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2532355
Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: AME Apucarana
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: AME Apucarana
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Dias Gomes ficou conhecido em todo o país pelo trabalho na dramaturgia. Foi casado com uma escritora de teledramaturgia, que assinava suas obras com o nome de:
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A responsabilidade de guardar e conservar os equipamentos de proteção individuais é de quem?
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Texto 1
Embalagem invisível
Vem de Planaltina, no Distrito Federal, a notícia de uma solução boa, bonita e barata para conservar por mais tempo aquele cacho de bananas, os tomates ou o abacaxi pelos quais você pagou caro na feira. Quer uma notícia ainda melhor? A fórmula é totalmente natural e foi desenvolvida dentro de uma universidade pública, por um estudante de apenas 20 anos. Com sua descoberta, Josemar Gonçalves de Oliveira Silva, ou simplesmente Zeca, como gosta de ser chamado, venceu o prêmio de melhor projeto da 4ª Semana de Produção Científica do Instituto Federal de Brasília, onde cursa Licenciatura em Biologia.
Quando mergulhados na solução criada por Zeca, composta por fécula (polvilho ou amido) de mandioca e óleo de cravo-da-índia, os alimentos podem permanecer conservados por até dez dias a mais do que o normal. O custo de produção do litro é inferior a R$ 5 e o preparo é bastante simples. ”A solução pode ser considerada um novo tipo de embalagem, que interage com o alimento e controla determinadas características, como o desenvolvimento de micro-organismos, principalmente os fungos!”, explica o estudante.
A “embalagem” também traz outros benefícios, como retardar o processo de maturação, melhorar as características externas (como o brilho e a consistência da casca) e aumentar o tempo de vida de prateleira ou para transporte dos frutos. Zeca, que já concluiu no mesmo instituto os cursos de Técnico em Agroindústria e Tecnologia em Agroecologia, levou um ano para desenvolver a fórmula. “Iniciamos os estudos para tentar ajudar o problema do desperdício de alimentos. Li em uma pesquisa que 40% das bananas colhidas são perdidas por causa de doenças. Esse número é muito alto. Após testar a fórmula, observei que não houve desenvolvimento de doença nos frutos revestidos”, conta o estudante.
A próxima etapa é verificar a patente e pesquisar alternativas para produção em escala industrial. Por ser de preparação extremamente simples, no entanto, a fórmula já pode ser usada nos lares e por pequenos produtores e comerciantes. “Acredito que a inovação não precisa ser sempre baseada em descobertas complexas. Ás vezes, uma coisa muito simples pode causar impacto e transformar a realidade das pessoas”, defende o aluno, que diz estar “com as cabeças nas nuvens” graças à repercussão do projeto. Nas nuvens, mas nem tanto: no momento, ele se prepara para concorrer a uma vaga no mestrado da Universidade de São Paulo (USP).
Marina Góes
(Fonte: Revista Seleções Readers Digest, abril de 2016, p. 26 e 27)
Assinale a alternativa em que todas as palavras são do gênero feminino:
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Texto 1
Embalagem invisível
Vem de Planaltina, no Distrito Federal, a notícia de uma solução boa, bonita e barata para conservar por mais tempo aquele cacho de bananas, os tomates ou o abacaxi pelos quais você pagou caro na feira. Quer uma notícia ainda melhor? A fórmula é totalmente natural e foi desenvolvida dentro de uma universidade pública, por um estudante de apenas 20 anos. Com sua descoberta, Josemar Gonçalves de Oliveira Silva, ou simplesmente Zeca, como gosta de ser chamado, venceu o prêmio de melhor projeto da 4ª Semana de Produção Científica do Instituto Federal de Brasília, onde cursa Licenciatura em Biologia.
Quando mergulhados na solução criada por Zeca, composta por fécula (polvilho ou amido) de mandioca e óleo de cravo-da-índia, os alimentos podem permanecer conservados por até dez dias a mais do que o normal. O custo de produção do litro é inferior a R$ 5 e o preparo é bastante simples. ”A solução pode ser considerada um novo tipo de embalagem, que interage com o alimento e controla determinadas características, como o desenvolvimento de micro-organismos, principalmente os fungos!”, explica o estudante.
A “embalagem” também traz outros benefícios, como retardar o processo de maturação, melhorar as características externas (como o brilho e a consistência da casca) e aumentar o tempo de vida de prateleira ou para transporte dos frutos. Zeca, que já concluiu no mesmo instituto os cursos de Técnico em Agroindústria e Tecnologia em Agroecologia, levou um ano para desenvolver a fórmula. “Iniciamos os estudos para tentar ajudar o problema do desperdício de alimentos. Li em uma pesquisa que 40% das bananas colhidas são perdidas por causa de doenças. Esse número é muito alto. Após testar a fórmula, observei que não houve desenvolvimento de doença nos frutos revestidos”, conta o estudante.
