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4214660 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: AMEOSC
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão..
A vacina inédita desenvolvida por inteligência artificial
Inteligência artificial foi usada para desenvolver um tipo de vacina "fundamentalmente novo" que poderia proteger contra amplas variedades de vírus e prevenir pandemias, dizem os pesquisadores.
A equipe da Universidade de Cambridge afirma que é a primeira vez que um componente-chave de uma vacina foi totalmente projetado por IA e depois testado em pessoas.
A vacina foi concebida para funcionar contra todos os coronavírus, o que incluiria todas as variantes da Covid e vírus que infectam animais, mas que poderiam dar origem a uma próxima pandemia.
O trabalho ainda está em estágios iniciais, mas a equipe já está desenvolvendo outras vacinas que poderiam combater a gripe e o Ebola.
Vacinas ensinam o nosso corpo a identificar uma infecção para aumentar as nossas chances de combatê-la.
Mas alguns vírus são eficazes em mudar sua aparência — ou sofrer mutações — de modo que as vacinas podem rapidamente se tornar desatualizadas. É por isso que as vacinas contra Covid e gripe sazonal precisam ser atualizadas regularmente.
"Estamos sempre correndo atrás", disse o professor Jonathan Heeney, da Universidade de Cambridge, acrescentando que "o que estamos tentando fazer é nos antecipar" e avançar o suficiente para proteger contra novos surtos ou pandemias.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckgpgzpyznno
"O trabalho ainda está em estágios iniciais, mas a equipe já está desenvolvendo outras vacinas que poderiam combater a gripe e o Ebola." Com base na concordância verbal analise as afirmativas a seguir:
I.O verbo 'estar' poderia ser flexionado no plural caso a construção fosse alterada para 'uma equipe de médicos', pois estabeleceria concordância com o substantivo plural.
II.O verbo 'poder' está flexionado no plural para concordar com o pronome 'que', uma vez que a concordância deve ser estabelecida com os pronomes relativos.
III.O verbo 'estar' poderia permanecer no singular, caso o sujeito fosse '70% dos médicos', uma vez que com expressões de porcentagem há duas formas de concordância, singular ou plural. 
IV.A concordância com adjetivos é estabelecida com o termo a que o adjetivo se refere, independentemente de esse termo ser núcleo do sujeito ou não.
Assinale a alternativa que apresenta as proposições corretas.
 

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4214642 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: AMEOSC
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Suspeita de Ebola é descartada em pacientes no Rio e em SP: o que se sabe.

O Ministério da Saúde descartou dois casos suspeitos de Ebola que haviam sido notificados no Brasil, um no Rio de Janeiro e outro em São Paulo.

Segundo a pasta, um viajante procedente de Uganda no Rio que apresentava calafrios, tosse e diarreia teve resultado negativo após exames realizados em amostras de saliva, urina e sangue pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O diagnóstico foi posteriormente confirmado para malária. 

Já em São Paulo, a suspeita de Ebola foi descartada em um paciente de 37 anos internado no Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Exames realizados pelo Instituto Adolfo Lutz (IAL) confirmaram o diagnóstico de doença meningocócica.

Segundo o Ministério da Saúde, o país nunca registrou um caso confirmado de Ebola. 

A investigação dos casos suspeitos seguiu os protocolos nacionais para febres hemorrágicas virais, adotados desde 16 de maio após a declaração de Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (ESPII) pela Organização Mundial da Saúde (OMS), em razão do surto registrado na República Democrática do Congo e que também atinge Uganda.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1j24726wy9o-fragmento 
"Segundo a pasta, um viajante procedente de Uganda no Rio que apresentava calafrios, tosse e diarreia teve resultado negativo após exames realizados em amostras de saliva, urina e sangue pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O diagnóstico foi posteriormente confirmado para malária." Com base nas regras de acentuação, analise as afirmativas a seguir.
I.O vocábulo 'diarreia' não recebe acento, pois de acordo com o Novo Acordo Ortográfico, as palavras que apresentam ditongos abertos 'éi' e 'ói' não são mais acentuadas, assim como ocorre com 'joia' e 'assembleia'. 
II.O vocábulo 'após' recebe acento por ser uma palavra oxítona terminada em 'os', sendo o único vocábulo com essa classificação no período apresentado.
III.Os vocábulos 'pelo' e 'para' exemplificam casos de supressão do acento diferencial promovida pelo Novo Acordo Ortográfico, passando a apresentar a mesma grafia de formas homógrafas substantiva e verbal, respectivamente.
IV.O vocábulo 'diagnóstico' recebe acento pela mesma regra que acentua os vocábulos 'zodíaco' e 'bávaro'.
Assinale a alternativa que apresenta as proposições corretas.
 

