Foram encontradas 349.643 questões.
Nunca gostei da casca do pão
Nunca gostei da casca do pão. Sempre sinto um gosto
mais amargo e a textura não me agrada tanto como o miolo
molinho e quentinho de um pão caseiro quem recém saiu do
forno.
Essa minha rejeição das cascas começou ainda na infância.
Lembro bem quando tentava negacear e tirar a parte de cima,
mas minha mãe não costuma permitir. O pão com nata e chimia
vinha sempre acompanhado da casca.
A estratégia que eu adotava era começar comendo o que
eu menos gostava. Começava, justamente, pela borda superior
da fatia onde a massa do pão ficou em contato com o ar quente
do forno. Depois seguia com mordidas geométricas até finalizar
as quatro linhas. Restava então o que eu tinha interesse: o
miolo do pão.
Ao passar dos anos o pão também se transformou. Na
minha casa já não era tão habitual ter pão caseiro saindo do
forno dia sim, dia não. Aquele pão de forma industrializado
chegava na minha casa com a missão de alimentar um
adolescente que sempre tinha fome de sanduíche.
Mas a casca, dessa vez uniformemente ruim nas quatro
bordas da fatia, me fazia cortar as laterais antes de botar o
sanduba na torradeira. Demorou alguns anos até eu me dar
conta do baita desperdício que aquilo ali representava. Foi
coincidentemente bem quando passei a comprar meu próprio
pão. O bolso ensina tanto!
Adotei então outras estratégias: que tal tentar o
cacetinho? Aquela crocância da casca, para mim, é bem melhor
que o gosto amargo da casca de um pão caseiro. Mas o gosto
do miolo... Ah, nem se compara!
Foi quando eu, que gosto muito de cozinhar, entendi que
poderia usar as cascas do pão para fazer outras receitas. E nem
estou falando apenas da farinha de rosca, mas das várias
possibilidades que surgem com esses pedaços de pão que
depois de ainda mais tostados (dessa vez com um fio de azeite)
podem ser bem gostosos.
Tenho aproveitado tanto o miolo do pão com o recheio
que eu prefiro e com a parte que gosto verdadeiramente. O
restante não vira mais desperdício e nem é resquício da birra
de criança mimada ou de um adulto mal-educado.
Esses dias atrás ao comer uma dessas fatias de pão com
nata que eu tanto gosto, me dei conta de quantas coisas na
minha vida também eram ou ainda são cascas de pão.
Ache uma serventia para as suas “cascas de pão” e não
permita ter que engolir algo no seco por obrigação.
Autor: Marco Matos - GZH (adaptado).
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Nunca gostei da casca do pão. Sempre sinto um gosto
mais amargo e a textura não me agrada tanto como o miolo
molinho e quentinho de um pão caseiro quem recém saiu do
forno.
Essa minha rejeição das cascas começou ainda na infância.
Lembro bem quando tentava negacear e tirar a parte de cima,
mas minha mãe não costuma permitir. O pão com nata e chimia
vinha sempre acompanhado da casca.
A estratégia que eu adotava era começar comendo o que
eu menos gostava. Começava, justamente, pela borda superior
da fatia onde a massa do pão ficou em contato com o ar quente
do forno. Depois seguia com mordidas geométricas até finalizar
as quatro linhas. Restava então o que eu tinha interesse: o
miolo do pão.
Ao passar dos anos o pão também se transformou. Na
minha casa já não era tão habitual ter pão caseiro saindo do
forno dia sim, dia não. Aquele pão de forma industrializado
chegava na minha casa com a missão de alimentar um
adolescente que sempre tinha fome de sanduíche.
Mas a casca, dessa vez uniformemente ruim nas quatro
bordas da fatia, me fazia cortar as laterais antes de botar o
sanduba na torradeira. Demorou alguns anos até eu me dar
conta do baita desperdício que aquilo ali representava. Foi
coincidentemente bem quando passei a comprar meu próprio
pão. O bolso ensina tanto!
Adotei então outras estratégias: que tal tentar o
cacetinho? Aquela crocância da casca, para mim, é bem melhor
que o gosto amargo da casca de um pão caseiro. Mas o gosto
do miolo... Ah, nem se compara!
