Foram encontradas 365.038 questões.
Leia o texto para responder a questão.
Brasil tem alta de Síndrome Respiratória Aguda Grave em
bebês
Principal causa da doença é infecção pelo vírus sincicial
respiratório
Por Tâmara Freire
Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave
(SRAG) em crianças menores de dois anos estão em alta em
todo o Brasil, principalmente por causa do aumento das
infecções pelo vírus sincicial respiratório - VSR. O vírus é o
principal causador da bronquiolite, inflamação na ramificação
dos pulmões que atinge principalmente bebês menores de dois
anos. As outras faixas etárias estão estáveis com relação à
SSRAG. Nas quatro últimas semanas, 41,5% dos casos de
SRAG com diagnóstico confirmado para algum vírus foram
causados por VSR. Em seguida, vem a Influenza A com 27,2%
e o rinovírus com 25,5%. Os dados são do Boletim Infogripe,
divulgado nesta quinta-feira (14) pela Fundação Oswaldo Cruz
(Fiocruz).
O boletim também alerta que os casos de Influenza A
continuam aumentando nos três estados da Região Sul, e ainda
em Roraima e Tocantins, na Região Norte e em São Paulo e
Espírito Santo, no Sudeste. Esse tipo do vírus da gripe foi
responsável por 51,7% das mortes por SRAG com exame
positivo das última quatro semanas, ocorridas principalmente
em idosos. Esses dois cenários colocam todos as unidades
federativas do Brasil em situação de alerta, sendo que em dez
delas a situação é de alto risco: Acre, Amazonas, Pará,
Tocantins, Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso
do Sul, Minas Gerais e Paraíba.
Além disso, em 14 Unidades da Federação a tendência é
de aumento de casos nas próximas semanas: Acre, Amazonas,
Pará, Tocantins, Amapá, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais,
Bahia, Paraíba, Rio Grande do Norte, São Paulo, Paraná, Santa
Catarina e Rio Grande do Sul. No final do mês passado, a
Organização Panamericana de Saúde alertou para o início da
temporada de maior circulação de vírus respiratórios no
Hemisfério Sul, com destaque para Influenza A H3N2 e VSR.
Prevenção
A pesquisadora Tatiana Portella, do Boletim InfoGripe
e do Programa de Computação Científica da Fiocruz alerta
sobre a importância da imunização. A vacina contra a gripe
oferecida pelo Sistema Único de Saúde protege contra o tipo A
e está sendo aplicada em todo o país, com prioridade para
idosos, gestantes, crianças com menos de 6 anos e pessoas com
comorbidades ou que fazem partes de grupos vulneráveis, que
têm maior propensão a desenvolver quadros graves da
doença. Já a vacina contra o VSR é aplicada em gestantes a
partir da 28ª semana, com o objetivo de proteger os bebês após
o nascimento. Além disso, o SUS disponibiliza um anticorpo
monoclonal contra o VSR para bebês prematuros, que têm alto
risco de complicações. Ao contrário da vacina, que estimula o
corpo a produzir anticorpos contra a doença, esse medicamento
é constituído de anticorpos prontos.
Casos
Em 2026 foram notificados 57.585 casos de SRAG no
Brasil, e 45,7% tiveram resultado positivo para algum vírus
respiratório. O mais prevalente ao longo do ano foi o rinovírus,
presente em 36,1% das amostras identificadas, seguido pela
Influenza A com 26,3%, VSR com 25,3% e covid-19 com
7,4%. Mas a proporção de cada um desses vírus entre os óbitos
é diferente. Foram registradas 2.660 mortes por SRAG, sendo 1.151 com resultado laboratorial positivo. As infecções por
Influenza A respondem por 39,6% desses registros, seguidas
pelas de covid-19 com 26%, rinovírus com 21,3% e VSR com
6,4%.