A próxima etapa é verificar a patente e pesquisar alternativas para produção em escala industrial. Por ser de preparação extremamente simples, no entanto, a fórmula já pode ser usada nos lares e por pequenos produtores e comerciantes. “Acredito que a inovação não precisa ser sempre baseada em descobertas complexas. Ás vezes, uma coisa muito simples pode causar impacto e transformar a realidade das pessoas”, defende o aluno, que diz estar “com as cabeças nas nuvens” graças à repercussão do projeto. Nas nuvens, mas nem tanto: no momento, ele se prepara para concorrer a uma vaga no mestrado da Universidade de São Paulo (USP).
Marina Góes
(Fonte: Revista Seleções Readers Digest, abril de 2016, p. 26 e 27)
Assinale a alternativa na qual a palavra está incorretamente flexionada no plural:
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Em se tratando de higiene pessoal, os odores gerados pelo suor do nosso corpo são considerados como sendo reações orgânicas:
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Texto 1
Embalagem invisível
Vem de Planaltina, no Distrito Federal, a notícia de uma solução boa, bonita e barata para conservar por mais tempo aquele cacho de bananas, os tomates ou o abacaxi pelos quais você pagou caro na feira. Quer uma notícia ainda melhor? A fórmula é totalmente natural e foi desenvolvida dentro de uma universidade pública, por um estudante de apenas 20 anos. Com sua descoberta, Josemar Gonçalves de Oliveira Silva, ou simplesmente Zeca, como gosta de ser chamado, venceu o prêmio de melhor projeto da 4ª Semana de Produção Científica do Instituto Federal de Brasília, onde cursa Licenciatura em Biologia.
Quando mergulhados na solução criada por Zeca, composta por fécula (polvilho ou amido) de mandioca e óleo de cravo-da-índia, os alimentos podem permanecer conservados por até dez dias a mais do que o normal. O custo de produção do litro é inferior a R$ 5 e o preparo é bastante simples. ”A solução pode ser considerada um novo tipo de embalagem, que interage com o alimento e controla determinadas características, como o desenvolvimento de micro-organismos, principalmente os fungos!”, explica o estudante.
A “embalagem” também traz outros benefícios, como retardar o processo de maturação, melhorar as características externas (como o brilho e a consistência da casca) e aumentar o tempo de vida de prateleira ou para transporte dos frutos. Zeca, que já concluiu no mesmo instituto os cursos de Técnico em Agroindústria e Tecnologia em Agroecologia, levou um ano para desenvolver a fórmula. “Iniciamos os estudos para tentar ajudar o problema do desperdício de alimentos. Li em uma pesquisa que 40% das bananas colhidas são perdidas por causa de doenças. Esse número é muito alto. Após testar a fórmula, observei que não houve desenvolvimento de doença nos frutos revestidos”, conta o estudante.
A próxima etapa é verificar a patente e pesquisar alternativas para produção em escala industrial. Por ser de preparação extremamente simples, no entanto, a fórmula já pode ser usada nos lares e por pequenos produtores e comerciantes. “Acredito que a inovação não precisa ser sempre baseada em descobertas complexas. Ás vezes, uma coisa muito simples pode causar impacto e transformar a realidade das pessoas”, defende o aluno, que diz estar “com as cabeças nas nuvens” graças à repercussão do projeto. Nas nuvens, mas nem tanto: no momento, ele se prepara para concorrer a uma vaga no mestrado da Universidade de São Paulo (USP).
Marina Góes
(Fonte: Revista Seleções Readers Digest, abril de 2016, p. 26 e 27)
Assinale a alternativa cujo uso de vírgula seja justificado por separar itens em uma sequência:
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2528045
Ano: 2016
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: AME Apucarana
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: AME Apucarana
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No sistema de juro simples quantos meses um capital leva para dobrar seu valor a uma taxa de 4% ao mês?
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Texto 1
Embalagem invisível
Vem de Planaltina, no Distrito Federal, a notícia de uma solução boa, bonita e barata para conservar por mais tempo aquele cacho de bananas, os tomates ou o abacaxi pelos quais você pagou caro na feira. Quer uma notícia ainda melhor? A fórmula é totalmente natural e foi desenvolvida dentro de uma universidade pública, por um estudante de apenas 20 anos. Com sua descoberta, Josemar Gonçalves de Oliveira Silva, ou simplesmente Zeca, como gosta de ser chamado, venceu o prêmio de melhor projeto da 4ª Semana de Produção Científica do Instituto Federal de Brasília, onde cursa Licenciatura em Biologia.
