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TEXTO I
A língua é uma construção viva, moldada pelo uso cotidiano
e pelas transformações históricas que atravessam a
sociedade. Ela não permanece estática, pois acompanha as
mudanças culturais, tecnológicas e sociais de cada época,
incorporando novos sentidos, palavras e formas de
expressão.
No entanto, apesar dessa dinamicidade, a língua também se
organiza por regras e convenções que possibilitam a
comunicação entre os falantes. A gramática, a ortografia e
os princípios sintáticos funcionam como instrumentos de
estabilidade, garantindo que a mensagem seja
compreendida de maneira relativamente uniforme.
Entre o uso espontâneo da linguagem e suas normas, surge
um espaço de tensão equilibrada: ao mesmo tempo em que
o falante cria, adapta e ressignifica, ele também precisa
reconhecer limites impostos pelo sistema linguístico. É
nesse equilíbrio que se constrói a eficácia comunicativa.
Assim, compreender a língua vai além de memorizar regras.
Exige interpretar sentidos, reconhecer intenções, perceber
escolhas vocabulares e entender como cada elemento
linguístico contribui para a construção do significado no
texto.
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TEXTO I
A língua é uma construção viva, moldada pelo uso cotidiano
e pelas transformações históricas que atravessam a
sociedade. Ela não permanece estática, pois acompanha as
mudanças culturais, tecnológicas e sociais de cada época,
incorporando novos sentidos, palavras e formas de
expressão.
No entanto, apesar dessa dinamicidade, a língua também se
organiza por regras e convenções que possibilitam a
comunicação entre os falantes. A gramática, a ortografia e
os princípios sintáticos funcionam como instrumentos de
estabilidade, garantindo que a mensagem seja
compreendida de maneira relativamente uniforme.
Entre o uso espontâneo da linguagem e suas normas, surge
um espaço de tensão equilibrada: ao mesmo tempo em que
o falante cria, adapta e ressignifica, ele também precisa
reconhecer limites impostos pelo sistema linguístico. É
nesse equilíbrio que se constrói a eficácia comunicativa.
Assim, compreender a língua vai além de memorizar regras.
Exige interpretar sentidos, reconhecer intenções, perceber
escolhas vocabulares e entender como cada elemento
linguístico contribui para a construção do significado no
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TEXTO I
A língua é uma construção viva, moldada pelo uso cotidiano
e pelas transformações históricas que atravessam a
sociedade. Ela não permanece estática, pois acompanha as
mudanças culturais, tecnológicas e sociais de cada época,
incorporando novos sentidos, palavras e formas de
expressão.
No entanto, apesar dessa dinamicidade, a língua também se
organiza por regras e convenções que possibilitam a
comunicação entre os falantes. A gramática, a ortografia e
os princípios sintáticos funcionam como instrumentos de
estabilidade, garantindo que a mensagem seja
compreendida de maneira relativamente uniforme.
Entre o uso espontâneo da linguagem e suas normas, surge
um espaço de tensão equilibrada: ao mesmo tempo em que
o falante cria, adapta e ressignifica, ele também precisa
reconhecer limites impostos pelo sistema linguístico. É
nesse equilíbrio que se constrói a eficácia comunicativa.
Assim, compreender a língua vai além de memorizar regras.
Exige interpretar sentidos, reconhecer intenções, perceber
escolhas vocabulares e entender como cada elemento
linguístico contribui para a construção do significado no
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Aludindo-se à concordância verbal, marque a alternativa incorreta.
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Indique a alternativa em que todas as palavras são acentuadas graficamente,
segundo a mesma regra.
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A respeito dos sinais de pontuação, assinale a alternativa que faz afirmação
verdadeira.
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A divisão silábica gramatical obedece a algumas regras. Sobre isso, leia os
itens e especifique a alternativa devida.
(I)- As letras que formam os dígrafos rr, ss, sc, sç, xs, xc, devem ser separadas.
(II)- Os encontros consonantais que ocorrem em sílabas internas não devem ser separados, excetuando-se aqueles em que a segunda consoante é l ou r.
(III)- Os hiatos são sempre separados quanto à divisão silábica.
(I)- As letras que formam os dígrafos rr, ss, sc, sç, xs, xc, devem ser separadas.
(II)- Os encontros consonantais que ocorrem em sílabas internas não devem ser separados, excetuando-se aqueles em que a segunda consoante é l ou r.
(III)- Os hiatos são sempre separados quanto à divisão silábica.
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Sobre foco narrativo e tipos de narrador, analise os itens e assinale a alternativa
correta.
I- Narrador onisciente é um narrador em terceira pessoa que, como o próprio nome indica, sabe tudo sobre a história que conta, o passado e o futuro, o visível e o invisível, inclusive o que se passa na subjetividade das personagens, seus pensamentos e emoções mais profundas.
