Foram encontradas 365.038 questões.
- SintaxeTermos Essenciais da Oração
- SintaxeConcordância
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
Lixo, impressão digital da sociedade
Pelo lixo de uma família é possível saber muito de seus
hábitos, mas principalmente, o que consome. Se um estrangeiro vasculhasse os nossos lixões, diria que, no País, ninguém passa fome, o que é uma piada completa. Em todo o
mundo, o Brasil é um dos países com maior quantidade de
matéria orgânica jogada no lixo: 70% das 156 mil toneladas
produzidas, por dia, por seus habitantes.
Na verdade, o brasileiro é esbanjador, desperdiça o que
poderia ser aproveitado. Se há grande desperdício dentro
das casas, fora delas há um verdadeiro exército de famílias
vivendo do que pode catar nos lixões. Além da comida, nosso
lixo é composto de 21,6% de papel, 7,4% de plástico, 3,8%
de vidro e 2% de metal, o que evidencia o aumento do consumo de embalagens e produtos descartáveis.
Devidamente separados e catados, os materiais recicláveis poderiam gerar renda para mais famílias que por
enquanto não têm outra fonte de sobrevivência.
(Marlyana Tavares, Jornal Estado de Minas.
Belo Horizonte, dez. 2002. Adaptado)
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Lixo, impressão digital da sociedade
Pelo lixo de uma família é possível saber muito de seus
hábitos, mas principalmente, o que consome. Se um estrangeiro vasculhasse os nossos lixões, diria que, no País, ninguém passa fome, o que é uma piada completa. Em todo o
mundo, o Brasil é um dos países com maior quantidade de
matéria orgânica jogada no lixo: 70% das 156 mil toneladas
produzidas, por dia, por seus habitantes.
Na verdade, o brasileiro é esbanjador, desperdiça o que
poderia ser aproveitado. Se há grande desperdício dentro
das casas, fora delas há um verdadeiro exército de famílias
vivendo do que pode catar nos lixões. Além da comida, nosso
lixo é composto de 21,6% de papel, 7,4% de plástico, 3,8%
de vidro e 2% de metal, o que evidencia o aumento do consumo de embalagens e produtos descartáveis.
Devidamente separados e catados, os materiais recicláveis poderiam gerar renda para mais famílias que por
enquanto não têm outra fonte de sobrevivência.
(Marlyana Tavares, Jornal Estado de Minas.
Belo Horizonte, dez. 2002. Adaptado)
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Lixo, impressão digital da sociedade
Pelo lixo de uma família é possível saber muito de seus
hábitos, mas principalmente, o que consome. Se um estrangeiro vasculhasse os nossos lixões, diria que, no País, ninguém passa fome, o que é uma piada completa. Em todo o
mundo, o Brasil é um dos países com maior quantidade de
matéria orgânica jogada no lixo: 70% das 156 mil toneladas
produzidas, por dia, por seus habitantes.
Na verdade, o brasileiro é esbanjador, desperdiça o que
poderia ser aproveitado. Se há grande desperdício dentro
das casas, fora delas há um verdadeiro exército de famílias
vivendo do que pode catar nos lixões. Além da comida, nosso
lixo é composto de 21,6% de papel, 7,4% de plástico, 3,8%
de vidro e 2% de metal, o que evidencia o aumento do consumo de embalagens e produtos descartáveis.
Devidamente separados e catados, os materiais recicláveis poderiam gerar renda para mais famílias que por
enquanto não têm outra fonte de sobrevivência.
(Marlyana Tavares, Jornal Estado de Minas.
Belo Horizonte, dez. 2002. Adaptado)
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Lixo, impressão digital da sociedade
Pelo lixo de uma família é possível saber muito de seus
hábitos, mas principalmente, o que consome. Se um estrangeiro vasculhasse os nossos lixões, diria que, no País, ninguém passa fome, o que é uma piada completa. Em todo o
mundo, o Brasil é um dos países com maior quantidade de
matéria orgânica jogada no lixo: 70% das 156 mil toneladas
produzidas, por dia, por seus habitantes.
Na verdade, o brasileiro é esbanjador, desperdiça o que
poderia ser aproveitado. Se há grande desperdício dentro
das casas, fora delas há um verdadeiro exército de famílias
vivendo do que pode catar nos lixões. Além da comida, nosso
lixo é composto de 21,6% de papel, 7,4% de plástico, 3,8%
de vidro e 2% de metal, o que evidencia o aumento do consumo de embalagens e produtos descartáveis.
Devidamente separados e catados, os materiais recicláveis poderiam gerar renda para mais famílias que por
enquanto não têm outra fonte de sobrevivência.
(Marlyana Tavares, Jornal Estado de Minas.
Belo Horizonte, dez. 2002. Adaptado)
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- SintaxeTermos Integrantes da Oração
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Modo
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Tempo
(O melhor de Calvin Bill Watterson)
Assinale a alternativa que completa as lacunas, na ordem em que aparecem, de acordo com a norma-padrão.
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Em um zoológico nos arredores de Tóquio, o
recinto dos macacos se tornou uma atração imperdível
graças a uma dupla inseparável: Punch, um filhote de
macaco-japonês, e seu companheiro, um orangotango
de pelúcia.
Punch foi abandonado pela mãe assim que nasceu,
há sete meses, no zoológico da cidade de Ichikawa.
Os filhotes de macaco-japonês geralmente se agarram
às mães para desenvolver força muscular e obter uma
sensação de segurança, então Punch precisou de uma
intervenção rápida.
Os tratadores experimentaram substitutos, incluindo toalhas enroladas e outros bichos de pelúcia,
antes de optarem pelo orangotango laranja de olhos
esbugalhados.
