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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Maria às vezes fica pensando...
— A luz que entra pela janela ilumina todo o quarto. Quando acendo a luz à noite, tudo fica claro. Meu pai sempre acende o abajur para ler. Minha avó sempre chega perto da janela para enfiar a linha na agulha. Será que as coisas têm luz? Mas, se fosse assim, eu veria tudo no escuro. Quanto mais perto da lâmpada estão as coisas, mais elas ficam iluminadas. Se eu coloco minha mão, que é pequena, perto da lâmpada, minha mão não deixa a luz passar. Mas, se coloco minha mão cada vez mais longe da lâmpada, ela quase não faz sombra... A luz vai de um lugar a outro, mas não passa através de certos objetos. Ela ilumina mais ou menos, dependendo de onde está.
E assim Maria acabou imaginando umas experiências que viraram brincadeiras. E eram brincadeiras com sombra e luz, que a menina usou para brincar com sua irmã, Elisa, e uma amiga.
https://chc.org.br/artigo/luz-e-sombra/
"Minha avó sempre chega perto da janela para enfiar a linha na agulha. Será que as coisas têm luz? Mas, se fosse assim, eu veria tudo no escuro. Quanto mais perto da lâmpada estão as coisas, mais elas ficam iluminadas."

Com base nas regras de acentuação, analise as afirmativas a seguir:

I. O vocábulo 'avó' recebe acento agudo por ser monossílabo terminado em vogal aberta 'o', diferenciando-se graficamente de 'avô', que recebe acento circunflexo por apresentar vogal fechada na sílaba tônica.
II. O vocábulo 'têm' recebe acento porque os monossílabos tônicos terminados em 'em' devem ser acentuados.
III. O vocábulo 'lâmpada' recebe acento por apresentar a antepenúltima sílaba tônica.
IV. Os vocábulos 'estão', 'enfiar' e 'assim' possuem a mesma acentuação tônica.

Assinale a alternativa que apresenta as proposições corretas.
 

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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Maria às vezes fica pensando...
— A luz que entra pela janela ilumina todo o quarto. Quando acendo a luz à noite, tudo fica claro. Meu pai sempre acende o abajur para ler. Minha avó sempre chega perto da janela para enfiar a linha na agulha. Será que as coisas têm luz? Mas, se fosse assim, eu veria tudo no escuro. Quanto mais perto da lâmpada estão as coisas, mais elas ficam iluminadas. Se eu coloco minha mão, que é pequena, perto da lâmpada, minha mão não deixa a luz passar. Mas, se coloco minha mão cada vez mais longe da lâmpada, ela quase não faz sombra... A luz vai de um lugar a outro, mas não passa através de certos objetos. Ela ilumina mais ou menos, dependendo de onde está.
E assim Maria acabou imaginando umas experiências que viraram brincadeiras. E eram brincadeiras com sombra e luz, que a menina usou para brincar com sua irmã, Elisa, e uma amiga.
https://chc.org.br/artigo/luz-e-sombra/
"Maria às vezes fica pensando..."

Com base no texto, analise as afirmativas a seguir:

I. Maria conclui que todos os objetos possuem luz própria, por isso podem ser vistos no escuro.
II. O texto demonstra que Maria não consegue relacionar a distância da lâmpada com a formação das sombras.
III. As observações feitas por Maria mostram sua curiosidade e sua tentativa de compreender como a luz e a sombra se comportam.
IV. A menina considera inúteis as experiências com luz e sombra, transformando-as apenas em brincadeiras sem significado.

Assinale a alternativa que apresenta as proposições corretas.
 

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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Cientistas descobrem molécula no espaço que indica a origem da vida


Cientistas descobriram a maior molécula orgânica contendo enxofre - um ingrediente fundamental para a vida - já identificada no espaço interestelar. Os pesquisadores consideram a descoberta um "elo perdido" na compreensão das origens cósmicas da química da vida.

O enxofre é o décimo elemento mais abundante no Universo e um componente essencial de aminoácidos, proteínas e enzimas na Terra. Mas, embora pesquisadores já tivessem encontrado moléculas contendo enxofre semelhantes à recém-descoberta em cometas e meteoritos, havia uma intrigante ausência de moléculas grandes contendo enxofre no espaço interestelar - a vasta região entre as estrelas, repleta de nuvens de poeira e gás.

"O enxofre veio do espaço para a Terra há muito, muito tempo", disse Mitsunori Araki, cientista do Instituto Max Planck de Física Extraterrestre, na Alemanha, e principal autor de um estudo sobre a descoberta, publicado na semana passada na revista Nature Astronomy.
"No entanto, encontramos apenas uma quantidade muito limitada de moléculas contendo enxofre no espaço, o que é estranho. Deveria existir em quantidades enormes, mas é muito difícil de encontrar."

