Magna Concursos

Foram encontradas 14.768 questões.

1521869 Ano: 2017
Disciplina: Redação Oficial
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Remígio-PB
Provas:

O emprego do padrão culto da linguagem é uma exigência do Manual de Redação da Presidência da República. Nos enunciados a seguir, marque a alternativa cuja concordância verbal está de acordo com as orientações desse Manual.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1521868 Ano: 2017
Disciplina: Redação Oficial
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Remígio-PB
Provas:

Um Ministro de Estado que deseja convidar outro Ministro para uma mesa de abertura de um seminário se utiliza do seguinte documento:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1521867 Ano: 2017
Disciplina: Redação Oficial
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Remígio-PB
Provas:

Leia as proposições sobre Memorando e marque (V) para verdadeira e (F) para falsa.

( ) É a modalidade de comunicação entre unidades administrativas de um mesmo órgão, por isso, devem estar hierarquicamente em mesmo nível.

( ) Pode ter caráter meramente administrativo, ou ser empregado para a exposição de projetos, ideias, diretrizes, etc. a serem adotados por determinado setor do serviço público.

( ) Quanto a sua forma, o memorando segue o modelo do padrão ofício, com a diferença de que o seu destinatário deve ser mencionado pelo cargo que ocupa.

( ) Trata-se de uma forma de comunicação interna e externa.

Marque a alternativa que contém a sequência CORRETA:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1521866 Ano: 2017
Disciplina: Redação Oficial
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Remígio-PB
Provas:

Segundo o Manual de Redação Oficial, o emprego dos pronomes de tratamento obedece a secular tradição. É de uso consagrado Vossa Excelência para as seguintes autoridades:

I- Do Poder Executivo

II- Do Poder Legislativo

III- Do Poder Judiciário

IV- Todas as autoridades que tenham cargos de chefia

Está (ão) CORRETA(s) apenas

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1521865 Ano: 2017
Disciplina: Redação Oficial
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Remígio-PB
Provas:

A redação de um documento oficial deve seguir o que está explícito no Manual de Redação Oficial da Presidência da República, por isso:

I- Devem-se utilizar palavras de língua estrangeira somente quando for indispensável.

II- A uniformidade, necessariamente, não precisa ser totalmente obedecida, pois a linguagem deve ser adaptada a diversas variações linguísticas do Brasil.

III- Os fundamentos da Redação Oficial são de ordem linguística, ética e estética.

Está (ão) CORRETA(s)

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1521864 Ano: 2017
Disciplina: Redação Oficial
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Remígio-PB
Provas:

_____________: instrumento de comunicação oficial entre os Chefes dos Poderes Públicos, notadamente as enviadas pelo Chefe do Poder Executivo ao Poder Legislativo para informar sobre fato da Administração Pública; expor o plano de governo por ocasião da abertura de sessão legislativa; submeter ao Congresso Nacional matérias que dependem de deliberação de suas Casas; apresentar veto; enfim, fazer e agradecer comunicações de tudo quanto seja de interesse dos poderes públicos e da Nação.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1521863 Ano: 2017
Disciplina: Redação Oficial
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Remígio-PB
Provas:

De acordo com o Manual de Redação Oficial da Presidência da República, a redação oficial deve apresentar uma linguagem que obedeça a critérios específicos contidos nesse Manual. Todas as características a seguir devem compor a redação oficial, EXCETO:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1511952 Ano: 2017
Disciplina: Redação Oficial
Banca: IMA
Orgão: AHM-SP

Em relação à redação oficial, relacione as colunas da tabela abaixo.

Coluna I

Coluna II

1.

Correção. A.

Na redação oficial, deve-se evitar erros gramaticais e a linguagem complexa.

2.

Precisão. B.

Deve-se tomar cuidado com o uso de sinônimos. Na redação técnica, geralmente, as palavras têm um significado diferenciador.

3.

Objetividade e Impessoalidade. C.

Na redação técnica devese usar somente as palavras necessárias ao entendimento da mensagem.

4.

Clareza. D.

Usar períodos curtos e diretos, expressando as ideias de forma a não deixar dúvidas.

5.

Harmonia. E.

Evitar palavras com rimas ou a repetição sucessiva de palavras com finais idênticos.

6.

Polidez. F.

