a corrigir todos os erros da sua vida. Ofereceu-se para fazer uma retificação. E saiu dali feliz. Breve ele se tornaria pai.
( Moacyr Scliar, Folha de S. Paulo, 12.10.2009. Adaptado)
Leia as seguintes afirmações:
I. O próprio Juvenal deu ao seu primeiro filho de Eduardo.
II. Margarida tinha hábito de chamar a atenção do marido.
III. Na Receita Federal, Juvenal falou muito sobre os seus filhos.
Está correto, segundo o texto, apenas o que se afirma em
 

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638306 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Barretos-SP
Fora de Tom
Há pessoas incapazes de falar em tom civilizado. Já fiz uma longa viagem de ônibus durante a qual uma senhora conversava ao celular. Todos os passageiros foram informados de sua briga com a filha, da vizinha que deu em cima de seu marido e de outros detalhes de seu dia- a- dia. O celular virou uma praga, convenhamos. Tornou-se normal expor a intimidade em voz alta na frente de qualquer um. E no elevador? Dia desses, entre vinte andares, duas amigas atualizaram suas vidas e as alheias em bom som. Constrangidos, eu e os outros passageiros fingíamos não ouvir. Foi um alívio descer.
A certos bares as pessoas vão para se divertir, e não existe motivo para obrigá-las a diminuir o tom. Mas, quando se sai para comer fora, o ideal é ouvir apenas quem está a sua frente, jamais o cliente do outro lado do salão. Piores são as com crianças. Algumas, ainda pequenas, se tornam "donas" das famílias. Berram, exigem o que querem. Boa parte dos pais age como se todo o restaurante fosse obrigado a suportá-las. No máximo a mãe pede em voz tímida:
- Fica quietinho agora!
- Mas eu quero, eu quero! - grita a criança;
Um famoso ator viajou na ponte aérea. A seu lado veio uma jovem atriz, interessada em um papel no musical que ele ensaiava. Apresentou-se. Ele sorriu, por educação. Ela descreveu seus talentos. Ele continuou com o sorriso atarraxado. Animadíssima, ela quis demonstrar seus dotes musicais. E todos os passageiros voaram ao som da voz desafinadíssima, canção após canção. Adivinhem se conquistou o papel?
Há poucos meses, no cinema, dois adolescentes conversavam em voz alta sobre cada cena. Fiz "shhhhh". Eles são se importaram. Outras pessoas me imitaram: " Shhhhh". No fim, os pedidos de silêncio faziam mais ruído que as vozes. Um deles comentou:
- Ih, estão reclamando....
E continuou a falar!
Essas atitudes são um desrespeito à outra pessoa, a quem está no mesmo espaço que nós e tenta conversar, ler, ver um filme em paz. Cultivar o tom de voz é uma qualidade que muita gente esqueceu.
Fico feliz quando entro em uma avião, onde os celulares (ainda.) são proibidos. Já imaginaram uma viagem internacional como todos os passageiros falando ao mesmo tempo, um mais alto que o outro?
( Walcyr Carrasco, veja São Paulo, 07.10.2009. Adaptado
No 5.º parágrafo, pela afirmação de que o famoso ator "... continuou com o sorriso atarraxado." - entende-se que seu sorriso expressava
 

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638284 Ano: 2010
Disciplina: Informática
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Barretos-SP
Para modificar as especificações das margens de um documento que está sendo elaborado com o auxílio do programa Microsoft Word 2003, em sua configuração padrão, deverá ser utilizada a caixa de diálogo Configurar página do menu.
 

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638080 Ano: 2010
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Barretos-SP
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Assinale a alternativa que, nos termos da Constituição Federal, indica uma acumulação irregular de cargos e empregos públicos, considerando- se, em qualquer hipótese, que haja compatibilidade de horários.

 

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633813 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Barretos-SP
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Considerando o emprego do acento indicativo da crase, assinale a alternativa correta.
 

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633752 Ano: 2010
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Barretos-SP
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Baseando-se na figura, responda à questão relacionadas à arquitetura TCP/IP (Internet).
Arquitetura OSI Arquitetura TCI/IP
------------------------- Aplicação -------------------------
Aplicação
Apresentação
Sessão
Transporte Transporte
Rede Inter-rede
Enlace ------------------------- ------------------------- -------------------------
Físico Rede
Um dos protocolos encontrados na camada de aplicação é o
 

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584404 Ano: 2010
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Barretos-SP

O Poder Executivo é exercido pelo Presidente da República, auxiliado pelos

 

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