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Foram encontradas 49 questões.

2518853 Ano: 2016
Disciplina: Geografia
Banca: FADECIT
Orgão: Pref. Arantina-MG
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O Caminho de Santiago, mundialmente famoso, está localizado:
 

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2518079 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FADECIT
Orgão: Pref. Arantina-MG
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Em 2015, no Brasil registrou 1,6 milhão de casos dengue, a pior epidemia da doença desde 1990.
Sobre a Dengue, assinale a alternativa INCORRETA:
 

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2517803 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FADECIT
Orgão: Pref. Arantina-MG
Poucos minutos antes da abertura das inscrições para um concurso, havia 30 pessoas na fila. Sabendo-se que cada pessoa ocupa, em média, 60 cm de espaço quando colocada em fila, o valor que mais se aproxima do comprimento dessa fila é:
 

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2517433 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FADECIT
Orgão: Pref. Arantina-MG
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Um cão, apenas
Cecília Meireles
Subidos, de ânimo leve e descansado passo, os quarenta degraus do jardim – plantas em flor, de cada lado; borboletas incertas; salpicos de luz no granito – , eis-me no patamar. E a meus pés, no áspero capacho de coco, à frescura da cal do pórtico, um cãozinho triste interrompe o seu sono, levanta a cabeça e fita-me. É um triste cãozinho doente, com o corpo ferido; gastas, as mechas brancas do pelo; o olhar dorido e profundo, com esse lustro de lágrima que há nos olhos das pessoas muito idosas. Com um grande esforço acaba de levantar-se. Eu não lhe digo nada; não faço nenhum gesto. Envergonha-me haver interrompido o seu sono. Se ele estava feliz ali, eu não devia ter chegado. Já que lhe faltavam tantas coisas, que ao menos dormisse: também os animais devem esquecer, enquanto dormem...
Ele, porém, levantava-se e olhava-me. Levantava-se com a dificuldade dos enfermos graves: acomodando as patas da frente, o resto do corpo, sempre com os olhos em mim, como à espera de uma palavra ou de um gesto. Mas eu não o queria vexar nem oprimir. Gostaria de ocupar-me dele: chamar alguém, pedir-lhe que o examinasse, que receitasse, encaminhá-lo para um tratamento... Mas tudo é longe, meu Deus, tudo é tão longe. E era preciso passar. E ele estava na minha frente inábil, como envergonhado de se achar tão sujo e doente, com o envelhecido olhar numa espécie de súplica.
Até o fim da vida guardarei seu olhar no meu coração. Até o fim da vida sentirei esta humana infelicidade de nem sempre poder socorrer, neste complexo mundo dos homens.
Então, o triste cãozinho reuniu todas as suas forças, atravessou o patamar, sem nenhuma dúvida sobre o caminho, como se fosse um visitante habitual, e começou a descer as escadas e suas rampas, com as plantas em flor de cada lado, as borboletas incertas, salpicos de luz no granito, até o limiar da entrada. Passou por entre as grades do portão, prosseguiu para o lado esquerdo, desapareceu.
Ele ia descendo como um velhinho andrajoso, esfarrapado, de cabeça baixa, sem firmeza e sem destino. Era, no entanto, uma forma da vida. Uma criatura deste mundo de criaturas inumeráveis. Esteve ao meu alcance; talvez tivesse fome e sede: e eu nada fiz por ele; amei-o, apenas, com uma caridade inútil, sem qualquer expressão concreta. Deixei-o partir, assim humilhado, e tão digno, no entanto: como alguém que respeitosamente pede desculpas de ter ocupado um lugar que não era seu.
Depois pensei que nós todos somos, um dia, esse cãozinho triste, à sombra de uma porta. E há o dono da casa, e a escada que descemos, e a dignidade final da solidão.
(inéditos – crônicas. Rio de Janeiro, Bloch, 1967.p.19-20.)
Qual a classe gramatical da palavra grifada no período abaixo:
Depois pensei que nós todos somos, um dia, esse cãozinho triste, à sobra de uma porta.
 

