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Recentemente a tomografia por emissão de pósitrons (PET) com
18F-Florbetabeno foi introduzida como biomarcador de um
subtipo de transtorno neurocognitivo maior.
Acerca desse exame, é correto afirmar que o PET 18F-Florbetabeno:
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Ângela, uma mulher de 45 anos, foi diagnosticada com transtorno
de compulsão alimentar periódica e realizou uma cirurgia
bariátrica para controlar seu peso. Após a cirurgia, Ângela perdeu
muito peso, mas ficou com excesso de pele, o que afetou sua
saúde física e emocional. Ela entrou na justiça solicitando o
direito à cirurgia reparadora. Considerando o CID-11 e o impacto do excesso de pele na saúde
de Ângela, a alternativa que melhor descreve a situação é a
seguinte:
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Um engenheiro de 74 anos, sem histórico prévio de doenças
psiquiátricas, apresenta, no último ano, quadro de alucinações
visuais complexas. Ao exame físico, demonstrava lentidão dos
movimentos com perda de amplitude associada a hipertonia
plástica, com esses sintomas piores do lado direito do corpo.
Pontuou 16 pontos no miniexame do estado mental. Foi
medicado com haloperidol, cursando com piora importante das
alucinações e no quadro motor, sendo observados agora marcha
em pequenos passos com flexão do tronco e tremor de repouso.
Exames de imagem e laboratoriais não demonstraram
anormalidades. Em relação ao caso, o diagnóstico mais provável e a melhor
conduta são:
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Um homem de 35 anos, com diagnóstico prévio de transtorno
bipolar, encontra-se internado em uma unidade psiquiátrica devido a
uma exacerbação do quadro afetivo. Nas últimas 48 horas, a equipe
observou que o paciente apresenta uma mudança comportamental
significativa. Durante as avaliações, foram notados os seguintes
sinais: imobilidade acentuada com manutenção de posturas
corporais incomuns, caretas, mutismo e negativismo. Foi realizada
tomografia de crânio, que não evidenciou novas lesões ou alterações
estruturais. Acerca desse quadro clínico, o melhor diagnóstico é:
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Uma paciente de 8 anos apresenta comportamento retraído e
nervosismo persistente em diversas situações cotidianas. Os
sintomas tiveram início há aproximadamente sete meses,
coincidindo com a mudança para uma nova escola. Desde então,
observa-se que a criança evita participar de atividades em grupo
e demonstra desconforto significativo ao frequentar o ambiente
escolar. Durante a consulta, a paciente relatou sentir intensa
ansiedade ao imaginar situações em que precise interagir com
outras crianças ou ser observada, descrevendo episódios de
palpitações e aceleração do coração. Ela expressa um medo
persistente de ser avaliada negativamente pelos colegas, o que
ocasiona prejuízo no seu desempenho escolar e nas interações
sociais. Não há relato de alterações marcantes de humor ou
pensamentos delirantes. Diante desse quadro, o diagnóstico mais provável é transtorno:
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O transtorno obsessivo-compulsivo é caracterizado por
pensamentos intrusivos recorrentes, imagens ou impulsos que
causam ansiedade ou sofrimento (obsessões) e por atos mentais
ou comportamentais repetitivos (compulsões) que o indivíduo
sente necessidade de realizar. Das classes farmacológicas abaixo, a mais indicada como
tratamento preferencial inicial é a de:
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No DSM-5, os transtornos alimentares são classificados na
seção “transtornos alimentares e da ingestão de alimentos”. Essa
categoria abrange condições relacionadas a padrões de
alimentação desordenados que afetam a saúde física e/ou o
funcionamento psicossocial. Faz parte dessa seção o transtorno alimentar restritivo/evitativo,
que é caracterizado por:
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Maria, 33 anos, apresenta preocupação excessiva com a
possibilidade de ter uma doença grave há aproximadamente
nove meses. Apesar de não apresentar sintomas físicos
relevantes, ela vive convencida de que pode estar desenvolvendo
uma doença grave. Ela relata aferir frequentemente seus sinais
vitais, além de realizar buscas intensas por informações médicas
em fontes on-line, convencida de que pode ter, por exemplo,
câncer ou um distúrbio cardíaco. Maria já consultou diversos
médicos e submeteu-se a inúmeros exames laboratoriais e de
imagem, todos com resultados normais, mas persiste em buscar
novas opiniões médicas para obter garantias de que não tem
nenhum problema de saúde significativo. A intensa preocupação
com a possibilidade de ter uma doença grave tornou-se o foco
central da sua vida, prejudicando suas relações sociais e o
desempenho no trabalho. Embora ela reconheça, em certos
momentos, que suas preocupações possam ser exageradas, essa
percepção não é suficiente para diminuir seu sofrimento. Nesse caso, o melhor diagnóstico é:
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Um homem de 35 anos, previamente hígido, deu entrada no
pronto-socorro apresentando irritabilidade, dificuldade para
dormir, pesadelos recorrentes e episódios de taquicardia
acompanhados de sudorese intensa. Relata que há sete dias
sofreu um acidente de carro, no qual seu veículo capotou várias
vezes. Desde então, tem lembranças recorrentes e angustiantes
do acidente, sentindo-se como se estivesse revivendo o
momento do capotamento. Para afastar essas lembranças, ele
tem evitado dirigir e até mesmo ver imagens de carros. Durante a
consulta, descreve que sente que está atordoado e que o “tempo
está passando mais devagar" desde o acidente. Nega histórico
prévio de transtornos psiquiátricos, uso de substâncias
psicoativas ou doenças crônicas. O exame físico e os exames
complementares realizados no pronto-socorro não revelam
anormalidades. Com base no quadro apresentado, o diagnóstico que melhor
representa o momento atual do paciente é transtorno:
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Ana, 10 anos, foi encaminhada para avaliação psiquiátrica após
reclamações frequentes de sua professora ao longo do último
ano letivo. Segundo o relato escolar, Ana costuma desafiar as
regras de sala de aula, recusa-se a seguir instruções e
frequentemente argumenta com a professora de forma
desafiadora. Ela interrompe as atividades, acusa colegas de
estarem “contra ela” e demonstra irritação com facilidade,
principalmente quando é contrariada. Não há relatos de
agressões físicas ou atos de vandalismo. Os pais mencionam que,
em casa, Ana frequentemente discute com eles, culpando-os pelo
seu mau comportamento.
Acerca desse quadro clínico, o diagnóstico mais provável para
Ana é transtorno:
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