Disponível em https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/brasiltem-alta-de-sindrome-respiratoria-aguda-grave-em-bebes
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Sindéticas
- SintaxeConectivos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
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Brasil tem alta de Síndrome Respiratória Aguda Grave em
bebês
Principal causa da doença é infecção pelo vírus sincicial
respiratório
Por Tâmara Freire
Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave
(SRAG) em crianças menores de dois anos estão em alta em
todo o Brasil, principalmente por causa do aumento das
infecções pelo vírus sincicial respiratório - VSR. O vírus é o
principal causador da bronquiolite, inflamação na ramificação
dos pulmões que atinge principalmente bebês menores de dois
anos. As outras faixas etárias estão estáveis com relação à
SSRAG. Nas quatro últimas semanas, 41,5% dos casos de
SRAG com diagnóstico confirmado para algum vírus foram
causados por VSR. Em seguida, vem a Influenza A com 27,2%
e o rinovírus com 25,5%. Os dados são do Boletim Infogripe,
divulgado nesta quinta-feira (14) pela Fundação Oswaldo Cruz
(Fiocruz).
O boletim também alerta que os casos de Influenza A
continuam aumentando nos três estados da Região Sul, e ainda
em Roraima e Tocantins, na Região Norte e em São Paulo e
Espírito Santo, no Sudeste. Esse tipo do vírus da gripe foi
responsável por 51,7% das mortes por SRAG com exame
positivo das última quatro semanas, ocorridas principalmente
em idosos. Esses dois cenários colocam todos as unidades
federativas do Brasil em situação de alerta, sendo que em dez
delas a situação é de alto risco: Acre, Amazonas, Pará,
Tocantins, Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso
do Sul, Minas Gerais e Paraíba.
Além disso, em 14 Unidades da Federação a tendência é
de aumento de casos nas próximas semanas: Acre, Amazonas,
Pará, Tocantins, Amapá, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais,
Bahia, Paraíba, Rio Grande do Norte, São Paulo, Paraná, Santa
Catarina e Rio Grande do Sul. No final do mês passado, a
Organização Panamericana de Saúde alertou para o início da
temporada de maior circulação de vírus respiratórios no
Hemisfério Sul, com destaque para Influenza A H3N2 e VSR.
Prevenção
A pesquisadora Tatiana Portella, do Boletim InfoGripe
e do Programa de Computação Científica da Fiocruz alerta
sobre a importância da imunização. A vacina contra a gripe
oferecida pelo Sistema Único de Saúde protege contra o tipo A
e está sendo aplicada em todo o país, com prioridade para
idosos, gestantes, crianças com menos de 6 anos e pessoas com
comorbidades ou que fazem partes de grupos vulneráveis, que
têm maior propensão a desenvolver quadros graves da
doença. Já a vacina contra o VSR é aplicada em gestantes a
partir da 28ª semana, com o objetivo de proteger os bebês após
o nascimento. Além disso, o SUS disponibiliza um anticorpo
monoclonal contra o VSR para bebês prematuros, que têm alto
risco de complicações. Ao contrário da vacina, que estimula o
corpo a produzir anticorpos contra a doença, esse medicamento
é constituído de anticorpos prontos.
Casos
Em 2026 foram notificados 57.585 casos de SRAG no
Brasil, e 45,7% tiveram resultado positivo para algum vírus
respiratório. O mais prevalente ao longo do ano foi o rinovírus,
presente em 36,1% das amostras identificadas, seguido pela
Influenza A com 26,3%, VSR com 25,3% e covid-19 com
7,4%. Mas a proporção de cada um desses vírus entre os óbitos
é diferente. Foram registradas 2.660 mortes por SRAG, sendo 1.151 com resultado laboratorial positivo. As infecções por
Influenza A respondem por 39,6% desses registros, seguidas
pelas de covid-19 com 26%, rinovírus com 21,3% e VSR com
6,4%.
