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Texto 1

Leia com atenção a canção abaixo de autoria de Chico César e responda à questão a seguir:

Deus me proteja de mim

E da maldade de gente boa

Da bondade da pessoa ruim

Deus me governe e guarde, ilumine e zele assim

Deus me proteja de mim

E da maldade de gente boa

Da bondade da pessoa ruim

Deus me governe e guarde, ilumine e zele assim

Caminho se conhece andando

Então vez em quando é bom se perder

Perdido fica perguntando

Vai só procurando

E acha sem saber

Perigo é se encontrar perdido

Deixar sem ter sido

Não olhar, não ver

Bom mesmo é ter sexto sentido

Sair distraído, espalhar bem-querer

CÉSAR, Chico. Deus me proteja de mim. Disponível em: https://www. letras.mus.br/chico-cesar/1281067/. Acessado em: 28/10/2025.

No texto 1, no verso “Da bondade da pessoa ruim”, existe o uso expressivo de uma figura de linguagem.

Que figura de linguagem é essa:

 

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Texto 1

Leia com atenção a canção abaixo de autoria de Chico César e responda à questão a seguir:

Deus me proteja de mim

E da maldade de gente boa

Da bondade da pessoa ruim

Deus me governe e guarde, ilumine e zele assim

Deus me proteja de mim

E da maldade de gente boa

Da bondade da pessoa ruim

Deus me governe e guarde, ilumine e zele assim

Caminho se conhece andando

Então vez em quando é bom se perder

Perdido fica perguntando

Vai só procurando

E acha sem saber

Perigo é se encontrar perdido

Deixar sem ter sido

Não olhar, não ver

Bom mesmo é ter sexto sentido

Sair distraído, espalhar bem-querer

CÉSAR, Chico. Deus me proteja de mim. Disponível em: https://www. letras.mus.br/chico-cesar/1281067/. Acessado em: 28/10/2025.

No texto 1, a expressão “Deus me proteja de mim” revela, em seu cerne, uma reflexão sobre:
 

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3973207 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Unesc
Orgão: SAMAE Morro da Fumaça-SC
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O mote
A moça atende o celular dentro do Metrô, fala com suavidade, diz que entende, que tudo bem, que fica para outro dia — e, ao desligar, resmunga um "cachorro". A cena, tão cotidiana quanto misteriosa, oferece ao cronista um ponto de partida: quem era o interlocutor oculto? O que fez para merecer tal desprezo? O enigma, mais que a resposta, já é matéria literária.
O mote da crônica pode surgir de situações como essa ou de qualquer detalhe da vida: o clima instável, o amor que acaba ou renasce, a cidade que nos cerca, a falta de assunto, a dor ou a alegria — sendo a dor, muitas vezes, mais fértil. Até mesmo o anônimo "cachorro" ao telefone pode servir para inaugurar uma narrativa.
Embora a definição escolar descreva a crônica como relato histórico em ordem temporal, o gênero é muito mais flexível: pode ser leve, circunstancial, irônica ou até leviana, dependendo do tema. Rubem Braga dizia que, se não é aguda, é crônica — e talvez essa seja a melhor orientação para quem tenta definir o indefinível.
Encontrado o mote, basta entregar-se ao imaginário. Na história imaginada pelo autor, a moça desceria na estação seguinte para confrontar o "cachorro", mas hesita: e se ele estiver dizendo a verdade? Melhor deixar a trama inacabada — para não estragar o dia dela, o dele, nem o ganha-pão do cronista.
Texto Adaptado
PIMENTEL, Luiz Cunha. O mote. In: RECHIA, Rosângela Beatriz (Org.). Concurso Literário Felippe D?Oliveira: conto, crônica e poesia − Premiados 2017 e 2018. Santa Maria: Imprensa Universitária/UFSM, 2018. Disponível em: https://www.santamaria.rs.gov.br/arquivos/baixar-arquivo/conteudo/D15 -1884.pdf . Acesso em: 21 nov. 2025. 
Considerando a estrutura sintática do trecho "deixar a trama inacabada" em "Melhor deixar a trama inacabada — para não estragar o dia dela, o dele, nem o ganha-pão do cronista", avalie o uso da crase antes do termo "trama" e com base nos princípios da regência verbal e da estrutura da frase, assinale a alternativa correta.
 