A redação oficial deve ser simples e respeitosa, sem intimidades ou ironia.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1466952 Ano: 2017
Disciplina: Redação Oficial
Banca: FUMARC
Orgão: SAAE Guanhães
Provas:

Mudar o mundo
Lya Luft
Quando jovens, cultivávamos a utopia de um mundo melhor. Tenho refletido sobre isso. Tenho lido e pesquisado sobre a história do nosso comportamento através dos séculos. Parece que, apesar de toda a violência atual, fomos ficando menos violentos. Difícil acreditar, eu sei. Mas basta pensar nos antigos povos escravizados. Mulheres brutalizadas e crianças maltratadas sem nenhuma defesa, impérios cruéis e perseguições terríveis aplaudidas, como Cruzadas e Inquisição, para ver que melhoramos.
Talvez em nosso DNA não sejamos predadores ferozes. Quem sabe compaixão e solidariedade tenham nascido com essa nossa estranha espécie. Os humanos que andam eretos e, para complicar tudo, pensam. Quem sabe esse ídolo de dupla face, prazer e poder, com a economia como lema primeiro, não seja inato em nós, mas invenção de uma humanidade que pode ser mais sofisticada, no entanto ainda é destrutiva demais.
Seria possível mudar o mundo, mudando por pouco que seja os princípios e valores de cada um de nós? Ou é um velho ideal ultrapassado, e juvenil? Talvez haja um modo de transformar nossa louca futilidade e desvairada busca de poder, estimulando o que em nós já existe: o desejo do bem do outro, e uma convivência menos truculenta?
Se o primeiro objetivo de todos os governos fosse o bem das pessoas, a deusa Economia e seu parceiro, o Poder, perderiam um pouco da força. E teríamos outros ideais, modelos, ambições. Haveríamos de nos respeitar mais, também. Reavaliar nossos desejos, consumir menos ou melhor. Se fosse preciso trocar a manicure e o cabeleireiro por comida decente para as crianças e, quem sabe, a prestação de uma casinha própria. Mudar o sonho do carrão importado ou mais harmonia, mudar o conceito do que é "moderno", que não é inconsequente e delirante. Recuperar a compostura perdida quando fazemos proselitismo com cartazes e material de televisão dizendo que alguém é uma prostituta feliz, ou "sou feliz porque sou prostituta". O material foi recolhido pela insanidade, mas alguém, num cargo importante em um dos muitos ministérios, teve essa genial ideia. Respeitar não significa elogiar, nem apresentar como modelo.
Quem sabe começamos tendo um pouco mais de bom- senso e pudor. Quem sabe começamos querendo ser úteis, produtivos e compassivos dentro do nosso círculo de família, trabalho, comunidade. O ideal não seria criar nossos filhos para ser milionários ou as meninas para ser modelos de beleza e sensualidade, mas para ser pessoas decentes, que acreditam em algum tipo de felicidade tranquila, que vão construir sua vida, produzir no seu trabalho, conviver bem com sua família, enfim, ser transformadores do mundo, dessa maneira mínima que pode parecer tola, mas é essencial.
Abrir o jornal e ver o noticiário, todos nós sabemos, é entrar numa série policial violenta, receber uma bofetada de falta de ética, roubalheira, indignidades várias e muitos absurdos consagrados.
Médicos ganhando pouco e exaustos pelo excesso de trabalho atendendo dezenas de pacientes nas emergências, às vezes mal aparelhadas pelo país afora. Professores recebendo salários vergonhosos, submetidos à violência por parte de alunos e, às vezes, de pais de alunos, jovens que dentro da sala de aula e no pátio se engalfinham como bandidos, gente inocente que morre queimada porque não tinha mais que alguns reais no bolso ou no banco, acidentes de trânsito totalmente evitáveis, obras públicas ruindo quando mal ficam prontas, falta de bons engenheiros, de seriedade no uso de material, de se levar em conta as vidas humanas que ali hão de correr riscos sérios. Isso tudo sem falar nas guerras fora de nosso alcance, mas dentro de nossa casa pelos meios de comunicação.
A gente podia mudar: se cada um mudasse um pouquinho, exigisse muito mais dos líderes em todos os setores, e aspirasse a algo muito melhor. Talvez digam que é apenas utopia minha, resquícios de um idealismo juvenil: mas amadurecer não precisa ser renunciar a todas as nossas crenças.
Disponível em: http://www.gilbertogodoy.com.br/ler- post/mudar-o-mundo--lya-luft Acesso em: 10 ago. 2017.