II- Se o foco narrativo não recai necessariamente sobre o narrador personagem, as obras que são narradas por essa categoria podem adotar o discurso em primeira pessoa, ou em terceira pessoa. E, mesmo quando narrado em terceira pessoa, o pacto entre leitor e narrador é imediato, uma vez que, depois do escritor, o narrador ainda é a entidade que sabe mais, e tem informações privilegiadas, sobre o que está sendo narrado.
III- A narrativa se dá por meio do ponto de vista parcial que o narrador possui e apresenta ao leitor, que não tem outro ângulo possível de acesso à história. Mesmo não tendo acesso total aos detalhes da narração, o narrador personagem ainda assim estabelece uma relação íntima com todos os elementos da narrativa.
IV- O narrador observador é aquele que estrutura o discurso narrativo com a voz em terceira pessoa e não participa ativamente de uma ação narrativa. Esse tipo de narrador apenas expõe os eventos observados por ele, mantendo o distanciamento e a objetividade do contar, afinal, ele desconhece o íntimo dos personagens e das ações por eles praticadas.
A imparcialidade do narrador observador o coloca em nível de igualdade com o leitor, pois ambos espreitam as situações com uma visão externa, ou seja, nem o leitor e nem o narrador conseguem penetrar intimamente os meandros da história. O enredo não é visto em seu todo, mas em suas partes.
I- Narrador onisciente é um narrador em terceira pessoa que, como o próprio nome indica, sabe tudo sobre a história que conta, o passado e o futuro, o visível e o invisível, inclusive o que se passa na subjetividade das personagens, seus pensamentos e emoções mais profundas.
II- Se o foco narrativo não recai necessariamente sobre o narrador personagem, as obras que são narradas por essa categoria podem adotar o discurso em primeira pessoa, ou em terceira pessoa. E, mesmo quando narrado em terceira pessoa, o pacto entre leitor e narrador é imediato, uma vez que, depois do escritor, o narrador ainda é a entidade que sabe mais, e tem informações privilegiadas, sobre o que está sendo narrado.
III- A narrativa se dá por meio do ponto de vista parcial que o narrador possui e apresenta ao leitor, que não tem outro ângulo possível de acesso à história. Mesmo não tendo acesso total aos detalhes da narração, o narrador personagem ainda assim estabelece uma relação íntima com todos os elementos da narrativa.
IV- O narrador observador é aquele que estrutura o discurso narrativo com a voz em terceira pessoa e não participa ativamente de uma ação narrativa. Esse tipo de narrador apenas expõe os eventos observados por ele, mantendo o distanciamento e a objetividade do contar, afinal, ele desconhece o íntimo dos personagens e das ações por eles praticadas.
A imparcialidade do narrador observador o coloca em nível de igualdade com o leitor, pois ambos espreitam as situações com uma visão externa, ou seja, nem o leitor e nem o narrador conseguem penetrar intimamente os meandros da história. O enredo não é visto em seu todo, mas em suas partes.
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Tratando-se do correto gênero do substantivo, marque a alternativa incorreta.
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Reproduzimos aqui, alguns episódios do romance O Mulato, de Aluísio Azevedo.
Leia os itens, marque (V) verdadeiro ou (F) falso e assinale a alternativa devida.
( ) O núcleo narrativo é o caso amoroso entre Raimundo e sua prima Ana Rosa. Surge um obstáculo: o preconceito racial da família da moça e de toda a sociedade maranhense, pois Raimundo é mulato.
( ) Diante do impedimento do namoro entre Raimundo e Ana Rosa, os dois têm atitudes opostas, ele recua, ela não. Ousadamente, leva o namorado a seduzi-la, o rapaz recobra ânimo e planejam a fuga. O projeto fracassa, por intervenção do Padre Diogo, que já era responsável pela morte do pai de Raimundo.
( ) Além da morte de José, (pai de Raimundo), o Padre Diogo torna-se também, mandatário da execução do próprio mulato. Esta morte recebe a versão generalizada de suicídio.
( ) Ao ver chegar o corpo do amado, Ana Rosa se desespera. Seis anos depois, o leitor a encontra casada com Luís Dias, o executor de Raimundo, agora ela mãe de três filhos.
( ) O núcleo narrativo é o caso amoroso entre Raimundo e sua prima Ana Rosa. Surge um obstáculo: o preconceito racial da família da moça e de toda a sociedade maranhense, pois Raimundo é mulato.
( ) Diante do impedimento do namoro entre Raimundo e Ana Rosa, os dois têm atitudes opostas, ele recua, ela não. Ousadamente, leva o namorado a seduzi-la, o rapaz recobra ânimo e planejam a fuga. O projeto fracassa, por intervenção do Padre Diogo, que já era responsável pela morte do pai de Raimundo.
( ) Além da morte de José, (pai de Raimundo), o Padre Diogo torna-se também, mandatário da execução do próprio mulato. Esta morte recebe a versão generalizada de suicídio.
( ) Ao ver chegar o corpo do amado, Ana Rosa se desespera. Seis anos depois, o leitor a encontra casada com Luís Dias, o executor de Raimundo, agora ela mãe de três filhos.
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