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Mulher de 56 anos, com osteoartrite de joelhos, refere dor
crônica há três anos. Nos últimos oito meses, a dor tornou-se
mais difusa, envolvendo também cintura escapular, região
lombar e coxas, associada a fadiga, sono não reparador e
dificuldade de concentração. A intensidade da dor é maior do que
seria esperada pelas alterações radiográficas dos joelhos. Já
utilizou diferentes anti-inflamatórios não esteroides e realizou
infiltração intra-articular, com melhora apenas transitória. Ao
exame, não há derrame articular, calor ou limitação importante
da mobilidade dos joelhos, mas há hipersensibilidade dolorosa
difusa.
Considerando os mecanismos envolvidos e os princípios do tratamento da dor crônica, a estratégia terapêutica mais adequada é
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Homem de 63 anos refere dor em queimação no antebraço
direito, acompanhada de formigamento e dormência, após lesão
traumática de nervo periférico ocorrida há três meses. Ao exame,
apresenta alteração da sensibilidade no território
correspondente ao nervo acometido.
O mecanismo predominante da dor apresentada pelo paciente é:
O mecanismo predominante da dor apresentada pelo paciente é:
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Mulher de 39 anos, professora de educação infantil, procura
atendimento por dor de início súbito em punhos, articulações
metacarpofalângicas, interfalângicas proximais e joelhos há oito
dias, acompanhada de rigidez matinal de aproximadamente 90
minutos e febre baixa nos primeiros dois dias. Ao exame,
apresenta dor à mobilização e discreto edema em algumas
articulações das mãos, sem derrames articulares evidentes. Nega
psoríase, diarreia, uretrite ou viagens recentes. Duas semanas
antes do início dos sintomas, sua filha de seis anos apresentou
quadro febril seguido de eritema intenso nas bochechas e
exantema em tronco e membros.
Os exames mostram proteína C-reativa discretamente elevada, fator reumatoide positivo em baixo título, fator antinuclear 1:160, padrão nuclear pontilhado, anticorpo anti peptídeo citrulinado cíclico negativo e concentrações séricas de complemento normais.
Considerando o conjunto de dados clínicos e laboratoriais, a hipótese diagnóstica mais provável e o exame complementar mais adequado para confirmá-la são:
Os exames mostram proteína C-reativa discretamente elevada, fator reumatoide positivo em baixo título, fator antinuclear 1:160, padrão nuclear pontilhado, anticorpo anti peptídeo citrulinado cíclico negativo e concentrações séricas de complemento normais.
Considerando o conjunto de dados clínicos e laboratoriais, a hipótese diagnóstica mais provável e o exame complementar mais adequado para confirmá-la são:
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Dois pacientes apresentam parestesias em membro superior.
A primeira, de 52 anos, refere dormência e sensação de “agulhadas” no polegar, indicador, dedo médio e metade radial do anular, com piora noturna e necessidade de sacudir a mão para aliviar os sintomas. Ao exame, a flexão sustentada do punho reproduz as parestesias, sem dor à palpação do antebraço proximal.
O segundo, de 41 anos, apresenta dor insidiosa na região proximal e volar do antebraço, associada a parestesias nos mesmos dedos. Os sintomas pioram durante atividades que exigem preensão e pronação repetitiva. Não há predomínio noturno. A palpação sobre o músculo pronador redondo é dolorosa, e a pronação do antebraço associada à flexão do punho contra resistência reproduz os sintomas.
Considerando a anatomia, os achados semiológicos e a utilização dos métodos complementares nas neuropatias compressivas do membro superior, assinale a afirmativa correta.
A primeira, de 52 anos, refere dormência e sensação de “agulhadas” no polegar, indicador, dedo médio e metade radial do anular, com piora noturna e necessidade de sacudir a mão para aliviar os sintomas. Ao exame, a flexão sustentada do punho reproduz as parestesias, sem dor à palpação do antebraço proximal.
O segundo, de 41 anos, apresenta dor insidiosa na região proximal e volar do antebraço, associada a parestesias nos mesmos dedos. Os sintomas pioram durante atividades que exigem preensão e pronação repetitiva. Não há predomínio noturno. A palpação sobre o músculo pronador redondo é dolorosa, e a pronação do antebraço associada à flexão do punho contra resistência reproduz os sintomas.
Considerando a anatomia, os achados semiológicos e a utilização dos métodos complementares nas neuropatias compressivas do membro superior, assinale a afirmativa correta.
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Três pacientes são avaliados por queixa de dor
musculoesquelética. O primeiro, de 67 anos, apresenta
osteoartrite de joelho, com dor localizada durante a marcha e
melhora ao repouso. A segunda, de 58 anos, refere dor em
queimação na mão direita, acompanhada de formigamento e
dormência no primeiro, segundo e terceiro dedos, com alteração
da sensibilidade na mesma distribuição. A terceira, de 42 anos,
apresenta dor em diferentes regiões do corpo há vários anos,
associada a fadiga, sono não reparador e dificuldade de
concentração, sem lesão estrutural ou processo inflamatório
suficientes para explicar a intensidade dos sintomas.
Considerando o mecanismo predominante de geração da dor em cada caso, assinale a opção que apresenta, respectivamente, a classificação correta desses três tipos de dor.
Considerando o mecanismo predominante de geração da dor em cada caso, assinale a opção que apresenta, respectivamente, a classificação correta desses três tipos de dor.
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M.F.S., sexo feminino, 46 anos, queixa-se de incômodo nas
pernas, “uma sensação irritante”, que ocorre principalmente à
noite, quando se deita, quase diariamente. Para aliviar essa
sensação, precisa movimentá-las. Desde que os sintomas
surgiram, passou a apresentar fadiga e sonolência diurna. Exame
neurológico sem alterações.