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4214641 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: AMEOSC
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Suspeita de Ebola é descartada em pacientes no Rio e em SP: o que se sabe.

O Ministério da Saúde descartou dois casos suspeitos de Ebola que haviam sido notificados no Brasil, um no Rio de Janeiro e outro em São Paulo.

Segundo a pasta, um viajante procedente de Uganda no Rio que apresentava calafrios, tosse e diarreia teve resultado negativo após exames realizados em amostras de saliva, urina e sangue pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O diagnóstico foi posteriormente confirmado para malária. 

Já em São Paulo, a suspeita de Ebola foi descartada em um paciente de 37 anos internado no Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Exames realizados pelo Instituto Adolfo Lutz (IAL) confirmaram o diagnóstico de doença meningocócica.

Segundo o Ministério da Saúde, o país nunca registrou um caso confirmado de Ebola. 

A investigação dos casos suspeitos seguiu os protocolos nacionais para febres hemorrágicas virais, adotados desde 16 de maio após a declaração de Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (ESPII) pela Organização Mundial da Saúde (OMS), em razão do surto registrado na República Democrática do Congo e que também atinge Uganda.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1j24726wy9o-fragmento 
"Segundo o Ministério da Saúde, o país nunca registrou um caso confirmado de Ebola."
O verbo 'registrar' foi empregado corretamente sem preposição, pois atua como transitivo direto. Considerando a regência verbal na norma-padrão, assinale a alternativa em que há incorreção.
 

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4214640 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: AMEOSC
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Suspeita de Ebola é descartada em pacientes no Rio e em SP: o que se sabe.

O Ministério da Saúde descartou dois casos suspeitos de Ebola que haviam sido notificados no Brasil, um no Rio de Janeiro e outro em São Paulo.

Segundo a pasta, um viajante procedente de Uganda no Rio que apresentava calafrios, tosse e diarreia teve resultado negativo após exames realizados em amostras de saliva, urina e sangue pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O diagnóstico foi posteriormente confirmado para malária. 

Já em São Paulo, a suspeita de Ebola foi descartada em um paciente de 37 anos internado no Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Exames realizados pelo Instituto Adolfo Lutz (IAL) confirmaram o diagnóstico de doença meningocócica.

Segundo o Ministério da Saúde, o país nunca registrou um caso confirmado de Ebola. 

A investigação dos casos suspeitos seguiu os protocolos nacionais para febres hemorrágicas virais, adotados desde 16 de maio após a declaração de Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (ESPII) pela Organização Mundial da Saúde (OMS), em razão do surto registrado na República Democrática do Congo e que também atinge Uganda.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1j24726wy9o-fragmento 
"O Ministério da Saúde descartou dois casos suspeitos de Ebola que haviam sido notificados no Brasil, um no Rio de Janeiro e outro em São Paulo."
Com base na concordância verbal, assinale a alternativa correta.
 

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4214554 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UFU
Orgão: UFU
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   Você olha os vasos de planta, vira a garrafa d’água de cabeça para baixo, confere o ralo do quintal…

No Brasil, combater a dengue exige quase um ritual doméstico. Mas e se a solução não fosse acabar com o mosquito e sim transformá-lo em aliado? Foi exatamente isso que fez o cientista Luciano Moreira, único brasileiro a integrar a lista TIME100 Health 2026, divulgada nesta quarta-feira, 11, pela revista TIME, que reúne as cem pessoas mais influentes da área no mundo.
   Engenheiro agrônomo e entomologista, Moreira ficou conhecido por desenvolver o método Wolbachia. De forma bem resumida, a técnica usa os próprios mosquitos para reduzir a capacidade de transmissão de vírus como dengue, zika e chikungunya aos humanos. [...]
   A ideia é simples de explicar, mas engenhosa na prática: mosquitos Aedes aegypti são infectados, em laboratório, com a bactéria Wolbachia. Depois, são liberados no ambiente. Eles continuam vivendo e se reproduzindo normalmente. A diferença é que passam a carregar a bactéria e a transmiti-la para as próximas gerações.
   Com o tempo, a população local de mosquitos passa a ter Wolbachia. E é aí que ocorre o principal: o vírus da dengue encontra mais dificuldade para se estabelecer dentro do inseto. Sem conseguir se multiplicar direito, deixa de ser transmitido às pessoas com a mesma eficiência.

Disponível em: https://veja.abril.com.br/saude/o-brasileiro-que-colocou-a-dengue-na-defensiva-e-entrou-para-a-lista-de-100-influentesda-saude-no-mundo/. Acesso em: 23 fev. 2026.