Para a padronização dos documentos, são indispensáveis, EXCETO:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1466951 Ano: 2017
Disciplina: Redação Oficial
Banca: FUMARC
Orgão: SAAE Guanhães
Provas:

Mudar o mundo
Lya Luft
Quando jovens, cultivávamos a utopia de um mundo melhor. Tenho refletido sobre isso. Tenho lido e pesquisado sobre a história do nosso comportamento através dos séculos. Parece que, apesar de toda a violência atual, fomos ficando menos violentos. Difícil acreditar, eu sei. Mas basta pensar nos antigos povos escravizados. Mulheres brutalizadas e crianças maltratadas sem nenhuma defesa, impérios cruéis e perseguições terríveis aplaudidas, como Cruzadas e Inquisição, para ver que melhoramos.
Talvez em nosso DNA não sejamos predadores ferozes. Quem sabe compaixão e solidariedade tenham nascido com essa nossa estranha espécie. Os humanos que andam eretos e, para complicar tudo, pensam. Quem sabe esse ídolo de dupla face, prazer e poder, com a economia como lema primeiro, não seja inato em nós, mas invenção de uma humanidade que pode ser mais sofisticada, no entanto ainda é destrutiva demais.
Seria possível mudar o mundo, mudando por pouco que seja os princípios e valores de cada um de nós? Ou é um velho ideal ultrapassado, e juvenil? Talvez haja um modo de transformar nossa louca futilidade e desvairada busca de poder, estimulando o que em nós já existe: o desejo do bem do outro, e uma convivência menos truculenta?
Se o primeiro objetivo de todos os governos fosse o bem das pessoas, a deusa Economia e seu parceiro, o Poder, perderiam um pouco da força. E teríamos outros ideais, modelos, ambições. Haveríamos de nos respeitar mais, também. Reavaliar nossos desejos, consumir menos ou melhor. Se fosse preciso trocar a manicure e o cabeleireiro por comida decente para as crianças e, quem sabe, a prestação de uma casinha própria. Mudar o sonho do carrão importado ou mais harmonia, mudar o conceito do que é "moderno", que não é inconsequente e delirante. Recuperar a compostura perdida quando fazemos proselitismo com cartazes e material de televisão dizendo que alguém é uma prostituta feliz, ou "sou feliz porque sou prostituta". O material foi recolhido pela insanidade, mas alguém, num cargo importante em um dos muitos ministérios, teve essa genial ideia. Respeitar não significa elogiar, nem apresentar como modelo.
Quem sabe começamos tendo um pouco mais de bom- senso e pudor. Quem sabe começamos querendo ser úteis, produtivos e compassivos dentro do nosso círculo de família, trabalho, comunidade. O ideal não seria criar nossos filhos para ser milionários ou as meninas para ser modelos de beleza e sensualidade, mas para ser pessoas decentes, que acreditam em algum tipo de felicidade tranquila, que vão construir sua vida, produzir no seu trabalho, conviver bem com sua família, enfim, ser transformadores do mundo, dessa maneira mínima que pode parecer tola, mas é essencial.
Abrir o jornal e ver o noticiário, todos nós sabemos, é entrar numa série policial violenta, receber uma bofetada de falta de ética, roubalheira, indignidades várias e muitos absurdos consagrados.
Médicos ganhando pouco e exaustos pelo excesso de trabalho atendendo dezenas de pacientes nas emergências, às vezes mal aparelhadas pelo país afora. Professores recebendo salários vergonhosos, submetidos à violência por parte de alunos e, às vezes, de pais de alunos, jovens que dentro da sala de aula e no pátio se engalfinham como bandidos, gente inocente que morre queimada porque não tinha mais que alguns reais no bolso ou no banco, acidentes de trânsito totalmente evitáveis, obras públicas ruindo quando mal ficam prontas, falta de bons engenheiros, de seriedade no uso de material, de se levar em conta as vidas humanas que ali hão de correr riscos sérios. Isso tudo sem falar nas guerras fora de nosso alcance, mas dentro de nossa casa pelos meios de comunicação.
A gente podia mudar: se cada um mudasse um pouquinho, exigisse muito mais dos líderes em todos os setores, e aspirasse a algo muito melhor. Talvez digam que é apenas utopia minha, resquícios de um idealismo juvenil: mas amadurecer não precisa ser renunciar a todas as nossas crenças.
Disponível em: http://www.gilbertogodoy.com.br/ler- post/mudar-o-mundo--lya-luft Acesso em: 10 ago. 2017.

A redação oficial deve caracterizar-se, EXCETO:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas