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- SintaxeTermos Essenciais da Oração
- SintaxeConcordância
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Número
O texto seguinte servirá de base para responder à questão..
A vacina inédita desenvolvida por inteligência artificial
Inteligência artificial foi usada para desenvolver um tipo
de vacina "fundamentalmente novo" que poderia
proteger contra amplas variedades de vírus e prevenir
pandemias, dizem os pesquisadores.
A equipe da Universidade de Cambridge afirma que é a
primeira vez que um componente-chave de uma vacina
foi totalmente projetado por IA e depois testado em
pessoas.
A vacina foi concebida para funcionar contra todos os
coronavírus, o que incluiria todas as variantes da Covid e
vírus que infectam animais, mas que poderiam dar
origem a uma próxima pandemia.
O trabalho ainda está em estágios iniciais, mas a equipe
já está desenvolvendo outras vacinas que poderiam
combater a gripe e o Ebola.
Vacinas ensinam o nosso corpo a identificar uma
infecção para aumentar as nossas chances de
combatê-la.
Mas alguns vírus são eficazes em mudar sua aparência
— ou sofrer mutações — de modo que as vacinas
podem rapidamente se tornar desatualizadas. É por isso
que as vacinas contra Covid e gripe sazonal precisam
ser atualizadas regularmente.
"Estamos sempre correndo atrás", disse o professor
Jonathan Heeney, da Universidade de Cambridge,
acrescentando que "o que estamos tentando fazer é nos
antecipar" e avançar o suficiente para proteger contra
novos surtos ou pandemias.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckgpgzpyznno
I.O verbo 'estar' poderia ser flexionado no plural caso a construção fosse alterada para 'uma equipe de médicos', pois estabeleceria concordância com o substantivo plural.
II.O verbo 'poder' está flexionado no plural para concordar com o pronome 'que', uma vez que a concordância deve ser estabelecida com os pronomes relativos.
III.O verbo 'estar' poderia permanecer no singular, caso o sujeito fosse '70% dos médicos', uma vez que com expressões de porcentagem há duas formas de concordância, singular ou plural.
IV.A concordância com adjetivos é estabelecida com o termo a que o adjetivo se refere, independentemente de esse termo ser núcleo do sujeito ou não.
Assinale a alternativa que apresenta as proposições corretas.
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- OrtografiaAcentuação GráficaAcento Diferencial
- OrtografiaAcentuação GráficaProparoxítonas, Paraxítonas, Oxítonas e Hiatos
- FonologiaEncontros Vocálicos: Ditongo, Tritongo, Hiato
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Suspeita de Ebola é descartada em pacientes no Rio
e em SP: o que se sabe.
O Ministério da Saúde descartou dois casos suspeitos de
Ebola que haviam sido notificados no Brasil, um no Rio
de Janeiro e outro em São Paulo.
Segundo a pasta, um viajante procedente de Uganda no
Rio que apresentava calafrios, tosse e diarreia teve
resultado negativo após exames realizados em amostras
de saliva, urina e sangue pelo Instituto Oswaldo Cruz
(IOC/Fiocruz). O diagnóstico foi posteriormente
confirmado para malária.
Já em São Paulo, a suspeita de Ebola foi descartada em
um paciente de 37 anos internado no Instituto de
Infectologia Emílio Ribas. Exames realizados pelo
Instituto Adolfo Lutz (IAL) confirmaram o diagnóstico de
doença meningocócica.
Segundo o Ministério da Saúde, o país nunca registrou
um caso confirmado de Ebola.
A investigação dos casos suspeitos seguiu os protocolos
nacionais para febres hemorrágicas virais, adotados desde 16 de maio após a declaração de Emergência de
Saúde Pública de Importância Internacional (ESPII) pela
Organização Mundial da Saúde (OMS), em razão do
surto registrado na República Democrática do Congo e
que também atinge Uganda.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1j24726wy9o-fragmento
I.O vocábulo 'diarreia' não recebe acento, pois de acordo com o Novo Acordo Ortográfico, as palavras que apresentam ditongos abertos 'éi' e 'ói' não são mais acentuadas, assim como ocorre com 'joia' e 'assembleia'.
