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De acordo com a Lei Orgânica, Art. 88, os atos de improbidade administrativa importarão em dos direitos políticos, a da função pública, a dos bens e o ressarcimento ao erário Municipal na forma e gradação prevista na legislação federal, sem prejuízo da ação penal cabível.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.

 

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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Gerações conectadas
Os pais geralmente são culpados, direta ou indiretamente, quando os filhos, sejam crianças ou adolescentes, tornam-se viciados em eletrônicos. Vários especialistas sugerem aos pais maneiras de evitar ou corrigir o problema antes que ocorram danos irreparáveis, depois de terem constatado que o excesso digital pode prejudicar o crescimento social, emocional e intelectual dos jovens.
— Quase tudo pode ser revertido e, quanto mais cedo, melhor — afirma Catherine Steiner - Adair, psicóloga afiliada à Universidade de Harvard. A terapeuta familiar, Susan Stiffelman, escreveu: "Os pais de hoje não estão preparados para lidar com o fascínio intenso e a natureza altamente viciante do mundo online. Assim, temos de aproveitar a oportunidade para lhes ensinar hábitos que os ajudem a usar o mundo digital, e não ser engolido por ele".
Catherine Steiner-Adair, autora de “A Desconexão Vital: Como Proteger a Infância e as Relações Familiares na Era Digital”, cita dois comportamentos comuns aos pais que podem influenciar, e muito, na tendência do filho a abusar da tecnologia: o fato de eles próprios estarem perpetuamente atentos, respondendo a cada toque do celular ou tablet, recebendo e enviando mensagens em situações que beiram a grosseria e falta de modos e a incapacidade de estabelecerem e policiarem regras de uso adequado para os filhos.
As crianças pequenas aprendem por meio de exemplos, geralmente copiando o comportamento dos adultos. Para Catherine, os pais deveriam pensar duas vezes antes de usarem o telefone quando estiverem com os filhos — e sugere que chequem suas mensagens antes de as crianças levantarem ou quando estiverem na escola.
Uma garota, entre as mil que ela entrevistou enquanto preparava seu livro, disse:
"Eu tenho a impressão de ser um estorvo, de não ser interessante porque meu pai faz questão de ler todas as mensagens e atender todos os telefonemas, o tempo todo, até no teleférico". Outra, de quatro anos, chamou o smartphone do pai de "telefone idiota".
Jenny S. Radesky, pediatra do Centro Médico de Boston que, com dois colegas analisou 55 grupos de pais e filhos em restaurantes de fast-food, notou que, em 40 deles, os adultos sacaram o celular assim que se sentaram. Na verdade, geralmente prestavam mais atenção nele do que nas crianças.
A pesquisa também descobriu que, enquanto os pais estão absorvidos com os próprios aparelhos, a probabilidade de as crianças não se comportarem é maior, aparentemente na tentativa de chamar a atenção. Jenny comenta: "É especialmente preocupante a falta de atenção dos pais nos filhos em momentos extremamente importantes do dia, como no caminho da escola, por exemplo. A hora da saída do colégio é um momento crucial, é quando os pequenos têm a chance de fazer um balanço do dia".
E nem os pais, nem os filhos deveriam ficar ligados no telefone quando a família sai para comer fora: "A arte de fazer a conexão entre um prato saboroso e uma conversa leve e interessante está se perdendo, não só nos restaurantes, mas em casa também".
Para Susan Stiffelman, autora de “Ser Pai Presente”, as tentativas de mudança do comportamento digital podem encontrar resistência: "Reconheça que seu filho está chateado sem fazer sermão nem justificar o porquê de não poder ter/fazer o que quer. Para se transformar num adulto equilibrado, a criança tem de enfrentar decepções. É perfeitamente normal ela ficar furiosa, entediada ou ansiosa por não poder trocar ideias com os amigos online o tempo todo".
Susan recomenda: "Os pais devem bolar atividades para fazer com que os filhos saibam que são dignos de atenção e dedicação. Fazer coisas juntos reforça os laços familiares".
(Fonte: http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/vida/bem-estar/noticia/2015/08/o-que-fazer-quando-pais-sao-mau-exemplo-no-excesso-de-uso-de-eletronicos-4830247.html- Texto adaptado)
Observe os grupos de palavras abaixo, retiradas do texto:
Grupo 1: pesquisa – também – descobriu.
Grupo 2: telefone – quando – conversa.
Grupo 3: filhos – ocorram – irreparáveis.
Considerando os grupos de palavras acima, analise as alternativas a seguir e assinale a correta.
 

