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Respondida
Na classificação dos documentos quanto à espécie,
leis, decretos, portarias são exemplos de atos:
Respondida
A petição feita por escrito a uma autoridade do serviço
público, na qual se solicita algo que é permitido por lei
é conhecida como:
Respondida
Julgue o seguinte item, considerando a correção gramatical
dos trechos apresentados e a adequação da linguagem à
correspondência oficial.
Solicito que Vossa Senhoria me explique porque meu
pedido de férias ainda não saiu dessa seção em direção
a divisão de pessoal, visto que já fazem dois meses da
solicitação inicial.
Respondida
Julgue o seguinte item, considerando a correção gramatical dos trechos apresentados e a adequação da linguagem à correspondência oficial.
Informamos que estamos tentando acesso junto ao
Sistema de Informações desse Conselho a mais de
quinze dias sem sucesso e o mesmo consta como
“aguardando autorização”, conforme comprovante em
anexo.
Respondida
Acerca da redação oficial de documentos oficiais, de administração geral e pública e da Lei n.º 12.527/2011, julgue o item que se segue.
As comunicações oficiais para autoridades de mesma hierarquia ou de hierarquia inferior devem ter como fecho a expressão “Atenciosamente,”.
Respondida
No que tange à clareza dos textos oficiais, com base no que
orienta o Manual de redação da Presidência da República , não
é correto afirmar que
A
se pode definir como claro aquele texto que possibilita imediata
compreensão pelo leitor. No entanto, a clareza não é algo que
se atinja por si só: ela depende estritamente das demais
características da redação oficial.
B
o esforço de ser conciso atende, basicamente, ao princípio de
economia linguística, à mencionada fórmula de empregar o
mínimo de palavras para informar o máximo. Não se deve de
forma alguma entendê-la como economia de pensamento, isto
é, não se devem eliminar passagens substanciais do texto no
afã de reduzi-lo em tamanho. Trata-se exclusivamente de cortar
palavras inúteis, redundâncias, passagens que nada
acrescentem ao que já foi dito.
C
para ela concorrem também a impessoalidade, que evita a
duplicidade de interpretações que poderia decorrer de um
tratamento personalista dado ao texto; e o uso do padrão culto
de linguagem, em princípio, de entendimento geral e por
definição avesso a vocábulos de circulação restrita, como a gíria
e o jargão.
D
na revisão de um expediente, deve-se avaliar se ele será de fácil
compreensão por seu destinatário. O objetivo é levar o
destinatário a pesquisar o sentido que foi dado ao texto por
terceiros, uma vez que quem o produz não tem condições de
explicitar todas as ideias, por se tratar de assuntos sempre
técnicos, que exigem linguagem própria.
E
a revisão atenta exige, necessariamente, tempo. A pressa com
que são elaboradas certas comunicações quase sempre
compromete sua clareza. Não se deve proceder à redação de
um texto que não seja seguida por sua revisão. Evite-se, pois, o
atraso, com sua indesejável repercussão no redigir.
Respondida
No que tange à linguagem dos atos normativos, com base no que orienta o Manual de redação da Presidência da República, é correto
afirmar que
A
as comunicações que partem dos órgãos públicos federais devem ser compreendidas por todo e qualquer cidadão brasileiro. Para
atingir esse objetivo, há que evitar o uso de uma linguagem restrita a determinados grupos. Não há dúvida de que um texto marcado
por expressões de circulação restrita, como a gíria, os regionalismos vocabulares, tem sua compreensão dificultada. Entretanto, abre-se exceção para os jargões técnicos, inerentes ao assunto abordado.
B
o padrão culto nada tem contra a simplicidade de expressão, desde que não seja confundida com pobreza de expressão. Caso se
considere um caminho para a pobreza de linguagem, o uso do padrão culto possibilita, com reservas, o emprego de linguagem
rebuscada, mas não de contorcionismos sintáticos e figuras de linguagem próprios da língua literária.
C
se deve buscar, em nome da uniformidade, um “padrão oficial de linguagem”, com uso do padrão culto nos atos e comunicações
oficiais. É claro que haverá preferência pelo uso de determinadas expressões, ou será obedecida certa tradição no emprego das
formas sintáticas, e isso implica, necessariamente, que se consagre a utilização de uma forma de linguagem burocrática.
D
a linguagem técnica deve ser empregada apenas em situações que a exijam, sendo de evitar o seu uso indiscriminado. Certos
rebuscamentos acadêmicos, e mesmo o vocabulário próprio a determinada área, são de difícil entendimento por quem não esteja
com eles familiarizado. Deve-se ter o cuidado, portanto, de explicitá-los em comunicações encaminhadas a outros órgãos da
administração e em expedientes dirigidos aos cidadãos.
E
a necessidade de empregar determinado nível de linguagem nos atos e expedientes oficiais decorre do próprio caráter público desses
atos e comunicações. Em relação à sua finalidade, os atos oficiais estabelecem regras para a conduta dos cidadãos e regulam o
funcionamento dos órgãos públicos, o que só é alcançado se for empregada a linguagem técnica adequada própria do órgão regulador.
Respondida
Julgue o item, considerando a correção gramatical dos trechos apresentados e a adequação da linguagem à correspondência oficial.
Considerando que a proposta encaminhada a este Conselho encontra-se sem evolução a pelo menos oito meses, sem resposta da entidade quanto ao saneamento das pendências identificadas.
Respondida
Julgue o item, considerando a correção gramatical dos trechos apresentados e a adequação da linguagem à correspondência oficial.
Diante do exposto acima essa Comissão de Análise Técnica posiciona-se com parecer não favorável solicitação ora apresentada.
Respondida
No que diz respeito à redação oficial, a formas de tratamento e a abreviações, julgue o item.
O pronome de tratamento a ser empregado aos embaixadores é Vossa Excelência.