II.O vocábulo 'após' recebe acento por ser uma palavra oxítona terminada em 'os', sendo o único vocábulo com essa classificação no período apresentado.
III.Os vocábulos 'pelo' e 'para' exemplificam casos de supressão do acento diferencial promovida pelo Novo Acordo Ortográfico, passando a apresentar a mesma grafia de formas homógrafas substantiva e verbal, respectivamente.
IV.O vocábulo 'diagnóstico' recebe acento pela mesma regra que acentua os vocábulos 'zodíaco' e 'bávaro'.
Assinale a alternativa que apresenta as proposições corretas.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Suspeita de Ebola é descartada em pacientes no Rio
e em SP: o que se sabe.
O Ministério da Saúde descartou dois casos suspeitos de
Ebola que haviam sido notificados no Brasil, um no Rio
de Janeiro e outro em São Paulo.
Segundo a pasta, um viajante procedente de Uganda no
Rio que apresentava calafrios, tosse e diarreia teve
resultado negativo após exames realizados em amostras
de saliva, urina e sangue pelo Instituto Oswaldo Cruz
(IOC/Fiocruz). O diagnóstico foi posteriormente
confirmado para malária.
Já em São Paulo, a suspeita de Ebola foi descartada em
um paciente de 37 anos internado no Instituto de
Infectologia Emílio Ribas. Exames realizados pelo
Instituto Adolfo Lutz (IAL) confirmaram o diagnóstico de
doença meningocócica.
Segundo o Ministério da Saúde, o país nunca registrou
um caso confirmado de Ebola.
A investigação dos casos suspeitos seguiu os protocolos
nacionais para febres hemorrágicas virais, adotados desde 16 de maio após a declaração de Emergência de
Saúde Pública de Importância Internacional (ESPII) pela
Organização Mundial da Saúde (OMS), em razão do
surto registrado na República Democrática do Congo e
que também atinge Uganda.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1j24726wy9o-fragmento
O verbo 'registrar' foi empregado corretamente sem preposição, pois atua como transitivo direto. Considerando a regência verbal na norma-padrão, assinale a alternativa em que há incorreção.
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- SintaxeConcordância
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Número
- MorfologiaVerbosLocução Verbal
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Suspeita de Ebola é descartada em pacientes no Rio
e em SP: o que se sabe.
O Ministério da Saúde descartou dois casos suspeitos de
Ebola que haviam sido notificados no Brasil, um no Rio
de Janeiro e outro em São Paulo.
Segundo a pasta, um viajante procedente de Uganda no
Rio que apresentava calafrios, tosse e diarreia teve
resultado negativo após exames realizados em amostras
de saliva, urina e sangue pelo Instituto Oswaldo Cruz
(IOC/Fiocruz). O diagnóstico foi posteriormente
confirmado para malária.
Já em São Paulo, a suspeita de Ebola foi descartada em
um paciente de 37 anos internado no Instituto de
Infectologia Emílio Ribas. Exames realizados pelo
Instituto Adolfo Lutz (IAL) confirmaram o diagnóstico de
doença meningocócica.
Segundo o Ministério da Saúde, o país nunca registrou
um caso confirmado de Ebola.
A investigação dos casos suspeitos seguiu os protocolos
nacionais para febres hemorrágicas virais, adotados desde 16 de maio após a declaração de Emergência de
Saúde Pública de Importância Internacional (ESPII) pela
Organização Mundial da Saúde (OMS), em razão do
surto registrado na República Democrática do Congo e
que também atinge Uganda.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1j24726wy9o-fragmento
Com base na concordância verbal, assinale a alternativa correta.
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Você olha os vasos de planta, vira a garrafa d’água de cabeça para baixo, confere o ralo do quintal…
No Brasil, combater a dengue exige quase um ritual doméstico. Mas e se a solução não fosse acabar com o mosquito e sim transformá-lo em aliado? Foi exatamente isso que fez o cientista Luciano Moreira, único brasileiro a integrar a lista TIME100 Health 2026, divulgada nesta quarta-feira, 11, pela revista TIME, que reúne as cem pessoas mais influentes da área no mundo.
