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Marcos, 19 anos de idade, comparece ao hospital geral, acompanhado de seu genitor, para atendimento de emergência. Muito agitado e confuso, Marcos grita sem parar que seu corpo está sendo levado pela luz. O pai comenta que tem notado o filho mais quieto e calado. “Achei que fosse coisa de jovem que fica mais afastado do pai nessa fase. Mas cheguei a comentar com a mãe dele, há uns 6 meses, que estava achando ele esquisito demais: começou a não falar coisa com coisa. A gente sempre achou ele meio diferente dos outros meninos. Na escola, no trabalho e com os amigos, ele sempre teve dificuldades. Em contrapartida, nunca nos deu trabalho com bebida ou com droga. Mas agora parece que pirou de vez. Há um mês e meio pegamos Marcos nu, de cócoras, no quintal de casa. Ao perguntarmos o que aquilo significava, ele nos disse que, por ora, não tinha autorização para dizer; e pediu que nos retirássemos de seu ‘tribunal’. Ouvimos ele falando o que parecia ser uma outra língua. Ficamos assustados. Apesar de ter passado por vários acompanhamentos psicológicos desde criança e nunca ter melhorado 100%, esta foi a primeira vez que me preocupei de verdade. Tentamos conversar com calma depois, mas ele disse que ainda não poderia ‘trazer à luz a revelação’ e que, no momento correto, ‘todos seriam testemunhas de sua consagração’. De lá para cá, foi ficando cada vez mais difícil. Ele está sem dormir há mais de 3 dias, sem querer comer ou tomar banho... Não deu mais para segurar. Resolvemos trazê-lo mesmo contra a vontade. Estou certo de que há algo errado com meu filho”.
A partir do caso clínico hipotético precedente, julgue os itens a seguir, considerando a psicopatologia, as teorias e técnicas psicoterápicas e as técnicas de entrevista.
Marcos apresenta critérios para quadro de psicose breve.
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Marcos, 19 anos de idade, comparece ao hospital geral, acompanhado de seu genitor, para atendimento de emergência. Muito agitado e confuso, Marcos grita sem parar que seu corpo está sendo levado pela luz. O pai comenta que tem notado o filho mais quieto e calado. “Achei que fosse coisa de jovem que fica mais afastado do pai nessa fase. Mas cheguei a comentar com a mãe dele, há uns 6 meses, que estava achando ele esquisito demais: começou a não falar coisa com coisa. A gente sempre achou ele meio diferente dos outros meninos. Na escola, no trabalho e com os amigos, ele sempre teve dificuldades. Em contrapartida, nunca nos deu trabalho com bebida ou com droga. Mas agora parece que pirou de vez. Há um mês e meio pegamos Marcos nu, de cócoras, no quintal de casa. Ao perguntarmos o que aquilo significava, ele nos disse que, por ora, não tinha autorização para dizer; e pediu que nos retirássemos de seu ‘tribunal’. Ouvimos ele falando o que parecia ser uma outra língua. Ficamos assustados. Apesar de ter passado por vários acompanhamentos psicológicos desde criança e nunca ter melhorado 100%, esta foi a primeira vez que me preocupei de verdade. Tentamos conversar com calma depois, mas ele disse que ainda não poderia ‘trazer à luz a revelação’ e que, no momento correto, ‘todos seriam testemunhas de sua consagração’. De lá para cá, foi ficando cada vez mais difícil. Ele está sem dormir há mais de 3 dias, sem querer comer ou tomar banho... Não deu mais para segurar. Resolvemos trazê-lo mesmo contra a vontade. Estou certo de que há algo errado com meu filho”.
A partir do caso clínico hipotético precedente, julgue os itens a seguir, considerando a psicopatologia, as teorias e técnicas psicoterápicas e as técnicas de entrevista.
Marcos manifesta afeto pueril e pensamento progressivamente desorganizado, características clínicas a serem consideradas para diagnóstico diferencial no quadro de psicoses reativas.
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Marcos, 19 anos de idade, comparece ao hospital geral, acompanhado de seu genitor, para atendimento de emergência. Muito agitado e confuso, Marcos grita sem parar que seu corpo está sendo levado pela luz. O pai comenta que tem notado o filho mais quieto e calado. “Achei que fosse coisa de jovem que fica mais afastado do pai nessa fase. Mas cheguei a comentar com a mãe dele, há uns 6 meses, que estava achando ele esquisito demais: começou a não falar coisa com coisa. A gente sempre achou ele meio diferente dos outros meninos. Na escola, no trabalho e com os amigos, ele sempre teve dificuldades. Em contrapartida, nunca nos deu trabalho com bebida ou com droga. Mas agora parece que pirou de vez. Há um mês e meio pegamos Marcos nu, de cócoras, no quintal de casa. Ao perguntarmos o que aquilo significava, ele nos disse que, por ora, não tinha autorização para dizer; e pediu que nos retirássemos de seu ‘tribunal’. Ouvimos ele falando o que parecia ser uma outra língua. Ficamos assustados. Apesar de ter passado por vários acompanhamentos psicológicos desde criança e nunca ter melhorado 100%, esta foi a primeira vez que me preocupei de verdade. Tentamos conversar com calma depois, mas ele disse que ainda não poderia ‘trazer à luz a revelação’ e que, no momento correto, ‘todos seriam testemunhas de sua consagração’. De lá para cá, foi ficando cada vez mais difícil. Ele está sem dormir há mais de 3 dias, sem querer comer ou tomar banho... Não deu mais para segurar. Resolvemos trazê-lo mesmo contra a vontade. Estou certo de que há algo errado com meu filho”.
