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Analise as sentenças a seguir quanto às concordâncias verbal e nominal. Assinale a alternativa em que se verifica desvio gramatical desses tipos.
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Considere as sentenças a seguir:
I. Fui ao consultório médico, pois havia marcado uma consulta para às 10h.
II. A senhora foi levada às pressas para o hospital.
III. A análise da professora em relação à argumentação da aluna foi pertinente.
O emprego do acento indicativo de crase está correto apenas em:
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Analise as sentenças a seguir e assinale a alternativa em que se verifica desvio no emprego da vírgula.
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Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 10.
O menino e o passarinho
Se essa história é difícil de acreditar é porque ela se passa na terra do Faz de Conta, onde passarinho fala. Foi o que o menino descobriu, quando ouviu o passarinho dizer — por nenhuma razão, só para implicar com ele:
— Passarinho é melhor do que gente. Depois de se recuperar do susto, o menino perguntou:
— Como assim?
— Para começar — disse o passarinho — nós somos mais bonitos. Olhe essa plumagem. Olhe essa combinação de cores em dégradé.
— Nós também somos bonitos — disse o menino.
— São nada.
— Olhe essa camisa cor de abóbora.
Essas calças roxas...
— Que sua mãe comprou para você. A minha beleza nasceu comigo. Eu sou bonito de graça!
Enquanto o menino pensava numa resposta, o passarinho continuou:
— Vocês sabem voar? Nós sabemos.
— Nós também sabemos.
— Sabem nada.
— Temos aviões que nos levam para qualquer lugar. Atravessamos oceanos. Chegamos mais alto do que qualquer passarinho chegou. Já chegamos à Lua!
— Para voar em avião precisa comprar passagem. Entrar na fila do check-in. Despachar a bagagem, que pode se extraviar. E para ir mais longe do que qualquer passarinho já foi, precisam de foguetes e programas espaciais caros. Nós, para voar, só precisamos abrir as asas.
— Sim, certo, mas...
— Você já viu alguma coisa mais linda do que uma revoada de pássaros ao anoitecer? Não existe espetáculo sequer parecido, na Terra.
O menino pensou num desfile de escola de samba, mas decidiu não dizer nada. O passarinho tinha claramente vencido a discussão. Faltava só um golpe de misericórdia, para liquidar com o menino.
— E além de tudo, eu canto — disse o passarinho.
— Eu também — disse o menino.
— Canta nada. Ouça.
E o passarinho começou a assoviar. Uma única frase, várias vezes. E o menino pediu:
— Canta outra.
— Como, outra? Esse é o meu canto.
E o menino começou a assoviar todas as músicas que conhecia, de Jorge Ben Jor à Marselhesa. E o passarinho se afastou, lentamente, cabisbaixo, derrotado e pensando:
— É, preciso variar meu repertório…
VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Analise a sentença a seguir, retirada do texto, quanto à regência nominal: “Olhe essa combinação de cores em dégradé.” O termo regido pelo vocábulo “combinação” é:
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Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 10.
O menino e o passarinho
Se essa história é difícil de acreditar é porque ela se passa na terra do Faz de Conta, onde passarinho fala. Foi o que o menino descobriu, quando ouviu o passarinho dizer — por nenhuma razão, só para implicar com ele:
— Passarinho é melhor do que gente. Depois de se recuperar do susto, o menino perguntou:
— Como assim?
— Para começar — disse o passarinho — nós somos mais bonitos. Olhe essa plumagem. Olhe essa combinação de cores em dégradé.
— Nós também somos bonitos — disse o menino.
— São nada.
— Olhe essa camisa cor de abóbora.
Essas calças roxas...
— Que sua mãe comprou para você. A minha beleza nasceu comigo. Eu sou bonito de graça!
Enquanto o menino pensava numa resposta, o passarinho continuou:
— Vocês sabem voar? Nós sabemos.
— Nós também sabemos.
— Sabem nada.
— Temos aviões que nos levam para qualquer lugar. Atravessamos oceanos. Chegamos mais alto do que qualquer passarinho chegou. Já chegamos à Lua!
— Para voar em avião precisa comprar passagem. Entrar na fila do check-in. Despachar a bagagem, que pode se extraviar. E para ir mais longe do que qualquer passarinho já foi, precisam de foguetes e programas espaciais caros. Nós, para voar, só precisamos abrir as asas.
— Sim, certo, mas...