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- OrtografiaAcentuação GráficaProparoxítonas, Paraxítonas, Oxítonas e Hiatos
- FonologiaEncontros Vocálicos: Ditongo, Tritongo, Hiato
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Principal causa da doença é infecção pelo vírus sincicial
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(SRAG) em crianças menores de dois anos estão em alta em
todo o Brasil, principalmente por causa do aumento das
infecções pelo vírus sincicial respiratório - VSR. O vírus é o
principal causador da bronquiolite, inflamação na ramificação
dos pulmões que atinge principalmente bebês menores de dois
anos. As outras faixas etárias estão estáveis com relação à
SSRAG. Nas quatro últimas semanas, 41,5% dos casos de
SRAG com diagnóstico confirmado para algum vírus foram
causados por VSR. Em seguida, vem a Influenza A com 27,2%
e o rinovírus com 25,5%. Os dados são do Boletim Infogripe,
divulgado nesta quinta-feira (14) pela Fundação Oswaldo Cruz
(Fiocruz).
O boletim também alerta que os casos de Influenza A
continuam aumentando nos três estados da Região Sul, e ainda
em Roraima e Tocantins, na Região Norte e em São Paulo e
Espírito Santo, no Sudeste. Esse tipo do vírus da gripe foi
responsável por 51,7% das mortes por SRAG com exame
positivo das última quatro semanas, ocorridas principalmente
em idosos. Esses dois cenários colocam todos as unidades
federativas do Brasil em situação de alerta, sendo que em dez
delas a situação é de alto risco: Acre, Amazonas, Pará,
Tocantins, Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso
do Sul, Minas Gerais e Paraíba.
Além disso, em 14 Unidades da Federação a tendência é
de aumento de casos nas próximas semanas: Acre, Amazonas,
Pará, Tocantins, Amapá, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais,
Bahia, Paraíba, Rio Grande do Norte, São Paulo, Paraná, Santa
Catarina e Rio Grande do Sul. No final do mês passado, a
Organização Panamericana de Saúde alertou para o início da
temporada de maior circulação de vírus respiratórios no
Hemisfério Sul, com destaque para Influenza A H3N2 e VSR.
Prevenção
A pesquisadora Tatiana Portella, do Boletim InfoGripe
e do Programa de Computação Científica da Fiocruz alerta
sobre a importância da imunização. A vacina contra a gripe
oferecida pelo Sistema Único de Saúde protege contra o tipo A
e está sendo aplicada em todo o país, com prioridade para
idosos, gestantes, crianças com menos de 6 anos e pessoas com
comorbidades ou que fazem partes de grupos vulneráveis, que
têm maior propensão a desenvolver quadros graves da
doença. Já a vacina contra o VSR é aplicada em gestantes a
partir da 28ª semana, com o objetivo de proteger os bebês após
o nascimento. Além disso, o SUS disponibiliza um anticorpo
monoclonal contra o VSR para bebês prematuros, que têm alto
risco de complicações. Ao contrário da vacina, que estimula o
corpo a produzir anticorpos contra a doença, esse medicamento
é constituído de anticorpos prontos.
Casos
Em 2026 foram notificados 57.585 casos de SRAG no
Brasil, e 45,7% tiveram resultado positivo para algum vírus
respiratório. O mais prevalente ao longo do ano foi o rinovírus,
presente em 36,1% das amostras identificadas, seguido pela
Influenza A com 26,3%, VSR com 25,3% e covid-19 com
7,4%. Mas a proporção de cada um desses vírus entre os óbitos
é diferente. Foram registradas 2.660 mortes por SRAG, sendo 1.151 com resultado laboratorial positivo. As infecções por
Influenza A respondem por 39,6% desses registros, seguidas
pelas de covid-19 com 26%, rinovírus com 21,3% e VSR com
6,4%.
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bebês
Principal causa da doença é infecção pelo vírus sincicial
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Por Tâmara Freire
Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave
(SRAG) em crianças menores de dois anos estão em alta em
todo o Brasil, principalmente por causa do aumento das
infecções pelo vírus sincicial respiratório - VSR. O vírus é o
principal causador da bronquiolite, inflamação na ramificação
dos pulmões que atinge principalmente bebês menores de dois
anos. As outras faixas etárias estão estáveis com relação à
SSRAG. Nas quatro últimas semanas, 41,5% dos casos de
SRAG com diagnóstico confirmado para algum vírus foram
causados por VSR. Em seguida, vem a Influenza A com 27,2%
e o rinovírus com 25,5%. Os dados são do Boletim Infogripe,
divulgado nesta quinta-feira (14) pela Fundação Oswaldo Cruz
(Fiocruz).