Uma equipe diferente de pesquisadores sugeriu anteriormente que o enxofre pode parecer raro no espaço porque está preso no gelo cósmico - escondido à vista de todos, em vez de estar desaparecido.

A nova detecção, portanto, adiciona uma peça importante a esse quebra-cabeça. "Esta é a maior molécula contendo enxofre já encontrada no espaço, com 13 átomos", disse Araki. "Antes desta, a maior tinha apenas nove átomos, mas já era um caso raro, porque a maioria das moléculas contendo enxofre detectadas tinha apenas três, quatro ou cinco átomos." 

Ele acrescentou que encontrar moléculas maiores é importante porque ajuda a preencher uma lacuna existente entre a química simples encontrada no espaço e os componentes básicos mais complexos da vida que foram descobertos em cometas e meteoritos.

A molécula, que também contém carbono e hidrogênio, é chamada de 2,5-cicloexadieno-1-tiona e se junta a um catálogo crescente de mais de 300 moléculas observadas no espaço até o momento. A descoberta, disse Araki, sugere que muitas outras moléculas contendo enxofre, talvez até maiores, poderão ser detectadas no futuro.
https://www.cnnbrasil.com.br/ciencia/cientistas-descobrem-molecula-no -espaco-que-indica-a-origem-da-vida/ 
"O enxofre é o décimo elemento mais abundante no Universo e um componente essencial de aminoácidos, proteínas e enzimas na Terra. Mas, embora pesquisadores já tivessem encontrado moléculas contendo enxofre semelhantes à recém-descoberta em cometas e meteoritos, havia uma intrigante ausência de moléculas grandes contendo enxofre no espaço interestelar - a vasta região entre as estrelas, repleta de nuvens de poeira e gás."

Considerando os mecanismos de coesão e coerência utilizados no trecho, marque com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.

( ) A conjunção 'embora' introduz uma oração concessiva, estabelecendo relação de contraste entre o que já era conhecido e o que permanecia inexplicado, contribuindo para a coerência argumentativa do texto, podendo ser substituída por 'mesmo que', mantendo o sentido essencial. 
( ) O travessão funciona como recurso coesivo conclusivo, sintetizando a informação anteriormente apresentada sobre o termo técnico 'espaço interestelar', além de aproximar o texto do leitor ao explicitar o significado da expressão.
( ) O uso do pretérito mais-que-perfeito composto do subjuntivo 'já tivessem encontrado', em relação ao imperfeito 'havia', estabelece uma relação de anterioridade entre os fatos, contribuindo para a coesão temporal do período.
( ) A conjunção 'mas' introduz uma relação de adversidade, contrapondo a abundância e a importância do enxofre no Universo à dificuldade de localizar grandes moléculas contendo esse elemento no espaço interestelar. 

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo.
 

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Cientistas descobrem molécula no espaço que indica a origem da vida


Cientistas descobriram a maior molécula orgânica contendo enxofre - um ingrediente fundamental para a vida - já identificada no espaço interestelar. Os pesquisadores consideram a descoberta um "elo perdido" na compreensão das origens cósmicas da química da vida.

O enxofre é o décimo elemento mais abundante no Universo e um componente essencial de aminoácidos, proteínas e enzimas na Terra. Mas, embora pesquisadores já tivessem encontrado moléculas contendo enxofre semelhantes à recém-descoberta em cometas e meteoritos, havia uma intrigante ausência de moléculas grandes contendo enxofre no espaço interestelar - a vasta região entre as estrelas, repleta de nuvens de poeira e gás.

"O enxofre veio do espaço para a Terra há muito, muito tempo", disse Mitsunori Araki, cientista do Instituto Max Planck de Física Extraterrestre, na Alemanha, e principal autor de um estudo sobre a descoberta, publicado na semana passada na revista Nature Astronomy.
"No entanto, encontramos apenas uma quantidade muito limitada de moléculas contendo enxofre no espaço, o que é estranho. Deveria existir em quantidades enormes, mas é muito difícil de encontrar."

Uma equipe diferente de pesquisadores sugeriu anteriormente que o enxofre pode parecer raro no espaço porque está preso no gelo cósmico - escondido à vista de todos, em vez de estar desaparecido.

A nova detecção, portanto, adiciona uma peça importante a esse quebra-cabeça. "Esta é a maior molécula contendo enxofre já encontrada no espaço, com 13 átomos", disse Araki. "Antes desta, a maior tinha apenas nove átomos, mas já era um caso raro, porque a maioria das moléculas contendo enxofre detectadas tinha apenas três, quatro ou cinco átomos." 