Engenheiro agrônomo e entomologista, Moreira ficou conhecido por desenvolver o método Wolbachia. De forma bem resumida, a técnica usa os próprios mosquitos para reduzir a capacidade de transmissão de vírus como dengue, zika e chikungunya aos humanos. [...]
A ideia é simples de explicar, mas engenhosa na prática: mosquitos Aedes aegypti são infectados, em laboratório, com a bactéria Wolbachia. Depois, são liberados no ambiente. Eles continuam vivendo e se reproduzindo normalmente. A diferença é que passam a carregar a bactéria e a transmiti-la para as próximas gerações.
Com o tempo, a população local de mosquitos passa a ter Wolbachia. E é aí que ocorre o principal: o vírus da dengue encontra mais dificuldade para se estabelecer dentro do inseto. Sem conseguir se multiplicar direito, deixa de ser transmitido às pessoas com a mesma eficiência.
Disponível em: https://veja.abril.com.br/saude/o-brasileiro-que-colocou-a-dengue-na-defensiva-e-entrou-para-a-lista-de-100-influentesda-saude-no-mundo/. Acesso em: 23 fev. 2026.
A abertura do texto, destacada em negrito, contribui para
No Brasil, combater a dengue exige quase um ritual doméstico. Mas e se a solução não fosse acabar com o mosquito e sim transformá-lo em aliado? Foi exatamente isso que fez o cientista Luciano Moreira, único brasileiro a integrar a lista TIME100 Health 2026, divulgada nesta quarta-feira, 11, pela revista TIME, que reúne as cem pessoas mais influentes da área no mundo.
Engenheiro agrônomo e entomologista, Moreira ficou conhecido por desenvolver o método Wolbachia. De forma bem resumida, a técnica usa os próprios mosquitos para reduzir a capacidade de transmissão de vírus como dengue, zika e chikungunya aos humanos. [...]
A ideia é simples de explicar, mas engenhosa na prática: mosquitos Aedes aegypti são infectados, em laboratório, com a bactéria Wolbachia. Depois, são liberados no ambiente. Eles continuam vivendo e se reproduzindo normalmente. A diferença é que passam a carregar a bactéria e a transmiti-la para as próximas gerações.
Com o tempo, a população local de mosquitos passa a ter Wolbachia. E é aí que ocorre o principal: o vírus da dengue encontra mais dificuldade para se estabelecer dentro do inseto. Sem conseguir se multiplicar direito, deixa de ser transmitido às pessoas com a mesma eficiência.
Disponível em: https://veja.abril.com.br/saude/o-brasileiro-que-colocou-a-dengue-na-defensiva-e-entrou-para-a-lista-de-100-influentesda-saude-no-mundo/. Acesso em: 23 fev. 2026.
A abertura do texto, destacada em negrito, contribui para
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Há momentos em que a história deixa de avançar aos poucos e passa a se mover por saltos. Não porque
as notícias mudem, mas porque as potências decidem que já não podem adiar decisões. É isso que estamos
vendo agora. Estados Unidos e China reorganizam silenciosamente os fundamentos da economia global. Cada
lado com clareza, método e propósito.
Os Estados Unidos tratam produção, comércio e agricultura como peças de um tabuleiro maior. Não se discute mais porcentagem de tarifa. A discussão é se uma cadeia produtiva fortalece ou enfraquece a segurança nacional. Centros de pensamento como a Heritage Foundation, que tem grande influência sobre o secretário de Estado Marco Rubio, defendem que chegou o fim da era da integração automática com a China. A ordem é reduzir riscos, diversificar dependências e recuperar o que foi perdido em décadas de deslocamento industrial. A tarifa virou instrumento de poder.
A China, por sua vez, opera com uma disciplina única e invejável. Seu novo marco de segurança alimentar, os documentos anuais de orientação rural e o projeto de autossuficiência apontam para uma visão de longo prazo. Pequim investe em reservas estratégicas, terras raras, ciência aplicada ao campo, tecnologia verde, fertilizantes, máquinas e plataformas digitais que unificam produção, logística e crédito. Enquanto muitos países tratam agricultura como setor tradicional, a China a elevou ao centro de sua estratégia de sobrevivência e projeção.
As duas maiores potências do planeta estão jogando xadrez.