O boletim também alerta que os casos de Influenza A
continuam aumentando nos três estados da Região Sul, e ainda
em Roraima e Tocantins, na Região Norte e em São Paulo e
Espírito Santo, no Sudeste. Esse tipo do vírus da gripe foi
responsável por 51,7% das mortes por SRAG com exame
positivo das última quatro semanas, ocorridas principalmente
em idosos. Esses dois cenários colocam todos as unidades
federativas do Brasil em situação de alerta, sendo que em dez
delas a situação é de alto risco: Acre, Amazonas, Pará,
Tocantins, Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso
do Sul, Minas Gerais e Paraíba.
Além disso, em 14 Unidades da Federação a tendência é
de aumento de casos nas próximas semanas: Acre, Amazonas,
Pará, Tocantins, Amapá, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais,
Bahia, Paraíba, Rio Grande do Norte, São Paulo, Paraná, Santa
Catarina e Rio Grande do Sul. No final do mês passado, a
Organização Panamericana de Saúde alertou para o início da
temporada de maior circulação de vírus respiratórios no
Hemisfério Sul, com destaque para Influenza A H3N2 e VSR.
Prevenção
A pesquisadora Tatiana Portella, do Boletim InfoGripe
e do Programa de Computação Científica da Fiocruz alerta
sobre a importância da imunização. A vacina contra a gripe
oferecida pelo Sistema Único de Saúde protege contra o tipo A
e está sendo aplicada em todo o país, com prioridade para
idosos, gestantes, crianças com menos de 6 anos e pessoas com
comorbidades ou que fazem partes de grupos vulneráveis, que
têm maior propensão a desenvolver quadros graves da
doença. Já a vacina contra o VSR é aplicada em gestantes a
partir da 28ª semana, com o objetivo de proteger os bebês após
o nascimento. Além disso, o SUS disponibiliza um anticorpo
monoclonal contra o VSR para bebês prematuros, que têm alto
risco de complicações. Ao contrário da vacina, que estimula o
corpo a produzir anticorpos contra a doença, esse medicamento
é constituído de anticorpos prontos.
Casos
Em 2026 foram notificados 57.585 casos de SRAG no
Brasil, e 45,7% tiveram resultado positivo para algum vírus
respiratório. O mais prevalente ao longo do ano foi o rinovírus,
presente em 36,1% das amostras identificadas, seguido pela
Influenza A com 26,3%, VSR com 25,3% e covid-19 com
7,4%. Mas a proporção de cada um desses vírus entre os óbitos
é diferente. Foram registradas 2.660 mortes por SRAG, sendo 1.151 com resultado laboratorial positivo. As infecções por
Influenza A respondem por 39,6% desses registros, seguidas
pelas de covid-19 com 26%, rinovírus com 21,3% e VSR com
6,4%.
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Brasil tem alta de Síndrome Respiratória Aguda Grave em
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Principal causa da doença é infecção pelo vírus sincicial
respiratório
Por Tâmara Freire
Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave
(SRAG) em crianças menores de dois anos estão em alta em
todo o Brasil, principalmente por causa do aumento das
infecções pelo vírus sincicial respiratório - VSR. O vírus é o
principal causador da bronquiolite, inflamação na ramificação
dos pulmões que atinge principalmente bebês menores de dois
anos. As outras faixas etárias estão estáveis com relação à
SSRAG. Nas quatro últimas semanas, 41,5% dos casos de
SRAG com diagnóstico confirmado para algum vírus foram
causados por VSR. Em seguida, vem a Influenza A com 27,2%
e o rinovírus com 25,5%. Os dados são do Boletim Infogripe,
divulgado nesta quinta-feira (14) pela Fundação Oswaldo Cruz
(Fiocruz).