Ele acrescentou que encontrar moléculas maiores é importante porque ajuda a preencher uma lacuna existente entre a química simples encontrada no espaço e os componentes básicos mais complexos da vida que foram descobertos em cometas e meteoritos.

A molécula, que também contém carbono e hidrogênio, é chamada de 2,5-cicloexadieno-1-tiona e se junta a um catálogo crescente de mais de 300 moléculas observadas no espaço até o momento. A descoberta, disse Araki, sugere que muitas outras moléculas contendo enxofre, talvez até maiores, poderão ser detectadas no futuro.
https://www.cnnbrasil.com.br/ciencia/cientistas-descobrem-molecula-no -espaco-que-indica-a-origem-da-vida/ 
"Uma equipe diferente de pesquisadores sugeriu anteriormente que o enxofre pode parecer raro no espaço porque está preso no gelo cósmico - escondido à vista de todos, em vez de estar desaparecido."

Com base na concordância verbal e nominal, analise as afirmativas a seguir:

1.O verbo 'sugerir' está no singular porque concorda com o núcleo do sujeito 'equipe', seguindo a regra de concordância com o substantivo coletivo, que exige verbo no singular quando o coletivo não vem acompanhado de adjunto adnominal no plural.
II.O verbo 'sugerir' deveria estar no plural, concordando com pesquisadores, termo mais próximo do verbo, seguindo a regra da concordância por atração, obrigatória quando o núcleo do sujeito vem acompanhado de adjunto adnominal no plural.
III.O adjetivo 'escondido' está no masculino singular por concordar com 'gelo cósmico', termo mais próximo ao qual se refere, seguindo a regra geral de concordância nominal por proximidade.
IV.A concordância do trecho está correta, assim como em 'A maioria dos pesquisadores sugerem que o enxofre pode aparecer raro'.

Assinale a alternativa que apresenta as proposições corretas.
 

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Cientistas descobrem molécula no espaço que indica a origem da vida


Cientistas descobriram a maior molécula orgânica contendo enxofre - um ingrediente fundamental para a vida - já identificada no espaço interestelar. Os pesquisadores consideram a descoberta um "elo perdido" na compreensão das origens cósmicas da química da vida.

O enxofre é o décimo elemento mais abundante no Universo e um componente essencial de aminoácidos, proteínas e enzimas na Terra. Mas, embora pesquisadores já tivessem encontrado moléculas contendo enxofre semelhantes à recém-descoberta em cometas e meteoritos, havia uma intrigante ausência de moléculas grandes contendo enxofre no espaço interestelar - a vasta região entre as estrelas, repleta de nuvens de poeira e gás.

"O enxofre veio do espaço para a Terra há muito, muito tempo", disse Mitsunori Araki, cientista do Instituto Max Planck de Física Extraterrestre, na Alemanha, e principal autor de um estudo sobre a descoberta, publicado na semana passada na revista Nature Astronomy.
"No entanto, encontramos apenas uma quantidade muito limitada de moléculas contendo enxofre no espaço, o que é estranho. Deveria existir em quantidades enormes, mas é muito difícil de encontrar."

Uma equipe diferente de pesquisadores sugeriu anteriormente que o enxofre pode parecer raro no espaço porque está preso no gelo cósmico - escondido à vista de todos, em vez de estar desaparecido.

A nova detecção, portanto, adiciona uma peça importante a esse quebra-cabeça. "Esta é a maior molécula contendo enxofre já encontrada no espaço, com 13 átomos", disse Araki. "Antes desta, a maior tinha apenas nove átomos, mas já era um caso raro, porque a maioria das moléculas contendo enxofre detectadas tinha apenas três, quatro ou cinco átomos." 

Ele acrescentou que encontrar moléculas maiores é importante porque ajuda a preencher uma lacuna existente entre a química simples encontrada no espaço e os componentes básicos mais complexos da vida que foram descobertos em cometas e meteoritos.

A molécula, que também contém carbono e hidrogênio, é chamada de 2,5-cicloexadieno-1-tiona e se junta a um catálogo crescente de mais de 300 moléculas observadas no espaço até o momento. A descoberta, disse Araki, sugere que muitas outras moléculas contendo enxofre, talvez até maiores, poderão ser detectadas no futuro.
https://www.cnnbrasil.com.br/ciencia/cientistas-descobrem-molecula-no -espaco-que-indica-a-origem-da-vida/ 
"Antes desta, a maior tinha apenas nove átomos, mas já era um caso raro, porque a maioria das moléculas contendo enxofre detectadas tinha apenas três, quatro ou cinco átomos."

Considerando a regência do verbo 'ter' nas duas ocorrências, assinale a alternativa correta.
 

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Cientistas descobrem molécula no espaço que indica a origem da vida


Cientistas descobriram a maior molécula orgânica contendo enxofre - um ingrediente fundamental para a vida - já identificada no espaço interestelar. Os pesquisadores consideram a descoberta um "elo perdido" na compreensão das origens cósmicas da química da vida.

O enxofre é o décimo elemento mais abundante no Universo e um componente essencial de aminoácidos, proteínas e enzimas na Terra. Mas, embora pesquisadores já tivessem encontrado moléculas contendo enxofre semelhantes à recém-descoberta em cometas e meteoritos, havia uma intrigante ausência de moléculas grandes contendo enxofre no espaço interestelar - a vasta região entre as estrelas, repleta de nuvens de poeira e gás.

"O enxofre veio do espaço para a Terra há muito, muito tempo", disse Mitsunori Araki, cientista do Instituto Max Planck de Física Extraterrestre, na Alemanha, e principal autor de um estudo sobre a descoberta, publicado na semana passada na revista Nature Astronomy.
"No entanto, encontramos apenas uma quantidade muito limitada de moléculas contendo enxofre no espaço, o que é estranho. Deveria existir em quantidades enormes, mas é muito difícil de encontrar."

Uma equipe diferente de pesquisadores sugeriu anteriormente que o enxofre pode parecer raro no espaço porque está preso no gelo cósmico - escondido à vista de todos, em vez de estar desaparecido.

A nova detecção, portanto, adiciona uma peça importante a esse quebra-cabeça. "Esta é a maior molécula contendo enxofre já encontrada no espaço, com 13 átomos", disse Araki. "Antes desta, a maior tinha apenas nove átomos, mas já era um caso raro, porque a maioria das moléculas contendo enxofre detectadas tinha apenas três, quatro ou cinco átomos." 

Ele acrescentou que encontrar moléculas maiores é importante porque ajuda a preencher uma lacuna existente entre a química simples encontrada no espaço e os componentes básicos mais complexos da vida que foram descobertos em cometas e meteoritos.

A molécula, que também contém carbono e hidrogênio, é chamada de 2,5-cicloexadieno-1-tiona e se junta a um catálogo crescente de mais de 300 moléculas observadas no espaço até o momento. A descoberta, disse Araki, sugere que muitas outras moléculas contendo enxofre, talvez até maiores, poderão ser detectadas no futuro.
https://www.cnnbrasil.com.br/ciencia/cientistas-descobrem-molecula-no -espaco-que-indica-a-origem-da-vida/ 
"A molécula, que também contém carbono e hidrogênio, é chamada de 2,5-cicloexadieno-1-tiona e se junta a um catálogo crescente de mais de 300 moléculas observadas no espaço até o momento."

Com base nas regras de acentuação dos vocábulos presentes no trecho, marque com V, as afirmativas verdadeiras, ou com F, as falsas.

( )O vocábulo 'molécula' é acentuado por ser palavra proparoxítona, classe que, sem exceção, recebe acento gráfico obrigatório.
( ) A forma verbal 'contém' recebe acento por ser uma oxítona terminada em 'em'; além disso, o acento agudo distingue a forma singular da forma plural, acentuada com circunflexo.
( ) A palavra 'até' recebe por ser oxítona terminada em vogal 'e', seguindo a regra geral de acentuação das oxítonas terminadas em 'a', 'e', 'o'.
( ) O vocábulo 'catálogo' recebe acento pela mesma regra que deve acentuar os vocábulos 'zodiaco' e 'interim'.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
 

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Cientistas descobrem molécula no espaço que indica a origem da vida


Cientistas descobriram a maior molécula orgânica contendo enxofre - um ingrediente fundamental para a vida - já identificada no espaço interestelar. Os pesquisadores consideram a descoberta um "elo perdido" na compreensão das origens cósmicas da química da vida.

O enxofre é o décimo elemento mais abundante no Universo e um componente essencial de aminoácidos, proteínas e enzimas na Terra. Mas, embora pesquisadores já tivessem encontrado moléculas contendo enxofre semelhantes à recém-descoberta em cometas e meteoritos, havia uma intrigante ausência de moléculas grandes contendo enxofre no espaço interestelar - a vasta região entre as estrelas, repleta de nuvens de poeira e gás.

"O enxofre veio do espaço para a Terra há muito, muito tempo", disse Mitsunori Araki, cientista do Instituto Max Planck de Física Extraterrestre, na Alemanha, e principal autor de um estudo sobre a descoberta, publicado na semana passada na revista Nature Astronomy.
"No entanto, encontramos apenas uma quantidade muito limitada de moléculas contendo enxofre no espaço, o que é estranho. Deveria existir em quantidades enormes, mas é muito difícil de encontrar."

