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Foram encontradas 120 questões.

2473487 Ano: 2013
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ANCINE
In 2011, the first feature film shot entirely on a smartphone was screened at a West Hills cinema in Los Angeles. Olive, by director Hooman Khalili, was filmed solely on a Nokia N8 and thanks to its cinema run, qualifies for Academy Award consideration. Olive is a reminder that the traditional days of filmmaking are now behind us. The film industry today is in a constant state of change, with a wealth of new opportunities available for those with their finger on the pulse. Thanks to rapidly evolving digital technology, film making and distribution is undergoing a major revolution. Avenues such as YouTube, web series and smartphone applications are all viable — and often lucrative — methods of getting work into the public eye.
How new technology is changing the film industry. Internet: <http://trueherostudio.com> (adapted).
Based on the text above, judge the item below.
The current film industry has few good opportunities for new filmmakers.
 

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2473486 Ano: 2013
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ANCINE
In 2011, the first feature film shot entirely on a smartphone was screened at a West Hills cinema in Los Angeles. Olive, by director Hooman Khalili, was filmed solely on a Nokia N8 and thanks to its cinema run, qualifies for Academy Award consideration. Olive is a reminder that the traditional days of filmmaking are now behind us. The film industry today is in a constant state of change, with a wealth of new opportunities available for those with their finger on the pulse. Thanks to rapidly evolving digital technology, film making and distribution is undergoing a major revolution. Avenues such as YouTube, web series and smartphone applications are all viable — and often lucrative — methods of getting work into the public eye.
How new technology is changing the film industry. Internet: <http://trueherostudio.com> (adapted).
Based on the text above, judge the item below.
The expression “thanks to” can be replaced by due to, without changing the original meaning of sentence.
 

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2473485 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ANCINE

Quando uma pessoa permanece por algum tempo dentro de uma sala mais ou menos escura, experimenta, em primeiro lugar, uma alteração na sensação de tempo, um retardamento no curso normal dos acontecimentos: a impressão subjetiva é a de que o tempo passa mais lentamente do que quando, sob o efeito da luz, seja natural, seja artificial, somos mantidos a certa distância de nossa experiência temporal. Os efeitos psicológicos da permanência dentro de um quarto escuro podem ser agrupados sob um denominador comum: a sensação de tédio. Tal sensação caracteriza-se pela falta de “algo acontecendo” e denota simplesmente o vazio da pessoa entediada.

Um outro efeito psicológico do confinamento visual em um quarto escuro consiste na alteração da sensação de espaço. Sabe-se que a iluminação insuficiente torna a forma dos objetos menos definida, o que dá à imaginação maior liberdade de interpretar o mundo que nos cerca. Quanto menor a capacidade do olho humano de distinguir com clareza a forma real dos objetos, maior o papel desempenhado pela imaginação, que faz um registro extremamente subjetivo do que ainda resta de realidade visível. Essa modificação da sensação do espaço anula parcialmente a barreira entre a consciência e o inconsciente; não se pode, portanto, descuidar do papel do inconsciente na experiência cinematográfica.

Hugo Mauerhofer. A psicologia da experiência cinematográfica. Idem, p. 376 (com adaptações).

No que se refere às ideias e estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item.

O trecho “seja natural, seja artificial” poderia ser substituído por ora natural, ora artificial, mantendo-se a correção gramatical e o sentido original do texto.

 

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2473484 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ANCINE

Quando uma pessoa permanece por algum tempo dentro de uma sala mais ou menos escura, experimenta, em primeiro lugar, uma alteração na sensação de tempo, um retardamento no curso normal dos acontecimentos: a impressão subjetiva é a de que o tempo passa mais lentamente do que quando, sob o efeito da luz, seja natural, seja artificial, somos mantidos a certa distância de nossa experiência temporal. Os efeitos psicológicos da permanência dentro de um quarto escuro podem ser agrupados sob um denominador comum: a sensação de tédio. Tal sensação caracteriza-se pela falta de “algo acontecendo” e denota simplesmente o vazio da pessoa entediada.

