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I.A definição de Tylor evidencia que a cultura é constituída por elementos adquiridos por meio da socialização, ressaltando que o conhecimento e os valores se transmitem de forma intergeracional, sem depender de fatores biológicos.
II.A definição de Tylor pode ser interpretada como enfatizando que a transmissão cultural ocorre essencialmente por mecanismos biológicos, uma vez que os hábitos e as práticas são considerados como heranças genéticas que se manifestam independentemente das interações sociais.
III.A abordagem de Tylor destaca que a cultura é um produto da aprendizagem e da interação social, evidenciando que os comportamentos e práticas culturais resultam de processos históricos de socialização e não de predisposições inatas.
Está correto o que se afirma em:
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(Saillant, In: Marilene de Paula; Rosana Heringer. Caminhos convergentes: Estado e sociedade na superação das desigualdades raciais no Brasil, 2009. Adaptado)
Segundo Francine Saillant, o campo da antropologia dos direitos humanos é balizado ao
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O campo da antropologia pericial envolve uma responsabilidade na afirmação de direitos socioculturais. Por esse motivo, a credibilidade da perícia antropológica na emissão de laudos pressupõe a observância de fundamentos éticos. Analise os princípios éticos da pesquisa antropológica aplicados ao campo pericial listados a seguir.
I. O conhecimento antropológico deve estar embasado em pesquisa empírica.
II. O sujeito pesquisado deve ser respeitado, ou seja, suas informações não podem ser descontextualizadas ou adulteradas expondo-o a riscos, e ele deve ter acesso ao conhecimento e à avaliação dos resultados da pesquisa.
III. O antropólogo tem um compromisso com a sociedade; logo, o resultado do seu trabalho deve ser aberto e transparente. (Adaptado de AMORIM, Elaine et al. “A ética na pesquisa antropológica no campo pericial”, 2009)
A respeito da fundamentação ética do trabalho pericial, está correto o que se afirma em:
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“A consciência de que tudo está conectado e que todas as ações produzem reações, não somente gestos como também palavras, imagens vistas e pensamentos cultivados, é o que subjaz ao conhecimento xamanístico. Entre os Huni Kuin (Kaxinawá), o xamã se expressa pela performance e pelo canto que produz as visões, permitindo guiar as pessoas que participam desse ritual e ensinando-as a ver aquilo que se procura ver e, principalmente, a não se perder sob o efeito de bebidas visionárias. No caso dos Kaxinawa, os desenhos ganham um papel crucial nesse mundo visionário, pois eles são como caminhos que permitem ‘ver’ a realidade sob diferentes perspectivas”.
(Adaptado de https://revistausina.com/2015/07/15/entrevistacom-els-lagrou/)
No trecho acima, o fenômeno do xamanismo é interpretado como:
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Indígenas participam de marcha após a criação do G9, durante a programação da COP16, em Cali (Colômbia), em outubro de 2024.
Em outubro de 2024, em Cali (Colômbia), no contexto da 16ª Conferência das Nações Unidas sobre Biodiversidade (COP16), organizações indígenas lançaram duas iniciativas: o “G9 da Amazônia Indígena”, uma coalizão para proteção da floresta nos nove países amazônicos, e o manifesto que pede a participação indígena na presidência da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), prevista para novembro de 2025, em Belém (Pará).
A respeito do crescente protagonismo diplomático de lideranças indígenas, as iniciativas citadas exemplificam que:
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