O boletim também alerta que os casos de Influenza A
continuam aumentando nos três estados da Região Sul, e ainda
em Roraima e Tocantins, na Região Norte e em São Paulo e
Espírito Santo, no Sudeste. Esse tipo do vírus da gripe foi
responsável por 51,7% das mortes por SRAG com exame
positivo das última quatro semanas, ocorridas principalmente
em idosos. Esses dois cenários colocam todos as unidades
federativas do Brasil em situação de alerta, sendo que em dez
delas a situação é de alto risco: Acre, Amazonas, Pará,
Tocantins, Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso
do Sul, Minas Gerais e Paraíba.
Além disso, em 14 Unidades da Federação a tendência é
de aumento de casos nas próximas semanas: Acre, Amazonas,
Pará, Tocantins, Amapá, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais,
Bahia, Paraíba, Rio Grande do Norte, São Paulo, Paraná, Santa
Catarina e Rio Grande do Sul. No final do mês passado, a
Organização Panamericana de Saúde alertou para o início da
temporada de maior circulação de vírus respiratórios no
Hemisfério Sul, com destaque para Influenza A H3N2 e VSR.
Prevenção
A pesquisadora Tatiana Portella, do Boletim InfoGripe
e do Programa de Computação Científica da Fiocruz alerta
sobre a importância da imunização. A vacina contra a gripe
oferecida pelo Sistema Único de Saúde protege contra o tipo A
e está sendo aplicada em todo o país, com prioridade para
idosos, gestantes, crianças com menos de 6 anos e pessoas com
comorbidades ou que fazem partes de grupos vulneráveis, que
têm maior propensão a desenvolver quadros graves da
doença. Já a vacina contra o VSR é aplicada em gestantes a
partir da 28ª semana, com o objetivo de proteger os bebês após
o nascimento. Além disso, o SUS disponibiliza um anticorpo
monoclonal contra o VSR para bebês prematuros, que têm alto
risco de complicações. Ao contrário da vacina, que estimula o
corpo a produzir anticorpos contra a doença, esse medicamento
é constituído de anticorpos prontos.
Casos
Em 2026 foram notificados 57.585 casos de SRAG no
Brasil, e 45,7% tiveram resultado positivo para algum vírus
respiratório. O mais prevalente ao longo do ano foi o rinovírus,
presente em 36,1% das amostras identificadas, seguido pela
Influenza A com 26,3%, VSR com 25,3% e covid-19 com
7,4%. Mas a proporção de cada um desses vírus entre os óbitos
é diferente. Foram registradas 2.660 mortes por SRAG, sendo 1.151 com resultado laboratorial positivo. As infecções por
Influenza A respondem por 39,6% desses registros, seguidas
pelas de covid-19 com 26%, rinovírus com 21,3% e VSR com
6,4%.
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Brasil tem alta de Síndrome Respiratória Aguda Grave em
bebês
Principal causa da doença é infecção pelo vírus sincicial
respiratório
Por Tâmara Freire
Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave
(SRAG) em crianças menores de dois anos estão em alta em
todo o Brasil, principalmente por causa do aumento das
infecções pelo vírus sincicial respiratório - VSR. O vírus é o
principal causador da bronquiolite, inflamação na ramificação
dos pulmões que atinge principalmente bebês menores de dois
anos. As outras faixas etárias estão estáveis com relação à
SSRAG. Nas quatro últimas semanas, 41,5% dos casos de
SRAG com diagnóstico confirmado para algum vírus foram
causados por VSR. Em seguida, vem a Influenza A com 27,2%
e o rinovírus com 25,5%. Os dados são do Boletim Infogripe,
divulgado nesta quinta-feira (14) pela Fundação Oswaldo Cruz
(Fiocruz).
O boletim também alerta que os casos de Influenza A
continuam aumentando nos três estados da Região Sul, e ainda
em Roraima e Tocantins, na Região Norte e em São Paulo e
Espírito Santo, no Sudeste. Esse tipo do vírus da gripe foi
responsável por 51,7% das mortes por SRAG com exame
positivo das última quatro semanas, ocorridas principalmente
em idosos. Esses dois cenários colocam todos as unidades
federativas do Brasil em situação de alerta, sendo que em dez
delas a situação é de alto risco: Acre, Amazonas, Pará,
Tocantins, Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso
do Sul, Minas Gerais e Paraíba.