Uma equipe diferente de pesquisadores sugeriu anteriormente que o enxofre pode parecer raro no espaço porque está preso no gelo cósmico - escondido à vista de todos, em vez de estar desaparecido.

A nova detecção, portanto, adiciona uma peça importante a esse quebra-cabeça. "Esta é a maior molécula contendo enxofre já encontrada no espaço, com 13 átomos", disse Araki. "Antes desta, a maior tinha apenas nove átomos, mas já era um caso raro, porque a maioria das moléculas contendo enxofre detectadas tinha apenas três, quatro ou cinco átomos." 

Ele acrescentou que encontrar moléculas maiores é importante porque ajuda a preencher uma lacuna existente entre a química simples encontrada no espaço e os componentes básicos mais complexos da vida que foram descobertos em cometas e meteoritos.

A molécula, que também contém carbono e hidrogênio, é chamada de 2,5-cicloexadieno-1-tiona e se junta a um catálogo crescente de mais de 300 moléculas observadas no espaço até o momento. A descoberta, disse Araki, sugere que muitas outras moléculas contendo enxofre, talvez até maiores, poderão ser detectadas no futuro.
https://www.cnnbrasil.com.br/ciencia/cientistas-descobrem-molecula-no -espaco-que-indica-a-origem-da-vida/ 
"A nova detecção, portanto, adiciona uma peça importante a esse quebra-cabeça."

O vocábulo 'quebra-cabeça' está grafado corretamente com hífen, assim como os empregados nos enunciados a seguir, exceto.
 

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4208215 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: DEPSEC
Orgão: UNIFAP
TEXTO 2


Texto-base para a questão


PESQUISA EXPÕE COMO SISTEMAS DE RECONHECIMENTO FACIAL REPRODUZEM DESIGUALDADES SOCIAIS
Apresentada por Nina da Hora, dissertação de mestrado analisa racismo algorítmico e exclusões produzidas pela IA
Daniela Prandi - 12 maio 2026
    Antes de reconhecer alguém diante da câmera, um sistema de inteligência artificial (IA) precisa decidir se aquele rosto “existe”. É justamente nesse momento, anterior à identificação, que, segundo a cientista da computação Ana Carolina Silva das Neves da Hora, mais conhecida como Nina da Hora, começam os apagamentos produzidos pelas tecnologias de reconhecimento facial, tema de sua tese de mestrado, Do Rosto ao Vetor: Epistemicídio Computacional no Reconhecimento Facial, defendida nesta segunda-feira (11), no Instituto de Computação (IC).
Orientada pela professora Sandra Avila, do IC, e coorientada pela antropóloga Marisol Marini, da Universidade de São Paulo (USP), a tese teve na banca examinadora a socióloga Angela Figueiredo, da Universidade Federal do Recôncavo Baiano (UFRB), e o pesquisador Virgílio Almeida, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
A pesquisa combina reflexão teórica e experimentos computacionais para analisar desigualdades em arquiteturas de detecção facial amplamente utilizadas em sistemas de IA. Da Hora propõe o conceito de “epistemicídio computacional”, inspirado nos trabalhos da filósofa Sueli Carneiro sobre o apagamento de sujeitos negros na produção do conhecimento. O trabalho multidisciplinar reúne computação, antropologia, artes visuais, estudos raciais e filosofia. A pesquisadora auditou arquiteturas de detecção facial utilizando uma base criada pela Meta, dona do Facebook, do Instagram e do WhatsApp, a partir de vídeos enviados por pessoas de países como Brasil, Índia, Síria e Indonésia. Os resultados revelaram desigualdades profundas nos processos de detecção facial. “O dano já começa antes, quando o sistema sequer detecta aquele rosto como um rosto válido”, explica.
Em um dos experimentos, pessoas acima de 85 anos tiveram apenas 44% de taxa de detecção, enquanto grupos mais jovens alcançaram índices superiores a 90%. Em outros casos, determinados grupos simplesmente desapareciam dos sistemas. “Tivemos grupos com 0%. Normalmente, quando aparece um 0%, você roda o sistema de novo e tenta corrigir. Mas quis investigar por que aquelas pessoas tinham desaparecido”, diz.
Segundo Da Hora, os sistemas simplificam realidades complexas ao transformar diversidade humana em categorias rígidas. “É como se não existissem variações. Ou você é branco ou você é negro. Mas nós sabemos que isso não representa países como o Brasil.” Mais do que erros técnicos, a pesquisadora vê nesses resultados a materialização de escolhas políticas e históricas. “A etapa do reconhecimento só acumula problemas. Primeiro, o sistema precisa decidir que existe um rosto ali.” Em muitos casos, afirma, nem mesmo a autodeclaração das pessoas é suficiente. “Quando eu mando um vídeo dizendo quem eu sou, pessoas do outro lado podem dizer que eu não sou aquilo que estou dizendo. E, às vezes, a palavra delas vai valer mais.”
Segundo a pesquisadora, o problema não está apenas na precisão técnica. “A questão não é fazer a tecnologia funcionar melhor”, afirma. “É perguntar por que estamos insistindo em tecnologias que transformam pessoas em padrões de vigilância.” Da Hora vê a expansão dessas tecnologias como parte de uma transformação maior nas formas de controle social e circulação da informação. “O reconhecimento facial e as inteligências artificiais são vendidos como solução para tudo. Mas, muitas vezes, o que elas produzem é exclusão e aprofundamento de desigualdades. Eu queria entender o que se perde quando você transforma o rosto de uma pessoa em vetor matemático”, afirma.
Julgue as afirmativas abaixo, marcando V para as verdadeiras e F para as falsas.

