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3887178 Ano: 2025
Disciplina: Saúde Pública
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Guaraciaba-SC
O trabalho dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Agentes de Combate às Endemias (ACE) é essencial para o controle de doenças. Assinale a alternativa que melhor exemplifica essa colaboração:
 

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3887177 Ano: 2025
Disciplina: Saúde Pública
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Guaraciaba-SC
As arboviroses causam grande impacto na saúde pública. Assinale a alternativa que apresenta corretamente uma consequência dessas doenças para o sistema de saúde:
 

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3887176 Ano: 2025
Disciplina: Saúde Pública
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Guaraciaba-SC
Em uma capacitação, o coordenador da equipe de Vigilância em Saúde pediu aos Agentes de Combate ás Endemias que explicassem, com base na Lei nº 8.080/1990, o que é vigilância epidemiológica. O agente João respondeu corretamente ao afirmar que essa vigilância está relacionada:
 

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3887175 Ano: 2025
Disciplina: Saúde Pública
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Guaraciaba-SC
Durante uma visita domiciliar, o Agente de Combate às Endemias encontra um morador com febre alta, dores no corpo e manchas vermelhas na pele. O morador relata que outras pessoas na rua também estão com sintomas parecidos. Diante disso, o agente deve:
 

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3887174 Ano: 2025
Disciplina: Saúde Pública
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Guaraciaba-SC
A vigilância contínua das áreas e famílias expostas a riscos é essencial para evitar surtos. Isso significa:
 

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3887173 Ano: 2025
Disciplina: Saúde Pública
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Guaraciaba-SC
Ao promover melhorias ambientais para combater o Aedes aegypti, o Agente deve articular com a comunidade e órgãos públicos. Qual é a principal vantagem dessa articulação?
 

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3887086 Ano: 2025
Disciplina: Saúde Pública
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Guaraciaba-SC

Por Que o Câncer de Pulmão Deixou de Ser Apenas "Coisa de Fumante"

O câncer de pulmão, tradicionalmente associado ao tabagismo, tem apresentado um perfil de pacientes em transformação nas últimas décadas. Hoje, a doença afeta mais mulheres, pessoas mais jovens e também aquelas que nunca fumaram, revelando novos fatores de risco que ultrapassam o hábito de fumar o cigarro comum. Entre eles, destacam-se o uso crescente de cigarros eletrônicos e a exposição à poluição.

Os dispositivos eletrônicos, cada vez mais comuns especialmente entre jovens, liberam aerossóis com múltiplas substâncias potencialmente tóxicas. Estudos recentes identificaram, inclusive, níveis elevados de metais pesados e outras toxinas em dispositivos descartáveis, o que preocupa especialistas e órgãos de vigilância sanitária, dada a falta de padronização e controle desses produtos, cuja venda é proibida no Brasil.

Outro fator que ajuda a explicar o surgimento do câncer de pulmão em não fumantes é a poluição atmosférica, sobretudo as partículas finas e poluentes provenientes do tráfego de veículos automotores. Pesquisas europeias mostraram uma associação consistente entre a exposição crônica a esses poluentes e o aumento da incidência de câncer de pulmão, efeito que também é observado entre pessoas que nunca fumaram, tema abordado em artigo publicado neste espaço em 2023.

Do ponto de vista clínico e de saúde pública, compreender esse novo perfil do câncer de pulmão leva a duas prioridades: a necessidade de ampliar as políticas de controle do tabaco para incluir dispositivos eletrônicos, com regulamentações e fiscalizações mais rigorosas, e a integração da qualidade do ar e da exposição ocupacional nas estratégias de prevenção, por meio do monitoramento ambiental e de ações para reduzir emissões em áreas urbanas. Essas iniciativas têm o potencial de proteger populações inteiras e reduzir a carga da doença a médio prazo.

Apesar da mudança no perfil epidemiológico, vale destacar que o câncer de pulmão ainda é, em grande parte, evitável. A combinação entre tabagismo tradicional, novos produtos eletrônicos e poluição do ar explica a evolução da doença, reforçando a urgência de ações coordenadas para frear essa tendência e proteger as gerações futuras.

Em escala global, o câncer de pulmão segue com índices alarmantes. Estimativas mais recentes indicam que esse número já chegou a 2,5 milhões de novos casos anuais, um avanço que evidencia a magnitude do problema no mundo.

No Brasil, as projeções do Instituto Nacional de Câncer (INCA) para este ano apontam para mais de 32 mil novos diagnósticos. A distribuição por sexo e região revela desigualdades importantes e reforça a necessidade de tratar a doença como uma prioridade estratégica de saúde pública, para um dos tumores mais incidentes no país.

https://forbes.com.br/forbessaude/2025/08/por-que-o-cancer-de-pulmao -deixou-de-ser-apenas-coisa-de-fumante/

A mudança no perfil do câncer de pulmão exige que tanto a prática clínica quanto a saúde pública adaptem suas estratégias. Mais do que apenas considerar fatores individuais, torna-se necessário refletir sobre ações coletivas capazes de reduzir a incidência da doença. Nesse contexto, qual medida se mostra coerente com as prioridades destacadas no texto?
 