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3973206 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Unesc
Orgão: SAMAE Morro da Fumaça-SC
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O mote
A moça atende o celular dentro do Metrô, fala com suavidade, diz que entende, que tudo bem, que fica para outro dia — e, ao desligar, resmunga um "cachorro". A cena, tão cotidiana quanto misteriosa, oferece ao cronista um ponto de partida: quem era o interlocutor oculto? O que fez para merecer tal desprezo? O enigma, mais que a resposta, já é matéria literária.
O mote da crônica pode surgir de situações como essa ou de qualquer detalhe da vida: o clima instável, o amor que acaba ou renasce, a cidade que nos cerca, a falta de assunto, a dor ou a alegria — sendo a dor, muitas vezes, mais fértil. Até mesmo o anônimo "cachorro" ao telefone pode servir para inaugurar uma narrativa.
Embora a definição escolar descreva a crônica como relato histórico em ordem temporal, o gênero é muito mais flexível: pode ser leve, circunstancial, irônica ou até leviana, dependendo do tema. Rubem Braga dizia que, se não é aguda, é crônica — e talvez essa seja a melhor orientação para quem tenta definir o indefinível.
Encontrado o mote, basta entregar-se ao imaginário. Na história imaginada pelo autor, a moça desceria na estação seguinte para confrontar o "cachorro", mas hesita: e se ele estiver dizendo a verdade? Melhor deixar a trama inacabada — para não estragar o dia dela, o dele, nem o ganha-pão do cronista.
Texto Adaptado
PIMENTEL, Luiz Cunha. O mote. In: RECHIA, Rosângela Beatriz (Org.). Concurso Literário Felippe D?Oliveira: conto, crônica e poesia − Premiados 2017 e 2018. Santa Maria: Imprensa Universitária/UFSM, 2018. Disponível em: https://www.santamaria.rs.gov.br/arquivos/baixar-arquivo/conteudo/D15 -1884.pdf . Acesso em: 21 nov. 2025. 
Considerando os recursos discursivos empregados pelo narrador e a estrutura composicional do texto, analise as proposições a seguir. A alternativa correta é aquela que traduz, com precisão interpretativa, os mecanismos de sentido presentes na crônica.
 

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3973205 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Unesc
Orgão: SAMAE Morro da Fumaça-SC
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O mote
A moça atende o celular dentro do Metrô, fala com suavidade, diz que entende, que tudo bem, que fica para outro dia — e, ao desligar, resmunga um "cachorro". A cena, tão cotidiana quanto misteriosa, oferece ao cronista um ponto de partida: quem era o interlocutor oculto? O que fez para merecer tal desprezo? O enigma, mais que a resposta, já é matéria literária.
O mote da crônica pode surgir de situações como essa ou de qualquer detalhe da vida: o clima instável, o amor que acaba ou renasce, a cidade que nos cerca, a falta de assunto, a dor ou a alegria — sendo a dor, muitas vezes, mais fértil. Até mesmo o anônimo "cachorro" ao telefone pode servir para inaugurar uma narrativa.
Embora a definição escolar descreva a crônica como relato histórico em ordem temporal, o gênero é muito mais flexível: pode ser leve, circunstancial, irônica ou até leviana, dependendo do tema. Rubem Braga dizia que, se não é aguda, é crônica — e talvez essa seja a melhor orientação para quem tenta definir o indefinível.
Encontrado o mote, basta entregar-se ao imaginário. Na história imaginada pelo autor, a moça desceria na estação seguinte para confrontar o "cachorro", mas hesita: e se ele estiver dizendo a verdade? Melhor deixar a trama inacabada — para não estragar o dia dela, o dele, nem o ganha-pão do cronista.
Texto Adaptado
PIMENTEL, Luiz Cunha. O mote. In: RECHIA, Rosângela Beatriz (Org.). Concurso Literário Felippe D?Oliveira: conto, crônica e poesia − Premiados 2017 e 2018. Santa Maria: Imprensa Universitária/UFSM, 2018. Disponível em: https://www.santamaria.rs.gov.br/arquivos/baixar-arquivo/conteudo/D15 -1884.pdf . Acesso em: 21 nov. 2025. 
Com base nos princípios da análise sintática oracional e na estrutura dos termos essenciais e acessórios da frase "A moça atende o celular dentro do Metrô, fala com suavidade, diz que entende, que tudo bem, que fica para outro dia — e, ao desligar, resmunga um 'cachorro'", assinale a alternativa que apresenta uma análise correta das orações e seus elementos constituintes no trecho apresentado.
 