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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Gerações conectadas
Os pais geralmente são culpados, direta ou indiretamente, quando os filhos, sejam crianças ou adolescentes, tornam-se viciados em eletrônicos. Vários especialistas sugerem aos pais maneiras de evitar ou corrigir o problema antes que ocorram danos irreparáveis, depois de terem constatado que o excesso digital pode prejudicar o crescimento social, emocional e intelectual dos jovens.
— Quase tudo pode ser revertido e, quanto mais cedo, melhor — afirma Catherine Steiner - Adair, psicóloga afiliada à Universidade de Harvard. A terapeuta familiar, Susan Stiffelman, escreveu: "Os pais de hoje não estão preparados para lidar com o fascínio intenso e a natureza altamente viciante do mundo online. Assim, temos de aproveitar a oportunidade para lhes ensinar hábitos que os ajudem a usar o mundo digital, e não ser engolido por ele".
Catherine Steiner-Adair, autora de “A Desconexão Vital: Como Proteger a Infância e as Relações Familiares na Era Digital”, cita dois comportamentos comuns aos pais que podem influenciar, e muito, na tendência do filho a abusar da tecnologia: o fato de eles próprios estarem perpetuamente atentos, respondendo a cada toque do celular ou tablet, recebendo e enviando mensagens em situações que beiram a grosseria e falta de modos e a incapacidade de estabelecerem e policiarem regras de uso adequado para os filhos.
As crianças pequenas aprendem por meio de exemplos, geralmente copiando o comportamento dos adultos. Para Catherine, os pais deveriam pensar duas vezes antes de usarem o telefone quando estiverem com os filhos — e sugere que chequem suas mensagens antes de as crianças levantarem ou quando estiverem na escola.
Uma garota, entre as mil que ela entrevistou enquanto preparava seu livro, disse:
"Eu tenho a impressão de ser um estorvo, de não ser interessante porque meu pai faz questão de ler todas as mensagens e atender todos os telefonemas, o tempo todo, até no teleférico". Outra, de quatro anos, chamou o smartphone do pai de "telefone idiota".
Jenny S. Radesky, pediatra do Centro Médico de Boston que, com dois colegas analisou 55 grupos de pais e filhos em restaurantes de fast-food, notou que, em 40 deles, os adultos sacaram o celular assim que se sentaram. Na verdade, geralmente prestavam mais atenção nele do que nas crianças.
A pesquisa também descobriu que, enquanto os pais estão absorvidos com os próprios aparelhos, a probabilidade de as crianças não se comportarem é maior, aparentemente na tentativa de chamar a atenção. Jenny comenta: "É especialmente preocupante a falta de atenção dos pais nos filhos em momentos extremamente importantes do dia, como no caminho da escola, por exemplo. A hora da saída do colégio é um momento crucial, é quando os pequenos têm a chance de fazer um balanço do dia".
E nem os pais, nem os filhos deveriam ficar ligados no telefone quando a família sai para comer fora: "A arte de fazer a conexão entre um prato saboroso e uma conversa leve e interessante está se perdendo, não só nos restaurantes, mas em casa também".
Para Susan Stiffelman, autora de “Ser Pai Presente”, as tentativas de mudança do comportamento digital podem encontrar resistência: "Reconheça que seu filho está chateado sem fazer sermão nem justificar o porquê de não poder ter/fazer o que quer. Para se transformar num adulto equilibrado, a criança tem de enfrentar decepções. É perfeitamente normal ela ficar furiosa, entediada ou ansiosa por não poder trocar ideias com os amigos online o tempo todo".
Susan recomenda: "Os pais devem bolar atividades para fazer com que os filhos saibam que são dignos de atenção e dedicação. Fazer coisas juntos reforça os laços familiares".
(Fonte: http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/vida/bem-estar/noticia/2015/08/o-que-fazer-quando-pais-sao-mau-exemplo-no-excesso-de-uso-de-eletronicos-4830247.html- Texto adaptado)
Se a palavra ‘ pais’ fosse passada para o singular, quantas outras alterações deveriam ser feitas para fins de concordância do parágrafo?
 

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Conforme o Estatuto dos Funcionários Públicos do Município de Bagé, o funcionário gozará, obrigatoriamente, por ano, 30 (trinta) dias de férias, de acordo com a escala que for organizada. Assinale a alternativa correta em relação ao regramento para concessão/gozo de férias.
 

