Uma mulher sofreu extensa lesão no períneo, devido a um acidente de moto, e foi levada, em prancha rígida e com colar cervical, ao pronto-socorro pelo resgate. Estava com as vias aéreas pérvias, sem comprometimento ventilatório e sem sinais de choque. Foi realizada uma tomografia de crânio, cervical, de tórax, de abdome e de pelve, que mostrou fratura de alguns arcos costais, sem hemopneumotórax, ausência de lesões abdominais e fratura isolada do ramo isquiopúbico esquerdo da pelve. No exame físico do períneo, identificou-se extensa lesão de partes moles perineais até a raiz da coxa esquerda, com exposição de espícula óssea e comprometimento do esfíncter anal e da parede da vagina. Foi realizada cateterização da uretra, sem dificuldade.
No caso clínico acima, a melhor conduta consiste em