a) (..) nas palavras: expansão e detecção – há o mesmo número de letras e de fonemas.
b) (..) “É como se não existissem variações. Ou você é branco ou você é negro. Mas nós sabemos que isso não representa países como o Brasil.” – o termo ou funciona como conjunção coordenativa aditiva.
c) (..) Em “Os resultados revelaram desigualdades profundas nos processos de detecção facial” – o termo desigualdades apresenta derivação prefixal.
d) (..) Em “Prestes a completar 31 anos, Nina da Hora se tornou uma das vozes mais conhecidas da discussão sobre tecnologia e racismo algorítmico no país. Colunista da MIT Technology Review Brasil, pesquisadora do Centro de Tecnologia e Sociedade da Fundação Getúlio Vargas (FGV)” – os termos colunista e pesquisadora marcam, respectivamente, coesão pronominal e coesão por elipse. 
e) (..) Em “Da Hora propõe o conceito de “epistemicídio computacional”, - o termo computacional funciona como adjetivo.

Assinale a sequência CORRETA.
 

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4208214 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: DEPSEC
Orgão: UNIFAP
TEXTO 2


Texto-base para a questão


PESQUISA EXPÕE COMO SISTEMAS DE RECONHECIMENTO FACIAL REPRODUZEM DESIGUALDADES SOCIAIS
Apresentada por Nina da Hora, dissertação de mestrado analisa racismo algorítmico e exclusões produzidas pela IA
Daniela Prandi - 12 maio 2026
    Antes de reconhecer alguém diante da câmera, um sistema de inteligência artificial (IA) precisa decidir se aquele rosto “existe”. É justamente nesse momento, anterior à identificação, que, segundo a cientista da computação Ana Carolina Silva das Neves da Hora, mais conhecida como Nina da Hora, começam os apagamentos produzidos pelas tecnologias de reconhecimento facial, tema de sua tese de mestrado, Do Rosto ao Vetor: Epistemicídio Computacional no Reconhecimento Facial, defendida nesta segunda-feira (11), no Instituto de Computação (IC).
Orientada pela professora Sandra Avila, do IC, e coorientada pela antropóloga Marisol Marini, da Universidade de São Paulo (USP), a tese teve na banca examinadora a socióloga Angela Figueiredo, da Universidade Federal do Recôncavo Baiano (UFRB), e o pesquisador Virgílio Almeida, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
A pesquisa combina reflexão teórica e experimentos computacionais para analisar desigualdades em arquiteturas de detecção facial amplamente utilizadas em sistemas de IA. Da Hora propõe o conceito de “epistemicídio computacional”, inspirado nos trabalhos da filósofa Sueli Carneiro sobre o apagamento de sujeitos negros na produção do conhecimento. O trabalho multidisciplinar reúne computação, antropologia, artes visuais, estudos raciais e filosofia. A pesquisadora auditou arquiteturas de detecção facial utilizando uma base criada pela Meta, dona do Facebook, do Instagram e do WhatsApp, a partir de vídeos enviados por pessoas de países como Brasil, Índia, Síria e Indonésia. Os resultados revelaram desigualdades profundas nos processos de detecção facial. “O dano já começa antes, quando o sistema sequer detecta aquele rosto como um rosto válido”, explica.
Em um dos experimentos, pessoas acima de 85 anos tiveram apenas 44% de taxa de detecção, enquanto grupos mais jovens alcançaram índices superiores a 90%. Em outros casos, determinados grupos simplesmente desapareciam dos sistemas. “Tivemos grupos com 0%. Normalmente, quando aparece um 0%, você roda o sistema de novo e tenta corrigir. Mas quis investigar por que aquelas pessoas tinham desaparecido”, diz.
Segundo Da Hora, os sistemas simplificam realidades complexas ao transformar diversidade humana em categorias rígidas. “É como se não existissem variações. Ou você é branco ou você é negro. Mas nós sabemos que isso não representa países como o Brasil.” Mais do que erros técnicos, a pesquisadora vê nesses resultados a materialização de escolhas políticas e históricas. “A etapa do reconhecimento só acumula problemas. Primeiro, o sistema precisa decidir que existe um rosto ali.” Em muitos casos, afirma, nem mesmo a autodeclaração das pessoas é suficiente. “Quando eu mando um vídeo dizendo quem eu sou, pessoas do outro lado podem dizer que eu não sou aquilo que estou dizendo. E, às vezes, a palavra delas vai valer mais.”
Segundo a pesquisadora, o problema não está apenas na precisão técnica. “A questão não é fazer a tecnologia funcionar melhor”, afirma. “É perguntar por que estamos insistindo em tecnologias que transformam pessoas em padrões de vigilância.” Da Hora vê a expansão dessas tecnologias como parte de uma transformação maior nas formas de controle social e circulação da informação. “O reconhecimento facial e as inteligências artificiais são vendidos como solução para tudo. Mas, muitas vezes, o que elas produzem é exclusão e aprofundamento de desigualdades. Eu queria entender o que se perde quando você transforma o rosto de uma pessoa em vetor matemático”, afirma.
Considere o fragmento abaixo e assinale a alternativa correta.

