Magna Concursos

Foram encontradas 1.578 questões.

3703688 Ano: 2025
Disciplina: Antropologia
Banca: IDCAP
Orgão: UEFS
Provas:
Na antropologia, o conceito de cultura é central para a compreensão dos processos de socialização e transmissão de saberes. A definição de Edward B. Tylor apresenta a cultura como um conjunto complexo de conhecimentos, crenças, práticas e valores adquiridos enquanto membro de uma sociedade, enfatizando seu caráter aprendido e compartilhado. Focalizando a importância da transmissão intergeracional dos hábitos e valores, analise as afirmativas a seguir:

I.A definição de Tylor evidencia que a cultura é constituída por elementos adquiridos por meio da socialização, ressaltando que o conhecimento e os valores se transmitem de forma intergeracional, sem depender de fatores biológicos.
II.A definição de Tylor pode ser interpretada como enfatizando que a transmissão cultural ocorre essencialmente por mecanismos biológicos, uma vez que os hábitos e as práticas são considerados como heranças genéticas que se manifestam independentemente das interações sociais.
III.A abordagem de Tylor destaca que a cultura é um produto da aprendizagem e da interação social, evidenciando que os comportamentos e práticas culturais resultam de processos históricos de socialização e não de predisposições inatas.

Está correto o que se afirma em:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3701326 Ano: 2025
Disciplina: Antropologia
Banca: Nosso Rumo
Orgão: SEE-AC
A população indígena do Acre é composta por uma grande variedade de etnias, cada uma com sua própria língua, costumes, rituais e organização social. Entre os povos mais conhecidos e representativos estão os Jaminawa, sobre os quais é correto afirmar que
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3693669 Ano: 2025
Disciplina: Antropologia
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
Faz agora 25 anos que a antropologia dos direitos humanos recebeu um vigoroso impulso. O número de publicações internacionais é indicativo da importância crescente que adquire o campo no interior da disciplina. Várias proposições foram feitas especialmente por Mark Goodale e Sally E. Merry no que concerne aos caminhos que uma antropologia dos direitos humanos poderia seguir.
(Saillant, In: Marilene de Paula; Rosana Heringer. Caminhos convergentes: Estado e sociedade na superação das desigualdades raciais no Brasil, 2009. Adaptado)

Segundo Francine Saillant, o campo da antropologia dos direitos humanos é balizado ao
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3693151 Ano: 2025
Disciplina: Antropologia
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
Para Daólio (2013), o corpo humano não é um dado puramente biológico, mas é fruto da interação:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3691225 Ano: 2025
Disciplina: Antropologia
Banca: FGV
Orgão: MPU

O campo da antropologia pericial envolve uma responsabilidade na afirmação de direitos socioculturais. Por esse motivo, a credibilidade da perícia antropológica na emissão de laudos pressupõe a observância de fundamentos éticos. Analise os princípios éticos da pesquisa antropológica aplicados ao campo pericial listados a seguir.

I. O conhecimento antropológico deve estar embasado em pesquisa empírica.

II. O sujeito pesquisado deve ser respeitado, ou seja, suas informações não podem ser descontextualizadas ou adulteradas expondo-o a riscos, e ele deve ter acesso ao conhecimento e à avaliação dos resultados da pesquisa.

III. O antropólogo tem um compromisso com a sociedade; logo, o resultado do seu trabalho deve ser aberto e transparente. (Adaptado de AMORIM, Elaine et al. “A ética na pesquisa antropológica no campo pericial”, 2009)