— Você já viu alguma coisa mais linda do que uma revoada de pássaros ao anoitecer? Não existe espetáculo sequer parecido, na Terra.
O menino pensou num desfile de escola de samba, mas decidiu não dizer nada. O passarinho tinha claramente vencido a discussão. Faltava só um golpe de misericórdia, para liquidar com o menino.
— E além de tudo, eu canto — disse o passarinho.
— Eu também — disse o menino.
— Canta nada. Ouça.
E o passarinho começou a assoviar. Uma única frase, várias vezes. E o menino pediu:
— Canta outra.
— Como, outra? Esse é o meu canto.
E o menino começou a assoviar todas as músicas que conhecia, de Jorge Ben Jor à Marselhesa. E o passarinho se afastou, lentamente, cabisbaixo, derrotado e pensando:
— É, preciso variar meu repertório…
VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Considere as sentenças a seguir, retiradas do texto:
I. “Depois de se recuperar do susto, o menino perguntou: — Como assim?”
II. “Despachar a bagagem, que pode se extraviar.”
III. “E o passarinho se afastou, lentamente, cabisbaixo, derrotado e pensando: — É, preciso variar meu repertório…”
Nas sentenças apresentadas, o vocábulo “se” em destaque desempenha o papel gramatical de:
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Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 10.
O menino e o passarinho
Se essa história é difícil de acreditar é porque ela se passa na terra do Faz de Conta, onde passarinho fala. Foi o que o menino descobriu, quando ouviu o passarinho dizer — por nenhuma razão, só para implicar com ele:
— Passarinho é melhor do que gente. Depois de se recuperar do susto, o menino perguntou:
— Como assim?
— Para começar — disse o passarinho — nós somos mais bonitos. Olhe essa plumagem. Olhe essa combinação de cores em dégradé.
— Nós também somos bonitos — disse o menino.
— São nada.
— Olhe essa camisa cor de abóbora.
Essas calças roxas...
— Que sua mãe comprou para você. A minha beleza nasceu comigo. Eu sou bonito de graça!
Enquanto o menino pensava numa resposta, o passarinho continuou:
— Vocês sabem voar? Nós sabemos.
— Nós também sabemos.
— Sabem nada.
— Temos aviões que nos levam para qualquer lugar. Atravessamos oceanos. Chegamos mais alto do que qualquer passarinho chegou. Já chegamos à Lua!
— Para voar em avião precisa comprar passagem. Entrar na fila do check-in. Despachar a bagagem, que pode se extraviar. E para ir mais longe do que qualquer passarinho já foi, precisam de foguetes e programas espaciais caros. Nós, para voar, só precisamos abrir as asas.
— Sim, certo, mas...
— Você já viu alguma coisa mais linda do que uma revoada de pássaros ao anoitecer? Não existe espetáculo sequer parecido, na Terra.
O menino pensou num desfile de escola de samba, mas decidiu não dizer nada. O passarinho tinha claramente vencido a discussão. Faltava só um golpe de misericórdia, para liquidar com o menino.
— E além de tudo, eu canto — disse o passarinho.
— Eu também — disse o menino.
— Canta nada. Ouça.
E o passarinho começou a assoviar. Uma única frase, várias vezes. E o menino pediu:
— Canta outra.
— Como, outra? Esse é o meu canto.
E o menino começou a assoviar todas as músicas que conhecia, de Jorge Ben Jor à Marselhesa. E o passarinho se afastou, lentamente, cabisbaixo, derrotado e pensando:
— É, preciso variar meu repertório…
VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Considere o excerto: “O menino pensou num desfile de escola de samba, mas decidiu não dizer nada.” Os vocábulos “menino”, “desfile” e “samba” pertencem à classe gramatical:
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Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 10.
O menino e o passarinho
Se essa história é difícil de acreditar é porque ela se passa na terra do Faz de Conta, onde passarinho fala. Foi o que o menino descobriu, quando ouviu o passarinho dizer — por nenhuma razão, só para implicar com ele:
— Passarinho é melhor do que gente. Depois de se recuperar do susto, o menino perguntou:
— Como assim?
— Para começar — disse o passarinho — nós somos mais bonitos. Olhe essa plumagem. Olhe essa combinação de cores em dégradé.
— Nós também somos bonitos — disse o menino.
— São nada.
— Olhe essa camisa cor de abóbora.
Essas calças roxas...
— Que sua mãe comprou para você. A minha beleza nasceu comigo. Eu sou bonito de graça!
