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TEXTO 1– JORNALISTA
Cada jornalista é, para o comum do povo, ao mesmo tempo um mestre de primeiras letras e um catedrático de democracia em ação, um advogado e um censor(A), um familiar e um magistrado. Bebidas com o primeiro pão do dia, as suas lições penetram até o fundo das consciências inexpertas, onde vão elaborar a moral usual(B), os sentimentos e os impulsos, de que depende a sorte dos governos e das nações.
Rui Barbosa
TEXTO 2– JORNALISTA
Não há, talvez, gente mais detestada em segredo. Nem gente a quem os outros, quase sempre, recorram tanto. Força irresistível, dominadora, ostensiva de todo o panorama social, construindo heróis falsos ou verdadeiros, derrubando verdadeiros ou falsos ídolos, o jornal – esta folha de papel que custa um níquel, que interessa durante uma hora(C) – é escrito, na verdade, por uma gente suspeita(E). Donde vieram esses sujeitos em mangas de camisa, com uma ponta de cigarro no canto da boca, que rabiscam nervosamente no fundo da sala?(D) Que pensamentos e ambições estarão por trás dessas frontes inclinadas sobre a mesa?
Ribeiro Couto
O item em que a forma equivalente indicada não mantém o sentido original é:
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TEXTO 1– JORNALISTA
Cada jornalista é, para o comum do povo, ao mesmo tempo um mestre de primeiras letras e um catedrático de democracia em ação, um advogado e um censor, um familiar e um magistrado. Bebidas com o primeiro pão do dia, as suas lições penetram até o fundo das consciências inexpertas,(D) onde vão elaborar a moral usual, os sentimentos e os impulsos, de que depende a sorte dos governos e das nações.
Rui Barbosa
TEXTO 2– JORNALISTA
Não há, talvez, gente mais detestada em segredo(A). Nem gente a quem os outros, quase sempre, recorram tanto(E). Força irresistível, dominadora, ostensiva de todo o panorama social, construindo heróis falsos ou verdadeiros, derrubando verdadeiros ou falsos ídolos, o jornal – esta folha de papel que custa um níquel(B), que interessa durante uma hora – é escrito, na verdade, por uma gente suspeita. Donde vieram esses sujeitos em mangas de camisa, com uma ponta de cigarro no canto da boca, que rabiscam nervosamente no fundo da sala? Que pensamentos e ambições estarão por trás dessas frontes inclinadas sobre a mesa?(C)
Ribeiro Couto
A frase em que NÃO ocorre nenhuma forma de adjetivação é:
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TEXTO 1– JORNALISTA
Cada jornalista é, para o comum do povo, ao mesmo tempo um mestre de primeiras letras e um catedrático de democracia em ação, um advogado e um censor, um familiar e um magistrado. Bebidas com o primeiro pão do dia, as suas lições penetram até o fundo das consciências inexpertas, onde vão elaborar a moral usual, os sentimentos e os impulsos, de que depende a sorte dos governos e das nações.
Rui Barbosa
TEXTO 2– JORNALISTA
Não há, talvez, gente mais detestada em segredo. Nem gente a quem os outros, quase sempre, recorram tanto. Força irresistível, dominadora, ostensiva de todo o panorama social, construindo heróis falsos ou verdadeiros, derrubando verdadeiros ou falsos ídolos, o jornal – esta folha de papel que custa um níquel, que interessa durante uma hora – é escrito, na verdade, por uma gente suspeita. Donde vieram esses sujeitos em mangas de camisa, com uma ponta de cigarro no canto da boca, que rabiscam nervosamente no fundo da sala? Que pensamentos e ambições estarão por trás dessas frontes inclinadas sobre a mesa?
Ribeiro Couto
A frase em que o vocábulo onde é empregado de forma inadequada é:
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TEXTO 1– JORNALISTA
Cada jornalista é, para o comum do povo, ao mesmo tempo um mestre de primeiras letras e um catedrático de democracia em ação, um advogado e um censor, um familiar e um magistrado. Bebidas com o primeiro pão do dia, as suas lições penetram até o fundo das consciências inexpertas, onde vão elaborar a moral usual, os sentimentos e os impulsos, de que depende a sorte dos governos e das nações.
Rui Barbosa
TEXTO 2– JORNALISTA
Não há, talvez, gente mais detestada em segredo. Nem gente a quem os outros, quase sempre, recorram tanto. Força irresistível, dominadora, ostensiva de todo o panorama social, construindo heróis falsos ou verdadeiros, derrubando verdadeiros ou falsos ídolos, o jornal – esta folha de papel que custa um níquel, que interessa durante uma hora – é escrito, na verdade, por uma gente suspeita. Donde vieram esses sujeitos em mangas de camisa, com uma ponta de cigarro no canto da boca, que rabiscam nervosamente no fundo da sala? Que pensamentos e ambições estarão por trás dessas frontes inclinadas sobre a mesa?
Ribeiro Couto
“Donde vieram esses sujeitos em mangas de camisa?” – se colocarmos essa frase em discurso indireto, sua forma adequada será:
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TEXTO 1– JORNALISTA
Cada jornalista é, para o comum do povo, ao mesmo tempo um mestre de primeiras letras e um catedrático de democracia em ação, um advogado e um censor, um familiar e um magistrado. Bebidas com o primeiro pão do dia, as suas lições penetram até o fundo das consciências inexpertas, onde vão elaborar a moral usual, os sentimentos e os impulsos, de que depende a sorte dos governos e das nações.
