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Tendo o texto acima como referência inicial e no que concerne ao fato social, julgue os itens de 58 a 61.
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- Teorias Sociológicas e AutoresSociologia ClássicaMax WeberMax Weber e a Ação Social
- Relação entre Indivíduo e Sociedade
Com relação ao tema abordado no fragmento do texto acima, assinale a opção correta.
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Texto I
O transporte influenciou as percepções de distância e de tempo e, em decorrência disso, a percepção de lugar.
John Cannon. Transport. In: The Oxford companion to british history.
Oxford/New York: Oxford University Press, 1997, p. 931-2. (com adaptações).
Texto II
O dado ontológico é aquele que se refere ao Ser em si mesmo, à sua dimensão mais ampla e fundamental. Do ponto de vista da fenomenologia, a existência humana está calcada em algumas estruturas ontológicas. Para Heidegger, uma dessas estruturas é o ser-com, caracterizadora da relação ontológica entre dois seres humanos, a qual se estabelece a partir de fenômenos que criam uma relação de proximidade, distinta da espacial ou temporal, entre seres humanos. Entretanto, assim como ocorre com outras estruturas ontológicas, a estrutura do sercom tem sua dimensão cotidiana, integrada pelas dimensões espacial e temporal. Para Heidegger, a cotidianidade de uma estrutura ontológica é um modo de decadência pelo qual a dimensão ontológica termina obscurecida.
Considerando os textos acima e suas implicações, julgue o item a seguir.
Pelas noções heideggerianas presentes no texto II, infere-se que as alterações trazidas pela evolução dos transportes mencionadas no texto I propiciaram ao homem melhor percepção de sua dimensão ontológica, ou seja, a evolução dos transportes foi fundamental para a compreensão humana da própria dimensão ontológico-existencial.
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Texto I
O transporte influenciou as percepções de distância e de tempo e, em decorrência disso, a percepção de lugar.
John Cannon. Transport. In: The Oxford companion to british history.
Oxford/New York: Oxford University Press, 1997, p. 931-2. (com adaptações).
Texto II
O dado ontológico é aquele que se refere ao Ser em si mesmo, à sua dimensão mais ampla e fundamental. Do ponto de vista da fenomenologia, a existência humana está calcada em algumas estruturas ontológicas. Para Heidegger, uma dessas estruturas é o ser-com, caracterizadora da relação ontológica entre dois seres humanos, a qual se estabelece a partir de fenômenos que criam uma relação de proximidade, distinta da espacial ou temporal, entre seres humanos. Entretanto, assim como ocorre com outras estruturas ontológicas, a estrutura do sercom tem sua dimensão cotidiana, integrada pelas dimensões espacial e temporal. Para Heidegger, a cotidianidade de uma estrutura ontológica é um modo de decadência pelo qual a dimensão ontológica termina obscurecida.
Considerando os textos acima e suas implicações, julgue o item a seguir.
Uma análise fenomenológica do conceito de saudade a partir da perspectiva heideggeriana permite concluir que uma pessoa que esteja separada, espacial ou temporalmente, de outra de quem sinta saudade preenche melhor a estrutura ontológica do ser-com que uma pessoa sentada ao lado de um desconhecido.
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Texto I
O transporte influenciou as percepções de distância e de tempo e, em decorrência disso, a percepção de lugar.
John Cannon. Transport. In: The Oxford companion to british history.
Oxford/New York: Oxford University Press, 1997, p. 931-2. (com adaptações).
Texto II
O dado ontológico é aquele que se refere ao Ser em si mesmo, à sua dimensão mais ampla e fundamental. Do ponto de vista da fenomenologia, a existência humana está calcada em algumas estruturas ontológicas. Para Heidegger, uma dessas estruturas é o ser-com, caracterizadora da relação ontológica entre dois seres humanos, a qual se estabelece a partir de fenômenos que criam uma relação de proximidade, distinta da espacial ou temporal, entre seres humanos. Entretanto, assim como ocorre com outras estruturas ontológicas, a estrutura do sercom tem sua dimensão cotidiana, integrada pelas dimensões espacial e temporal. Para Heidegger, a cotidianidade de uma estrutura ontológica é um modo de decadência pelo qual a dimensão ontológica termina obscurecida.
Considerando os textos acima e suas implicações, julgue o item a seguir.
Correlacionando-se os textos I e II, é correto inferir que as mudanças mencionadas no texto I afetaram a estrutura do ser-com em sua articulação cotidiana, mas não, a sua dimensão ontológica.
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Estimamos que as mitologias, mais que as ciências e as filosofias, encerram, junto com as religiões, as grandes elucidações da essência humana. Aí as culturas, geração após geração, projetaram grandes visões, acumularam reflexões, fizeram aprofundamentos e os passaram a seus pósteros. Souberam usar uma linguagem plástica — com imagens tiradas das profundezas do inconsciente coletivo — acessível a todas as idades e a todos os tempos. Além das visões e dos símbolos, suscitaram e continuam suscitando grandes emoções.