A abertura do texto, destacada em negrito, contribui para
 

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4214553 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UFU
Orgão: UFU
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Há momentos em que a história deixa de avançar aos poucos e passa a se mover por saltos. Não porque as notícias mudem, mas porque as potências decidem que já não podem adiar decisões. É isso que estamos vendo agora. Estados Unidos e China reorganizam silenciosamente os fundamentos da economia global. Cada lado com clareza, método e propósito.
   Os Estados Unidos tratam produção, comércio e agricultura como peças de um tabuleiro maior. Não se discute mais porcentagem de tarifa. A discussão é se uma cadeia produtiva fortalece ou enfraquece a segurança nacional. Centros de pensamento como a Heritage Foundation, que tem grande influência sobre o secretário de Estado Marco Rubio, defendem que chegou o fim da era da integração automática com a China. A ordem é reduzir riscos, diversificar dependências e recuperar o que foi perdido em décadas de deslocamento industrial. A tarifa virou instrumento de poder.
   A China, por sua vez, opera com uma disciplina única e invejável. Seu novo marco de segurança alimentar, os documentos anuais de orientação rural e o projeto de autossuficiência apontam para uma visão de longo prazo. Pequim investe em reservas estratégicas, terras raras, ciência aplicada ao campo, tecnologia verde, fertilizantes, máquinas e plataformas digitais que unificam produção, logística e crédito. Enquanto muitos países tratam agricultura como setor tradicional, a China a elevou ao centro de sua estratégia de sobrevivência e projeção.
     As duas maiores potências do planeta estão jogando xadrez.
    E o Brasil tenta ser vencedor jogando dominó.
   Não é por falta de talento ou potencial. É por ausência de projeto. Continuamos presos a debates de tarifa, acesso sanitário ou frases diplomáticas que dizem pouco. O mundo já está em outro ritmo. Agricultura, energia, tecnologia e finanças se tornaram ferramentas de afirmação nacional. Nosso lugar natural seria o de ator indispensável. Mas seguimos negociando sem saber onde estamos e como se tivéssemos pouco a oferecer.

Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/cenario-global/entre-o-xadrez-e-o-domino/. Acesso em: 20 jan. 2026.

Sobre o papel dos conectores destacados em negrito, assinale a alternativa incorreta.
 

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4214552 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UFU
Orgão: UFU
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Texto I

    A morte brutal do cão Orelha, em Florianópolis, não surge como um fato isolado nem como um desvio inexplicável. Ela aparece como um sintoma visível de um fenômeno que cresce longe dos holofotes, mas à vista de quem frequenta certas comunidades da internet. Grupos organizados, muitos deles frequentados por crianças e adolescentes, transformam a tortura de animais em espetáculo, linguagem de pertencimento e ritual de iniciação. A crueldade deixa de ser exceção e passa a ser método.

Disponível em: https://tinyurl.com/ejuxy7zj. Acesso em: 15 fev. 2026.

Texto II 

Enunciado 4515897-1

Disponível em: https://cartum.folha.uol.com.br/charges/2026/02/09/joao-montanaro.shtml. Acesso em: 15 fev. 2026.

Com base na articulação entre os textos I e II, bem como nos recursos linguísticos e visuais empregados, analise as asserções.

I. A eficácia comunicativa do texto II depende do reconhecimento intertextual entre um aviso de segurança convencional e o aviso que sinaliza o risco associado à conduta geracional descrita no texto I.
II. O texto I sustenta que as práticas de violência em comunidades digitais são fenômenos assistemáticos e desvinculados de intenções de integração social entre jovens.
III. O emprego da expressão “linguagem de pertencimento” no texto I explicita que a prática de atos cruéis funciona como um código de coesão e identidade em determinados grupos virtuais.
IV. No texto II, desloca-se o foco da crítica social ao enfatizar o animal como elemento central da cena, configurando a situação como um conflito restrito ao espaço doméstico.

Assinale a alternativa que apresenta apenas asserções corretas.
 

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4214551 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UFU
Orgão: UFU
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Em 2014, 55 estudantes se inscreveram em um experimento em troca de créditos na faculdade. Seria moleza: cada participante deveria ficar 15 minutos sentado em uma cadeira sozinho, sem fazer nada, nem mesmo cochilar.
    O único objeto com o qual se poderia interagir nesse intervalo era um botão. Quando apertado, eletrodos conectados nos calcanhares dos voluntários disparavam um choque. Eles sabiam disso, e a decisão de apertar ou não o botão cabia a cada um.
      Os estudantes já haviam sentido a intensidade da descarga elétrica em uma fase anterior do estudo e aprenderam que ela não era nada agradável. A maioria deles disse que pagaria para não sentir a dor novamente. Não havia motivo, então, para apertar o botão de graça.
    O que aconteceu nesses 15 minutos surpreendeu os pesquisadores: 71% dos homens e 26% das mulheres participantes apertaram o botão pelo menos uma vez. Um voluntário fora da curva se deu o choque 190 vezes – média de um a cada cinco segundos. O Super Choque em pessoa. [...]
     O estudo ficou famoso não só pelo caráter cômico mas também porque revela algo sobre as pessoas: muitos de nós preferem sentir um estímulo negativo do que estímulo nenhum. Essa ideia é corroborada por outro experimento, em que os participantes também tinham a oportunidade de dar choques em si próprios enquanto assistiam a filmes classificados em três tipos: tristes, neutros ou entediantes. O último grupo foi o que mais sentou o dedo no botão.