Enquanto o menino pensava numa resposta, o passarinho continuou:
— Vocês sabem voar? Nós sabemos.
— Nós também sabemos.
— Sabem nada.
— Temos aviões que nos levam para qualquer lugar. Atravessamos oceanos. Chegamos mais alto do que qualquer passarinho chegou. Já chegamos à Lua!
— Para voar em avião precisa comprar passagem. Entrar na fila do check-in. Despachar a bagagem, que pode se extraviar. E para ir mais longe do que qualquer passarinho já foi, precisam de foguetes e programas espaciais caros. Nós, para voar, só precisamos abrir as asas.
— Sim, certo, mas...
— Você já viu alguma coisa mais linda do que uma revoada de pássaros ao anoitecer? Não existe espetáculo sequer parecido, na Terra.
O menino pensou num desfile de escola de samba, mas decidiu não dizer nada. O passarinho tinha claramente vencido a discussão. Faltava só um golpe de misericórdia, para liquidar com o menino.
— E além de tudo, eu canto — disse o passarinho.
— Eu também — disse o menino.
— Canta nada. Ouça.
E o passarinho começou a assoviar. Uma única frase, várias vezes. E o menino pediu:
— Canta outra.
— Como, outra? Esse é o meu canto.
E o menino começou a assoviar todas as músicas que conhecia, de Jorge Ben Jor à Marselhesa. E o passarinho se afastou, lentamente, cabisbaixo, derrotado e pensando:
— É, preciso variar meu repertório…
VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Considere o excerto a seguir para responder às questões 6 e 7:
Faltava só um golpe de misericórdia, para liquidar com o menino.
O vocábulo “liquidar”, que ocorre no excerto apresentado, poderia ser substituído, sem prejuízo de valor e alteração de regência, por:
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O menino e o passarinho
Se essa história é difícil de acreditar é porque ela se passa na terra do Faz de Conta, onde passarinho fala. Foi o que o menino descobriu, quando ouviu o passarinho dizer — por nenhuma razão, só para implicar com ele:
— Passarinho é melhor do que gente. Depois de se recuperar do susto, o menino perguntou:
— Como assim?
— Para começar — disse o passarinho — nós somos mais bonitos. Olhe essa plumagem. Olhe essa combinação de cores em dégradé.
— Nós também somos bonitos — disse o menino.
— São nada.
— Olhe essa camisa cor de abóbora.
Essas calças roxas...
— Que sua mãe comprou para você. A minha beleza nasceu comigo. Eu sou bonito de graça!
Enquanto o menino pensava numa resposta, o passarinho continuou:
— Vocês sabem voar? Nós sabemos.
— Nós também sabemos.
— Sabem nada.
— Temos aviões que nos levam para qualquer lugar. Atravessamos oceanos. Chegamos mais alto do que qualquer passarinho chegou. Já chegamos à Lua!
— Para voar em avião precisa comprar passagem. Entrar na fila do check-in. Despachar a bagagem, que pode se extraviar. E para ir mais longe do que qualquer passarinho já foi, precisam de foguetes e programas espaciais caros. Nós, para voar, só precisamos abrir as asas.
— Sim, certo, mas...
— Você já viu alguma coisa mais linda do que uma revoada de pássaros ao anoitecer? Não existe espetáculo sequer parecido, na Terra.
O menino pensou num desfile de escola de samba, mas decidiu não dizer nada. O passarinho tinha claramente vencido a discussão. Faltava só um golpe de misericórdia, para liquidar com o menino.
— E além de tudo, eu canto — disse o passarinho.
— Eu também — disse o menino.
— Canta nada. Ouça.
E o passarinho começou a assoviar. Uma única frase, várias vezes. E o menino pediu:
— Canta outra.
— Como, outra? Esse é o meu canto.
E o menino começou a assoviar todas as músicas que conhecia, de Jorge Ben Jor à Marselhesa. E o passarinho se afastou, lentamente, cabisbaixo, derrotado e pensando:
— É, preciso variar meu repertório…
VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Considere o excerto a seguir para responder às questões 6 e 7:
Faltava só um golpe de misericórdia, para liquidar com o menino.
Dentre as palavras a seguir, que ocorrem no excerto apresentado, exprime(m) sentido figurado apenas:
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O menino e o passarinho
Se essa história é difícil de acreditar é porque ela se passa na terra do Faz de Conta, onde passarinho fala. Foi o que o menino descobriu, quando ouviu o passarinho dizer — por nenhuma razão, só para implicar com ele:
— Passarinho é melhor do que gente. Depois de se recuperar do susto, o menino perguntou:
— Como assim?