Foi quando eu, que gosto muito de cozinhar, entendi que
poderia usar as cascas do pão para fazer outras receitas. E nem
estou falando apenas da farinha de rosca, mas das várias
possibilidades que surgem com esses pedaços de pão que
depois de ainda mais tostados (dessa vez com um fio de azeite)
podem ser bem gostosos.
Tenho aproveitado tanto o miolo do pão com o recheio
que eu prefiro e com a parte que gosto verdadeiramente. O
restante não vira mais desperdício e nem é resquício da birra
de criança mimada ou de um adulto mal-educado.
Esses dias atrás ao comer uma dessas fatias de pão com
nata que eu tanto gosto, me dei conta de quantas coisas na
minha vida também eram ou ainda são cascas de pão.
Ache uma serventia para as suas “cascas de pão” e não
permita ter que engolir algo no seco por obrigação.
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Nunca gostei da casca do pão. Sempre sinto um gosto
mais amargo e a textura não me agrada tanto como o miolo
molinho e quentinho de um pão caseiro quem recém saiu do
forno.
Essa minha rejeição das cascas começou ainda na infância.
Lembro bem quando tentava negacear e tirar a parte de cima,
mas minha mãe não costuma permitir. O pão com nata e chimia
vinha sempre acompanhado da casca.
A estratégia que eu adotava era começar comendo o que
eu menos gostava. Começava, justamente, pela borda superior
da fatia onde a massa do pão ficou em contato com o ar quente
do forno. Depois seguia com mordidas geométricas até finalizar
as quatro linhas. Restava então o que eu tinha interesse: o
miolo do pão.
Ao passar dos anos o pão também se transformou. Na
minha casa já não era tão habitual ter pão caseiro saindo do
forno dia sim, dia não. Aquele pão de forma industrializado
chegava na minha casa com a missão de alimentar um
adolescente que sempre tinha fome de sanduíche.
Mas a casca, dessa vez uniformemente ruim nas quatro
bordas da fatia, me fazia cortar as laterais antes de botar o
sanduba na torradeira. Demorou alguns anos até eu me dar
conta do baita desperdício que aquilo ali representava. Foi
coincidentemente bem quando passei a comprar meu próprio
pão. O bolso ensina tanto!
Adotei então outras estratégias: que tal tentar o
cacetinho? Aquela crocância da casca, para mim, é bem melhor
que o gosto amargo da casca de um pão caseiro. Mas o gosto
do miolo... Ah, nem se compara!
Foi quando eu, que gosto muito de cozinhar, entendi que
poderia usar as cascas do pão para fazer outras receitas. E nem
estou falando apenas da farinha de rosca, mas das várias
possibilidades que surgem com esses pedaços de pão que
depois de ainda mais tostados (dessa vez com um fio de azeite)
podem ser bem gostosos.
Tenho aproveitado tanto o miolo do pão com o recheio
que eu prefiro e com a parte que gosto verdadeiramente. O
restante não vira mais desperdício e nem é resquício da birra
de criança mimada ou de um adulto mal-educado.
Esses dias atrás ao comer uma dessas fatias de pão com
nata que eu tanto gosto, me dei conta de quantas coisas na
minha vida também eram ou ainda são cascas de pão.
Ache uma serventia para as suas “cascas de pão” e não
permita ter que engolir algo no seco por obrigação.
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Nunca gostei da casca do pão. Sempre sinto um gosto
mais amargo e a textura não me agrada tanto como o miolo
molinho e quentinho de um pão caseiro quem recém saiu do
forno.
Essa minha rejeição das cascas começou ainda na infância.
Lembro bem quando tentava negacear e tirar a parte de cima,
mas minha mãe não costuma permitir. O pão com nata e chimia
vinha sempre acompanhado da casca.
A estratégia que eu adotava era começar comendo o que
eu menos gostava. Começava, justamente, pela borda superior
da fatia onde a massa do pão ficou em contato com o ar quente
do forno. Depois seguia com mordidas geométricas até finalizar
as quatro linhas. Restava então o que eu tinha interesse: o
miolo do pão.
