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4274095 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Máxima
Orgão: Pref. Amparo Serra-MG

ATENTE para a charge a seguir.

Enunciado 4651237-1

A frase que JUSTIFICA a regra do NÃO emprego da crase demonstrada na charge é:
 

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4274094 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Máxima
Orgão: Pref. Amparo Serra-MG

A Casa do Silêncio

O menino descobriu cedo que a janela era maior que o mundo.

Por ela, via nuvens que se inventavam de animais, de barcos, de gigantes. O céu lhe contava histórias que ninguém mais parecia ouvir.

A mãe, sempre apressada, dizia:

— Menino, larga essa janela, o mundo não se cabe aí!

Mas o menino sabia que a mãe se enganava. A janela era feita de silêncio, e no silêncio cabia tudo.

Quando o vento brincava com a cortina, ele acreditava que o tempo queria entrar. Estendia a mão, mas o tempo nunca se deixava segurar.

O pai, atrás do jornal, ria da distração do filho:

— Esse menino não vai crescer se viver de olhar o nada.

Mas o menino entendia que o nada era cheio de segredos.

Certa manhã, um pássaro pousou no fio. O bico aberto parecia uma palavra que não queria nascer.

E o menino aprendeu, sem professor algum, que nem todo canto precisava de som.

Anos se passaram.

Já homem, voltou à casa.

A janela estava menor, o vidro um pouco embaçado, a cortina cansada de tanto vento. Mas, ao abri-la, o mesmo pássaro — ou outro que o destino escolheu — pousava ali, silencioso.

O homem sorriu.

Percebeu, então, que não era ele quem olhava o mundo pela janela.

Era a janela que, desde sempre, olhava dentro dele.

(TORRES, Samuel – Bartolomeu C. Queiroz na escrita jovem – Ed. Literíssima; p.30)

Das palavras retiradas do texto, aquela em que o número de letras é SUPERIOR ao número de fonemas é:
 

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4274093 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Máxima
Orgão: Pref. Amparo Serra-MG

A Casa do Silêncio

O menino descobriu cedo que a janela era maior que o mundo.

Por ela, via nuvens que se inventavam de animais, de barcos, de gigantes. O céu lhe contava histórias que ninguém mais parecia ouvir.

A mãe, sempre apressada, dizia:

— Menino, larga essa janela, o mundo não se cabe aí!

Mas o menino sabia que a mãe se enganava. A janela era feita de silêncio, e no silêncio cabia tudo.

Quando o vento brincava com a cortina, ele acreditava que o tempo queria entrar. Estendia a mão, mas o tempo nunca se deixava segurar.

O pai, atrás do jornal, ria da distração do filho:

— Esse menino não vai crescer se viver de olhar o nada.

Mas o menino entendia que o nada era cheio de segredos.

Certa manhã, um pássaro pousou no fio. O bico aberto parecia uma palavra que não queria nascer.

E o menino aprendeu, sem professor algum, que nem todo canto precisava de som.

Anos se passaram.

Já homem, voltou à casa.

A janela estava menor, o vidro um pouco embaçado, a cortina cansada de tanto vento. Mas, ao abri-la, o mesmo pássaro — ou outro que o destino escolheu — pousava ali, silencioso.

O homem sorriu.

Percebeu, então, que não era ele quem olhava o mundo pela janela.

Era a janela que, desde sempre, olhava dentro dele.

(TORRES, Samuel – Bartolomeu C. Queiroz na escrita jovem – Ed. Literíssima; p.30)

“Quando o vento brincava com a cortina, ele acreditava que o tempo queria entrar.” A oração destacada EXPRIME em relação à posposta, uma:
 

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4274092 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Máxima
Orgão: Pref. Amparo Serra-MG

A Casa do Silêncio

O menino descobriu cedo que a janela era maior que o mundo.

Por ela, via nuvens que se inventavam de animais, de barcos, de gigantes. O céu lhe contava histórias que ninguém mais parecia ouvir.

A mãe, sempre apressada, dizia:

— Menino, larga essa janela, o mundo não se cabe aí!

Mas o menino sabia que a mãe se enganava. A janela era feita de silêncio, e no silêncio cabia tudo.

Quando o vento brincava com a cortina, ele acreditava que o tempo queria entrar. Estendia a mão, mas o tempo nunca se deixava segurar.

O pai, atrás do jornal, ria da distração do filho:

— Esse menino não vai crescer se viver de olhar o nada.

Mas o menino entendia que o nada era cheio de segredos.

Certa manhã, um pássaro pousou no fio. O bico aberto parecia uma palavra que não queria nascer.

E o menino aprendeu, sem professor algum, que nem todo canto precisava de som.

Anos se passaram.

Já homem, voltou à casa.

A janela estava menor, o vidro um pouco embaçado, a cortina cansada de tanto vento. Mas, ao abri-la, o mesmo pássaro — ou outro que o destino escolheu — pousava ali, silencioso.

O homem sorriu.

Percebeu, então, que não era ele quem olhava o mundo pela janela.

Era a janela que, desde sempre, olhava dentro dele.

(TORRES, Samuel – Bartolomeu C. Queiroz na escrita jovem – Ed. Literíssima; p.30)

O trecho do texto que APRESENTA uma expressão indicando um modalizador circunstancial de tempo está em:
 

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4274091 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Máxima
Orgão: Pref. Amparo Serra-MG

A Casa do Silêncio

O menino descobriu cedo que a janela era maior que o mundo.