Não é seguro que nós, modernos, com nossa inteligência instrumental, com nossa tradição de pesquisa empírica, de crítica e de acumulação de saberes sobre praticamente tudo, conheçamos mais o ser humano que os antigos formuladores de mitos. Esses se revelaram observadores meticulosos e sábios exímios de cada situação e de cada dobra da existência. Convém revisitá-los, valorizar suas contribuições e escutar suas lições, sempre atuais.
Leonardo Boff. Saber cuidar: ética do humano — compaixão
pela Terra. Petrópolis: Vozes, 2004, p. 36-7 (com adaptações).
Tendo esse texto como referência inicial, julgue o item a seguir.
O autor do texto estabelece uma contraposição entre as construções mitológicas e as científicas a partir, respectivamente, do emprego dos termos “emoções e “instrumental”, referindo-se, implicitamente, ao processo no qual as ciências, em geral, e a sociologia, em particular, se envolveram, durante todo o século XIX, para se libertarem de elementos que impregnassem de elevados graus de subjetividade as suas análises.
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Estimamos que as mitologias, mais que as ciências e as filosofias, encerram, junto com as religiões, as grandes elucidações da essência humana. Aí as culturas, geração após geração, projetaram grandes visões, acumularam reflexões, fizeram aprofundamentos e os passaram a seus pósteros. Souberam usar uma linguagem plástica — com imagens tiradas das profundezas do inconsciente coletivo — acessível a todas as idades e a todos os tempos. Além das visões e dos símbolos, suscitaram e continuam suscitando grandes emoções.
Não é seguro que nós, modernos, com nossa inteligência instrumental, com nossa tradição de pesquisa empírica, de crítica e de acumulação de saberes sobre praticamente tudo, conheçamos mais o ser humano que os antigos formuladores de mitos. Esses se revelaram observadores meticulosos e sábios exímios de cada situação e de cada dobra da existência. Convém revisitá-los, valorizar suas contribuições e escutar suas lições, sempre atuais.
Leonardo Boff. Saber cuidar: ética do humano — compaixão
pela Terra. Petrópolis: Vozes, 2004, p. 36-7 (com adaptações).
Tendo esse texto como referência inicial, julgue o item a seguir.
A ideia de “inconsciente coletivo” está relacionada ao princípio sociológico básico de que há forças na sociedade que extrapolam as determinações puramente pessoais.
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Estimamos que as mitologias, mais que as ciências e as filosofias, encerram, junto com as religiões, as grandes elucidações da essência humana. Aí as culturas, geração após geração, projetaram grandes visões, acumularam reflexões, fizeram aprofundamentos e os passaram a seus pósteros. Souberam usar uma linguagem plástica — com imagens tiradas das profundezas do inconsciente coletivo — acessível a todas as idades e a todos os tempos. Além das visões e dos símbolos, suscitaram e continuam suscitando grandes emoções.
Não é seguro que nós, modernos, com nossa inteligência instrumental, com nossa tradição de pesquisa empírica, de crítica e de acumulação de saberes sobre praticamente tudo, conheçamos mais o ser humano que os antigos formuladores de mitos. Esses se revelaram observadores meticulosos e sábios exímios de cada situação e de cada dobra da existência. Convém revisitá-los, valorizar suas contribuições e escutar suas lições, sempre atuais.
Leonardo Boff. Saber cuidar: ética do humano — compaixão
pela Terra. Petrópolis: Vozes, 2004, p. 36-7 (com adaptações).
Tendo esse texto como referência inicial, julgue o item a seguir.
Depreende-se do texto que o autor defende os princípios de uma sociologia de viés positivista.
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Estimamos que as mitologias, mais que as ciências e as filosofias, encerram, junto com as religiões, as grandes elucidações da essência humana. Aí as culturas, geração após geração, projetaram grandes visões, acumularam reflexões, fizeram aprofundamentos e os passaram a seus pósteros. Souberam usar uma linguagem plástica — com imagens tiradas das profundezas do inconsciente coletivo — acessível a todas as idades e a todos os tempos. Além das visões e dos símbolos, suscitaram e continuam suscitando grandes emoções.
Não é seguro que nós, modernos, com nossa inteligência instrumental, com nossa tradição de pesquisa empírica, de crítica e de acumulação de saberes sobre praticamente tudo, conheçamos mais o ser humano que os antigos formuladores de mitos. Esses se revelaram observadores meticulosos e sábios exímios de cada situação e de cada dobra da existência. Convém revisitá-los, valorizar suas contribuições e escutar suas lições, sempre atuais.
Leonardo Boff. Saber cuidar: ética do humano — compaixão
pela Terra. Petrópolis: Vozes, 2004, p. 36-7 (com adaptações).
Tendo esse texto como referência inicial, julgue o item a seguir.
No texto, é estabelecida, do ponto de vista lógico, uma premissa essencialista como garantia de que as lições dos mitos continuam sempre atuais.
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