Ao passar dos anos o pão também se transformou. Na
minha casa já não era tão habitual ter pão caseiro saindo do
forno dia sim, dia não. Aquele pão de forma industrializado
chegava na minha casa com a missão de alimentar um
adolescente que sempre tinha fome de sanduíche.
Mas a casca, dessa vez uniformemente ruim nas quatro
bordas da fatia, me fazia cortar as laterais antes de botar o
sanduba na torradeira. Demorou alguns anos até eu me dar
conta do baita desperdício que aquilo ali representava. Foi
coincidentemente bem quando passei a comprar meu próprio
pão. O bolso ensina tanto!
Adotei então outras estratégias: que tal tentar o
cacetinho? Aquela crocância da casca, para mim, é bem melhor
que o gosto amargo da casca de um pão caseiro. Mas o gosto
do miolo... Ah, nem se compara!
Foi quando eu, que gosto muito de cozinhar, entendi que
poderia usar as cascas do pão para fazer outras receitas. E nem
estou falando apenas da farinha de rosca, mas das várias
possibilidades que surgem com esses pedaços de pão que
depois de ainda mais tostados (dessa vez com um fio de azeite)
podem ser bem gostosos.
Tenho aproveitado tanto o miolo do pão com o recheio
que eu prefiro e com a parte que gosto verdadeiramente. O
restante não vira mais desperdício e nem é resquício da birra
de criança mimada ou de um adulto mal-educado.
Esses dias atrás ao comer uma dessas fatias de pão com
nata que eu tanto gosto, me dei conta de quantas coisas na
minha vida também eram ou ainda são cascas de pão.
Ache uma serventia para as suas “cascas de pão” e não
permita ter que engolir algo no seco por obrigação.
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Nunca gostei da casca do pão. Sempre sinto um gosto
mais amargo e a textura não me agrada tanto como o miolo
molinho e quentinho de um pão caseiro quem recém saiu do
forno.
Essa minha rejeição das cascas começou ainda na infância.
Lembro bem quando tentava negacear e tirar a parte de cima,
mas minha mãe não costuma permitir. O pão com nata e chimia
vinha sempre acompanhado da casca.
A estratégia que eu adotava era começar comendo o que
eu menos gostava. Começava, justamente, pela borda superior
da fatia onde a massa do pão ficou em contato com o ar quente
do forno. Depois seguia com mordidas geométricas até finalizar
as quatro linhas. Restava então o que eu tinha interesse: o
miolo do pão.
Ao passar dos anos o pão também se transformou. Na
minha casa já não era tão habitual ter pão caseiro saindo do
forno dia sim, dia não. Aquele pão de forma industrializado
chegava na minha casa com a missão de alimentar um
adolescente que sempre tinha fome de sanduíche.
Mas a casca, dessa vez uniformemente ruim nas quatro
bordas da fatia, me fazia cortar as laterais antes de botar o
sanduba na torradeira. Demorou alguns anos até eu me dar
conta do baita desperdício que aquilo ali representava. Foi
coincidentemente bem quando passei a comprar meu próprio
pão. O bolso ensina tanto!
Adotei então outras estratégias: que tal tentar o
cacetinho? Aquela crocância da casca, para mim, é bem melhor
que o gosto amargo da casca de um pão caseiro. Mas o gosto
do miolo... Ah, nem se compara!
Foi quando eu, que gosto muito de cozinhar, entendi que
poderia usar as cascas do pão para fazer outras receitas. E nem
estou falando apenas da farinha de rosca, mas das várias
possibilidades que surgem com esses pedaços de pão que
depois de ainda mais tostados (dessa vez com um fio de azeite)
podem ser bem gostosos.
Tenho aproveitado tanto o miolo do pão com o recheio
que eu prefiro e com a parte que gosto verdadeiramente. O
restante não vira mais desperdício e nem é resquício da birra
de criança mimada ou de um adulto mal-educado.
Esses dias atrás ao comer uma dessas fatias de pão com
nata que eu tanto gosto, me dei conta de quantas coisas na
minha vida também eram ou ainda são cascas de pão.
