Foram encontradas 365.228 questões.
Leia o excerto a seguir:
“Além do mais, o incidente da noite de núpcias serviu para deixálo mais alto, fazendo com que precisasse baixar a cabeça ao se
dirigir à esposa. Lá de baixo, Eurídice aceitava. Ela sempre achou
que não valia muito. Ninguém vale muito quando diz ao moço do
censo que no campo de profissão ele deve escrever as palavras
‘Do lar’.”
BATALHA, Martha. A vida invisível de Eurídice Gusmão.
São Paulo: Cia das Letras, 2016. p. 7 (versão digital).
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A palavra “descaridades” constitui um neologismo criado a partir
da palavra “caridades”.
Considerando os sentidos produzidos no contexto, o processo de criação desse neologismo mostra que a palavra foi formada
Considerando os sentidos produzidos no contexto, o processo de criação desse neologismo mostra que a palavra foi formada
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Leia a notícia a seguir:
Agenda Viva SP destaca aniversário do Museu da
Imigração, Projeto Guri na BSP e exposição
“Brasil em Todas” no MIS Experience
Eventos gratuitos e acessíveis em diferentes regiões do estado
celebram a história do futebol, a música e marcos históricos do
Estado
23/06/2026
Da capital ao interior, a Agenda Viva SP desta semana
apresenta uma seleção de experiências culturais que agitam a
programação dos espaços da Secretaria da Cultura, Economia e
Indústria Criativas do Estado de São Paulo. A agenda contempla
iniciativas que valorizam o acesso à cultura para todos os
públicos. (...)
(https://www.cultura.sp.gov.br/sec_cultura/Institucional)
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Leia a notícia a seguir, observando os verbos sublinhados:
Destacamento de Controle do Espaço Aéreo de
Barbacena tem novo Comandante
Publicada em: 11/02/2026 10:59
Fonte: EPCAR, por Sargento Domingos
Edição: Agência Força Aérea, Tenente Myrea Calazans
O Destacamento de Controle do Espaço Aéreo de Barbacena
(DTCEA-BQ) realizou, no dia 10/02, a cerimônia militar de
transmissão do cargo de Comandante, do Capitão Especialista em
Serviços de Engenharia Leonardo José Copati ao Tenente
Especialista em Serviços Administrativos Claudinei Moreira. A
solenidade foi presidida pelo Comandante da Escola Preparatória
de Cadetes do Ar (EPCAR), Brigadeiro do Ar André Luiz Alves
Ferreira, e contou com a presença do Comandante Interino do
Primeiro Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego
Aéreo (CINDACTA I), Coronel Aviador Felipe Moreira Faulhaber, e
demais autoridades militares e civis. [...]
(Fonte: https://www.fab.mil.br/noticias)
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Leia o texto a seguir.
O bairro Waldsiedlung é atualmente um local muito desejado para se viver na Alemanha. Mas viver ali também significa lidar com o passado do país: o bairro foi construído no período da Segunda Guerra Mundial como uma comunidade para a guarda de elite do Reich nazista, cujas responsabilidades incluíam executar o Holocausto. O conjunto foi projetado para incorporar a ideologia nazista que exaltava a relação mística dos arianos com sua terra ancestral. A forma como os atuais moradores lidam com esse passado acompanha tendências culturais mais amplas. Durante décadas, o tema foi varrido para debaixo do tapete. Como resultado, alguns moradores desconhecem a história do lugar até serem informados por vizinhos. “Algumas pessoas dizem: ‘Isso foi há 80 anos, não tem nada a ver comigo’”, disse uma moradora que se mudou para lá em 2000. “Para mim, é o contrário. Quero saber o que aconteceu na minha casa. Não é possível avançar com o silêncio.” À medida que o tempo passa e as últimas testemunhas morrem, os lugares físicos tornam-se cada vez mais importantes para a memória do Holocausto. O lugar é uma conexão.
Adaptado de https://www.nytimes.com/2025/05/27/realestate/berlin-holocaustnazis-neighborhood.html
Com base no texto, assinale a opção que analisa corretamente a relação entre espaço e memória.
O bairro Waldsiedlung é atualmente um local muito desejado para se viver na Alemanha. Mas viver ali também significa lidar com o passado do país: o bairro foi construído no período da Segunda Guerra Mundial como uma comunidade para a guarda de elite do Reich nazista, cujas responsabilidades incluíam executar o Holocausto. O conjunto foi projetado para incorporar a ideologia nazista que exaltava a relação mística dos arianos com sua terra ancestral. A forma como os atuais moradores lidam com esse passado acompanha tendências culturais mais amplas. Durante décadas, o tema foi varrido para debaixo do tapete. Como resultado, alguns moradores desconhecem a história do lugar até serem informados por vizinhos. “Algumas pessoas dizem: ‘Isso foi há 80 anos, não tem nada a ver comigo’”, disse uma moradora que se mudou para lá em 2000. “Para mim, é o contrário. Quero saber o que aconteceu na minha casa. Não é possível avançar com o silêncio.” À medida que o tempo passa e as últimas testemunhas morrem, os lugares físicos tornam-se cada vez mais importantes para a memória do Holocausto. O lugar é uma conexão.
Adaptado de https://www.nytimes.com/2025/05/27/realestate/berlin-holocaustnazis-neighborhood.html
Com base no texto, assinale a opção que analisa corretamente a relação entre espaço e memória.
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Leia o trecho a seguir.
