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Leia o texto a seguir.
Por detrás das pautas dos acontecimentos culturais - estreias, inaugurações, lançamentos de produtos etc. - que constituem os cadernos culturais diários e semanais - muitas vezes estão as assessorias de imprensa, que estabelecem e mantêm a articulação entre as fontes e as redações, facilitam o trabalho de ambos, mas nem sempre o definem.
MIRANDA, Nadja. Divulgação e jornalismo cultural. In: RUBIM, Linda (Org.). Organização e produção da cultura. Salvador: EDUFBA; FACOM/ CULT, 2005, p. 79-98. [Fragmento]
Considerando esse contexto, avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre elas.
I. As assessorias, em muitos casos, tornam-se também fontes - porque têm a matéria-prima básica das informações -, notadamente nos cadernos culturais, que são constituídos, em grande parte, pelas informações delas provenientes.
PORQUE
II. O público imediato das assessorias não são os leitores, mas os próprios jornalistas. No relacionamento daqueles com estes, é necessário atuar com base na percepção que os jornalistas, nas redações, têm do fato e de como vão transmiti-los.
É correto afirmar que
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A avaliação e o monitoramento de ações culturais são fundamentais para acompanhar o desempenho dos mesmos. Etapa relevante de um planejamento estratégico, é, muitas vezes, não formulada. Para Cunha (2018, p. 167), “quando falamos de monitoramento e de avaliação de programas e projetos, precisamos estabelecer indicadores de várias naturezas que sejam capazes de abarcar a diversidade de nossas atividades e de traduzir a realidade das instituições culturais. O primeiro passo é sabermos o que queremos e quais ferramentas teremos para analisar os processos cotidianos (como questões financeiras, de tempo, de uso de recursos, de desenvolvimento das atividades e de público); e, em seguida, medir o alcance de nossas metas e resultados. [...] Assim, o registro de informações é fundamental para que possamos ter dados comparativos que demonstrem a evolução de determinados processos desejados”.
CUNHA, Maria Helena. Planejamento estratégico de projetos e programas culturais. São Paulo: Ed. SENAC, 2018, p. 167. [Fragmento]
São exemplos de indicadores de ações culturais:
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Considerando-se que Planejamento e Organização “são duas práticas indissociáveis para todo e qualquer evento. Apesar de cotidianamente serem empregadas como sinônimas, cada uma delas vai ter sua especificidade no processo gerencial dos eventos, independentemente de sua classificação ou tipologia.” (BARICHELLO, 2022, p. 45), assinale a alternativa correta.
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A acessibilidade é um dos quesitos fundamentais para garantir democratização e inclusão de acesso a eventos culturais. Sobre o tema, Cunha (2018) ressalta que “esse é um ponto fundamental a ser discutido durante a elaboração de projetos. Não se trata apenas de demonstrar a sua capacidade de permitir acesso às pessoas com necessidades especiais (sejam elas motoras, auditivas, visuais, intelectuais e/ou mentais) para cumprir uma exigência da legislação, mas, sim, de garantir e facilitar o acesso de mais pessoas ao produto cultural disponível como direito. Mais do que desempenhar um papel social, é vislumbrá-lo como um perfil de público específico de cultura que precisa de determinadas medidas para ter o seu acesso garantido”.
CUNHA, Maria Helena. Planejamento estratégico de projetos e programas culturais. São Paulo: Ed. SENAC, 2018, p. 145. [Fragmento]
Sobre a acessibilidade cultural, é correto afirmar que
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De acordo com Linda Rubim (2005), para que um sistema cultural se desenvolva em plenitude, é preciso atualizar, complementar e complexificar as atividades e práticas sociais necessárias e essenciais a ele. Para a autora, “além da diferenciação e especialização das atividades, desenvolvidas através do processo de divisão social do trabalho, que acompanha - em sentido negativo ou positivo - a história da sociedade humana, será preciso que tais atividades, agora autonomizadas, ganhem distinção social. Isto é, sejam reconhecidas pela sociedade como atividades diferenciadas e especializadas”.
RUBIM, Linda. Produção cultural. In: RUBIM, Linda (Org.). Organização e produção da cultura. Salvador: DUFBA; FACOM/ CULT, 2005, p. 16. [Fragmento]
A partir das ideias desse texto, relacione as atividades e práticas sociais concernentes a um sistema cultural (coluna I) aos tipos de profissionais e agentes característicos de tais atividades e práticas (coluna II).
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COLUNA I |
COLUNA II |
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1. Criação, inovação e invenção. 2. Transmissão, difusão e divulgação. 3. Preservação e manutenção. 4. Administração e gestão. 5. Organização. 6. Crítica, reflexão, estudo, pesquisa e investigação. 7. Recepção e consumo. |
( ) economistas, gestores e administradores. ( ) estudiosos, pesquisadores e críticos. ( ) públicos e consumidores. ( ) produtor cultural, promotor cultural e animador cultural. ( ) educadores e professores, profissionais de comunicação e das mídias. ( ) intelectuais, cientistas, artistas e criadores das manifestações culturais populares. ( ) arquitetos, restauradores, museólogos, arquivistas e bibliotecários. |
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
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Teixeira Coelho (2001), ao desenvolver a ideia de ação cultural, a define como um conjunto de atividades destinadas a viabilizar acesso a bens culturais. Segundo esse autor: “no tipo de organização social que temos, a dinâmica cultural pode ser entendida e descrita nos termos do modelo de todo sistema de produção do qual o sistema de produção cultural é variante. Esse sistema apresenta quatro clássicas fases: 1. a produção propriamente dita do bem cultural; 2. Sua distribuição aos pontos onde pode vir a entrar em contato com seu eventual destinatário; 3. a troca do bem (em nosso regime sua troca por dinheiro) [...]; 4. a fase última, a do seu consumo ou uso efetivo desse bem. São esses os setores em que pode intervir a ação cultural – que se transformará numa política de ação cultural quando dizer respeito a todos eles coordenadamente e de modo a totalizá-los numa entidade”.
COELHO, Teixeira. O que é ação cultural? São Paulo: Brasiliense, 2001, p. 74. [Fragmento]
Com base nessa visão integrada de ação cultural apresentada pelo autor, é correto afirmar que
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Ao desenvolver a escrita de um projeto cultural, o produtor deve saber justificar a importância desse projeto. Segundo Daniele Sampaio (2021, p.57), “A ‘Justificativa’ é o espaço onde efetivamente se poderá responder por que o projeto é relevante: para si, para os públicos, para o financiador – para ficar no tripé mais evidente. Faça uma lista de razões. Depois, procure responder quais são as suas motivações artísticas, sociais, ambientais e/ou comerciais. Qual a importância na trajetória artística do proponente? Em que contexto sociocultural pretende-se realizar o projeto? De que maneira o projeto pode contribuir para este contexto? A proposta estabelece diálogo com os desafios contemporâneos?”
SAMPAIO, Daniele. Elaboração de projetos para o desenvolvimento de agentes e agendas. Belo Horizonte: Ed. Javali, 2021, p. 57. [Fragmento]
Levando-se em consideração as orientações apresentadas pela autora nesse texto, é correto afirmar que
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Disciplina: Comunicação Social
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Pinhalão-PR
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