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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Gerações conectadas
Os pais geralmente são culpados, direta ou indiretamente, quando os filhos, sejam crianças ou adolescentes, tornam-se viciados em eletrônicos. Vários especialistas sugerem aos pais maneiras de evitar ou corrigir o problema antes que ocorram danos irreparáveis, depois de terem constatado que o excesso digital pode prejudicar o crescimento social, emocional e intelectual dos jovens.
— Quase tudo pode ser revertido e, quanto mais cedo, melhor — afirma Catherine Steiner - Adair, psicóloga afiliada à Universidade de Harvard. A terapeuta familiar, Susan Stiffelman, escreveu: "Os pais de hoje não estão preparados para lidar com o fascínio intenso e a natureza altamente viciante do mundo online. Assim, temos de aproveitar a oportunidade para lhes ensinar hábitos que os ajudem a usar o mundo digital, e não ser engolido por ele".
Catherine Steiner-Adair, autora de “A Desconexão Vital: Como Proteger a Infância e as Relações Familiares na Era Digital”, cita dois comportamentos comuns aos pais que podem influenciar, e muito, na tendência do filho a abusar da tecnologia: o fato de eles próprios estarem perpetuamente atentos, respondendo a cada toque do celular ou tablet, recebendo e enviando mensagens em situações que beiram a grosseria e falta de modos e a incapacidade de estabelecerem e policiarem regras de uso adequado para os filhos.
As crianças pequenas aprendem por meio de exemplos, geralmente copiando o comportamento dos adultos. Para Catherine, os pais deveriam pensar duas vezes antes de usarem o telefone quando estiverem com os filhos — e sugere que chequem suas mensagens antes de as crianças levantarem ou quando estiverem na escola.
Uma garota, entre as mil que ela entrevistou enquanto preparava seu livro, disse:
"Eu tenho a impressão de ser um estorvo, de não ser interessante porque meu pai faz questão de ler todas as mensagens e atender todos os telefonemas, o tempo todo, até no teleférico". Outra, de quatro anos, chamou o smartphone do pai de "telefone idiota".
Jenny S. Radesky, pediatra do Centro Médico de Boston que, com dois colegas analisou 55 grupos de pais e filhos em restaurantes de fast-food, notou que, em 40 deles, os adultos sacaram o celular assim que se sentaram. Na verdade, geralmente prestavam mais atenção nele do que nas crianças.
A pesquisa também descobriu que, enquanto os pais estão absorvidos com os próprios aparelhos, a probabilidade de as crianças não se comportarem é maior, aparentemente na tentativa de chamar a atenção. Jenny comenta: "É especialmente preocupante a falta de atenção dos pais nos filhos em momentos extremamente importantes do dia, como no caminho da escola, por exemplo. A hora da saída do colégio é um momento crucial, é quando os pequenos a chance de fazer um balanço do dia".
E nem os pais, nem os filhos deveriam ficar ligados no telefone quando a família sai para comer fora: "A arte de fazer a conexão entre um prato saboroso e uma conversa leve e interessante está se perdendo, não só nos restaurantes, mas em casa também".
Para Susan Stiffelman, autora de “Ser Pai Presente”, as tentativas de mudança do comportamento digital podem encontrar resistência: "Reconheça que seu filho está chateado sem fazer sermão nem justificar o de não poder ter/fazer o que quer. Para se transformar num adulto equilibrado, a criança de enfrentar decepções. É perfeitamente normal ela ficar furiosa, entediada ou ansiosa por não poder trocar ideias com os amigos online o tempo todo".
Susan recomenda: "Os pais devem bolar atividades para fazer com que os filhos saibam que são dignos de atenção e dedicação. Fazer coisas juntos reforça os laços familiares".
(Fonte: http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/vida/bem-estar/noticia/2015/08/o-que-fazer-quando-pais-sao-mau-exemplo-no-excesso-de-uso-de-eletronicos-4830247.html- Texto adaptado)
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 24, 28 e 29.
 