Por ela, via nuvens que se inventavam de animais, de barcos, de gigantes. O céu lhe contava histórias que ninguém mais parecia ouvir.

A mãe, sempre apressada, dizia:

— Menino, larga essa janela, o mundo não se cabe aí!

Mas o menino sabia que a mãe se enganava. A janela era feita de silêncio, e no silêncio cabia tudo.

Quando o vento brincava com a cortina, ele acreditava que o tempo queria entrar. Estendia a mão, mas o tempo nunca se deixava segurar.

O pai, atrás do jornal, ria da distração do filho:

— Esse menino não vai crescer se viver de olhar o nada.

Mas o menino entendia que o nada era cheio de segredos.

Certa manhã, um pássaro pousou no fio. O bico aberto parecia uma palavra que não queria nascer.

E o menino aprendeu, sem professor algum, que nem todo canto precisava de som.

Anos se passaram.

Já homem, voltou à casa.

A janela estava menor, o vidro um pouco embaçado, a cortina cansada de tanto vento. Mas, ao abri-la, o mesmo pássaro — ou outro que o destino escolheu — pousava ali, silencioso.

O homem sorriu.

Percebeu, então, que não era ele quem olhava o mundo pela janela.

Era a janela que, desde sempre, olhava dentro dele.

(TORRES, Samuel – Bartolomeu C. Queiroz na escrita jovem – Ed. Literíssima; p.30)

O protagonista do conto demonstra no desenrolar do texto suas divagações através da janela. Já no desfecho, ao retornar à casa, ele observa a janela não tão fantasiosa como antes, através de um olhar mais denotativo. Pode-se INFERIR:
 

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4274090 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Máxima
Orgão: Pref. Amparo Serra-MG

A Casa do Silêncio

O menino descobriu cedo que a janela era maior que o mundo.

Por ela, via nuvens que se inventavam de animais, de barcos, de gigantes. O céu lhe contava histórias que ninguém mais parecia ouvir.

A mãe, sempre apressada, dizia:

— Menino, larga essa janela, o mundo não se cabe aí!

Mas o menino sabia que a mãe se enganava. A janela era feita de silêncio, e no silêncio cabia tudo.

Quando o vento brincava com a cortina, ele acreditava que o tempo queria entrar. Estendia a mão, mas o tempo nunca se deixava segurar.

O pai, atrás do jornal, ria da distração do filho:

— Esse menino não vai crescer se viver de olhar o nada.

Mas o menino entendia que o nada era cheio de segredos.

Certa manhã, um pássaro pousou no fio. O bico aberto parecia uma palavra que não queria nascer.

E o menino aprendeu, sem professor algum, que nem todo canto precisava de som.

Anos se passaram.

Já homem, voltou à casa.

A janela estava menor, o vidro um pouco embaçado, a cortina cansada de tanto vento. Mas, ao abri-la, o mesmo pássaro — ou outro que o destino escolheu — pousava ali, silencioso.

O homem sorriu.

Percebeu, então, que não era ele quem olhava o mundo pela janela.

Era a janela que, desde sempre, olhava dentro dele.

(TORRES, Samuel – Bartolomeu C. Queiroz na escrita jovem – Ed. Literíssima; p.30)

O texto lido TRAZ, predominantemente, CARACTERÍSTICAS do gênero:
 

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4274089 Ano: 2026
Disciplina: Turismo
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
A configuração do turismo cultural envolve bens materiais e imateriais que articulam temporalidades, práticas sociais e apropriações simbólicas. Com base nessa perspectiva e no contexto do Município de Saquarema, é verdadeira a seguinte afirmativa:
 

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4274088 Ano: 2026
Disciplina: Turismo
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Saquarema-RJ

De acordo com a Hotel Academy (2024), o Revenue Management (RM), conhecido como gestão de receitas, é uma estratégia amplamente empregada na indústria do turismo, incluindo hotéis, companhias aéreas, locadoras de automóveis e outros serviços relacionados.

No contexto do Revenue Management (RM) aplicado à hotelaria, ferramentas como forecast, gestão de allotment, políticas de restrição de estadia (LOS) e motores de precificação dinâmica têm finalidades distintas.

Com base nas práticas operacionais de RM, a alternativa que relaciona corretamente cada ferramenta à sua função principal é:

 

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4274087 Ano: 2026
Disciplina: Turismo
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
Segundo a Rede Brasileira de Observatórios de Turismo (2022), um observatório municipal deve produzir indicadores derivados do inventário da oferta turística. A alternativa que apresenta três indicadores diretamente extraíveis do inventário e sua utilidade prática para o planejamento de produtos turísticos é a seguinte:
 

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4274086 Ano: 2026
Disciplina: Turismo
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Saquarema-RJ

Segundo Agudo (2006) e Calabrez & Cavenaghi (2017), o conceito de cidade hospitaleira não se limita ao atendimento comercial ao turista, mas define-se pela qualidade do espaço urbano em acolher o sujeito – residente ou visitante – sem que este perca suas referências de identidade.

No contexto de Saquarema, cidade com forte identidade cultural ligada ao surfe, à pesca e a tradições religiosas, das afirmativas a seguir, aquela que melhor representa uma ação que contribui para a percepção como uma cidade hospitaleira é:

 

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