— Para começar — disse o passarinho — nós somos mais bonitos. Olhe essa plumagem. Olhe essa combinação de cores em dégradé.
— Nós também somos bonitos — disse o menino.
— São nada.
— Olhe essa camisa cor de abóbora.
Essas calças roxas...
— Que sua mãe comprou para você. A minha beleza nasceu comigo. Eu sou bonito de graça!
Enquanto o menino pensava numa resposta, o passarinho continuou:
— Vocês sabem voar? Nós sabemos.
— Nós também sabemos.
— Sabem nada.
— Temos aviões que nos levam para qualquer lugar. Atravessamos oceanos. Chegamos mais alto do que qualquer passarinho chegou. Já chegamos à Lua!
— Para voar em avião precisa comprar passagem. Entrar na fila do check-in. Despachar a bagagem, que pode se extraviar. E para ir mais longe do que qualquer passarinho já foi, precisam de foguetes e programas espaciais caros. Nós, para voar, só precisamos abrir as asas.
— Sim, certo, mas...
— Você já viu alguma coisa mais linda do que uma revoada de pássaros ao anoitecer? Não existe espetáculo sequer parecido, na Terra.
O menino pensou num desfile de escola de samba, mas decidiu não dizer nada. O passarinho tinha claramente vencido a discussão. Faltava só um golpe de misericórdia, para liquidar com o menino.
— E além de tudo, eu canto — disse o passarinho.
— Eu também — disse o menino.
— Canta nada. Ouça.
E o passarinho começou a assoviar. Uma única frase, várias vezes. E o menino pediu:
— Canta outra.
— Como, outra? Esse é o meu canto.
E o menino começou a assoviar todas as músicas que conhecia, de Jorge Ben Jor à Marselhesa. E o passarinho se afastou, lentamente, cabisbaixo, derrotado e pensando:
— É, preciso variar meu repertório…
VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
No parágrafo final, a postura do pássaro, após ouvir o assovio do menino, permite concluir que ele:
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O menino e o passarinho
Se essa história é difícil de acreditar é porque ela se passa na terra do Faz de Conta, onde passarinho fala. Foi o que o menino descobriu, quando ouviu o passarinho dizer — por nenhuma razão, só para implicar com ele:
— Passarinho é melhor do que gente. Depois de se recuperar do susto, o menino perguntou:
— Como assim?
— Para começar — disse o passarinho — nós somos mais bonitos. Olhe essa plumagem. Olhe essa combinação de cores em dégradé.
— Nós também somos bonitos — disse o menino.
— São nada.
— Olhe essa camisa cor de abóbora.
Essas calças roxas...
— Que sua mãe comprou para você. A minha beleza nasceu comigo. Eu sou bonito de graça!
Enquanto o menino pensava numa resposta, o passarinho continuou:
— Vocês sabem voar? Nós sabemos.
— Nós também sabemos.
— Sabem nada.
— Temos aviões que nos levam para qualquer lugar. Atravessamos oceanos. Chegamos mais alto do que qualquer passarinho chegou. Já chegamos à Lua!
— Para voar em avião precisa comprar passagem. Entrar na fila do check-in. Despachar a bagagem, que pode se extraviar. E para ir mais longe do que qualquer passarinho já foi, precisam de foguetes e programas espaciais caros. Nós, para voar, só precisamos abrir as asas.
— Sim, certo, mas...
— Você já viu alguma coisa mais linda do que uma revoada de pássaros ao anoitecer? Não existe espetáculo sequer parecido, na Terra.
O menino pensou num desfile de escola de samba, mas decidiu não dizer nada. O passarinho tinha claramente vencido a discussão. Faltava só um golpe de misericórdia, para liquidar com o menino.
— E além de tudo, eu canto — disse o passarinho.
— Eu também — disse o menino.
— Canta nada. Ouça.
E o passarinho começou a assoviar. Uma única frase, várias vezes. E o menino pediu:
— Canta outra.
— Como, outra? Esse é o meu canto.
E o menino começou a assoviar todas as músicas que conhecia, de Jorge Ben Jor à Marselhesa. E o passarinho se afastou, lentamente, cabisbaixo, derrotado e pensando:
— É, preciso variar meu repertório…
VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Para o menino, os humanos:
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