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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Gerações conectadas
Os pais geralmente são culpados, direta ou indiretamente, quando os filhos, sejam crianças ou adolescentes, tornam-se viciados em eletrônicos. Vários especialistas sugerem aos pais maneiras de evitar ou corrigir o problema antes que ocorram danos irreparáveis, depois de terem constatado que o excesso digital pode prejudicar o crescimento social, emocional e intelectual dos jovens.
— Quase tudo pode ser revertido e, quanto mais cedo, melhor — afirma Catherine Steiner - Adair, psicóloga afiliada à Universidade de Harvard. A terapeuta familiar, Susan Stiffelman, escreveu: "Os pais de hoje não estão preparados para lidar com o .............. intenso e a natureza altamente viciante do mundo online. Assim, temos de aproveitar a oportunidade para lhes ensinar hábitos que os ajudem a usar o mundo digital, e não ser engolido por ele".
Catherine Steiner-Adair, autora de “A Desconexão Vital: Como Proteger a Infância e as Relações Familiares na Era Digital”, cita dois comportamentos comuns aos pais que podem influenciar, e muito, na tendência do filho a abusar da tecnologia: o fato de eles próprios estarem perpetuamente atentos, respondendo a cada toque do celular ou tablet, recebendo e enviando mensagens em situações que beiram a grosseria e falta de modos e a incapacidade de estabelecerem e policiarem regras de uso adequado para os filhos.
As crianças pequenas aprendem por meio de exemplos, geralmente copiando o comportamento dos adultos. Para Catherine, os pais deveriam pensar duas vezes antes de usarem o telefone quando estiverem com os filhos — e sugere que chequem suas mensagens antes de as crianças levantarem ou quando estiverem na escola.
Uma garota, entre as mil que ela entrevistou enquanto preparava seu livro, disse:
"Eu tenho a impressão de ser um estorvo, de não ser interessante porque meu pai faz questão de ler todas as mensagens e atender todos os telefonemas, o tempo todo, até no teleférico". Outra, de quatro anos, chamou o smartphone do pai de "telefone idiota".
Jenny S. Radesky, pediatra do Centro Médico de Boston que, com dois colegas analisou 55 grupos de pais e filhos em restaurantes de fast-food, notou que, em 40 deles, os adultos sacaram o celular assim que se sentaram. Na verdade, geralmente prestavam mais atenção nele do que nas crianças.
A pesquisa também descobriu que, enquanto os pais estão absorvidos com os próprios aparelhos, a probabilidade de as crianças não se comportarem é maior, aparentemente na tentativa de chamar a atenção. Jenny comenta: "É especialmente preocupante a falta de atenção dos pais nos filhos em momentos extremamente importantes do dia, como no caminho da escola, por exemplo. A hora da saída do colégio é um momento ............., é quando os pequenos a chance de fazer um balanço do dia".
E nem os pais, nem os filhos deveriam ficar ligados no telefone quando a família sai para comer fora: "A arte de fazer a conexão entre um prato saboroso e uma conversa leve e interessante está se perdendo, não só nos restaurantes, mas em casa também".
Para Susan Stiffelman, autora de “Ser Pai Presente”, as tentativas de mudança do comportamento digital podem encontrar resistência: "Reconheça que seu filho está chateado sem fazer sermão nem justificar o de não poder ter/fazer o que quer. Para se transformar num adulto equilibrado, a criança de enfrentar decepções. É perfeitamente normal ela ficar furiosa, entediada ou ............. por não poder trocar ideias com os amigos online o tempo todo".
Susan recomenda: "Os pais devem bolar atividades para fazer com que os filhos saibam que são dignos de atenção e dedicação. Fazer coisas juntos reforça os laços familiares".
(Fonte: http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/vida/bem-estar/noticia/2015/08/o-que-fazer-quando-pais-sao-mau-exemplo-no-excesso-de-uso-de-eletronicos-4830247.html- Texto adaptado)
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas das linhas 05, 24 e 29.
 

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2245056 Ano: 2015
Disciplina: Comunicação Social
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Bagé-RS
Analise as assertivas abaixo sobre composição e enquadramento e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) A distribuição e o relacionamento de linhas, luzes, cores e massas são o que chamará a atenção do espectador para este ou aquele ponto do enquadramento.
( ) Não é possível determinar, através da composição de quadro, quais elementos chamarão mais a atenção do espectador.
( ) Um dos recursos para chamar mais atenção do espectador pode ser utilizar um objeto focado, em relação a outro desfocado.
( ) Um dos recursos para chamar mais atenção do espectador pode ser utilizar uma área luminosa em relação a uma área escura.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
 

