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Perdoe os amigos
Não estrague a amizade porque o seu amigo anda chato.
É uma fase. Pode ser falta de dinheiro, problemas familiares,
um amor que não está dando certo. Cuidado para não tornar
definitivo o que é provisório. Ele está chato, não é chato. Rememore o quanto vocês se conhecem, o quanto viveram de
cumplicidade e segredos, o quanto superaram adversidades
e desilusões.
Não vale a pena sacrificar uma história inteira feliz por
um dia ruim. Uma indiscrição, uma grosseria e uma aspereza
não significam que tudo foi em vão. Pondere, todo amigo tem
o direito de errar, de incomodar e se desculpar. Não converta
a falta de sintonia passageira em distanciamento permanente. Não devemos enxergar somente o período turbulento e
desagradável e esquecermos de reconhecer o companheirismo anterior. Falta-nos paciência para encarar as lamúrias
e contextualizar os ataques. Em vez de respirar um pouco e
dar um desconto, tratamos de responder as agressões com
violência.
Dê um tempo para o amigo, afaste-se por uma semana,
crie saudade de um mês, porém não destrua os laços em função de uma implicância. Às vezes ele não quer ser ajudado,
às vezes não há como socorrer aflições, às vezes ele ofende
jurando que vem sendo apenas sincero.
Abra espaço para que ele reflita e se acalme. Entenda
que as melhores companhias não são boas companhias o
tempo inteiro. Amizade é também prever o momento de se
retirar para voltar com mais força e amor redobrado.
(Fabrício Carpinejar. Amizade é também amor, 2017. Adaptado)
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Perdoe os amigos
Não estrague a amizade porque o seu amigo anda chato.
É uma fase. Pode ser falta de dinheiro, problemas familiares,
um amor que não está dando certo. Cuidado para não tornar
definitivo o que é provisório. Ele está chato, não é chato. Rememore o quanto vocês se conhecem, o quanto viveram de
cumplicidade e segredos, o quanto superaram adversidades
e desilusões.
Não vale a pena sacrificar uma história inteira feliz por
um dia ruim. Uma indiscrição, uma grosseria e uma aspereza
não significam que tudo foi em vão. Pondere, todo amigo tem
o direito de errar, de incomodar e se desculpar. Não converta
a falta de sintonia passageira em distanciamento permanente. Não devemos enxergar somente o período turbulento e
desagradável e esquecermos de reconhecer o companheirismo anterior. Falta-nos paciência para encarar as lamúrias
e contextualizar os ataques. Em vez de respirar um pouco e
dar um desconto, tratamos de responder as agressões com
violência.
Dê um tempo para o amigo, afaste-se por uma semana,
crie saudade de um mês, porém não destrua os laços em função de uma implicância. Às vezes ele não quer ser ajudado,
às vezes não há como socorrer aflições, às vezes ele ofende
jurando que vem sendo apenas sincero.
Abra espaço para que ele reflita e se acalme. Entenda
que as melhores companhias não são boas companhias o
tempo inteiro. Amizade é também prever o momento de se
retirar para voltar com mais força e amor redobrado.
(Fabrício Carpinejar. Amizade é também amor, 2017. Adaptado)
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Perdoe os amigos
Não estrague a amizade porque o seu amigo anda chato.
É uma fase. Pode ser falta de dinheiro, problemas familiares,
um amor que não está dando certo. Cuidado para não tornar
definitivo o que é provisório. Ele está chato, não é chato. Rememore o quanto vocês se conhecem, o quanto viveram de
cumplicidade e segredos, o quanto superaram adversidades
e desilusões.
Não vale a pena sacrificar uma história inteira feliz por
um dia ruim. Uma indiscrição, uma grosseria e uma aspereza
não significam que tudo foi em vão. Pondere, todo amigo tem
o direito de errar, de incomodar e se desculpar. Não converta
a falta de sintonia passageira em distanciamento permanente. Não devemos enxergar somente o período turbulento e
desagradável e esquecermos de reconhecer o companheirismo anterior. Falta-nos paciência para encarar as lamúrias
e contextualizar os ataques. Em vez de respirar um pouco e
dar um desconto, tratamos de responder as agressões com
violência.
Dê um tempo para o amigo, afaste-se por uma semana,
crie saudade de um mês, porém não destrua os laços em função de uma implicância. Às vezes ele não quer ser ajudado,
às vezes não há como socorrer aflições, às vezes ele ofende
jurando que vem sendo apenas sincero.
Abra espaço para que ele reflita e se acalme. Entenda
que as melhores companhias não são boas companhias o
tempo inteiro. Amizade é também prever o momento de se
retirar para voltar com mais força e amor redobrado.
