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- PODC: Processo OrganizacionalProcesso Administrativo: OrganizaçãoIntrodução ao Processo de Organização
No nível operacional, a função administrativa de organização se manifesta por meio da promoção de
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A respeito das orientações para a elaboração de atos normativos, que em geral se organizam em torno de artigos, assinale a opção correta, conforme o Manual de Redação da Presidência da República (3.ª edição).
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O Manual de Redação da Presidência da República (3.ª edição) elenca uma série de expressões a evitar e expressões de uso recomendável em textos oficiais. Com relação a esse assunto, julgue os itens a seguir, de acordo com o referido manual.
I O emprego da expressão o mesmo no lugar de pronome pessoal é aceitável em textos oficiais: como há divergência entre os gramáticos a respeito do uso dessa expressão nesses contextos, seu emprego não pode ser considerado inadequado.
II Tanto a expressão ao passo que quanto a expressão enquanto que, quando veiculam sentido de proporcionalidade, são aceitáveis em textos oficiais, podendo ser empregadas de modo intercambiável.
III É impróprio o uso da expressão junto a na frase Declarou junto à Receita Federal do Brasil.
IV Deve-se evitar a ocorrência de cacófatos a todo custo em textos oficiais, uma vez que esse tipo de ocorrência pode gerar leituras maliciosas indesejáveis.
V Por se tratar de neologismos, é vedado o emprego dos verbos objetivar (no sentido de tornar objetivo) e operacionalizar, recomendando-se a substituição destes por sinônimos como materializar e executar, respectivamente.
Assinale a opção correta.
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A respeito de formatação e de aspectos gramaticais na redação oficial, assinale a opção correta, de acordo com o Manual de Redação da Presidência da República (3.ª edição).
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A respeito do gênero email como documento oficial, assinale a opção correta, de acordo com o Manual de Redação da Presidência da República (3.ª edição).
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De acordo com o Manual de Redação da Presidência da República (3.ª edição), a objetividade, um dos atributos de textos oficiais, pode ser alcançada por meio da
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A respeito do padrão ofício, assinale a opção correta, conforme o Manual de Redação da Presidência da República (3.ª edição).
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Assinale a opção correta, a respeito do uso de pronomes de tratamento em textos oficiais, de acordo com o Manual de Redação da Presidência da República (3.ª edição).
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De acordo com o Manual de Redação da Presidência da República (3.ª edição), a clareza deve ser a qualidade básica de todo texto oficial, sendo considerado claro o texto que possibilita imediata compreensão pelo leitor. Nesse sentido, recomenda-se, como forma de alcançar a clareza em texto oficial, o emprego de
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Eu sou uma contadora de histórias e gostaria de contar a vocês algumas histórias pessoais sobre o que eu gosto de chamar “o perigo de uma única história”. Eu fui uma leitora precoce. E o que eu lia eram livros infantis britânicos e americanos. Eu fui também uma escritora precoce. E, quando comecei a escrever, eu escrevia exatamente os tipos de histórias que eu lia. Todos os meus personagens eram brancos de olhos azuis. A meu ver, o que isso demonstra é como nós somos impressionáveis e vulneráveis em face de uma história, principalmente quando somos crianças. Bem, as coisas mudaram quando eu descobri os livros africanos. Então o que a descoberta dos escritores africanos fez por mim foi: salvou-me de ter uma única história sobre o que os livros são. Anos mais tarde, pensei nisso quando deixei a Nigéria para cursar universidade nos Estados Unidos. Minha colega de quarto americana ficou chocada comigo. Ela perguntou se podia ouvir o que ela chamou de minha “música tribal” e, consequentemente, ficou muito desapontada quando eu toquei minha fita da Mariah Carey! Minha colega de quarto tinha uma única história sobre a África. Uma única história de catástrofe. Nessa única história não havia possibilidade de os africanos serem iguais a ela, de jeito nenhum. Então, após ter passado vários anos nos Estados Unidos como uma africana, eu comecei a entender a reação de minha colega para comigo. Se eu não tivesse crescido na Nigéria, e se tudo que eu conhecesse sobre a África viesse das imagens populares, eu também pensaria que a África era um lugar de lindas paisagens, lindos animais e pessoas incompreensíveis, lutando em guerras sem sentido, morrendo de pobreza e AIDS, incapazes de falar por eles mesmos e esperando serem salvos por um estrangeiro branco e gentil. É assim, pois, que se cria uma única história: mostre um povo como uma coisa, como somente uma coisa, repetidamente, e será o que eles se tornarão. É impossível falar sobre única história sem falar sobre poder. Poder é a habilidade de não só contar a história de uma outra pessoa, mas de fazer a história definitiva daquela pessoa. Comece uma história com as flechas dos nativos americanos, e não com a chegada dos britânicos, e você tem uma história totalmente diferente. Comece a história com o fracasso do estado africano, e não com a criação colonial do estado africano, e você tem uma história totalmente diferente. Histórias importam. Muitas histórias importam. Histórias podem destruir a dignidade de um povo, mas histórias também podem reparar essa dignidade perdida. Quando nós rejeitamos uma única história, quando percebemos que nunca há apenas uma história sobre nenhum lugar, nós reconquistamos um tipo de paraíso.
Chimamanda Ngozi Adichie. O perigo de uma história
única. Julia Romeu (Trad.). 1.ª ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2019 (com adaptações).
No trecho “Bem, as coisas mudaram quando eu descobri os livros africanos”, do texto 14A3-III, o termo “Bem”
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