Um outro efeito psicológico do confinamento visual em um quarto escuro consiste na alteração da sensação de espaço. Sabe-se que a iluminação insuficiente torna a forma dos objetos menos definida, o que dá à imaginação maior liberdade de interpretar o mundo que nos cerca. Quanto menor a capacidade do olho humano de distinguir com clareza a forma real dos objetos, maior o papel desempenhado pela imaginação, que faz um registro extremamente subjetivo do que ainda resta de realidade visível. Essa modificação da sensação do espaço anula parcialmente a barreira entre a consciência e o inconsciente; não se pode, portanto, descuidar do papel do inconsciente na experiência cinematográfica.

Hugo Mauerhofer. A psicologia da experiência cinematográfica. Idem, p. 376 (com adaptações).

No que se refere às ideias e estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item.

As expressões “por algum tempo” e “dentro de uma sala mais ou menos escura” exercem a função de complemento da forma verbal “permanece”, razão por que o emprego de vírgulas para isolar a primeira expressão prejudicaria a correção gramatical do texto.

 

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2473483 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ANCINE

Quando uma pessoa permanece por algum tempo dentro de uma sala mais ou menos escura, experimenta, em primeiro lugar, uma alteração na sensação de tempo, um retardamento no curso normal dos acontecimentos: a impressão subjetiva é a de que o tempo passa mais lentamente do que quando, sob o efeito da luz, seja natural, seja artificial, somos mantidos a certa distância de nossa experiência temporal. Os efeitos psicológicos da permanência dentro de um quarto escuro podem ser agrupados sob um denominador comum: a sensação de tédio. Tal sensação caracteriza-se pela falta de “algo acontecendo” e denota simplesmente o vazio da pessoa entediada.

Um outro efeito psicológico do confinamento visual em um quarto escuro consiste na alteração da sensação de espaço. Sabe-se que a iluminação insuficiente torna a forma dos objetos menos definida, o que dá à imaginação maior liberdade de interpretar o mundo que nos cerca. Quanto menor a capacidade do olho humano de distinguir com clareza a forma real dos objetos, maior o papel desempenhado pela imaginação, que faz um registro extremamente subjetivo do que ainda resta de realidade visível. Essa modificação da sensação do espaço anula parcialmente a barreira entre a consciência e o inconsciente; não se pode, portanto, descuidar do papel do inconsciente na experiência cinematográfica.

Hugo Mauerhofer. A psicologia da experiência cinematográfica. Idem, p. 376 (com adaptações).

No que se refere às ideias e estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item.

Depreende-se da leitura do texto que a pouca iluminação da sala de cinema provoca a imaginação do espectador.

 

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2473482 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ANCINE

Quando uma pessoa permanece por algum tempo dentro de uma sala mais ou menos escura, experimenta, em primeiro lugar, uma alteração na sensação de tempo, um retardamento no curso normal dos acontecimentos: a impressão subjetiva é a de que o tempo passa mais lentamente do que quando, sob o efeito da luz, seja natural, seja artificial, somos mantidos a certa distância de nossa experiência temporal. Os efeitos psicológicos da permanência dentro de um quarto escuro podem ser agrupados sob um denominador comum: a sensação de tédio. Tal sensação caracteriza-se pela falta de “algo acontecendo” e denota simplesmente o vazio da pessoa entediada.

Um outro efeito psicológico do confinamento visual em um quarto escuro consiste na alteração da sensação de espaço. Sabe-se que a iluminação insuficiente torna a forma dos objetos menos definida, o que dá à imaginação maior liberdade de interpretar o mundo que nos cerca. Quanto menor a capacidade do olho humano de distinguir com clareza a forma real dos objetos, maior o papel desempenhado pela imaginação, que faz um registro extremamente subjetivo do que ainda resta de realidade visível. Essa modificação da sensação do espaço anula parcialmente a barreira entre a consciência e o inconsciente; não se pode, portanto, descuidar do papel do inconsciente na experiência cinematográfica.

Hugo Mauerhofer. A psicologia da experiência cinematográfica. Idem, p. 376 (com adaptações).