Ache uma serventia para as suas “cascas de pão” e não
permita ter que engolir algo no seco por obrigação.
Autor: Marco Matos - GZH (adaptado).
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Nunca gostei da casca do pão
Nunca gostei da casca do pão. Sempre sinto um gosto
mais amargo e a textura não me agrada tanto como o miolo
molinho e quentinho de um pão caseiro quem recém saiu do
forno.
Essa minha rejeição das cascas começou ainda na infância.
Lembro bem quando tentava negacear e tirar a parte de cima,
mas minha mãe não costuma permitir. O pão com nata e chimia
vinha sempre acompanhado da casca.
A estratégia que eu adotava era começar comendo o que
eu menos gostava. Começava, justamente, pela borda superior
da fatia onde a massa do pão ficou em contato com o ar quente
do forno. Depois seguia com mordidas geométricas até finalizar
as quatro linhas. Restava então o que eu tinha interesse: o
miolo do pão.
Ao passar dos anos o pão também se transformou. Na
minha casa já não era tão habitual ter pão caseiro saindo do
forno dia sim, dia não. Aquele pão de forma industrializado
chegava na minha casa com a missão de alimentar um
adolescente que sempre tinha fome de sanduíche.
Mas a casca, dessa vez uniformemente ruim nas quatro
bordas da fatia, me fazia cortar as laterais antes de botar o
sanduba na torradeira. Demorou alguns anos até eu me dar
conta do baita desperdício que aquilo ali representava. Foi
coincidentemente bem quando passei a comprar meu próprio
pão. O bolso ensina tanto!
Adotei então outras estratégias: que tal tentar o
cacetinho? Aquela crocância da casca, para mim, é bem melhor
que o gosto amargo da casca de um pão caseiro. Mas o gosto
do miolo... Ah, nem se compara!
Foi quando eu, que gosto muito de cozinhar, entendi que
poderia usar as cascas do pão para fazer outras receitas. E nem
estou falando apenas da farinha de rosca, mas das várias
possibilidades que surgem com esses pedaços de pão que
depois de ainda mais tostados (dessa vez com um fio de azeite)
podem ser bem gostosos.
Tenho aproveitado tanto o miolo do pão com o recheio
que eu prefiro e com a parte que gosto verdadeiramente. O
restante não vira mais desperdício e nem é resquício da birra
de criança mimada ou de um adulto mal-educado.
Esses dias atrás ao comer uma dessas fatias de pão com
nata que eu tanto gosto, me dei conta de quantas coisas na
minha vida também eram ou ainda são cascas de pão.
Ache uma serventia para as suas “cascas de pão” e não
permita ter que engolir algo no seco por obrigação.
Autor: Marco Matos - GZH (adaptado).
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Questão presente nas seguintes provas
Nunca gostei da casca do pão
Nunca gostei da casca do pão. Sempre sinto um gosto
mais amargo e a textura não me agrada tanto como o miolo
molinho e quentinho de um pão caseiro quem recém saiu do
forno.
Essa minha rejeição das cascas começou ainda na infância.
Lembro bem quando tentava negacear e tirar a parte de cima,
mas minha mãe não costuma permitir. O pão com nata e chimia
vinha sempre acompanhado da casca.
A estratégia que eu adotava era começar comendo o que
eu menos gostava. Começava, justamente, pela borda superior
da fatia onde a massa do pão ficou em contato com o ar quente
do forno. Depois seguia com mordidas geométricas até finalizar
as quatro linhas. Restava então o que eu tinha interesse: o
miolo do pão.
Ao passar dos anos o pão também se transformou. Na
minha casa já não era tão habitual ter pão caseiro saindo do
forno dia sim, dia não. Aquele pão de forma industrializado
chegava na minha casa com a missão de alimentar um
adolescente que sempre tinha fome de sanduíche.
Mas a casca, dessa vez uniformemente ruim nas quatro
bordas da fatia, me fazia cortar as laterais antes de botar o
sanduba na torradeira. Demorou alguns anos até eu me dar
conta do baita desperdício que aquilo ali representava. Foi
coincidentemente bem quando passei a comprar meu próprio
pão. O bolso ensina tanto!
