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- Teorias Sociológicas e AutoresSociologia ClássicaKarl Marx & Friedrich EngelsKarl Marx e as Classes Sociais
- Relação entre Indivíduo e Sociedade
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Leia o texto abaixo.
O movimento social, enquanto um sujeito social coletivo, não pode ser pensado fora de seu contexto histórico e conjuntural. As identidades são móveis, variam segundo a conjuntura. Há um processo de socialização da identidade que vai sendo construída. [...] a identidade política dos movimentos sociais não é única, ela pode variar em contextos e conjunturas diferentes. E muda porque há aprendizagens, que geram consciência de interesses.
GOHN, Maria da Glória. Teorias dos movimentos sociais, Loyola: São Paulo, 2008.
No que concerne ao contexto das manifestações de rua, colocadas numa situação social difusa, o elemento de articulação das tensões que as provocam, promovendo aceitação e o reconhecimento público, vem a ser o agente
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Dessa forma, o "mais antigo” dos “movimentos sociais” brasileiros, passou ao longo de um tempo (por todo o século XX, e com mais intensidade a partir dos anos 30) por várias significações e apropriações institucionais, sendo “arrancado” da esfera do Estado, ao qual foi inicialmente atrelado como instituição com funções para-estatatais auxiliares, e re-apropriado como movimento social democrático e anti-autoritário nos anos 80. No momento, como um dos movimentos mais atingidos pelas práticas empresariais e políticas públicas recentes voltadas para o fortalecimento do mercado tomado como global em detrimento do emprego e dos direitos dos trabalhadores, o sindicalismo procura articular-se internacionalmente e também internamente com outros movimentos sociais para resistir à sua desestabilização e criar novas formas de solidariedade e de luta.
LOPES, Sérgio Leite. História e Transformações do Sindicalismo Brasileiro. In www.theomai.unq.edu.a/ número 9/artLopes.pdf. Fragmento. Adaptado
De acordo com o texto, o sindicalismo brasileiro vem historicamente passando por uma situação de
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Imagine-se o leitor sozinho, rodeado apenas de seu equipamento, numa praia tropical, próxima a uma aldeia nativa, vendo a lancha ou o barco que o trouxe afastar-se no mar até desaparecer de vista. Tendo encontrado um lugar para morar no alojamento de algum homem branco - negociante ou missionário - você nada tem para fazer a não ser iniciar imediatamente seu trabalho etnográfico.
MALINOWSKI, Bronislaw. Os Argonautas do Pacífico Ocidental. In: Os Pensadores. São Paulo: Abril Cultural, 1978. p. 19.
Para elaborar um estudo etnográfico, as Ciências Sociais lançam mão de diversos instrumentos e métodos de pesquisa. O instrumento, utilizado por Malinowski, calcado na “observação participante”, denomina-se
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"No século XIX, a consolidação do sistema capitalista na Europa irá fornecer os elementos que servirão de base para o surgimento da Sociologia como ciência particular. No início desse século, o pensamento de Saint Simont (1760-1830), de G.W.E. Hegel (1770-1830) e de David Ricardo (1772-1823), entre outros, será o elo para que Auguste Comte (1789-1857) e Karl Marx (1818 1883) desenvolvam suas reflexões sobre a sociedade de maneiras radicalmente divergentes”.
TOMAZZI, Nélson Dácio. Iniciação à Sociologia. Atual: São Paulo, 1993.
Identifique as duas revoluções modernas que criaram as condições para a emergência da Sociologia como ciência.
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medida que, numa formação social, uma forma determinada da divisão social se estabiliza, se fixa e se repete, cada indivíduo passa a ter uma atividade determinada e exclusiva, que lhe é atribuída pelo conjunto das relações sociais, pelo estágio das forças produtivas e pela forma da propriedade.
CHAUÍ, Marilena. Filosofia. Ática: São Paulo, 2000.