No que se refere às ideias e estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item.

A forma verbal “consiste” concorda com “efeito”, núcleo do sujeito da oração, estando, por isso, empregada no singular.

 

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2473481 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ANCINE

Quando uma pessoa permanece por algum tempo dentro de uma sala mais ou menos escura, experimenta, em primeiro lugar, uma alteração na sensação de tempo, um retardamento no curso normal dos acontecimentos: a impressão subjetiva é a de que o tempo passa mais lentamente do que quando, sob o efeito da luz, seja natural, seja artificial, somos mantidos a certa distância de nossa experiência temporal. Os efeitos psicológicos da permanência dentro de um quarto escuro podem ser agrupados sob um denominador comum: a sensação de tédio. Tal sensação caracteriza-se pela falta de “algo acontecendo” e denota simplesmente o vazio da pessoa entediada.

Um outro efeito psicológico do confinamento visual em um quarto escuro consiste na alteração da sensação de espaço. Sabe-se que a iluminação insuficiente torna a forma dos objetos menos definida, o que dá à imaginação maior liberdade de interpretar o mundo que nos cerca. Quanto menor a capacidade do olho humano de distinguir com clareza a forma real dos objetos, maior o papel desempenhado pela imaginação, que faz um registro extremamente subjetivo do que ainda resta de realidade visível. Essa modificação da sensação do espaço anula parcialmente a barreira entre a consciência e o inconsciente; não se pode, portanto, descuidar do papel do inconsciente na experiência cinematográfica.

Hugo Mauerhofer. A psicologia da experiência cinematográfica. Idem, p. 376 (com adaptações).

No que se refere às ideias e estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item.

Dado o sentido indefinido associado a “certa”, no trecho “a certa distância”, o emprego do acento grave, indicativo de crase, no “a” prejudicaria a correção gramatical do texto.

 

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2473480 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ANCINE

Quando uma pessoa permanece por algum tempo dentro de uma sala mais ou menos escura, experimenta, em primeiro lugar, uma alteração na sensação de tempo, um retardamento no curso normal dos acontecimentos: a impressão subjetiva é a de que o tempo passa mais lentamente do que quando, sob o efeito da luz, seja natural, seja artificial, somos mantidos a certa distância de nossa experiência temporal. Os efeitos psicológicos da permanência dentro de um quarto escuro podem ser agrupados sob um denominador comum: a sensação de tédio. Tal sensação caracteriza-se pela falta de “algo acontecendo” e denota simplesmente o vazio da pessoa entediada.

Um outro efeito psicológico do confinamento visual em um quarto escuro consiste na alteração da sensação de espaço. Sabe-se que a iluminação insuficiente torna a forma dos objetos menos definida, o que dá à imaginação maior liberdade de interpretar o mundo que nos cerca. Quanto menor a capacidade do olho humano de distinguir com clareza a forma real dos objetos, maior o papel desempenhado pela imaginação, que faz um registro extremamente subjetivo do que ainda resta de realidade visível. Essa modificação da sensação do espaço anula parcialmente a barreira entre a consciência e o inconsciente; não se pode, portanto, descuidar do papel do inconsciente na experiência cinematográfica.

Hugo Mauerhofer. A psicologia da experiência cinematográfica. Idem, p. 376 (com adaptações).

No que se refere às ideias e estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item.

De acordo com as informações do texto, enquanto permanece na sala de cinema, que é escura, o espectador tem a sensação de que o tempo passa mais devagar.

 

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2473479 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ANCINE

Quando uma pessoa permanece por algum tempo dentro de uma sala mais ou menos escura, experimenta, em primeiro lugar, uma alteração na sensação de tempo, um retardamento no curso normal dos acontecimentos: a impressão subjetiva é a de que o tempo passa mais lentamente do que quando, sob o efeito da luz, seja natural, seja artificial, somos mantidos a certa distância de nossa experiência temporal. Os efeitos psicológicos da permanência dentro de um quarto escuro podem ser agrupados sob um denominador comum: a sensação de tédio. Tal sensação caracteriza-se pela falta de “algo acontecendo” e denota simplesmente o vazio da pessoa entediada.