E o Brasil tenta ser vencedor jogando dominó.
Não é por falta de talento ou potencial. É por ausência de projeto. Continuamos presos a debates de tarifa, acesso sanitário ou frases diplomáticas que dizem pouco. O mundo já está em outro ritmo. Agricultura, energia, tecnologia e finanças se tornaram ferramentas de afirmação nacional. Nosso lugar natural seria o de ator indispensável. Mas seguimos negociando sem saber onde estamos e como se tivéssemos pouco a oferecer.
Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/cenario-global/entre-o-xadrez-e-o-domino/. Acesso em: 20 jan. 2026.
Sobre o papel dos conectores destacados em negrito, assinale a alternativa incorreta.
Os Estados Unidos tratam produção, comércio e agricultura como peças de um tabuleiro maior. Não se discute mais porcentagem de tarifa. A discussão é se uma cadeia produtiva fortalece ou enfraquece a segurança nacional. Centros de pensamento como a Heritage Foundation, que tem grande influência sobre o secretário de Estado Marco Rubio, defendem que chegou o fim da era da integração automática com a China. A ordem é reduzir riscos, diversificar dependências e recuperar o que foi perdido em décadas de deslocamento industrial. A tarifa virou instrumento de poder.
A China, por sua vez, opera com uma disciplina única e invejável. Seu novo marco de segurança alimentar, os documentos anuais de orientação rural e o projeto de autossuficiência apontam para uma visão de longo prazo. Pequim investe em reservas estratégicas, terras raras, ciência aplicada ao campo, tecnologia verde, fertilizantes, máquinas e plataformas digitais que unificam produção, logística e crédito. Enquanto muitos países tratam agricultura como setor tradicional, a China a elevou ao centro de sua estratégia de sobrevivência e projeção.
As duas maiores potências do planeta estão jogando xadrez.
E o Brasil tenta ser vencedor jogando dominó.
Não é por falta de talento ou potencial. É por ausência de projeto. Continuamos presos a debates de tarifa, acesso sanitário ou frases diplomáticas que dizem pouco. O mundo já está em outro ritmo. Agricultura, energia, tecnologia e finanças se tornaram ferramentas de afirmação nacional. Nosso lugar natural seria o de ator indispensável. Mas seguimos negociando sem saber onde estamos e como se tivéssemos pouco a oferecer.
Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/cenario-global/entre-o-xadrez-e-o-domino/. Acesso em: 20 jan. 2026.
Sobre o papel dos conectores destacados em negrito, assinale a alternativa incorreta.
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Texto I
A morte brutal do cão Orelha, em Florianópolis, não surge como um fato isolado nem como um desvio inexplicável. Ela aparece como um sintoma visível de um fenômeno que cresce longe dos holofotes, mas à vista de quem frequenta certas comunidades da internet. Grupos organizados, muitos deles frequentados por crianças e adolescentes, transformam a tortura de animais em espetáculo, linguagem de pertencimento e ritual de iniciação. A crueldade deixa de ser exceção e passa a ser método.
Disponível em: https://tinyurl.com/ejuxy7zj. Acesso em: 15 fev. 2026.
Texto II
Disponível em: https://cartum.folha.uol.com.br/charges/2026/02/09/joao-montanaro.shtml. Acesso em: 15 fev. 2026.
Com base na articulação entre os textos I e II, bem como nos recursos linguísticos e visuais empregados, analise as asserções.
I. A eficácia comunicativa do texto II depende do reconhecimento intertextual entre um aviso de segurança convencional e o aviso que sinaliza o risco associado à conduta geracional descrita no texto I.
II. O texto I sustenta que as práticas de violência em comunidades digitais são fenômenos assistemáticos e desvinculados de intenções de integração social entre jovens.
III. O emprego da expressão “linguagem de pertencimento” no texto I explicita que a prática de atos cruéis funciona como um código de coesão e identidade em determinados grupos virtuais.
IV. No texto II, desloca-se o foco da crítica social ao enfatizar o animal como elemento central da cena, configurando a situação como um conflito restrito ao espaço doméstico.
Assinale a alternativa que apresenta apenas asserções corretas.