De acordo com o texto, o quadro ideológico configura-se como um fenômeno histórico social decorrente do (a)
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TEXTO I “No caso da Sociologia, está em causa observar que os fenômenos sociais que rodeiam a todos e dos quais se participa não são de imediato conhecidos, pois aparecem como ordinários, triviais, corriqueiros, normais, sem necessidade de explicação, aos quais se está acostumado, e que na verdade nem são vistos. Assim como a chuva é um fenômeno que tem uma explicação científica, ou uma doença também tem explicações, mesmo que não se tenha chegado a terapias totalmente exitosas para sua cura; ou do mesmo modo que as guerras, as mudanças de governo podem ser estudadas pela História ou os cataclismos naturais, pela Geografia; os fenômenos sociais merecem ser compreendidos ou explicados pela Sociologia. Mas só é possível tomar certos fenômenos como objeto da Sociologia na medida em que sejam submetidos a um processo de __________, que sejam colocados em questão, problematizados”. (BRASIL, 2006).
TEXTO II “Cabe ressaltar que a reflexão empreendida pelo sociólogo como interpretação da realidade social não deve acontecer no mesmo nível de apreensão do _________, porque as questões são construídas em termos da explicação, pela mediação teórico-metodológica de natureza própria, por ser um tipo de conhecimento sistematizado da realidade social, consubstanciado por um conjunto pluriparadigmático de conceitos e categorias.” (BRASIL, 2000).
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas dos trechos acima.
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Ao longo do século XIX e nas primeiras décadas do século XX, as Ciências Sociais constituíram como campo do conhecimento. Nesse período, alguns pensadores se destacaram pelas suas concepções da perspectiva sociológica. Considerando as concepções metodológicas e os conceitos básicos constitutivos desses pensadores, relacione a Coluna 1 à Coluna 2.
Coluna 1
1. Auguste Comte.
2. Émile Durkheim.
3. Karl Marx.
4. Max Weber.
Coluna 2
( ) “As formas econômicas sob as quais os homens produzem, consomem e trocam são transitórias e históricas. Ao adquirir novas forças produtivas, os homens mudam seu modo de produção, e com o modo de produção mudam as relações econômicas, que não eram mais que as relações necessárias daquele modo concreto de produção (...) as categorias econômicas não são mais que abstrações destas relações reais e são verdades unicamente enquanto essas relações subsistem”.
( ) “[formações sociais como o Estado, cooperativas, sociedades anônimas, etc.] não são outra coisa que desenvolvimentos e entrelaçamentos de ações específicas de pessoas individuais, já que apenas elas podem ser sujeitos de uma ação orientada pelo seu sentido. Apesar disto, a Sociologia não pode ignorar, mesmo para seus próprios fins, aquelas estruturas sociais de natureza coletiva que são instrumentos de outras maneiras de colocar-se diante da realidade. (...) Para a Sociologia, a realidade Estado não se compõe necessariamente de seus elementos jurídicos, ou mais precisamente, não deriva deles. Em todo caso, não existe para ela uma personalidade coletiva em ação. Quando fala do Estado, da nação, da sociedade anônima, da família, de uma corporação militar ou de qualquer outra formação semelhante, refere-se unicamente ao desenvolvimento, numa forma determinada, da ação social de uns tantos indivíduos”.
( ) “Entendo por Física Social a ciência que tem por objeto próprio o estudo dos fenômenos sociais, considerados com o mesmo espírito que os fenômenos astronômicos, físicos, químicos e biológicos, isto é, como submetidos a leis naturais invariáveis, cuja descoberta é o objetivo especial de suas pesquisas. Propõe-se, assim, a explicar diretamente, com a maior precisão possível, o grande fenômeno do desenvolvimento da espécie humana (...)”.
( ) “(...) as consciências particulares, unindo-se, agindo e reagindo umas sobre as outras, fundindo- se, dão origem a uma realidade nova que é a consciência da sociedade. (...) Uma coletividade tem as suas formas específicas de pensar e de sentir, às quais os seus membros se sujeitam, mas que diferem daquelas que eles praticariam se fossem abandonados a si mesmos. Jamais o indivíduo, por si só, poderia ter constituído o que quer que fosse que se assemelhasse à ideia dos deuses, aos mitos e aos dogmas das religiões, à ideia do dever e da disciplina moral, etc”.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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