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3887085 Ano: 2025
Disciplina: Saúde Pública
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Guaraciaba-SC

Por Que o Câncer de Pulmão Deixou de Ser Apenas "Coisa de Fumante"

O câncer de pulmão, tradicionalmente associado ao tabagismo, tem apresentado um perfil de pacientes em transformação nas últimas décadas. Hoje, a doença afeta mais mulheres, pessoas mais jovens e também aquelas que nunca fumaram, revelando novos fatores de risco que ultrapassam o hábito de fumar o cigarro comum. Entre eles, destacam-se o uso crescente de cigarros eletrônicos e a exposição à poluição.

Os dispositivos eletrônicos, cada vez mais comuns especialmente entre jovens, liberam aerossóis com múltiplas substâncias potencialmente tóxicas. Estudos recentes identificaram, inclusive, níveis elevados de metais pesados e outras toxinas em dispositivos descartáveis, o que preocupa especialistas e órgãos de vigilância sanitária, dada a falta de padronização e controle desses produtos, cuja venda é proibida no Brasil.

Outro fator que ajuda a explicar o surgimento do câncer de pulmão em não fumantes é a poluição atmosférica, sobretudo as partículas finas e poluentes provenientes do tráfego de veículos automotores. Pesquisas europeias mostraram uma associação consistente entre a exposição crônica a esses poluentes e o aumento da incidência de câncer de pulmão, efeito que também é observado entre pessoas que nunca fumaram, tema abordado em artigo publicado neste espaço em 2023.

Do ponto de vista clínico e de saúde pública, compreender esse novo perfil do câncer de pulmão leva a duas prioridades: a necessidade de ampliar as políticas de controle do tabaco para incluir dispositivos eletrônicos, com regulamentações e fiscalizações mais rigorosas, e a integração da qualidade do ar e da exposição ocupacional nas estratégias de prevenção, por meio do monitoramento ambiental e de ações para reduzir emissões em áreas urbanas. Essas iniciativas têm o potencial de proteger populações inteiras e reduzir a carga da doença a médio prazo.

Apesar da mudança no perfil epidemiológico, vale destacar que o câncer de pulmão ainda é, em grande parte, evitável. A combinação entre tabagismo tradicional, novos produtos eletrônicos e poluição do ar explica a evolução da doença, reforçando a urgência de ações coordenadas para frear essa tendência e proteger as gerações futuras.

Em escala global, o câncer de pulmão segue com índices alarmantes. Estimativas mais recentes indicam que esse número já chegou a 2,5 milhões de novos casos anuais, um avanço que evidencia a magnitude do problema no mundo.

No Brasil, as projeções do Instituto Nacional de Câncer (INCA) para este ano apontam para mais de 32 mil novos diagnósticos. A distribuição por sexo e região revela desigualdades importantes e reforça a necessidade de tratar a doença como uma prioridade estratégica de saúde pública, para um dos tumores mais incidentes no país.

https://forbes.com.br/forbessaude/2025/08/por-que-o-cancer-de-pulmao -deixou-de-ser-apenas-coisa-de-fumante/

Mudanças no comportamento epidemiológico de determinadas doenças revelam como fatores sociais, culturais e ambientais podem alterar os grupos mais afetados ao longo do tempo. No caso do câncer de pulmão, os dados mais recentes apontam que sua ocorrência não se limita mais ao perfil clássico do fumante inveterado. Diante dessa transformação, qual interpretação se mostra coerente com o texto apresentado?
 

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3887082 Ano: 2025
Disciplina: Saúde Pública
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Guaraciaba-SC
A Lei nº 11.350/2006 regulamenta as atividades do Agente Comunitário de Saúde (ACS), conferindo-lhes um papel central importante na estrutura do Sistema Único de Saúde (SUS).
Com base no disposto na Lei nº 11.350/2006, é CORRETO afirmar que:
 

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3887081 Ano: 2025
Disciplina: Saúde Pública
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Guaraciaba-SC
A educação em saúde é uma estratégia fundamental para capacitar a população a compreender, prevenir e controlar fatores de risco relacionados a doenças. O Agente Comunitário de Saúde (ACS) tem papel central na conscientização e orientação da comunidade, promovendo hábitos saudáveis e participando ativamente da prevenção.
Com base nesse contexto, analise as afirmativas abaixo:
I.A educação em saúde fortalece vínculos entre profissionais e usuários, facilitando a adesão a tratamentos e programas de prevenção.
II.A educação em saúde deve envolver comunicação efetiva, respeito às diversidades culturais e sociais e o uso de informações baseadas em evidências.
III.A atuação do ACS é essencial para a tradução do conhecimento técnico em ações práticas no território.

É CORRETO o que se afirma em:
 

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