Adotei então outras estratégias: que tal tentar o
cacetinho? Aquela crocância da casca, para mim, é bem melhor
que o gosto amargo da casca de um pão caseiro. Mas o gosto
do miolo... Ah, nem se compara!
Foi quando eu, que gosto muito de cozinhar, entendi que
poderia usar as cascas do pão para fazer outras receitas. E nem
estou falando apenas da farinha de rosca, mas das várias
possibilidades que surgem com esses pedaços de pão que
depois de ainda mais tostados (dessa vez com um fio de azeite)
podem ser bem gostosos.
Tenho aproveitado tanto o miolo do pão com o recheio
que eu prefiro e com a parte que gosto verdadeiramente. O
restante não vira mais desperdício e nem é resquício da birra
de criança mimada ou de um adulto mal-educado.
Esses dias atrás ao comer uma dessas fatias de pão com
nata que eu tanto gosto, me dei conta de quantas coisas na
minha vida também eram ou ainda são cascas de pão.
Ache uma serventia para as suas “cascas de pão” e não
permita ter que engolir algo no seco por obrigação.
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Questão presente nas seguintes provas
Quanto mais nos conhecemos, menos interesse temos em
medir a vida do outro
A tarefa do autoconhecimento é intransferível. Temos que
dar conta desta incrível construção. Não basta apenas focar nas
coisas materiais. Estas são importantes, mas o ser é
infinitamente maior do que o ter. Preciso ser uma boa pessoa
para comigo mesmo, antes de qualquer coisa.
Conhecer a si mesmo é tarefa que se desenrola lentamente.
Exige coragem para observar as próprias sombras, paciência para
reconhecer limites, humildade para admitir que há muito a ser
lapidado. O caminho interior não oferece atalhos, porque
envolve enxergar o que preferimos esconder e acolher o que
insistimos em rejeitar.
É muito mais simples apontar o dedo, comentar fraquezas
alheias, analisar escolhas que não são nossas. Falar dos outros
nos poupa do incômodo de olhar o próprio espelho. No entanto,
essa facilidade é frágil, pois não gera mudança real. O
autoconhecimento, por sua vez, impõe profundidade. Ele pede
silêncio, discernimento, sinceridade com as próprias intenções.
A vida ganha outra qualidade quando aprendemos a
observar reações, perceber por que certas palavras nos ferem,
entender o que desperta irritação, orgulho ou medo. Cada
descoberta ilumina um pedaço da alma e abre espaço para uma
convivência mais leve. O julgamento, tão rápido e confortável,
impede que reconheçamos que todos carregam histórias
desconhecidas.
Quando olhamos para dentro com verdade, cresce também
a compaixão pelo outro. A pressa em criticar diminui, o olhar se
suaviza, o coração se alarga. O autoconhecimento nos devolve
responsabilidade: em vez de culpar o mundo, aprendemos a
cuidar do que está ao nosso alcance. Em vez de esperar perfeição
dos outros, reconhecemos a própria incompletude.
E nesse reconhecimento nasce uma forma mais madura de
viver, onde cada pessoa é vista como obra inacabada, assim
como nós. O caminho para dentro nunca termina. É construção
diária, feita de honestidade e delicadeza. Quanto mais nos
conhecemos, menos interesse temos em medir a vida do outro.
E é nesse movimento silencioso que a alma encontra paz, porque
deixa de ser espectadora da vida alheia e se torna protagonista
do próprio crescimento.
Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Quanto mais nos conhecemos, menos interesse temos em
medir a vida do outro
A tarefa do autoconhecimento é intransferível. Temos que
dar conta desta incrível construção. Não basta apenas focar nas
coisas materiais. Estas são importantes, mas o ser é
infinitamente maior do que o ter. Preciso ser uma boa pessoa
para comigo mesmo, antes de qualquer coisa.
Conhecer a si mesmo é tarefa que se desenrola lentamente.