Um outro efeito psicológico do confinamento visual em um quarto escuro consiste na alteração da sensação de espaço. Sabe-se que a iluminação insuficiente torna a forma dos objetos menos definida, o que dá à imaginação maior liberdade de interpretar o mundo que nos cerca. Quanto menor a capacidade do olho humano de distinguir com clareza a forma real dos objetos, maior o papel desempenhado pela imaginação, que faz um registro extremamente subjetivo do que ainda resta de realidade visível. Essa modificação da sensação do espaço anula parcialmente a barreira entre a consciência e o inconsciente; não se pode, portanto, descuidar do papel do inconsciente na experiência cinematográfica.

Hugo Mauerhofer. A psicologia da experiência cinematográfica. Idem, p. 376 (com adaptações).

No que se refere às ideias e estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item.

Infere-se da leitura do texto que a sensação de alteração do tempo e do espaço experimentada pelos espectadores no cinema é um efeito negativo da experiência cinematográfica.

 

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2473478 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ANCINE

Texto para o item

O principal objetivo do cinema é retratar as emoções. O teatro pode recorrer às frases de efeito e sustentar o interesse da plateia por meio de diálogos eminentemente intelectuais, e não emocionais. Já para o ator de cinema, a ação é fundamental: é o único meio de assegurar a atenção do espectador, e mais, o seu significado e a sua unidade emergem dos sentimentos e das emoções que a determinam. No cinema, mais do que no teatro, os personagens são, antes de tudo, sujeitos de experiências emocionais. A alegria e a dor, a esperança e o medo, o amor e o ódio, a gratidão e a inveja, a solidariedade e a malícia conferem ao filme significado e valor. Quais as possibilidades de o cinema exprimir esses sentimentos de forma convincente?

Sem dúvida, uma emoção que não pode manifestar-se verbalmente perde parte de sua força; no entanto, os gestos, os atos e as expressões faciais se entrelaçam de tal forma no processo psíquico de uma emoção intensa que, para cada nuança, pode-se chegar à expressão característica. Basta o rosto — os rictos em torno da boca, a expressão dos olhos, da testa, os movimentos das narinas e a determinação do queixo — para conferir inúmeras nuanças à cor do sentimento. O close-up pode avivar muito a impressão. É no auge da emoção no palco que o espectador de teatro recorre aos binóculos para captar a sutil emoção dos lábios, a paixão ou o terror expressos no olhar, o tremor das faces. Na tela, a ampliação por meio do close-up acentua ao máximo a ação emocional do rosto, podendo também destacar o movimento das mãos, por meio do qual a raiva e a fúria, o amor ou o ciúme falam em linguagem inconfundível. Se a cena tende para o humor, um close-up de pés em colóquio amoroso pode muito bem contar o que se passa no coração dos seus donos. Os limites, todavia, são estreitos. Muitos sintomas emocionais, tais como corar ou empalidecer, se perderiam na expressão meramente fotográfica, e, o que é mais importante, essas e muitas outras manifestações dos sentimentos fogem ao controle voluntário. Os atores de cinema podem recriar os movimentos cuidadosamente, imitando as contrações e os relaxamentos dos músculos, e, mesmo assim, ser incapazes de reproduzir os processos mais essenciais à verdadeira emoção — os que se passam nas glândulas, nos vasos sanguíneos e nos músculos autônomos.

Hugo Munsterberg. As emoções. In: Ismail Xavier. A experiência do cinema. Rio de Janeiro: Graal, 1983, p. 46-7 (com adaptações).

Com relação aos aspectos linguísticos apresentados no texto, julgue o item subsequente.

A supressão da expressão “É (...) que”, no trecho “É no auge da emoção no palco que o espectador de teatro recorre aos binóculos”, não prejudicaria o sentido original do texto, podendo o segmento ser corretamente reescrito da seguinte forma: No auge da emoção no palco, o espectador de teatro recorre aos binóculos.

 

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