Fragmento
“A pesquisadora auditou arquiteturas de detecção facial utilizando uma base criada pela Meta, dona do Facebook, do Instagram e do WhatsApp, a partir de vídeos enviados por pessoas de países como Brasil, Índia, Síria e Indonésia. Os resultados revelaram desigualdades profundas nos processos de detecção facial. “O dano já começa antes, quando o sistema sequer detecta aquele rosto como um rosto válido”, explica”.

I. No fragmento textual, a palavra quando funciona como uma locução adjetiva.
II. Em “Os resultados revelaram desigualdades profundas nos processos de detecção facial” há um verbo de ligação.
III. Em “Os resultados revelaram desigualdades profundas nos processos de detecção facial” a expressão em destaque funciona como objeto indireto.
IV. Em “O dano já começa antes, quando o sistema sequer detecta aquele rosto como um rosto válido” há uma oração subordinada adverbial temporal.
 

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4208213 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: DEPSEC
Orgão: UNIFAP

TEXTO 1

Texto-base para a questão 

UNIVERSIDADES BRASILEIRAS


DISCUTEM REGRAS DE USO DE


INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL


Diante de incertezas por parte de estudantes e pesquisadores, instituições debatem quais seriam os limites éticos do uso dessas ferramentas na escrita e na pesquisa científica.

Sarah Schmidt, Revista Pesquisa FAPESP | 11 set 2024 - Edição 342.

Instituições científicas e de ensino superior do Brasil começam a formular recomendações para o uso de inteligência artificial (IA), especialmente a generativa, no ensino, na pesquisa e na extensão. A popularização de softwares como o ChatGPT, capazes de gerar texto, imagens e dados, tem levantado dúvidas sobre limites éticos no uso dessas tecnologias, principalmente na escrita acadêmica. Professores têm procurado novas formas de avaliar trabalhos de alunos, tentando contornar os riscos de uso indevido de IA. De maneira geral, as orientações pedem que seu uso seja transparente e alertam para o perigo de ferir direitos autorais, praticar plágio, gerar desinformação e replicar vieses discriminatórios que essas ferramentas podem reproduzir.

Em fevereiro, o centro universitário Senai Cimatec, na Bahia, publicou um guia para orientar sua comunidade acadêmica quanto à IA generativa. Ele segue três princípios: transparência; “centralidade na pessoa humana”, ou seja, que o controle humano seja preservado sobre as informações geradas por IA, já que ela deve ser usada de forma benéfica à sociedade; e atenção à privacidade de dados, sobretudo em atividades que envolvam contratos com empresas por meio de parcerias para desenvolvimento e transferência de tecnologias. Ocorre que as informações compartilhadas em plataformas de IA podem ser armazenadas pela ferramenta, quebrando o sigilo de dados. “Não podemos nos esquecer de que, se nós aprendemos com essas ferramentas, elas também aprendem com a gente”, ressalta a engenheira civil Tatiana Ferraz, pró-reitora administrativo-financeira do Senai Cimatec e coordenadora do guia. Uma atualização do regulamento disciplinar da instituição passou a prever punições para estudantes que quebrarem as regras.

O guia autoriza professores a usarem softwares de detecção de plágio quando julgarem necessário, embora não sejam 100% precisos ao indicar conteúdo produzido por IA. As ferramentas não podem ser citadas como coautoras de trabalhos acadêmicos, mas sua aplicação para auxiliar processos de pesquisa e ajustes de escrita acadêmica é permitida. Para isso, todos os comandos utilizados – as perguntas e direcionamentos dados à ferramenta, também chamados de prompts– e as informações originais geradas por IA devem ser descritos na metodologia do trabalho e anexados como material suplementar.