A morte brutal do cão Orelha, em Florianópolis, não surge como um fato isolado nem como um desvio inexplicável. Ela aparece como um sintoma visível de um fenômeno que cresce longe dos holofotes, mas à vista de quem frequenta certas comunidades da internet. Grupos organizados, muitos deles frequentados por crianças e adolescentes, transformam a tortura de animais em espetáculo, linguagem de pertencimento e ritual de iniciação. A crueldade deixa de ser exceção e passa a ser método.
Disponível em: https://tinyurl.com/ejuxy7zj. Acesso em: 15 fev. 2026.
Texto II
Disponível em: https://cartum.folha.uol.com.br/charges/2026/02/09/joao-montanaro.shtml. Acesso em: 15 fev. 2026.
Com base na articulação entre os textos I e II, bem como nos recursos linguísticos e visuais empregados, analise as asserções.
I. A eficácia comunicativa do texto II depende do reconhecimento intertextual entre um aviso de segurança convencional e o aviso que sinaliza o risco associado à conduta geracional descrita no texto I.
II. O texto I sustenta que as práticas de violência em comunidades digitais são fenômenos assistemáticos e desvinculados de intenções de integração social entre jovens.
III. O emprego da expressão “linguagem de pertencimento” no texto I explicita que a prática de atos cruéis funciona como um código de coesão e identidade em determinados grupos virtuais.
IV. No texto II, desloca-se o foco da crítica social ao enfatizar o animal como elemento central da cena, configurando a situação como um conflito restrito ao espaço doméstico.
Assinale a alternativa que apresenta apenas asserções corretas.
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Em 2014, 55 estudantes se inscreveram em um experimento em troca de créditos na faculdade. Seria
moleza: cada participante deveria ficar 15 minutos sentado em uma cadeira sozinho, sem fazer nada, nem
mesmo cochilar.
O único objeto com o qual se poderia interagir nesse intervalo era um botão. Quando apertado, eletrodos conectados nos calcanhares dos voluntários disparavam um choque. Eles sabiam disso, e a decisão de apertar ou não o botão cabia a cada um.
Os estudantes já haviam sentido a intensidade da descarga elétrica em uma fase anterior do estudo e aprenderam que ela não era nada agradável. A maioria deles disse que pagaria para não sentir a dor novamente. Não havia motivo, então, para apertar o botão de graça.
O que aconteceu nesses 15 minutos surpreendeu os pesquisadores: 71% dos homens e 26% das mulheres participantes apertaram o botão pelo menos uma vez. Um voluntário fora da curva se deu o choque 190 vezes – média de um a cada cinco segundos. O Super Choque em pessoa. [...]
O estudo ficou famoso não só pelo caráter cômico mas também porque revela algo sobre as pessoas: muitos de nós preferem sentir um estímulo negativo do que estímulo nenhum. Essa ideia é corroborada por outro experimento, em que os participantes também tinham a oportunidade de dar choques em si próprios enquanto assistiam a filmes classificados em três tipos: tristes, neutros ou entediantes. O último grupo foi o que mais sentou o dedo no botão.
Disponível em: https://super.abril.com.br/comportamento/por-que-e-importante-sentir-tedio-e-como-usa-lo-a-seu-favor/. Acesso em: 21 fev. 2026.
No último parágrafo, a referência ao experimento envolvendo a exibição de filmes cumpre a função de
O único objeto com o qual se poderia interagir nesse intervalo era um botão. Quando apertado, eletrodos conectados nos calcanhares dos voluntários disparavam um choque. Eles sabiam disso, e a decisão de apertar ou não o botão cabia a cada um.
Os estudantes já haviam sentido a intensidade da descarga elétrica em uma fase anterior do estudo e aprenderam que ela não era nada agradável. A maioria deles disse que pagaria para não sentir a dor novamente. Não havia motivo, então, para apertar o botão de graça.
O que aconteceu nesses 15 minutos surpreendeu os pesquisadores: 71% dos homens e 26% das mulheres participantes apertaram o botão pelo menos uma vez. Um voluntário fora da curva se deu o choque 190 vezes – média de um a cada cinco segundos. O Super Choque em pessoa. [...]