Além disso, em 14 Unidades da Federação a tendência é
de aumento de casos nas próximas semanas: Acre, Amazonas,
Pará, Tocantins, Amapá, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais,
Bahia, Paraíba, Rio Grande do Norte, São Paulo, Paraná, Santa
Catarina e Rio Grande do Sul. No final do mês passado, a
Organização Panamericana de Saúde alertou para o início da
temporada de maior circulação de vírus respiratórios no
Hemisfério Sul, com destaque para Influenza A H3N2 e VSR.
Prevenção
A pesquisadora Tatiana Portella, do Boletim InfoGripe
e do Programa de Computação Científica da Fiocruz alerta
sobre a importância da imunização. A vacina contra a gripe
oferecida pelo Sistema Único de Saúde protege contra o tipo A
e está sendo aplicada em todo o país, com prioridade para
idosos, gestantes, crianças com menos de 6 anos e pessoas com
comorbidades ou que fazem partes de grupos vulneráveis, que
têm maior propensão a desenvolver quadros graves da
doença. Já a vacina contra o VSR é aplicada em gestantes a
partir da 28ª semana, com o objetivo de proteger os bebês após
o nascimento. Além disso, o SUS disponibiliza um anticorpo
monoclonal contra o VSR para bebês prematuros, que têm alto
risco de complicações. Ao contrário da vacina, que estimula o
corpo a produzir anticorpos contra a doença, esse medicamento
é constituído de anticorpos prontos.
Casos
Em 2026 foram notificados 57.585 casos de SRAG no
Brasil, e 45,7% tiveram resultado positivo para algum vírus
respiratório. O mais prevalente ao longo do ano foi o rinovírus,
presente em 36,1% das amostras identificadas, seguido pela
Influenza A com 26,3%, VSR com 25,3% e covid-19 com
7,4%. Mas a proporção de cada um desses vírus entre os óbitos
é diferente. Foram registradas 2.660 mortes por SRAG, sendo 1.151 com resultado laboratorial positivo. As infecções por
Influenza A respondem por 39,6% desses registros, seguidas
pelas de covid-19 com 26%, rinovírus com 21,3% e VSR com
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bebês
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respiratório
Por Tâmara Freire
Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave
(SRAG) em crianças menores de dois anos estão em alta em
todo o Brasil, principalmente por causa do aumento das
infecções pelo vírus sincicial respiratório - VSR. O vírus é o
principal causador da bronquiolite, inflamação na ramificação
dos pulmões que atinge principalmente bebês menores de dois
anos. As outras faixas etárias estão estáveis com relação à
SSRAG. Nas quatro últimas semanas, 41,5% dos casos de
SRAG com diagnóstico confirmado para algum vírus foram
causados por VSR. Em seguida, vem a Influenza A com 27,2%
e o rinovírus com 25,5%. Os dados são do Boletim Infogripe,
divulgado nesta quinta-feira (14) pela Fundação Oswaldo Cruz
(Fiocruz).
O boletim também alerta que os casos de Influenza A
continuam aumentando nos três estados da Região Sul, e ainda
em Roraima e Tocantins, na Região Norte e em São Paulo e
Espírito Santo, no Sudeste. Esse tipo do vírus da gripe foi
responsável por 51,7% das mortes por SRAG com exame
positivo das última quatro semanas, ocorridas principalmente
em idosos. Esses dois cenários colocam todos as unidades
federativas do Brasil em situação de alerta, sendo que em dez
delas a situação é de alto risco: Acre, Amazonas, Pará,
Tocantins, Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso
do Sul, Minas Gerais e Paraíba.
Além disso, em 14 Unidades da Federação a tendência é
de aumento de casos nas próximas semanas: Acre, Amazonas,
Pará, Tocantins, Amapá, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais,
Bahia, Paraíba, Rio Grande do Norte, São Paulo, Paraná, Santa
Catarina e Rio Grande do Sul. No final do mês passado, a
Organização Panamericana de Saúde alertou para o início da
temporada de maior circulação de vírus respiratórios no
Hemisfério Sul, com destaque para Influenza A H3N2 e VSR.