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2517167 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FADECIT
Orgão: Pref. Arantina-MG
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Um cão, apenas

Cecília Meireles

Subidos, de ânimo leve e descansado passo, os quarenta degraus do jardim – plantas em flor, de cada lado; borboletas incertas; salpicos de luz no granito – , eis-me no patamar. E a meus pés, no áspero capacho de coco, à frescura da cal do pórtico, um cãozinho triste interrompe o seu sono, levanta a cabeça e fita-me. É um triste cãozinho doente, com o corpo ferido; gastas, as mechas brancas do pelo; o olhar dorido e profundo, com esse lustro de lágrima que há nos olhos das pessoas muito idosas. Com um grande esforço acaba de levantar-se. Eu não lhe digo nada; não faço nenhum gesto. Envergonha-me haver interrompido o seu sono. Se ele estava feliz ali, eu não devia ter chegado. Já que lhe faltavam tantas coisas, que ao menos dormisse: também os animais devem esquecer, enquanto dormem...

Ele, porém, levantava-se e olhava-me. Levantava-se com a dificuldade dos enfermos graves: acomodando as patas da frente, o resto do corpo, sempre com os olhos em mim, como à espera de uma palavra ou de um gesto. Mas eu não o queria vexar nem oprimir. Gostaria de ocupar-me dele: chamar alguém, pedir-lhe que o examinasse, que receitasse, encaminhá-lo para um tratamento... Mas tudo é longe, meu Deus, tudo é tão longe. E era preciso passar. E ele estava na minha frente inábil, como envergonhado de se achar tão sujo e doente, com o envelhecido olhar numa espécie de súplica.

Até o fim da vida guardarei seu olhar no meu coração. Até o fim da vida sentirei esta humana infelicidade de nem sempre poder socorrer, neste complexo mundo dos homens.

Então, o triste cãozinho reuniu todas as suas forças, atravessou o patamar, sem nenhuma dúvida sobre o caminho, como se fosse um visitante habitual, e começou a descer as escadas e suas rampas, com as plantas em flor de cada lado, as borboletas incertas, salpicos de luz no granito, até o limiar da entrada. Passou por entre as grades do portão, prosseguiu para o lado esquerdo, desapareceu.

Ele ia descendo como um velhinho andrajoso, esfarrapado, de cabeça baixa, sem firmeza e sem destino. Era, no entanto, uma forma da vida. Uma criatura deste mundo de criaturas inumeráveis. Esteve ao meu alcance; talvez tivesse fome e sede: e eu nada fiz por ele; amei-o, apenas, com uma caridade inútil, sem qualquer expressão concreta. Deixei-o partir, assim humilhado, e tão digno, no entanto: como alguém que respeitosamente pede desculpas de ter ocupado um lugar que não era seu.

Depois pensei que nós todos somos, um dia, esse cãozinho triste, à sombra de uma porta. E há o dono da casa, e a escada que descemos, e a dignidade final da solidão.

(inéditos – crônicas. Rio de Janeiro, Bloch, 1967.p.19-20.)

“Afirmam alguns psicólogos que as pessoas ao se auto-elogiarem revelam complexo de inferioridade.”

Complexo, no contexto acima, significa:

 

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2516609 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FADECIT
Orgão: Pref. Arantina-MG
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Quanto à concordância nominal, a única frase certa é:
 

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2516563 Ano: 2016
Disciplina: Informática
Banca: FADECIT
Orgão: Pref. Arantina-MG
A codificação de dados a serem transferidos de maneira a não serem violados se capturados indevidamente recebe o nome de:
 

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2516131 Ano: 2016
Disciplina: Informática
Banca: FADECIT
Orgão: Pref. Arantina-MG
Assinale a opção que melhor explica o significado de Byte.
 

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2515837 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FADECIT
Orgão: Pref. Arantina-MG
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Em três anos à frente do Vaticano, o Papa Francisco assume papel ativo na diplomacia e na defesa de ideias progressistas.
Sobre o Papa Francisco, assinale a alternativa INCORRETA:
 

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2515816 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FADECIT
Orgão: Pref. Arantina-MG
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A alternativa que apresenta um vocábulo numeral cardinal é:
 

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