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Leia o texto a seguir para responder às questão.
Um dia sem celular
Podem me achar antigo, conservador ou antiquado. Depois disso tudo, podem até calcular a idade que tenho pelos discursos que faço. Apesar dos pesares, tenho orgulho de pertencer a uma geração em que certos avanços tecnológicos tão comuns nos dias atuais não existiam e, ainda assim, vivíamos muito bem sem eles.
Diz o ditado popular que “a necessidade é a mãe de todas as invenções”. O tempo passou e mostrou que o inverso também é verdadeiro. Inventa-se um produto, pensa-se nas necessidades depois. E com uma avalanche de aparatos tecnológicos, vou descobrindo (ou criando), aos poucos, necessidades que nem imaginava ter. Pense aí... Antes eu não tinha algo, mas não tinha a menor consciência de que esse algo que eu não tinha, um dia, iria me fazer alguma falta! Meio maluco, não?
Aos poucos, e sem me dar conta, essas necessidades vão fazendo parte da rotina e vão tomando conta de um espaço maior do tempo que dedicava a outras atividades. Sim! Porque existe um grande monstro devorador de minutos e segundos; esse bicho-papão se chama tecnologia! Alguns podem até chamar isso de resistência a mudanças. Outros podem me perguntar: e no seu tempo não tinha, pelo menos, um rádio ou uma televisão? E eu respondo que sim, mas até aí havia algum controle quanto ao tempo gasto diante deles.
Viver num mundo tecnologicamente desenvolvido, conectado e evoluído pode ser bom; entretanto, não chega a ser a oitava maravilha. Talvez, nisto resida o segredo da simplicidade dos lugares mais distantes de tanta modernidade. Uma casinha no campo, numa praia deserta ou um chalé no topo de uma serra têm seu valor. Como diz a canção, “sem rádio e sem notícias das terras civilizadas”. Contatos? Só se for ao vivo e em cores. (...)
Bem... Pertencer a uma geração anterior a esta guarda lá suas vantagens. Uma delas é, Justamente, poder colocar tudo isso em perspectiva e saber valorizar o que se tinha (ou o que não se tinha) para não perder o que se tem em troca de momentos que, paradoxalmente, podem deixar você desconectado das pessoas mais próximas ou das que você mais ama.
KLEBER, Mano. Um dia sem celular. Recanto das letras. Disponível em https://www.recantodasletras.com.br/cronicas/3339602
O autor do texto “Um dia sem celular” mostra-se um indivíduo:
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A região de Campinas, antes da primeira década do século XIX, constituía-se em um grande vazio demográfico. Os primeiros povoadores paulistas e portugueses contornavam o Mato Grosso Goiano, floresta luxuriante que dificultava a penetração, obrigando-os a dar voltas enormes quando de suas viagens pela Capitania de Goiás. Aqueles que vinham do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais, no final do século XVIII, tinham de percorrer a estrada real, que, do Paranaíba, nas imediações da atual Catalão, demandava Santa Cruz, Bonfim (hoje Silvânia), Meiaponte (Pirenópolis), Ouro Fino, Ferreiro e Cidade de Goiás, onde adentravam pela Cambaúba, hoje na saída para Aruanã.
PINHEIRO, Antônio César C. Campina, a Igreja e Goiânia. In: OLIVEIRA, Eliézer Cardoso; [et al.]. Goiânia 90 anos. Goiânia, GO: Edições Goiás +300, 2024, p. 57.
O texto demonstra a dificuldade dos colonizadores de
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Leia o texto a seguir.

No texto, o efeito de humor é construído pela relação entre a imagem e a palavra “Camelástica”. Para compreender esse efeito, o leitor precisa inferir que a palavra criada resulta da aproximação entre
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