A conduta mais adequada consiste em
A conduta mais adequada consiste em
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Homem de 36 anos comparece à Unidade Básica de Saúde,
acompanhado da esposa, relatando problemas conjugais e
financeiros decorrentes de apostas esportivas realizadas online, e
têm sido cada vez mais frequentes. Refere prejuízo significativo
no relacionamento com o filho, além de humor deprimido
relacionado à situação. Nega ideação suicida, uso de álcool ou
substâncias e não há indícios de risco iminente à vida.
De acordo com os princípios de organização da Rede de Atenção Psicossocial e a estratificação de risco no cuidado a pessoas com problemas relacionados a jogos de apostas, a conduta mais adequada é
De acordo com os princípios de organização da Rede de Atenção Psicossocial e a estratificação de risco no cuidado a pessoas com problemas relacionados a jogos de apostas, a conduta mais adequada é
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Mulher de 26 anos, em uso regular de carbonato de lítio
900 mg/dia (concentração sérica realizada na última semana
= 0,8 mEq/L), devido a diagnóstico de transtorno bipolar tipo 1,
com histórico de duas hospitalizações psiquiátricas, comparece à
consulta com seu psiquiatra. Relata estar muito preocupada com
o uso do medicamento, pois descobriu estar grávida (12 semanas
de gestação, no momento da consulta).
A conduta terapêutica mais eficaz e segura, considerando o binômio mãe-bebê, entre as relacionadas a seguir, é
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Mulher de 26 anos procura atendimento psiquiátrico após ter
sido levada 3 vezes ao pronto-socorro, nos últimos dois meses,
sempre com queixa de que “estava morrendo”. Os episódios
apresentaram início súbito, sem fator desencadeante
identificável (no último episódio, estava cochilando), alcançando
pico de intensidade em poucos minutos, com duração total de
aproximadamente 15 minutos, com remissão espontânea.
Manifestaram-se com taquicardia, sudorese, tontura, tremor,
sensação de sufocamento e medo de morrer.
Desde o 1º episódio, deixou de sair de casa sozinha, por medo de passar mal e não ter ajuda e sente-se preocupada em ter novas crises, na maior parte do tempo. Em todas às idas ao prontosocorro, eletrocardiograma, dosagem de troponina e exames laboratoriais (inclusive função tireoidiana) encontravam-se dentro da normalidade. Nega uso de substâncias psicoativas, medicações que possam justificar o quadro ou comorbidades. Ao final da consulta, diz estar mais tranquila, por saber que não irá morrer, mas ainda assim afirma que a sensação no momento da crise é desesperadora.
O diagnóstico mais provável é de
Desde o 1º episódio, deixou de sair de casa sozinha, por medo de passar mal e não ter ajuda e sente-se preocupada em ter novas crises, na maior parte do tempo. Em todas às idas ao prontosocorro, eletrocardiograma, dosagem de troponina e exames laboratoriais (inclusive função tireoidiana) encontravam-se dentro da normalidade. Nega uso de substâncias psicoativas, medicações que possam justificar o quadro ou comorbidades. Ao final da consulta, diz estar mais tranquila, por saber que não irá morrer, mas ainda assim afirma que a sensação no momento da crise é desesperadora.
O diagnóstico mais provável é de
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Homem, 76 anos, é trazido pela esposa, que está preocupada
com a saúde dele. Há aproximadamente 2 anos, ela notou que o
sono dele se tornou agitado: ele grita e “briga” durante o sono,
chegando a atingi-la por acidente, durante sonhos que ele
descreve como vívidos e violentos. Por essa razão, passaram a
dormir em quartos separados.
Nos últimos 8 meses, tem apresentado episódios de confusão mental alternados com períodos de lucidez, ao longo do mesmo dia. Com frequência, o paciente relata ver “crianças brincando no quintal” e “um homem sentado na poltrona da sala”. Sua esposa nega que sejam reais. Em alguns momentos, ele reconhece que talvez não sejam reais.
Ao exame físico, há rigidez em roda denteada e bradicinesia leve a moderada, bilaterais e relativamente simétricas, sem tremor de repouso evidente. A esposa refere que há cerca de um mês, em outra unidade de saúde, foi iniciado haloperidol em baixa dose para as alucinações. Houve, contudo, piora acentuada da rigidez, sonolência e um episódio de rebaixamento do nível de consciência associado à febre, levando à suspensão imediata do fármaco.
Assinale a opção que apresenta o diagnóstico mais provável e a conduta mais adequada para manejo dos sintomas psicóticos.
Nos últimos 8 meses, tem apresentado episódios de confusão mental alternados com períodos de lucidez, ao longo do mesmo dia. Com frequência, o paciente relata ver “crianças brincando no quintal” e “um homem sentado na poltrona da sala”. Sua esposa nega que sejam reais. Em alguns momentos, ele reconhece que talvez não sejam reais.
Ao exame físico, há rigidez em roda denteada e bradicinesia leve a moderada, bilaterais e relativamente simétricas, sem tremor de repouso evidente. A esposa refere que há cerca de um mês, em outra unidade de saúde, foi iniciado haloperidol em baixa dose para as alucinações. Houve, contudo, piora acentuada da rigidez, sonolência e um episódio de rebaixamento do nível de consciência associado à febre, levando à suspensão imediata do fármaco.
Assinale a opção que apresenta o diagnóstico mais provável e a conduta mais adequada para manejo dos sintomas psicóticos.
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