(Fabrício Carpinejar. Amizade é também amor, 2017. Adaptado)
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Perdoe os amigos
Não estrague a amizade porque o seu amigo anda chato.
É uma fase. Pode ser falta de dinheiro, problemas familiares,
um amor que não está dando certo. Cuidado para não tornar
definitivo o que é provisório. Ele está chato, não é chato. Rememore o quanto vocês se conhecem, o quanto viveram de
cumplicidade e segredos, o quanto superaram adversidades
e desilusões.
Não vale a pena sacrificar uma história inteira feliz por
um dia ruim. Uma indiscrição, uma grosseria e uma aspereza
não significam que tudo foi em vão. Pondere, todo amigo tem
o direito de errar, de incomodar e se desculpar. Não converta
a falta de sintonia passageira em distanciamento permanente. Não devemos enxergar somente o período turbulento e
desagradável e esquecermos de reconhecer o companheirismo anterior. Falta-nos paciência para encarar as lamúrias
e contextualizar os ataques. Em vez de respirar um pouco e
dar um desconto, tratamos de responder as agressões com
violência.
Dê um tempo para o amigo, afaste-se por uma semana,
crie saudade de um mês, porém não destrua os laços em função de uma implicância. Às vezes ele não quer ser ajudado,
às vezes não há como socorrer aflições, às vezes ele ofende
jurando que vem sendo apenas sincero.
Abra espaço para que ele reflita e se acalme. Entenda
que as melhores companhias não são boas companhias o
tempo inteiro. Amizade é também prever o momento de se
retirar para voltar com mais força e amor redobrado.
(Fabrício Carpinejar. Amizade é também amor, 2017. Adaptado)
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É uma fase. Pode ser falta de dinheiro, problemas familiares,
um amor que não está dando certo. Cuidado para não tornar
definitivo o que é provisório. Ele está chato, não é chato. Rememore o quanto vocês se conhecem, o quanto viveram de
cumplicidade e segredos, o quanto superaram adversidades
e desilusões.
Não vale a pena sacrificar uma história inteira feliz por
um dia ruim. Uma indiscrição, uma grosseria e uma aspereza
não significam que tudo foi em vão. Pondere, todo amigo tem
o direito de errar, de incomodar e se desculpar. Não converta
a falta de sintonia passageira em distanciamento permanente. Não devemos enxergar somente o período turbulento e
desagradável e esquecermos de reconhecer o companheirismo anterior. Falta-nos paciência para encarar as lamúrias
e contextualizar os ataques. Em vez de respirar um pouco e
dar um desconto, tratamos de responder as agressões com
violência.
Dê um tempo para o amigo, afaste-se por uma semana,
crie saudade de um mês, porém não destrua os laços em função de uma implicância. Às vezes ele não quer ser ajudado,
às vezes não há como socorrer aflições, às vezes ele ofende
jurando que vem sendo apenas sincero.
Abra espaço para que ele reflita e se acalme. Entenda
que as melhores companhias não são boas companhias o
tempo inteiro. Amizade é também prever o momento de se
retirar para voltar com mais força e amor redobrado.
(Fabrício Carpinejar. Amizade é também amor, 2017. Adaptado)
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Perdoe os amigos
Não estrague a amizade porque o seu amigo anda chato.
É uma fase. Pode ser falta de dinheiro, problemas familiares,
um amor que não está dando certo. Cuidado para não tornar
definitivo o que é provisório. Ele está chato, não é chato. Rememore o quanto vocês se conhecem, o quanto viveram de
cumplicidade e segredos, o quanto superaram adversidades
e desilusões.
Não vale a pena sacrificar uma história inteira feliz por
um dia ruim. Uma indiscrição, uma grosseria e uma aspereza
não significam que tudo foi em vão. Pondere, todo amigo tem
o direito de errar, de incomodar e se desculpar. Não converta
a falta de sintonia passageira em distanciamento permanente. Não devemos enxergar somente o período turbulento e
desagradável e esquecermos de reconhecer o companheirismo anterior. Falta-nos paciência para encarar as lamúrias
e contextualizar os ataques. Em vez de respirar um pouco e
dar um desconto, tratamos de responder as agressões com
violência.
Dê um tempo para o amigo, afaste-se por uma semana,
crie saudade de um mês, porém não destrua os laços em função de uma implicância. Às vezes ele não quer ser ajudado,
às vezes não há como socorrer aflições, às vezes ele ofende
jurando que vem sendo apenas sincero.
Abra espaço para que ele reflita e se acalme. Entenda
que as melhores companhias não são boas companhias o
tempo inteiro. Amizade é também prever o momento de se
retirar para voltar com mais força e amor redobrado.
(Fabrício Carpinejar. Amizade é também amor, 2017. Adaptado)
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Leia o trecho da crônica de Kalaf Epalanga para responder
a questão.