Prevenção
A pesquisadora Tatiana Portella, do Boletim InfoGripe
e do Programa de Computação Científica da Fiocruz alerta
sobre a importância da imunização. A vacina contra a gripe
oferecida pelo Sistema Único de Saúde protege contra o tipo A
e está sendo aplicada em todo o país, com prioridade para
idosos, gestantes, crianças com menos de 6 anos e pessoas com
comorbidades ou que fazem partes de grupos vulneráveis, que
têm maior propensão a desenvolver quadros graves da
doença. Já a vacina contra o VSR é aplicada em gestantes a
partir da 28ª semana, com o objetivo de proteger os bebês após
o nascimento. Além disso, o SUS disponibiliza um anticorpo
monoclonal contra o VSR para bebês prematuros, que têm alto
risco de complicações. Ao contrário da vacina, que estimula o
corpo a produzir anticorpos contra a doença, esse medicamento
é constituído de anticorpos prontos.
Casos
Em 2026 foram notificados 57.585 casos de SRAG no
Brasil, e 45,7% tiveram resultado positivo para algum vírus
respiratório. O mais prevalente ao longo do ano foi o rinovírus,
presente em 36,1% das amostras identificadas, seguido pela
Influenza A com 26,3%, VSR com 25,3% e covid-19 com
7,4%. Mas a proporção de cada um desses vírus entre os óbitos
é diferente. Foram registradas 2.660 mortes por SRAG, sendo 1.151 com resultado laboratorial positivo. As infecções por
Influenza A respondem por 39,6% desses registros, seguidas
pelas de covid-19 com 26%, rinovírus com 21,3% e VSR com
6,4%.
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Brasil tem alta de Síndrome Respiratória Aguda Grave em
bebês
Principal causa da doença é infecção pelo vírus sincicial
respiratório
Por Tâmara Freire
Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave
(SRAG) em crianças menores de dois anos estão em alta em
todo o Brasil, principalmente por causa do aumento das
infecções pelo vírus sincicial respiratório - VSR. O vírus é o
principal causador da bronquiolite, inflamação na ramificação
dos pulmões que atinge principalmente bebês menores de dois
anos. As outras faixas etárias estão estáveis com relação à
SSRAG. Nas quatro últimas semanas, 41,5% dos casos de
SRAG com diagnóstico confirmado para algum vírus foram
causados por VSR. Em seguida, vem a Influenza A com 27,2%
e o rinovírus com 25,5%. Os dados são do Boletim Infogripe,
divulgado nesta quinta-feira (14) pela Fundação Oswaldo Cruz
(Fiocruz).
O boletim também alerta que os casos de Influenza A
continuam aumentando nos três estados da Região Sul, e ainda
em Roraima e Tocantins, na Região Norte e em São Paulo e
Espírito Santo, no Sudeste. Esse tipo do vírus da gripe foi
responsável por 51,7% das mortes por SRAG com exame
positivo das última quatro semanas, ocorridas principalmente
em idosos. Esses dois cenários colocam todos as unidades
federativas do Brasil em situação de alerta, sendo que em dez
delas a situação é de alto risco: Acre, Amazonas, Pará,
Tocantins, Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso
do Sul, Minas Gerais e Paraíba.
Além disso, em 14 Unidades da Federação a tendência é
de aumento de casos nas próximas semanas: Acre, Amazonas,
Pará, Tocantins, Amapá, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais,
Bahia, Paraíba, Rio Grande do Norte, São Paulo, Paraná, Santa
Catarina e Rio Grande do Sul. No final do mês passado, a
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temporada de maior circulação de vírus respiratórios no
Hemisfério Sul, com destaque para Influenza A H3N2 e VSR.