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Os pais geralmente são culpados, direta ou indiretamente, quando os filhos, sejam crianças ou adolescentes, tornam-se viciados em eletrônicos. Vários especialistas sugerem aos pais maneiras de evitar ou corrigir o problema antes que ocorram danos irreparáveis, depois de terem constatado que o excesso digital pode prejudicar o crescimento social, emocional e intelectual dos jovens.
— Quase tudo pode ser revertido e, quanto mais cedo, melhor — afirma Catherine Steiner - Adair, psicóloga afiliada à Universidade de Harvard. A terapeuta familiar, Susan Stiffelman, escreveu: "Os pais de hoje não estão preparados para lidar com o fascínio intenso e a natureza altamente viciante do mundo online. Assim, temos de aproveitar a oportunidade para lhes ensinar hábitos que os ajudem a usar o mundo digital, e não ser engolido por ele".
Catherine Steiner-Adair, autora de “A Desconexão Vital: Como Proteger a Infância e as Relações Familiares na Era Digital”, cita dois comportamentos comuns aos pais que podem influenciar, e muito, na tendência do filho a abusar da tecnologia: o fato de eles próprios estarem perpetuamente atentos, respondendo a cada toque do celular ou tablet, recebendo e enviando mensagens em situações que beiram a grosseria e falta de modos e a incapacidade de estabelecerem e policiarem regras de uso adequado para os filhos.
As crianças pequenas aprendem por meio de exemplos, geralmente copiando o comportamento dos adultos. Para Catherine, os pais deveriam pensar duas vezes antes de usarem o telefone quando estiverem com os filhos — e sugere que chequem suas mensagens antes de as crianças levantarem ou quando estiverem na escola.
Uma garota, entre as mil que ela entrevistou enquanto preparava seu livro, disse:
"Eu tenho a impressão de ser um estorvo, de não ser interessante porque meu pai faz questão de ler todas as mensagens e atender todos os telefonemas, o tempo todo, até no teleférico". Outra, de quatro anos, chamou o smartphone do pai de "telefone idiota".
Jenny S. Radesky, pediatra do Centro Médico de Boston que, com dois colegas analisou 55 grupos de pais e filhos em restaurantes de fast-food, notou que, em 40 deles, os adultos sacaram o celular assim que se sentaram. Na verdade, geralmente prestavam mais atenção nele do que nas crianças.
A pesquisa também descobriu que, enquanto os pais estão absorvidos com os próprios aparelhos, a probabilidade de as crianças não se comportarem é maior, aparentemente na tentativa de chamar a atenção. Jenny comenta: "É especialmente preocupante a falta de atenção dos pais nos filhos em momentos extremamente importantes do dia, como no caminho da escola, por exemplo. A hora da saída do colégio é um momento crucial, é quando os pequenos têm a chance de fazer um balanço do dia".
E nem os pais, nem os filhos deveriam ficar ligados no telefone quando a família sai para comer fora: "A arte de fazer a conexão entre um prato saboroso e uma conversa leve e interessante está se perdendo, não só nos restaurantes, mas em casa também".
Para Susan Stiffelman, autora de “Ser Pai Presente”, as tentativas de mudança do comportamento digital podem encontrar resistência: "Reconheça que seu filho está chateado sem fazer sermão nem justificar o porquê de não poder ter/fazer o que quer. Para se transformar num adulto equilibrado, a criança tem de enfrentar decepções. É perfeitamente normal ela ficar furiosa, entediada ou ansiosa por não poder trocar ideias com os amigos online o tempo todo".
Susan recomenda: "Os pais devem bolar atividades para fazer com que os filhos saibam que são dignos de atenção e dedicação. Fazer coisas juntos reforça os laços familiares".
(Fonte: http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/vida/bem-estar/noticia/2015/08/o-que-fazer-quando-pais-sao-mau-exemplo-no-excesso-de-uso-de-eletronicos-4830247.html- Texto adaptado)
Para responder à questão, analise a seguinte frase retirada do texto:
especialmente preocupante a falta de atenção dos pais nos filhos em momentos extremamente importantes do dia...”
Assinale a alternativa que apresenta, correta e respectivamente, a classificação gramatical das palavras destacadas acima.
 

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2245054 Ano: 2015
Disciplina: Comunicação Social
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Bagé-RS
Qual o nome do movimento de câmera em que o equipamento se aproxima ou se afasta do objeto, podendo acompanhá-lo ou contorná-lo?
 

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Rubrica, em um roteiro, descreve elementos de estória ou recursos de narrativa. Dentre os tipos de rubrica, aquela que indica o número da cena, o lugar onde ela ocorre, se esse lugar é no interior ou exterior, a céu aberto, e se a cena ocorre de dia ou de noite, chama-se:
 

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