Quando mergulhados na solução criada por Zeca, composta por fécula (polvilho ou amido) de mandioca e óleo de cravo-da-índia, os alimentos podem permanecer conservados por até dez dias a mais do que o normal. O custo de produção do litro é inferior a R$ 5 e o preparo é bastante simples. ”A solução pode ser considerada um novo tipo de embalagem, que interage com o alimento e controla determinadas características, como o desenvolvimento de micro-organismos, principalmente os fungos!”, explica o estudante.
A “embalagem” também traz outros benefícios, como retardar o processo de maturação, melhorar as características externas (como o brilho e a consistência da casca) e aumentar o tempo de vida de prateleira ou para transporte dos frutos. Zeca, que já concluiu no mesmo instituto os cursos de Técnico em Agroindústria e Tecnologia em Agroecologia, levou um ano para desenvolver a fórmula. “Iniciamos os estudos para tentar ajudar o problema do desperdício de alimentos. Li em uma pesquisa que 40% das bananas colhidas são perdidas por causa de doenças. Esse número é muito alto. Após testar a fórmula, observei que não houve desenvolvimento de doença nos frutos revestidos”, conta o estudante.
A próxima etapa é verificar a patente e pesquisar alternativas para produção em escala industrial. Por ser de preparação extremamente simples, no entanto, a fórmula já pode ser usada nos lares e por pequenos produtores e comerciantes. “Acredito que a inovação não precisa ser sempre baseada em descobertas complexas. Ás vezes, uma coisa muito simples pode causar impacto e transformar a realidade das pessoas”, defende o aluno, que diz estar “com as cabeças nas nuvens” graças à repercussão do projeto. Nas nuvens, mas nem tanto: no momento, ele se prepara para concorrer a uma vaga no mestrado da Universidade de São Paulo (USP).
Marina Góes
(Fonte: Revista Seleções Readers Digest, abril de 2016, p. 26 e 27)
Assinale a alternativa incorreta quanto à separação silábica das palavras:
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Texto 1
Embalagem invisível
Vem de Planaltina, no Distrito Federal, a notícia de uma solução boa, bonita e barata para conservar por mais tempo aquele cacho de bananas, os tomates ou o abacaxi pelos quais você pagou caro na feira. Quer uma notícia ainda melhor? A fórmula é totalmente natural e foi desenvolvida dentro de uma universidade pública, por um estudante de apenas 20 anos. Com sua descoberta, Josemar Gonçalves de Oliveira Silva, ou simplesmente Zeca, como gosta de ser chamado, venceu o prêmio de melhor projeto da 4ª Semana de Produção Científica do Instituto Federal de Brasília, onde cursa Licenciatura em Biologia.
Quando mergulhados na solução criada por Zeca, composta por fécula (polvilho ou amido) de mandioca e óleo de cravo-da-índia, os alimentos podem permanecer conservados por até dez dias a mais do que o normal. O custo de produção do litro é inferior a R$ 5 e o preparo é bastante simples. ”A solução pode ser considerada um novo tipo de embalagem, que interage com o alimento e controla determinadas características, como o desenvolvimento de micro-organismos, principalmente os fungos!”, explica o estudante.
A “embalagem” também traz outros benefícios, como retardar o processo de maturação, melhorar as características externas (como o brilho e a consistência da casca) e aumentar o tempo de vida de prateleira ou para transporte dos frutos. Zeca, que já concluiu no mesmo instituto os cursos de Técnico em Agroindústria e Tecnologia em Agroecologia, levou um ano para desenvolver a fórmula. “Iniciamos os estudos para tentar ajudar o problema do desperdício de alimentos. Li em uma pesquisa que 40% das bananas colhidas são perdidas por causa de doenças. Esse número é muito alto. Após testar a fórmula, observei que não houve desenvolvimento de doença nos frutos revestidos”, conta o estudante.
A próxima etapa é verificar a patente e pesquisar alternativas para produção em escala industrial. Por ser de preparação extremamente simples, no entanto, a fórmula já pode ser usada nos lares e por pequenos produtores e comerciantes. “Acredito que a inovação não precisa ser sempre baseada em descobertas complexas. Ás vezes, uma coisa muito simples pode causar impacto e transformar a realidade das pessoas”, defende o aluno, que diz estar “com as cabeças nas nuvens” graças à repercussão do projeto. Nas nuvens, mas nem tanto: no momento, ele se prepara para concorrer a uma vaga no mestrado da Universidade de São Paulo (USP).
Marina Góes
(Fonte: Revista Seleções Readers Digest, abril de 2016, p. 26 e 27)
Assinale a alternativa incorreta de acordo com o texto:
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Produto que NÃO deverá ser utilizado na limpeza de móveis de madeira envernizados:
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