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3973204 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Unesc
Orgão: SAMAE Morro da Fumaça-SC
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O mote
A moça atende o celular dentro do Metrô, fala com suavidade, diz que entende, que tudo bem, que fica para outro dia — e, ao desligar, resmunga um "cachorro". A cena, tão cotidiana quanto misteriosa, oferece ao cronista um ponto de partida: quem era o interlocutor oculto? O que fez para merecer tal desprezo? O enigma, mais que a resposta, já é matéria literária.
O mote da crônica pode surgir de situações como essa ou de qualquer detalhe da vida: o clima instável, o amor que acaba ou renasce, a cidade que nos cerca, a falta de assunto, a dor ou a alegria — sendo a dor, muitas vezes, mais fértil. Até mesmo o anônimo "cachorro" ao telefone pode servir para inaugurar uma narrativa.
Embora a definição escolar descreva a crônica como relato histórico em ordem temporal, o gênero é muito mais flexível: pode ser leve, circunstancial, irônica ou até leviana, dependendo do tema. Rubem Braga dizia que, se não é aguda, é crônica — e talvez essa seja a melhor orientação para quem tenta definir o indefinível.
Encontrado o mote, basta entregar-se ao imaginário. Na história imaginada pelo autor, a moça desceria na estação seguinte para confrontar o "cachorro", mas hesita: e se ele estiver dizendo a verdade? Melhor deixar a trama inacabada — para não estragar o dia dela, o dele, nem o ganha-pão do cronista.
Texto Adaptado
PIMENTEL, Luiz Cunha. O mote. In: RECHIA, Rosângela Beatriz (Org.). Concurso Literário Felippe D?Oliveira: conto, crônica e poesia − Premiados 2017 e 2018. Santa Maria: Imprensa Universitária/UFSM, 2018. Disponível em: https://www.santamaria.rs.gov.br/arquivos/baixar-arquivo/conteudo/D15 -1884.pdf . Acesso em: 21 nov. 2025. 
Com base na análise do termo destacado em ""Embora a definição escolar descreva a crônica como relato histórico em ordem temporal, o gênero é muito mais flexível: pode ser leve, circunstancial, irônica ou até leviana, dependendo do tema" e no funcionamento da oração em que ele está inserido, assinale a alternativa correta quanto à sua classificação morfológica, valor sintático e contribuição para a construção do sentido no texto.
 

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3973203 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Unesc
Orgão: SAMAE Morro da Fumaça-SC
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O mote
A moça atende o celular dentro do Metrô, fala com suavidade, diz que entende, que tudo bem, que fica para outro dia — e, ao desligar, resmunga um "cachorro". A cena, tão cotidiana quanto misteriosa, oferece ao cronista um ponto de partida: quem era o interlocutor oculto? O que fez para merecer tal desprezo? O enigma, mais que a resposta, já é matéria literária.
O mote da crônica pode surgir de situações como essa ou de qualquer detalhe da vida: o clima instável, o amor que acaba ou renasce, a cidade que nos cerca, a falta de assunto, a dor ou a alegria — sendo a dor, muitas vezes, mais fértil. Até mesmo o anônimo "cachorro" ao telefone pode servir para inaugurar uma narrativa.
Embora a definição escolar descreva a crônica como relato histórico em ordem temporal, o gênero é muito mais flexível: pode ser leve, circunstancial, irônica ou até leviana, dependendo do tema. Rubem Braga dizia que, se não é aguda, é crônica — e talvez essa seja a melhor orientação para quem tenta definir o indefinível.
Encontrado o mote, basta entregar-se ao imaginário. Na história imaginada pelo autor, a moça desceria na estação seguinte para confrontar o "cachorro", mas hesita: e se ele estiver dizendo a verdade? Melhor deixar a trama inacabada — para não estragar o dia dela, o dele, nem o ganha-pão do cronista.
Texto Adaptado
PIMENTEL, Luiz Cunha. O mote. In: RECHIA, Rosângela Beatriz (Org.). Concurso Literário Felippe D?Oliveira: conto, crônica e poesia − Premiados 2017 e 2018. Santa Maria: Imprensa Universitária/UFSM, 2018. Disponível em: https://www.santamaria.rs.gov.br/arquivos/baixar-arquivo/conteudo/D15 -1884.pdf . Acesso em: 21 nov. 2025. 
A partir do trecho "A moça atende o celular dentro do Metrô, fala com suavidade, diz que entende, que tudo bem, que fica para outro dia — e, ao desligar, resmunga um 'cachorro'" e dos conhecimentos linguísticos sobre semântica, assinale a alternativa que apresenta uma análise correta quanto aos efeitos de sentido produzidos por recursos como polissemia, ambiguidade e sentido figurado.
 