Prevenção
A pesquisadora Tatiana Portella, do Boletim InfoGripe
e do Programa de Computação Científica da Fiocruz alerta
sobre a importância da imunização. A vacina contra a gripe
oferecida pelo Sistema Único de Saúde protege contra o tipo A
e está sendo aplicada em todo o país, com prioridade para
idosos, gestantes, crianças com menos de 6 anos e pessoas com
comorbidades ou que fazem partes de grupos vulneráveis, que
têm maior propensão a desenvolver quadros graves da
doença. Já a vacina contra o VSR é aplicada em gestantes a
partir da 28ª semana, com o objetivo de proteger os bebês após
o nascimento. Além disso, o SUS disponibiliza um anticorpo
monoclonal contra o VSR para bebês prematuros, que têm alto
risco de complicações. Ao contrário da vacina, que estimula o
corpo a produzir anticorpos contra a doença, esse medicamento
é constituído de anticorpos prontos.
Casos
Em 2026 foram notificados 57.585 casos de SRAG no
Brasil, e 45,7% tiveram resultado positivo para algum vírus
respiratório. O mais prevalente ao longo do ano foi o rinovírus,
presente em 36,1% das amostras identificadas, seguido pela
Influenza A com 26,3%, VSR com 25,3% e covid-19 com
7,4%. Mas a proporção de cada um desses vírus entre os óbitos
é diferente. Foram registradas 2.660 mortes por SRAG, sendo 1.151 com resultado laboratorial positivo. As infecções por
Influenza A respondem por 39,6% desses registros, seguidas
pelas de covid-19 com 26%, rinovírus com 21,3% e VSR com
6,4%.
Disponível em https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/brasiltem-alta-de-sindrome-respiratoria-aguda-grave-em-bebes
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O desenvolvimento comunitário pressupõe
a
construção coletiva de respostas às necessidades de um
território, valorizando a participação dos sujeitos,
o
fortalecimento de vínculos e a articulação com redes
e
políticas públicas. Nesse contexto, o protagonismo social
refere-se à capacidade de indivíduos e grupos atuarem
como ________ de sua realidade, participando da
identificação de problemas, da formulação de propostas
e
da tomada de decisões. Assim, a intervenção profissional
deve favorecer a _________ comunitária e evitar práticas _________, que substituam a participação da população
por ações impostas externamente.
Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas acima?
Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas acima?
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TEXTO I
Trabalho precário
O trabalho precário e uma realidade do mundo
laboral e, contrariamente ao que pode ser imaginado, não
está presente apenas em regiões geográficas descritas
como economicamente mais vulneráveis, fato que explica
a recorrência de estudos oriundos de países como Estados
Unidos, Canadá e Espanha, ou ainda de regiões diversas
da América Latina, ou Asia.
O objetivo número oito da agenda 2030 da ONU
propõe promover o crescimento econômico de maneira
inclusiva e sustentável, aliado ao trabalho decente, que
deve ser inclusivo e produtivo. Isso mostra uma
preocupação institucionalizada com as condições em que
os trabalhadores desempenham as suas atividades. O
cenário laboral atual, entretanto, e caracterizado pelo
incremento da precariedade, o que revela uma
contradição, e mostra a necessidade de estudar as
condições atuais de trabalho e os seus diversos atributos.
Apesar do interesse pelo tema, autores alertam sobre
a falta de clareza conceitual do trabalho precário, fato que
dificulta o avanço de discussões baseadas em resultados
empíricos sistemáticos. Destacam, por exemplo, que a
concepção pode ser diferente se analisado no nível
individual (pessoas que laboram sob essas condições),
daquela tida ao estudar grupos sociais (grupos que vivem
em situações econômicas e sociais desvantajosas), ou da
adotada nos estudos realizados no nível macro (perfil de
precariedade em uma localização geográfica).
Essas ponderações tornam evidente a necessidade de
uma clara definição e descrição do que seja o trabalho
precário para alicerçar adequadamente o seu estudo.
Adaptado de: PUENTE-PALACIOS, K.; FRAUSTO, C. I. G. Trabalho
precário: dos atributos teoricos à proposta de um instrumento de
medida. Ciência & Saúde Coletiva, v. 31, n. 2, p. 1-10,2026.

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