A partir do caso clínico hipotético precedente, julgue os itens a seguir, considerando a psicopatologia, as teorias e técnicas psicoterápicas e as técnicas de entrevista.
Marcos apresenta comprometimento de funções psíquicas e empobrecimento do funcionamento global.
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Marcos, 19 anos de idade, comparece ao hospital geral, acompanhado de seu genitor, para atendimento de emergência. Muito agitado e confuso, Marcos grita sem parar que seu corpo está sendo levado pela luz. O pai comenta que tem notado o filho mais quieto e calado. “Achei que fosse coisa de jovem que fica mais afastado do pai nessa fase. Mas cheguei a comentar com a mãe dele, há uns 6 meses, que estava achando ele esquisito demais: começou a não falar coisa com coisa. A gente sempre achou ele meio diferente dos outros meninos. Na escola, no trabalho e com os amigos, ele sempre teve dificuldades. Em contrapartida, nunca nos deu trabalho com bebida ou com droga. Mas agora parece que pirou de vez. Há um mês e meio pegamos Marcos nu, de cócoras, no quintal de casa. Ao perguntarmos o que aquilo significava, ele nos disse que, por ora, não tinha autorização para dizer; e pediu que nos retirássemos de seu ‘tribunal’. Ouvimos ele falando o que parecia ser uma outra língua. Ficamos assustados. Apesar de ter passado por vários acompanhamentos psicológicos desde criança e nunca ter melhorado 100%, esta foi a primeira vez que me preocupei de verdade. Tentamos conversar com calma depois, mas ele disse que ainda não poderia ‘trazer à luz a revelação’ e que, no momento correto, ‘todos seriam testemunhas de sua consagração’. De lá para cá, foi ficando cada vez mais difícil. Ele está sem dormir há mais de 3 dias, sem querer comer ou tomar banho... Não deu mais para segurar. Resolvemos trazê-lo mesmo contra a vontade. Estou certo de que há algo errado com meu filho”.
A partir do caso clínico hipotético precedente, julgue os itens a seguir, considerando a psicopatologia, as teorias e técnicas psicoterápicas e as técnicas de entrevista.
São sintomas negativos apresentados por Marcos o comportamento bizarro e a alogia.
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Com base na Resolução n.º 14/2023 do Conselho Federal de Psicologia, julgue os itens que se seguem.
Na avaliação de riscos psicossociais relacionados ao trabalho, a atuação da psicóloga e do psicólogo deve atender às necessidades dos exames admissionais, demissionais, periódicos, de retorno ao trabalho, de mudança de atividade ou função, entre outras.
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Com base na Resolução n.º 14/2023 do Conselho Federal de Psicologia, julgue os itens que se seguem.
Ao realizar a avaliação de riscos psicossociais relacionadas ao trabalho, a psicóloga e o psicólogo devem investigar e diagnosticar as características psicológicas das pessoas trabalhadoras, as características dos processos de trabalho e do contexto organizacional.
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Com base na Resolução n.º 14/2023 do Conselho Federal de Psicologia, julgue os itens que se seguem.
A avaliação de riscos psicossociais relacionados ao trabalho é atividade exclusiva dos profissionais de psicologia, que devem realizá-la individualmente, ainda que componham equipes multidisciplinares.
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De acordo com a Resolução n.º 01/2022 do Conselho Federal de Psicologia, julgue os itens subsequentes.
Na avaliação psicológica para registro e porte de arma de fogo, devem ser avaliadas as características psicológicas do interessado relacionadas a aspectos cognitivos, traços de personalidade e juízo crítico e comportamento.
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- Psicodiagnóstico e Avaliação PsicológicaTestes Psicológicos - Testes Psicométricos e Testes Projetivos
O Sistema de Avaliação de Testes Psicológicos (SATEPSI) tem por objetivo avaliar a qualidade técnico-científica de instrumentos psicológicos para uso profissional.
Resolução n.º 31/2022 do Conselho Federal de Psicologia
Com base na resolução n.º 31/2022 do Conselho Federal de Psicologia (CFP), julgue os itens a seguir.
Em se tratando de testes psicológicos que utilizem métodos projetivos ou expressivos, dispensa-se, para que sejam reconhecidos para o uso profissional de psicólogos e psicólogas, a apresentação de evidências empíricas sobre as características técnicas dos itens do teste psicológico.
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O Sistema de Avaliação de Testes Psicológicos (SATEPSI) tem por objetivo avaliar a qualidade técnico-científica de instrumentos psicológicos para uso profissional.
Resolução n.º 31/2022 do Conselho Federal de Psicologia
Com base na resolução n.º 31/2022 do Conselho Federal de Psicologia (CFP), julgue os itens a seguir.
São etapas que compõe o processo de tramitação dos testes psicológicos submetidos ao SATEPSI a submissão online ao SATEPSI, a designação de três pareceristas ad hoc para análise, a elaboração, pelos pareceristas, de relatório conclusivo e a apreciação e decisão pelo plenário do CFP do relatório dos pareceristas.
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