A respeito da fundamentação ética do trabalho pericial, está correto o que se afirma em:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3691224 Ano: 2025
Disciplina: Antropologia
Banca: FGV
Orgão: MPU
A discussão sobre a categoria de “povos e comunidades tradicionais” afirma-se na antropologia brasileira em meados da década de 1980, no âmbito dos debates sobre a presença humana em áreas protegidas. Para Lucila Vianna: “Como sua definição é vaga, ela é usada como instrumento de defesa de território de diversos grupos sociais – não só das próprias ‘populações tradicionais’, mas de todos os que querem permanecer em uma unidade de conservação. As populações consideradas não ‘tradicionais’ – leia-se destruidoras da natureza – também se apropriaram, no começo, da única possibilidade de permanência em seus locais de uso e moradia, unindo-se às ‘populações tradicionais’ nos movimentos organizados”. (Adaptado de VIANNA, L. P. De invisíveis a protagonistas: populações tradicionais e unidades de conservação. São Paulo: AnnaBlume e Fapesp, 2008, p. 226) Com base no trecho acima, a afirmativa cuja definição de “povos e comunidades tradicionais” está de acordo com a reflexão proposta por L. Vianna é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3691223 Ano: 2025
Disciplina: Antropologia
Banca: FGV
Orgão: MPU
Os demarcadores de identidade quilombola são elementos culturais, históricos, sociais e territoriais que fundamentam o pertencimento dos indivíduos a comunidades quilombolas. Entre comunidades quilombolas do Sudeste do Brasil, o jongo é um dos principais marcadores de identidade e uma prática de resistência e manutenção das tradições de matriz africana. Considerando as possibilidades de interpretação do jongo como demarcador de identidade quilombola, é correto afirmar que:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3691222 Ano: 2025
Disciplina: Antropologia
Banca: FGV
Orgão: MPU
“Antônio Bispo dos Santos (1959-2023) nasceu no Vale do Rio Berlengas (Piauí) e foi formado pelos ensinamentos de mestras e mestres de ofício do quilombo Saco-Curtume, no município de São João do Piauí; completou o ensino fundamental, tornando-se o primeiro de sua família a ter acesso à alfabetização. Nego Bispo, como também é conhecido, é uma liderança quilombola cuja militância está ancorada ao conceito de ‘contra-colonização’, o qual postula uma relação entre regimes sociopolíticos e cosmológicos.” (Adaptado de https://ea.fflch.usp.br/autor/antonio-bispo-dossantos) Por contracolonização, Nego Bispo compreende:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3691221 Ano: 2025
Disciplina: Antropologia
Banca: FGV
Orgão: MPU
Leia as considerações sobre xamanismo de Els Lagrou, antropóloga especializada em estudos ameríndios:
“A consciência de que tudo está conectado e que todas as ações produzem reações, não somente gestos como também palavras, imagens vistas e pensamentos cultivados, é o que subjaz ao conhecimento xamanístico. Entre os Huni Kuin (Kaxinawá), o xamã se expressa pela performance e pelo canto que produz as visões, permitindo guiar as pessoas que participam desse ritual e ensinando-as a ver aquilo que se procura ver e, principalmente, a não se perder sob o efeito de bebidas visionárias. No caso dos Kaxinawa, os desenhos ganham um papel crucial nesse mundo visionário, pois eles são como caminhos que permitem ‘ver’ a realidade sob diferentes perspectivas”.
(Adaptado de https://revistausina.com/2015/07/15/entrevistacom-els-lagrou/)
No trecho acima, o fenômeno do xamanismo é interpretado como:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3691220 Ano: 2025
Disciplina: Antropologia
Banca: FGV
Orgão: MPU

Enunciado 4443420-1

Indígenas participam de marcha após a criação do G9, durante a programação da COP16, em Cali (Colômbia), em outubro de 2024.

Em outubro de 2024, em Cali (Colômbia), no contexto da 16ª Conferência das Nações Unidas sobre Biodiversidade (COP16), organizações indígenas lançaram duas iniciativas: o “G9 da Amazônia Indígena”, uma coalizão para proteção da floresta nos nove países amazônicos, e o manifesto que pede a participação indígena na presidência da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), prevista para novembro de 2025, em Belém (Pará).

A respeito do crescente protagonismo diplomático de lideranças indígenas, as iniciativas citadas exemplificam que:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas