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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Enunciado 4598004-1
A pragmática é o ramo dos estudos linguísticos que estuda a linguagem em seu contexto de uso. Sabendo disso, ao analisar a interação de Whatsapp observada na imagem apresentada, pode-se afirmar que:
 

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Leia a tirinha a seguir para responder a questão. 
Enunciado 4598003-1
Na oração “Filho, escovou os dentes?”, presente no primeiro quadrinho da tirinha do Armandinho, o termo em destaque exerce função sintática de:
 

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Leia a tirinha a seguir para responder a questão. 
Enunciado 4598002-1
Figuras de linguagem são recursos expressivos que fogem do sentido literal (denotativo) das palavras. Ciente disso, após leitura da tirinha do Armandinho, percebe-se, na oração “Já pedi um milhão de vezes”, presente no segundo quadrinho, o uso:
 

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Leia a tirinha a seguir para responder à questão.
Enunciado 4598001-1
Quanto à morfossintaxe, ainda na oração “A minha mãe é braba pra caramba”, o termo em destaque:
 

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Leia a tirinha a seguir para responder à questão.
Enunciado 4598000-1
Quanto ao sujeito e ao predicado, no segundo quadrinho da tirinha do Armandinho, a oração “A minha mãe é braba pra caramba” apresenta:
 

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Leia a tirinha a seguir para responder à questão.
Enunciado 4597999-1
A relação entre língua e cultura possibilita variações linguísticas que se adequam a diferentes contextos de uso da linguagem. Nessa perspectiva, pode-se afirmar que, na tirinha do Armandinho:
 

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Leia a tirinha a seguir para responder à questão.
Enunciado 4597998-1
No período “Tenho quase certeza de que ela é selvagem”, presente no terceiro quadrinho da tirinha do Armandinho, a oração em destaque classifica-se como:
 

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Leia a tirinha a seguir para responder à questão.
Enunciado 4597997-1
A tirinha é um gênero que utiliza de um fato social para trazer alguma crítica, de modo humorístico, à sociedade. Ciente disso, pode-se afirmar que o humor da tirinha apresentada é construído:
 

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De acordo com Pestana (2013, p.418), “O pronome relativo é um elemento conector de caráter anafórico, isto é, refere-se a um termo antecedente explícito”. Sabendo disso, assinale, a seguir, a alternativa na qual o pronome relativo NÃO foi utilizado de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa.
 

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Leia o texto a seguir para responder à questão.
O surto psicodélico da Copa
Neide Fischer
        O Brasil é conhecido como o país do futebol. Não que eu aprecie muito esse título. Pouco compreendo do assunto, mas na Copa até eu torço, nem que seja por uma questão de amor à pátria. É uma época em que, durante os jogos, o país parece, numa espécie de surto psicodélico coletivo, esquecer por noventa minutos que não está com essa bola toda em vários sentidos.
        O que quero abordar aqui sai do futebol e entra na política, economia e sociedade, pois me veio uma preocupação recente que gostaria de compartilhar com meus pares: os jornalistas. A preocupação atende por um velho nome: pão e circo.
        Boa parte de vocês já conhece a expressão. Como já faziam os romanos com sua política do “pão e circo”, especialistas em distrair a população enquanto os problemas reais continuavam ali. Mudam-se os impérios, permanecem os truques.
        E é justamente aí que mora o meu receio.
        O Brasil atravessa uma fase política problemática, com corrupção, violência crescente, empresas estatais quase à beira de um colapso e uma população cada vez mais cansada de pagar a conta de tudo. Poderíamos citar mais vinte problemas sem esforço algum, e nós, brasileiros, conhecemos cada um deles e sentimos na pele suas consequências. Não é necessário aprofundar todas essas mazelas porque elas já batem diariamente à nossa porta.
        Ainda assim, quando chega a Copa do Mundo, parte da imprensa entra num estado quase hipnótico: tabelas, treinos, tornozelos lesionados, cabelo de jogador, análise emocional de técnico, grama usada no estádio da seleção e, se deixar, até reportagem investigativa sobre o cachorro do camisa 10 ou previsão astrológica da seleção. 
        Isso começa a parecer uma espécie de loucura coletiva. Um excesso de zelo que, se fosse aplicado a temas realmente importantes, talvez deixasse a população muito mais bem informada sobre aquilo que impacta diretamente sua vida.
        Não digo que não haja pauta no futebol. Claro que há. Copa do Mundo movimenta economia, cultura, comportamento e audiência. Ignorar isso seria tolice. Minha questão começa quando todo o resto desaparece do noticiário como mágica. Como se os problemas do país tirassem férias durante os jogos. Como se a violência aguardasse educadamente o apito final.
        Nós, jornalistas, não podemos nos dar ao luxo de embarcar completamente nesse espetáculo enquanto os problemas reais das famílias brasileiras continuam acontecendo fora do estádio, muito longe dos camarotes e dos flashes psicodélicos.
        Cobrir futebol é legítimo. Transformar a cobertura esportiva em anestesia coletiva já é outra coisa. E é exatamente esse o meu alerta. Talvez nossa obrigação, justamente durante grandes eventos, seja redobrar a atenção ao que tentam empurrar para debaixo do tapete enquanto o país está distraído gritando “gol”.
        Precisamos de um jornalismo mais crítico, inteligente e audaz. Um jornalismo que não fale apenas mais do mesmo, que não viva requentando matérias ou reciclando opiniões prontas. Pior ainda: precisamos fugir de um jornalismo militante, que utiliza essa profissão, uma das mais importantes para a democracia, para induzir pensamentos, comportamentos e interpretações em uma população que, muitas vezes, desconhece os mecanismos de influência e o poder do chamado gatekeeping na formação das narrativas.
        A teoria da comunicação já mostrou há muito tempo que a imprensa não determina exatamente o que as pessoas devem pensar, mas influencia fortemente sobre o que elas irão pensar. E isso traz uma responsabilidade gigantesca para quem escolhe quais assuntos terão destaque e quais serão deixados em segundo plano.
        No fim das contas, talvez o verdadeiro papel do jornalista não seja apenas informar sobre o espetáculo, mas garantir que o espetáculo não seja usado para esconder a realidade.
Fonte: https://www.observatoriodaimprensa.com.br/futebol/o-surtopsicodelico-da-copa/
No que tange à regência verbal, do ponto de vista da gramática normativo-prescritiva da Língua Portuguesa, no período “Transformar a cobertura esportiva em anestesia coletiva já é outra coisa”, presente no décimo parágrafo do texto, o verbo em destaque classifica-se como:
 

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