Disponível em: https://super.abril.com.br/comportamento/por-que-e-importante-sentir-tedio-e-como-usa-lo-a-seu-favor/. Acesso em: 21 fev. 2026.

No último parágrafo, a referência ao experimento envolvendo a exibição de filmes cumpre a função de
 

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4214550 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UFU
Orgão: UFU
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Texto para a questão
    O Ministério da Saúde reconhece a obesidade como um problema de saúde pública e orienta que, diante do atual quadro epidemiológico do país, sejam prioritárias as ações de promoção da alimentação adequada e saudável, de prevenção da obesidade e intervenções para a construção de ambientes alimentares saudáveis. Do ponto de vista conceitual, tanto o sobrepeso quanto a obesidade se referem ao acúmulo excessivo de gordura corporal. A obesidade é fator de risco para outras enfermidades, como: doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão e alguns tipos de câncer. Isso sem falar da maneira como o problema é visto pela sociedade, podendo levar a estereótipos e discriminação. E é justamente nesse ponto que fica evidente como aspectos sociais e psicológicos do indivíduo podem ser afetados, para além da questão física.
    A prevalência de obesidade tem aumentado de maneira epidêmica, nas últimas décadas e, atualmente, representa um grande problema de saúde pública no mundo. No Brasil, o excesso de peso (que compreende o sobrepeso e a obesidade) também tem aumentado.
   Dados recentes indicam que o consumo de emagrecedores sem orientação médica aumentou 25% na última década, sendo mais prevalente entre mulheres jovens. As complicações mais comuns incluem arritmias cardíacas, transtornos de ansiedade e depressão. Observou-se também que a fiscalização sobre a venda desses medicamentos é insuficiente, permitindo sua ampla distribuição em mercados físicos e online. Além disso, as campanhas educativas voltadas para os riscos dessa prática ainda são escassas, dificultando a conscientização da população.
Disponível em: https://periodicorease.pro.br/rease/article/view/17856/10218. Acesso em: 23 fev. 2026. 

Enunciado 4515895-1

Disponível em: https://www.instagram.com/p/DRu02eYCbIU/. Acesso em: 1 jun. 2026.

Relacione a charge com o texto sobre a obesidade como um problema de saúde pública e assinale a alternativa correta.

 

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4214549 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UFU
Orgão: UFU
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Texto para a questão
    O Ministério da Saúde reconhece a obesidade como um problema de saúde pública e orienta que, diante do atual quadro epidemiológico do país, sejam prioritárias as ações de promoção da alimentação adequada e saudável, de prevenção da obesidade e intervenções para a construção de ambientes alimentares saudáveis. Do ponto de vista conceitual, tanto o sobrepeso quanto a obesidade se referem ao acúmulo excessivo de gordura corporal. A obesidade é fator de risco para outras enfermidades, como: doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão e alguns tipos de câncer. Isso sem falar da maneira como o problema é visto pela sociedade, podendo levar a estereótipos e discriminação. E é justamente nesse ponto que fica evidente como aspectos sociais e psicológicos do indivíduo podem ser afetados, para além da questão física.
    A prevalência de obesidade tem aumentado de maneira epidêmica, nas últimas décadas e, atualmente, representa um grande problema de saúde pública no mundo. No Brasil, o excesso de peso (que compreende o sobrepeso e a obesidade) também tem aumentado.
   Dados recentes indicam que o consumo de emagrecedores sem orientação médica aumentou 25% na última década, sendo mais prevalente entre mulheres jovens. As complicações mais comuns incluem arritmias cardíacas, transtornos de ansiedade e depressão. Observou-se também que a fiscalização sobre a venda desses medicamentos é insuficiente, permitindo sua ampla distribuição em mercados físicos e online. Além disso, as campanhas educativas voltadas para os riscos dessa prática ainda são escassas, dificultando a conscientização da população.
Disponível em: https://periodicorease.pro.br/rease/article/view/17856/10218. Acesso em: 23 fev. 2026. 
De acordo com a intenção comunicativa do texto, assinale a alternativa incorreta.
 

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