Banho de caneca
Não me canso, o angolano é o meu assunto favorito.
Reparem bem, o lúcido afeto que lhe dedico é umbilical.
E como o amor, ainda que cego, é exigente, não me furto a
reconhecer que somos um povo subdesenvolvido com uma
coragem arrebatadora, engenhoso no alto da sua miséria
semi-institucionalizada, de sorriso aberto, mestre de esquemas e especialista na arte do banho de caneca. Desde muito
cedo, desde o meu tempo da bola de gude e do bica bidon1
,
que soube que o mundo cabe dentro de um alguidar com
água, o mesmo no qual ainda hoje muitos chacoalham o seu
amanhecer madrugador
Ah, se essas bacias falassem! Realmente certas coisas
são como andar de bicicleta, nunca se esquecem. Amanheci
na minha Benguela2
materna e me bastou ver aquela bacia
repousando ao lado da sua eterna companheira, a caneca,
para que as memórias se tornassem palpáveis. Não há lar,
seja ele um palácio ou um barraco de adobe3
e pau a pique,
que não exiba esse indispensável utensílio. Tão democrático
e unificador que até hoje me espanto porque é que ainda não
foi consagrado a monumento, talvez monumento seja exagero, mas o alguidar e a caneca já mereciam um semba4
que lhes servisse de ode. Sim, porque não são só as classes
menos favorecidas que se dedicam a esse ritual. Todo o lar,
seja ele de um ministro, de uma zungueira5
e até, por ironia,
de um funcionário das Águas de Angola, desde que tenham
torneiras no silêncio, conhecem a arte do banho de caneca.
(Kalaf Epalanga, Minha pátria é a língua pretuguesa: crônicas, 2023)
1 Bidon: brincadeira angolana em que um jogador, o “segurança”, precisa
defender uma garrafa ou “bidon” (bidão) no chão, enquanto os outros jogadores tentam chutá-la.
2Benguela: cidade angolana.
3Adobe: tijolo de argila.
4Semba: movimento de dança que consiste no embate, de frente, entre dois
dançarinos; umbigada.
5Zungueira: vendedora ambulante.
• Reparem bem, o lúcido afeto que lhe dedico é umbilical. (1º parágrafo) • Ah, se essas bacias falassem! (2º parágrafo) • Sim, porque não são só as classes menos favorecidas que se dedicam a esse ritual. (2º parágrafo)
No contexto da crônica, as expressões destacadas têm como referências, correta e respectivamente:
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Leia o trecho da crônica de Kalaf Epalanga para responder
a questão.
Banho de caneca
Não me canso, o angolano é o meu assunto favorito.
Reparem bem, o lúcido afeto que lhe dedico é umbilical.
E como o amor, ainda que cego, é exigente, não me furto a
reconhecer que somos um povo subdesenvolvido com uma
coragem arrebatadora, engenhoso no alto da sua miséria
semi-institucionalizada, de sorriso aberto, mestre de esquemas e especialista na arte do banho de caneca. Desde muito
cedo, desde o meu tempo da bola de gude e do bica bidon1
,
que soube que o mundo cabe dentro de um alguidar com
água, o mesmo no qual ainda hoje muitos chacoalham o seu
amanhecer madrugador
Ah, se essas bacias falassem! Realmente certas coisas
são como andar de bicicleta, nunca se esquecem. Amanheci
na minha Benguela2
materna e me bastou ver aquela bacia
repousando ao lado da sua eterna companheira, a caneca,
para que as memórias se tornassem palpáveis. Não há lar,
seja ele um palácio ou um barraco de adobe3
e pau a pique,
que não exiba esse indispensável utensílio. Tão democrático
e unificador que até hoje me espanto porque é que ainda não
foi consagrado a monumento, talvez monumento seja exagero, mas o alguidar e a caneca já mereciam um semba4
que lhes servisse de ode. Sim, porque não são só as classes
menos favorecidas que se dedicam a esse ritual. Todo o lar,
seja ele de um ministro, de uma zungueira5
e até, por ironia,
de um funcionário das Águas de Angola, desde que tenham
torneiras no silêncio, conhecem a arte do banho de caneca.
(Kalaf Epalanga, Minha pátria é a língua pretuguesa: crônicas, 2023)
1 Bidon: brincadeira angolana em que um jogador, o “segurança”, precisa
defender uma garrafa ou “bidon” (bidão) no chão, enquanto os outros jogadores tentam chutá-la.
2Benguela: cidade angolana.
3Adobe: tijolo de argila.
4Semba: movimento de dança que consiste no embate, de frente, entre dois
dançarinos; umbigada.
5Zungueira: vendedora ambulante.
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Leia o trecho da crônica de Kalaf Epalanga para responder
a questão.