O estudo ficou famoso não só pelo caráter cômico mas também porque revela algo sobre as pessoas: muitos de nós preferem sentir um estímulo negativo do que estímulo nenhum. Essa ideia é corroborada por outro experimento, em que os participantes também tinham a oportunidade de dar choques em si próprios enquanto assistiam a filmes classificados em três tipos: tristes, neutros ou entediantes. O último grupo foi o que mais sentou o dedo no botão.
Disponível em: https://super.abril.com.br/comportamento/por-que-e-importante-sentir-tedio-e-como-usa-lo-a-seu-favor/. Acesso em: 21 fev. 2026.
No último parágrafo, a referência ao experimento envolvendo a exibição de filmes cumpre a função de
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Texto para a questão
O Ministério da Saúde reconhece a obesidade como um problema de saúde pública e orienta que, diante
do atual quadro epidemiológico do país, sejam prioritárias as ações de promoção da alimentação adequada e
saudável, de prevenção da obesidade e intervenções para a construção de ambientes alimentares saudáveis.
Do ponto de vista conceitual, tanto o sobrepeso quanto a obesidade se referem ao acúmulo excessivo de
gordura corporal. A obesidade é fator de risco para outras enfermidades, como: doenças cardiovasculares,
diabetes, hipertensão e alguns tipos de câncer. Isso sem falar da maneira como o problema é visto pela
sociedade, podendo levar a estereótipos e discriminação. E é justamente nesse ponto que fica evidente como
aspectos sociais e psicológicos do indivíduo podem ser afetados, para além da questão física.
A prevalência de obesidade tem aumentado de maneira epidêmica, nas últimas décadas e, atualmente,
representa um grande problema de saúde pública no mundo. No Brasil, o excesso de peso (que compreende
o sobrepeso e a obesidade) também tem aumentado.
Dados recentes indicam que o consumo de emagrecedores sem orientação médica aumentou 25% na
última década, sendo mais prevalente entre mulheres jovens. As complicações mais comuns incluem arritmias
cardíacas, transtornos de ansiedade e depressão. Observou-se também que a fiscalização sobre a venda
desses medicamentos é insuficiente, permitindo sua ampla distribuição em mercados físicos e online. Além
disso, as campanhas educativas voltadas para os riscos dessa prática ainda são escassas, dificultando a
conscientização da população.
Disponível em: https://periodicorease.pro.br/rease/article/view/17856/10218. Acesso em: 23 fev. 2026.

Relacione a charge com o texto sobre a obesidade como um problema de saúde pública e assinale a alternativa correta.
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Texto para a questão
O Ministério da Saúde reconhece a obesidade como um problema de saúde pública e orienta que, diante
do atual quadro epidemiológico do país, sejam prioritárias as ações de promoção da alimentação adequada e
saudável, de prevenção da obesidade e intervenções para a construção de ambientes alimentares saudáveis.
Do ponto de vista conceitual, tanto o sobrepeso quanto a obesidade se referem ao acúmulo excessivo de
gordura corporal. A obesidade é fator de risco para outras enfermidades, como: doenças cardiovasculares,
diabetes, hipertensão e alguns tipos de câncer. Isso sem falar da maneira como o problema é visto pela
sociedade, podendo levar a estereótipos e discriminação. E é justamente nesse ponto que fica evidente como
aspectos sociais e psicológicos do indivíduo podem ser afetados, para além da questão física.
A prevalência de obesidade tem aumentado de maneira epidêmica, nas últimas décadas e, atualmente,
representa um grande problema de saúde pública no mundo. No Brasil, o excesso de peso (que compreende
o sobrepeso e a obesidade) também tem aumentado.
Dados recentes indicam que o consumo de emagrecedores sem orientação médica aumentou 25% na
última década, sendo mais prevalente entre mulheres jovens. As complicações mais comuns incluem arritmias
cardíacas, transtornos de ansiedade e depressão. Observou-se também que a fiscalização sobre a venda
desses medicamentos é insuficiente, permitindo sua ampla distribuição em mercados físicos e online. Além
disso, as campanhas educativas voltadas para os riscos dessa prática ainda são escassas, dificultando a
conscientização da população.
Disponível em: https://periodicorease.pro.br/rease/article/view/17856/10218. Acesso em: 23 fev. 2026.
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