Rui Barbosa
TEXTO 2– JORNALISTA
Não há, talvez, gente mais detestada em segredo. Nem gente a quem os outros, quase sempre, recorram tanto. Força irresistível, dominadora, ostensiva de todo o panorama social, construindo heróis falsos ou verdadeiros, derrubando verdadeiros ou falsos ídolos, o jornal – esta folha de papel que custa um níquel, que interessa durante uma hora – é escrito, na verdade, por uma gente suspeita. Donde vieram esses sujeitos em mangas de camisa, com uma ponta de cigarro no canto da boca, que rabiscam nervosamente no fundo da sala? Que pensamentos e ambições estarão por trás dessas frontes inclinadas sobre a mesa?
Ribeiro Couto
” onde vão elaborar a moral usual, os sentimentos e os impulsos,de que depende a sorte dos governos e das nações”; nesse segmento do texto, o vocábulo sublinhado é classificado como:
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TEXTO 1– JORNALISTA
Cada jornalista é, para o comum do povo, ao mesmo tempo um mestre de primeiras letras e um catedrático de democracia em ação, um advogado e um censor, um familiar e um magistrado. Bebidas com o primeiro pão do dia, as suas lições penetram até o fundo das consciências inexpertas, onde vão elaborar a moral usual, os sentimentos e os impulsos, de que depende a sorte dos governos e das nações.
Rui Barbosa
TEXTO 2– JORNALISTA
Não há, talvez, gente mais detestada em segredo. Nem gente a quem os outros, quase sempre, recorram tanto. Força irresistível, dominadora, ostensiva de todo o panorama social, construindo heróis falsos ou verdadeiros, derrubando verdadeiros ou falsos ídolos, o jornal – esta folha de papel que custa um níquel, que interessa durante uma hora – é escrito, na verdade, por uma gente suspeita. Donde vieram esses sujeitos em mangas de camisa, com uma ponta de cigarro no canto da boca, que rabiscam nervosamente no fundo da sala? Que pensamentos e ambições estarão por trás dessas frontes inclinadas sobre a mesa?
Ribeiro Couto
O item em que a correspondência entre adjetivo do texto 2 e substantivo NÃO é adequadamente indicada é:
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TEXTO 1– JORNALISTA
Cada jornalista é, para o comum do povo, ao mesmo tempo um mestre de primeiras letras e um catedrático de democracia em ação, um advogado e um censor, um familiar e um magistrado. Bebidas com o primeiro pão do dia, as suas lições penetram até o fundo das consciências inexpertas, onde vão elaborar a moral usual, os sentimentos e os impulsos, de que depende a sorte dos governos e das nações.
Rui Barbosa
TEXTO 2– JORNALISTA
Não há, talvez, gente mais detestada em segredo. Nem gente a quem os outros, quase sempre, recorram tanto. Força irresistível, dominadora, ostensiva de todo o panorama social, construindo heróis falsos ou verdadeiros, derrubando verdadeiros ou falsos ídolos, o jornal – esta folha de papel que custa um níquel, que interessa durante uma hora – é escrito, na verdade, por uma gente suspeita. Donde vieram esses sujeitos em mangas de camisa, com uma ponta de cigarro no canto da boca, que rabiscam nervosamente no fundo da sala? Que pensamentos e ambições estarão por trás dessas frontes inclinadas sobre a mesa?
Ribeiro Couto
Nas caracterizações do jornalista por Rui Barbosa, o(s) par(es) de palavras que mostra(m) oposição é (são):
I - mestre de primeiras letras X catedrático de democracia;
II - advogado X censor;
III - familiar X magistrado;
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“Embora sem participar da Semana de Arte Moderna (1922), Tarsila do Amaral criou um estilo próprio: as cores e formas procuravam sintetizar a alegria da natureza tropical e a simplicidade do mundo rural, livres da influência européia.”
Adaptado de Arruda, J.J. de A. Toda a História. Editora Ática. SP. 2004.

O nome do quadro de Tarsila do Amaral é:
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“O programa me deixa em grande depressão. As pessoas, ali, mostram suas piores qualidades: pouco caráter, pouco altruísmo e solidariedade; capacidade de mentir, tergiversar. O público gosta pela mesma razão que gostava do circo romano, quando pessoas eram atiradas aos leões.”
Folha de São Paulo. 8/04/2007.
No fragmento acima o ator Juca de Oliveira critica um dos programas interativos de maior audiência da TV brasileira. Ele está se referindo a:
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“Ser negro no Brasil não é fácil. Talvez não seja tão difícil quanto foi antes, mas não é fácil. E não o é porque o negro teve aqui uma história iníqua, que o marcou e nos marca a todos, fez da cor da sua pele um sinal de desigualdade”
Ferreira Gullar. Folha de São Paulo. 2007.
Numerosos pronunciamentos sobre racismo mobilizaram a opinião pública brasileira nesse início de 2007. Sobre esse tema, avalie as afirmativas a seguir:
I. O conceito de raça é ultrapassado e as diferenças étnicas não implicam em diferenças essenciais.
II. Os homens resultaram de imprevisíveis combinações de uns mesmos elementos genéticos e que, guardando sua inconfundível individualidade, pertencem todos a uma única espécie.
III. O racismo mantém-se na contramão da evolução cultural do homem em direção à fraternidade e à solidariedade.
Está(ao) correta(s) a(s) afirmativa(s):
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