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Caso hipotético: gestante de 28 semanas, primigesta, apresenta pressão arterial de 146/92 mmHg em duas medidas adequadas com
intervalo de 4 horas. Relata cefaleia esporádica leve, sem escotomas ou dor epigástrica. Exames laboratoriais solicitados na mesma
semana (proteinúria, DHL, transaminases, contagem plaquetária) todos dentro dos limites normais. Glicosúria ausente. Movimentos
fetais presentes, altura uterina adequada, doppler obstétrico recente sem alterações. Sem história prévia de hipertensão ou uso de anti-hipertensivos.
Com base na classificação recomendada pelo Ministério da Saúde e guidelines internacionais, qual o diagnóstico mais provável?
Com base na classificação recomendada pelo Ministério da Saúde e guidelines internacionais, qual o diagnóstico mais provável?
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Caso hipotético: homem de 41 anos apresenta aumento de linfonodo cervical inferior direito há aproximadamente 12 dias, doloroso à
palpação, móvel, de consistência fibro-elástica. Relata IVAS autolimitada 3 semanas antes. Afebril, sem sudorese noturna, sem perda
ponderal, sem rigidez de nuca ou odinofagia. Laringoscopia simples sem alterações. Hemograma recente mostra leucócitos normais,
sem desvio à esquerda. Nega contato com gatos, viagens recentes, uso de imunossupressores ou fatores de risco para ISTs. Solicita “um
exame mais completo para descartar câncer”.
Qual a conduta mais adequada no contexto de APS, considerando o tempo de evolução e a ausência de sinais de alarme?
Qual a conduta mais adequada no contexto de APS, considerando o tempo de evolução e a ausência de sinais de alarme?
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Caso hipotético: mulher de 51 anos procura a Atenção Primária à Saúde (APS) com queixas de ondas de calor diárias, pior à noite,
despertares frequentes, redução da qualidade do sono e irritabilidade há cerca de 8 meses. Refere 10 meses de amenorreia, ciclos
previamente irregulares, sem história pessoal ou familiar de câncer de mama, trombose, Acidente Vascular Cerebral (AVC) ou doença
coronariana. Pressão arterial 122/76 mmHg, IMC 24 kg/m², exame físico normal. Nega tabagismo. Mamografia de rastreamento há 9
meses normal. Exames laboratoriais prévios sem alterações. Pergunta se existe “algum tratamento mais eficaz do que fitoterápicos”
para os sintomas. Considerando o quadro clínico e as recomendações de diretrizes nacionais e internacionais, qual é a conduta inicial
mais adequada?
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Uma Unidade Básica de Saúde (UBS) de zona urbana realiza, no início do ano, sua avaliação anual de indicadores populacionais. A
equipe identifica baixa cobertura vacinal em adultos jovens, rastreamento irregular de câncer de colo uterino e dificuldade na adesão a
mudanças de estilo de vida entre portadores de hipertensão e pré-diabetes. Durante a reunião de gestão do cuidado, o médico de família
é convidado a propor estratégias práticas para aumentar coberturas, qualificar o rastreamento e melhorar a efetividade das intervenções
de promoção da saúde.
Considerando as diretrizes brasileiras atuais para prevenção e promoção em Atenção Primária à Saúde (APS), qual das medidas abaixo está tecnicamente CORRETA e alinhada aos princípios da APS?
Considerando as diretrizes brasileiras atuais para prevenção e promoção em Atenção Primária à Saúde (APS), qual das medidas abaixo está tecnicamente CORRETA e alinhada aos princípios da APS?
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Caso hipotético: um homem de 34 anos procura a Atenção Primária à Saúde (APS) com quadro de febre alta há 3 dias, cefaleia intensa,
dor retro-orbitária, náuseas e exantema discreto no tronco. Relata que a esposa teve diagnóstico confirmado de dengue há uma semana.
Ao exame: PA 110/70 mmHg, FC 96 bpm, TRC < 2 s, sem sangramentos aparentes. Refere dor abdominal leve, porém sem sinais de
irritação peritoneal. O hemograma realizado hoje mostra:
Hematócrito 47% (aumento de 20% em relação ao basal registrado há 6 meses)
Plaquetas 135.000/mm³
Leucócitos 4.000/mm³
Considerando o manejo na Atenção Primária e a classificação de risco atual da dengue segundo o Ministério da Saúde, qual é a conduta mais adequada?
Hematócrito 47% (aumento de 20% em relação ao basal registrado há 6 meses)
Plaquetas 135.000/mm³
Leucócitos 4.000/mm³
Considerando o manejo na Atenção Primária e a classificação de risco atual da dengue segundo o Ministério da Saúde, qual é a conduta mais adequada?
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Caso hipotético: homem de 54 anos, IMC 31 kg/m², pressão 128/82 mmHg, sem comorbidades conhecidas. Apresenta glicemia de
jejum 152 mg/dL em duas ocasiões e HbA1c 7,4%. Nega sintomas clássicos de polifagia, poliúria ou polidipsia. Função renal normal
(TFG 92 mL/min).
Considerando as recomendações atuais para manejo inicial do diabetes tipo 2 na Atenção Primária à Saúde (APS), qual é a conduta mais apropriada?
Considerando as recomendações atuais para manejo inicial do diabetes tipo 2 na Atenção Primária à Saúde (APS), qual é a conduta mais apropriada?
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Caso hipotético: homem de 29 anos relata sangramento vermelho vivo ao evacuar, com dor anal aguda. Sem perda ponderal, febre,
alteração do hábito intestinal ou história familiar relevante para neoplasia. Ao exame: fissura anal posterior.
Diante do quadro, a conduta inicial mais adequada no contexto de Atenção Primária à Saúde (APS) é:
Diante do quadro, a conduta inicial mais adequada no contexto de Atenção Primária à Saúde (APS) é:
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Caso hipotético: homem de 47 anos apresenta dor torácica mal definida, sem irradiação, desencadeada por estresse emocional após
morte de familiar e sem relação com esforço físico. Nega quadro prévio. Sedentário, porém eutrófico. Sem fatores de risco
significativos. Exame físico e ECG basal normais realizados na última semana, após início do quadro. Nega acompanhamento médico
regular.
Qual a conduta adequada segundo abordagem inicial de risco na Atenção Primária à Saúde (APS)?
Qual a conduta adequada segundo abordagem inicial de risco na Atenção Primária à Saúde (APS)?
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Caso hipotético: homem de 58 anos, com Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) e obesidade, apresenta dor intensa e súbita em 1º
pododáctilo direito, com importante rubor e edema. O quadro iniciou há 12 horas. Usa diurético tiazídico.
Qual a conduta inicial mais adequada na Atenção Primária à Saúde (APS)?
Qual a conduta inicial mais adequada na Atenção Primária à Saúde (APS)?
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Caso hipotético: mulher de 32 anos procura a Atenção Primária à Saúde (APS) relatando dor torácica leve a moderada, palpitações e
sensação de falta de ar há 3 meses. Exames prévios (ECG, radiografia de tórax, hemograma, eletrólitos, TSH) foram normais. Ela
descreve piora dos sintomas em situações de conflito familiar e refere múltiplas consultas médicas anteriores. Nega perda ponderal,
síncope, febre ou uso de drogas.
Considerando o manejo de sintomas somáticos persistentes e sem explicação médica orgânica evidente no atendimento, qual a condução mais adequada?
Considerando o manejo de sintomas somáticos persistentes e sem explicação médica orgânica evidente no atendimento, qual a condução mais adequada?
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