Outras instituições brasileiras seguem por esse caminho. “A universidade não deve proibir, mas criar orientações para utilização responsável dessas ferramentas”, observa o cientista da computação Virgílio Almeida, coordenador de uma comissão da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que propôs recomendações para o uso de tecnologias de IA na instituição, apresentadas à comunidade acadêmica em maio. As sugestões devem servir de base para a criação de uma política institucional com regras e normas e de um comitê de governança permanente.

Elas passam pelas áreas de ensino, pesquisa, extensão e administração e têm como princípios a transparência no uso dessas ferramentas, atenção à proteção e privacidade de dados, à desinformação e aos vieses discriminatórios que essas tecnologias podem reproduzir. “Uma das propostas é que a universidade invista em cursos de letramento em IA para professores, pesquisadores, funcionários e alunos”, explica Almeida. No ensino, uma das indicações é que as ementas das disciplinas de graduação e de pósgraduação da UFMG devem informar o que é permitido fazer com essas tecnologias. Na pesquisa, a ênfase está na transparência: é preciso detalhar como a IA foi usada no processo científico e quais vieses pode trazer a ele. A análise cuidadosa dos resultados gerados por IA, para que se evitem dados falsos, é outro ponto recomendado. A Universidade de São Paulo (USP) publicou um dossiê da Revista USP sobre inteligência artificial na pesquisa científica em maio e tem realizado encontros e debates sobre o assunto. “A sugestão geral é estudar como incorporar esse uso no ensino e na pesquisa e verificar quais seriam suas limitações éticas e seus potenciais”, observa a advogada Cristina Godoy, da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP-USP), integrante de um grupo de pesquisadores que elaborou propostas para a universidade, como a necessidade de criar guias de orientação na graduação e pós-graduação. Há alertas para o cuidado com a privacidade de dados sensíveis ou inéditos de pesquisa, como teses e dissertações, e para a necessidade de buscar novas maneiras de avaliar os trabalhos em sala de aula. As recomendações foram feitas durante um evento em março de 2023 e estão sob análise de um grupo de trabalho.

O uso de IA na pesquisa não é novo. Ferramentas de aprendizado de máquina e de processamento de linguagem natural já são usadas para analisar padrões em meio a grandes volumes de dados. Mas, com o avanço das plataformas que usam IA generativa, diversas universidades dos Estados Unidos e da Europa criaram instruções sobre o assunto, que serviram de inspiração para instituições brasileiras. No Senai Cimatec, os guias das universidades de Utah, nos Estados Unidos, de julho de 2023, e de Toronto, no Canadá, ainda preliminar, serviram de norte para o grupo de trabalho, assim como o guia rápido ChatGPT e a inteligência artificial na educação superior da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), de abril de 2023.

Nesse cenário, há casos de professores que passaram a pedir aos alunos que fizessem apresentações orais, trabalhos dentro da sala de aula ou mesmo feitos à mão, no papel. Godoy, da USP, que costumava pedir trabalhos escritos sobre artigos estudados, passou a exigir que os alunos apresentassem esquemas com mapas mentais que mostrem as conexões entre os textos estudados em aula.

Em 2024, ela desenvolveu uma atividade de pesquisa no âmbito do Centro de Inteligência Artificial (C4AI) da USP, apoiado por IBM e FAPESP, com alunos de iniciação científica, mestrado e doutorado em computação, ciência política e direito em que eles precisaram desenvolver prompts no ChatGPT para realizar a análise de sentimentos – técnica que classifica opiniões como positivas, negativas ou neutras – de usuários do X (ex-Twitter) sobre IA. Os dados vão integrar um artigo em processo de escrita. Parte do trabalho será detalhar a metodologia e os prompts usados. Por não ser preciso criar um algoritmo específico para a atividade, a ferramenta acelerou o processo de análise dos dados – segundo Godoy, caso precisassem fazer tudo do zero, o trabalho levaria oito meses, mas com o ChatGPT levou dois meses.

Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/universidadesbrasileiras-discutem-regras-de-uso-de-inteligencia-artificial/. Acesso em 18/05/2026.

Observe excerto abaixo:

“Não podemos nos esquecer de que, se nós aprendemos com essas ferramentas, elas também aprendem com a gente”, ressalta a engenheira civil Tatiana Ferraz, pró-reitora administrativo-financeira do Senai Cimatec e coordenadora do guia”.

No trecho em destaque, identifica-se qual figura de linguagem?
 

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