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3973157 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Unesc
Orgão: SAMAE Morro da Fumaça-SC
Muitos municípios pequenos do Brasil têm buscado fortalecer seus negócios locais para gerar empregos e melhorar a qualidade de vida da população. Essas iniciativas ajudam no crescimento das regiões fora das grandes cidades. Por que isso é importante?
 

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3973155 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Unesc
Orgão: SAMAE Morro da Fumaça-SC
A extração de barro e a produção de cerâmica sempre foram atividades importantes em Morro da Fumaça. Mesmo com novas atividades econômicas surgindo, essa tradição ainda faz parte da identidade do município. Qual alternativa descreve corretamente essa situação?
 

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3973147 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Unesc
Orgão: SAMAE Morro da Fumaça-SC

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Encanto ou Ilusão

Lá estava Luiza sentada em um banco da praça, numa linda manhã de domingo. Ela observava seus pequenos filhos brincando, correndo e fazendo bolinhas de sabão. Dentro de si, pensava a mãe, encantada com o sorriso das crianças: "Que colorido mágico! Que profusão de cores!

André corria e gritava:

— Olha mamãe, as minhas bolinhas são maiores que as de Ana.

Perto deles estava Teko, seu pequeno cachorro que latia sem parar, correndo de um lado para o outro. Ana soprava para ver se conseguia fazer bolinhas tão bonitas quantos as de seu irmão. Para a garota, estava acontecendo um lindo espetáculo no céu que era vislumbrado pelos seus lindos olhos azuis, isto é, ela admirava tantas bolinhas subirem e descerem e por fim, uma pura ilusão; elas estouram.

A mãe observava de perto a alegria que estava no ar, porém, Luiza não sabia se ria ou se lamentava ao ouvir os gritos enlouquecidos das crianças. Naquela singela manhã, a mãe notou que cada bolinha era como seus filhos, únicos, belos, encantadores, cheios de vida. A mãe podia entender que seu encanto em observar os filhos findava em cada bolinha estourada, pois sabia que aquela alegria tinha tempo determinado, tornando-se em ilusão quando a bolinha estourava em suas pequenas mãos tecendo um espetáculo de gotas coloridas.

ALMEIDA, Mariza Gregório de. Encanto ou Ilusão. In: CALICCHIO, Fátima Christina; CARNEIRO, Otávio Felipe (org.). Crônicas e Minicontos: histórias reflexivas de professores em formação [recurso eletrônico]. Maringá − PR: UniCV, 2024. Disponível em: https://unicv.edu.br/wp-content/uploads/2024/06/Livro-de-Cronicas-e-Mi nicontos-Projeto-GOPT-1-1.pdf . Acesso em: 21 nov. 2025.

O texto apresenta a personagem Luiza observando seus filhos em um momento de lazer. A mãe se vê encantada com a cena, mas também tomada por certa tristeza ao pensar na breve duração daquele momento. Considerando essa dualidade de sentimentos e o uso simbólico das imagens no texto, assinale a alternativa que melhor expressa o sentido mais profundo da narrativa.
 

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