“Este bicho de pelúcia tem pelos longos e vários
lugares fáceis de segurar”, conta um dos tratadores. “Pensamos que sua semelhança com um macaco
poderia ajudar Punch a se reintegrar ao grupo, e foi por
isso que o escolhemos.”
Desde então, Punch raramente é visto sem ele e
está sempre arrastando o brinquedo de pelúcia para
todo lado, mesmo o bichinho sendo maior que ele, e
encantando os fãs que têm lotado o zoológico desde
que os vídeos dos dois viralizaram nas redes sociais.
(Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/
macaco-adota-pelucia-apos-morte-da-mae-e-rejeicao-
-em-zoologico-no-japao/. Adaptado)
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Em um zoológico nos arredores de Tóquio, o
recinto dos macacos se tornou uma atração imperdível
graças a uma dupla inseparável: Punch, um filhote de
macaco-japonês, e seu companheiro, um orangotango
de pelúcia.
Punch foi abandonado pela mãe assim que nasceu,
há sete meses, no zoológico da cidade de Ichikawa.
Os filhotes de macaco-japonês geralmente se agarram
às mães para desenvolver força muscular e obter uma
sensação de segurança, então Punch precisou de uma
intervenção rápida.
Os tratadores experimentaram substitutos, incluindo toalhas enroladas e outros bichos de pelúcia,
antes de optarem pelo orangotango laranja de olhos
esbugalhados.
“Este bicho de pelúcia tem pelos longos e vários
lugares fáceis de segurar”, conta um dos tratadores. “Pensamos que sua semelhança com um macaco
poderia ajudar Punch a se reintegrar ao grupo, e foi por
isso que o escolhemos.”
Desde então, Punch raramente é visto sem ele e
está sempre arrastando o brinquedo de pelúcia para
todo lado, mesmo o bichinho sendo maior que ele, e
encantando os fãs que têm lotado o zoológico desde
que os vídeos dos dois viralizaram nas redes sociais.
(Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/
macaco-adota-pelucia-apos-morte-da-mae-e-rejeicao-
-em-zoologico-no-japao/. Adaptado)
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Em um zoológico nos arredores de Tóquio, o
recinto dos macacos se tornou uma atração imperdível
graças a uma dupla inseparável: Punch, um filhote de
macaco-japonês, e seu companheiro, um orangotango
de pelúcia.
Punch foi abandonado pela mãe assim que nasceu,
há sete meses, no zoológico da cidade de Ichikawa.
Os filhotes de macaco-japonês geralmente se agarram
às mães para desenvolver força muscular e obter uma
sensação de segurança, então Punch precisou de uma
intervenção rápida.
Os tratadores experimentaram substitutos, incluindo toalhas enroladas e outros bichos de pelúcia,
antes de optarem pelo orangotango laranja de olhos
esbugalhados.
“Este bicho de pelúcia tem pelos longos e vários
lugares fáceis de segurar”, conta um dos tratadores. “Pensamos que sua semelhança com um macaco
poderia ajudar Punch a se reintegrar ao grupo, e foi por
isso que o escolhemos.”
Desde então, Punch raramente é visto sem ele e
está sempre arrastando o brinquedo de pelúcia para
todo lado, mesmo o bichinho sendo maior que ele, e
encantando os fãs que têm lotado o zoológico desde
que os vídeos dos dois viralizaram nas redes sociais.
(Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/
macaco-adota-pelucia-apos-morte-da-mae-e-rejeicao-
-em-zoologico-no-japao/. Adaptado)
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Em um zoológico nos arredores de Tóquio, o
recinto dos macacos se tornou uma atração imperdível
graças a uma dupla inseparável: Punch, um filhote de
macaco-japonês, e seu companheiro, um orangotango
de pelúcia.
Punch foi abandonado pela mãe assim que nasceu,
há sete meses, no zoológico da cidade de Ichikawa.
Os filhotes de macaco-japonês geralmente se agarram
às mães para desenvolver força muscular e obter uma
sensação de segurança, então Punch precisou de uma
intervenção rápida.
Os tratadores experimentaram substitutos, incluindo toalhas enroladas e outros bichos de pelúcia,
antes de optarem pelo orangotango laranja de olhos
esbugalhados.
“Este bicho de pelúcia tem pelos longos e vários
lugares fáceis de segurar”, conta um dos tratadores. “Pensamos que sua semelhança com um macaco
poderia ajudar Punch a se reintegrar ao grupo, e foi por
isso que o escolhemos.”
Desde então, Punch raramente é visto sem ele e
está sempre arrastando o brinquedo de pelúcia para
todo lado, mesmo o bichinho sendo maior que ele, e
encantando os fãs que têm lotado o zoológico desde
que os vídeos dos dois viralizaram nas redes sociais.
(Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/
macaco-adota-pelucia-apos-morte-da-mae-e-rejeicao-
-em-zoologico-no-japao/. Adaptado)
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Que reviravolta linda! Shay Taylor, uma funcionária
que atuou por anos como faxineira na limpeza de um
hospital nos Estados Unidos, vai retornar ao mesmo
local em uma nova função: como médica residente.
A mudança de carreira não seguiu um caminho
tradicional. Após concluir o ensino médio com bom
desempenho, Shay não teve condições de pagar uma
universidade nem teve acesso a programas de auxílio financeiro, o que a levou a ingressar diretamente no
mercado de trabalho.
Foi um problema de saúde na família, mais especificamente de sua mãe, que a fez mudar de ideia e
ingressar em um curso de medicina. Hoje, já formada,
ela troca de função, mas não de local de trabalho. E
com muito orgulho!
(Disponível em: https://www.sonoticiaboa.com.br/2026/03/26/
mulher-trabalhou-faxineira-hospital-volta-medica-
-10-anos-depois. Adaptado)
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