Exige coragem para observar as próprias sombras, paciência para
reconhecer limites, humildade para admitir que há muito a ser
lapidado. O caminho interior não oferece atalhos, porque
envolve enxergar o que preferimos esconder e acolher o que
insistimos em rejeitar.
É muito mais simples apontar o dedo, comentar fraquezas
alheias, analisar escolhas que não são nossas. Falar dos outros
nos poupa do incômodo de olhar o próprio espelho. No entanto,
essa facilidade é frágil, pois não gera mudança real. O
autoconhecimento, por sua vez, impõe profundidade. Ele pede
silêncio, discernimento, sinceridade com as próprias intenções.
A vida ganha outra qualidade quando aprendemos a
observar reações, perceber por que certas palavras nos ferem,
entender o que desperta irritação, orgulho ou medo. Cada
descoberta ilumina um pedaço da alma e abre espaço para uma
convivência mais leve. O julgamento, tão rápido e confortável,
impede que reconheçamos que todos carregam histórias
desconhecidas.
Quando olhamos para dentro com verdade, cresce também
a compaixão pelo outro. A pressa em criticar diminui, o olhar se
suaviza, o coração se alarga. O autoconhecimento nos devolve
responsabilidade: em vez de culpar o mundo, aprendemos a
cuidar do que está ao nosso alcance. Em vez de esperar perfeição
dos outros, reconhecemos a própria incompletude.
E nesse reconhecimento nasce uma forma mais madura de
viver, onde cada pessoa é vista como obra inacabada, assim
como nós. O caminho para dentro nunca termina. É construção
diária, feita de honestidade e delicadeza. Quanto mais nos
conhecemos, menos interesse temos em medir a vida do outro.
E é nesse movimento silencioso que a alma encontra paz, porque
deixa de ser espectadora da vida alheia e se torna protagonista
do próprio crescimento.
Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado).
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Quanto mais nos conhecemos, menos interesse temos em
medir a vida do outro
A tarefa do autoconhecimento é intransferível. Temos que
dar conta desta incrível construção. Não basta apenas focar nas
coisas materiais. Estas são importantes, mas o ser é
infinitamente maior do que o ter. Preciso ser uma boa pessoa
para comigo mesmo, antes de qualquer coisa.
Conhecer a si mesmo é tarefa que se desenrola lentamente.
Exige coragem para observar as próprias sombras, paciência para
reconhecer limites, humildade para admitir que há muito a ser
lapidado. O caminho interior não oferece atalhos, porque
envolve enxergar o que preferimos esconder e acolher o que
insistimos em rejeitar.
É muito mais simples apontar o dedo, comentar fraquezas
alheias, analisar escolhas que não são nossas. Falar dos outros
nos poupa do incômodo de olhar o próprio espelho. No entanto,
essa facilidade é frágil, pois não gera mudança real. O
autoconhecimento, por sua vez, impõe profundidade. Ele pede
silêncio, discernimento, sinceridade com as próprias intenções.
A vida ganha outra qualidade quando aprendemos a
observar reações, perceber por que certas palavras nos ferem,
entender o que desperta irritação, orgulho ou medo. Cada
descoberta ilumina um pedaço da alma e abre espaço para uma
convivência mais leve. O julgamento, tão rápido e confortável,
impede que reconheçamos que todos carregam histórias
desconhecidas.
Quando olhamos para dentro com verdade, cresce também
a compaixão pelo outro. A pressa em criticar diminui, o olhar se
suaviza, o coração se alarga. O autoconhecimento nos devolve
responsabilidade: em vez de culpar o mundo, aprendemos a
cuidar do que está ao nosso alcance. Em vez de esperar perfeição
dos outros, reconhecemos a própria incompletude.
E nesse reconhecimento nasce uma forma mais madura de
viver, onde cada pessoa é vista como obra inacabada, assim
como nós. O caminho para dentro nunca termina. É construção
diária, feita de honestidade e delicadeza. Quanto mais nos
conhecemos, menos interesse temos em medir a vida do outro.
E é nesse movimento silencioso que a alma encontra paz, porque
deixa de ser espectadora da vida alheia e se torna protagonista
do próprio crescimento.
Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado).
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