Banho de caneca
Não me canso, o angolano é o meu assunto favorito.
Reparem bem, o lúcido afeto que lhe dedico é umbilical.
E como o amor, ainda que cego, é exigente, não me furto a
reconhecer que somos um povo subdesenvolvido com uma
coragem arrebatadora, engenhoso no alto da sua miséria
semi-institucionalizada, de sorriso aberto, mestre de esquemas e especialista na arte do banho de caneca. Desde muito
cedo, desde o meu tempo da bola de gude e do bica bidon1
,
que soube que o mundo cabe dentro de um alguidar com
água, o mesmo no qual ainda hoje muitos chacoalham o seu
amanhecer madrugador
Ah, se essas bacias falassem! Realmente certas coisas
são como andar de bicicleta, nunca se esquecem. Amanheci
na minha Benguela2
materna e me bastou ver aquela bacia
repousando ao lado da sua eterna companheira, a caneca,
para que as memórias se tornassem palpáveis. Não há lar,
seja ele um palácio ou um barraco de adobe3
e pau a pique,
que não exiba esse indispensável utensílio. Tão democrático
e unificador que até hoje me espanto porque é que ainda não
foi consagrado a monumento, talvez monumento seja exagero, mas o alguidar e a caneca já mereciam um semba4
que lhes servisse de ode. Sim, porque não são só as classes
menos favorecidas que se dedicam a esse ritual. Todo o lar,
seja ele de um ministro, de uma zungueira5
e até, por ironia,
de um funcionário das Águas de Angola, desde que tenham
torneiras no silêncio, conhecem a arte do banho de caneca.
(Kalaf Epalanga, Minha pátria é a língua pretuguesa: crônicas, 2023)
1 Bidon: brincadeira angolana em que um jogador, o “segurança”, precisa
defender uma garrafa ou “bidon” (bidão) no chão, enquanto os outros jogadores tentam chutá-la.
2Benguela: cidade angolana.
3Adobe: tijolo de argila.
4Semba: movimento de dança que consiste no embate, de frente, entre dois
dançarinos; umbigada.
5Zungueira: vendedora ambulante.
• E como o amor, ainda que cego, é exigente, não me furto a reconhecer que somos um povo subdesenvolvido… (1º parágrafo)
• Todo o lar, seja ele de um ministro, de uma zungueira e até, por ironia, de um funcionário das Águas de Angola, desde que tenham torneiras no silêncio, conhecem a arte do banho de caneca. (2º parágrafo)
No contexto em que estão empregadas, as expressões destacadas estabelecem, correta e respectivamente, relações de sentido de
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a questão.
Banho de caneca
Não me canso, o angolano é o meu assunto favorito.
Reparem bem, o lúcido afeto que lhe dedico é umbilical.
E como o amor, ainda que cego, é exigente, não me furto a
reconhecer que somos um povo subdesenvolvido com uma
coragem arrebatadora, engenhoso no alto da sua miséria
semi-institucionalizada, de sorriso aberto, mestre de esquemas e especialista na arte do banho de caneca. Desde muito
cedo, desde o meu tempo da bola de gude e do bica bidon1
,
que soube que o mundo cabe dentro de um alguidar com
água, o mesmo no qual ainda hoje muitos chacoalham o seu
amanhecer madrugador
Ah, se essas bacias falassem! Realmente certas coisas
são como andar de bicicleta, nunca se esquecem. Amanheci
na minha Benguela2
materna e me bastou ver aquela bacia
repousando ao lado da sua eterna companheira, a caneca,
para que as memórias se tornassem palpáveis. Não há lar,
seja ele um palácio ou um barraco de adobe3
e pau a pique,
que não exiba esse indispensável utensílio. Tão democrático
e unificador que até hoje me espanto porque é que ainda não
foi consagrado a monumento, talvez monumento seja exagero, mas o alguidar e a caneca já mereciam um semba4
que lhes servisse de ode. Sim, porque não são só as classes
menos favorecidas que se dedicam a esse ritual. Todo o lar,
seja ele de um ministro, de uma zungueira5
e até, por ironia,
de um funcionário das Águas de Angola, desde que tenham
torneiras no silêncio, conhecem a arte do banho de caneca.
(Kalaf Epalanga, Minha pátria é a língua pretuguesa: crônicas, 2023)
1 Bidon: brincadeira angolana em que um jogador, o “segurança”, precisa
defender uma garrafa ou “bidon” (bidão) no chão, enquanto os outros jogadores tentam chutá-la.
2Benguela: cidade angolana.
3Adobe: tijolo de argila.
4Semba: movimento de dança que consiste no embate, de frente, entre dois
dançarinos; umbigada.
5Zungueira: vendedora ambulante.
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