A força da história oral é a mesma de qualquer história que possua seriedade metodológica. Essa força decorre da diversidade das fontes consultadas e da inteligência com que foram utilizadas. A informação oral serve para verificar a confiabilidade de outras fontes, da mesma forma que estas são sua garantia. Também pode fornecer detalhes minuciosos que, de outro modo, seriam inacessíveis. A história oral, com sua riqueza de detalhes, sua humanidade, sua frequente emoção e sempre com seu ceticismo em relação ao fazer histórico, encontra-se melhor preparada para esses componentes vitais da tarefa do historiador: a tradição e a memória, o passado e o presente.
Adaptado de PRINS, Gwyn. “Historia oral”, em Formas de hacer Historia. Madri: Alianza Universidad, 1996, pp. 174- 176.
Com base no trecho, assinale a opção que interpreta corretamente a história oral segundo o autor.
A força da história oral é a mesma de qualquer história que possua seriedade metodológica. Essa força decorre da diversidade das fontes consultadas e da inteligência com que foram utilizadas. A informação oral serve para verificar a confiabilidade de outras fontes, da mesma forma que estas são sua garantia. Também pode fornecer detalhes minuciosos que, de outro modo, seriam inacessíveis. A história oral, com sua riqueza de detalhes, sua humanidade, sua frequente emoção e sempre com seu ceticismo em relação ao fazer histórico, encontra-se melhor preparada para esses componentes vitais da tarefa do historiador: a tradição e a memória, o passado e o presente.
Adaptado de PRINS, Gwyn. “Historia oral”, em Formas de hacer Historia. Madri: Alianza Universidad, 1996, pp. 174- 176.
Com base no trecho, assinale a opção que interpreta corretamente a história oral segundo o autor.
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Leia o trecho a seguir.
Cortar o tempo em períodos é necessário para a história, seja ela entendida como o estudo da evolução das sociedades, como um tipo particular de saber e ensino, ou mesmo como a simples passagem do tempo. No entanto, esse recorte não é um mero fato cronológico, mas também expressa a ideia de transição, de mudança e até de contradição em relação à sociedade e aos valores do período precedente. Os períodos têm, portanto, um significado particular em sua própria sucessão, na continuidade temporal ou nas rupturas que tal sucessão evoca, e constituem um objeto fundamental de reflexão para o historiador.
Adaptado de LE GOFF, Jacques. ¿Realmente es necesario cortar la historia en rebanadas? México: Fondo de Cultura Económica, 2016, pp. 11-12.
Com base no trecho, assinale a opção que apresenta corretamente a interpretação do autor sobre a periodização na história.
Cortar o tempo em períodos é necessário para a história, seja ela entendida como o estudo da evolução das sociedades, como um tipo particular de saber e ensino, ou mesmo como a simples passagem do tempo. No entanto, esse recorte não é um mero fato cronológico, mas também expressa a ideia de transição, de mudança e até de contradição em relação à sociedade e aos valores do período precedente. Os períodos têm, portanto, um significado particular em sua própria sucessão, na continuidade temporal ou nas rupturas que tal sucessão evoca, e constituem um objeto fundamental de reflexão para o historiador.
Adaptado de LE GOFF, Jacques. ¿Realmente es necesario cortar la historia en rebanadas? México: Fondo de Cultura Económica, 2016, pp. 11-12.
Com base no trecho, assinale a opção que apresenta corretamente a interpretação do autor sobre a periodização na história.
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Leia o trecho a seguir.
O predomínio espiritual da tradição greco-latina no Ocidente medieval fez com que se continuasse a associar, ao longo de todo o período, os livros e a língua latina ao poder e às elites sociais. A atitude da maior parte dos governantes medievais alfabetizados em relação ao livro e às bibliotecas foi reverencial e, em alguns casos, quase “totêmica”. As bibliotecas dos reis da Antiguidade Tardia seguiram um modelo episcopal-monástico, uma vez que o modelo tardo romano de biblioteca palatina semipública ou pública havia caído no esquecimento. Contudo, a maior parte das bibliotecas dos reis da época feudal se enquadra melhor no modelo de biblioteca senhorial do que no de biblioteca monástica ou palatina ou “de Estado”. O chamado renascimento do século XII começaria a alterar essa dinâmica, quando os príncipes do Ocidente latino passariam a se tornar reis clericalizados, possuidores de bibliotecas cada vez maiores.
Adaptado de RODRÍGUEZ DE LA PEÑA, Alejandro. “Los reyes bibliófilos: bibliotecas, cultura escrita y poder en el Occidente medieval”, En la España Medieval, n.º 33, 2010, p. 9.
Com base no trecho, assinale a opção que apresenta corretamente aspectos da organização das bibliotecas no Ocidental medieval.
O predomínio espiritual da tradição greco-latina no Ocidente medieval fez com que se continuasse a associar, ao longo de todo o período, os livros e a língua latina ao poder e às elites sociais. A atitude da maior parte dos governantes medievais alfabetizados em relação ao livro e às bibliotecas foi reverencial e, em alguns casos, quase “totêmica”. As bibliotecas dos reis da Antiguidade Tardia seguiram um modelo episcopal-monástico, uma vez que o modelo tardo romano de biblioteca palatina semipública ou pública havia caído no esquecimento. Contudo, a maior parte das bibliotecas dos reis da época feudal se enquadra melhor no modelo de biblioteca senhorial do que no de biblioteca monástica ou palatina ou “de Estado”. O chamado renascimento do século XII começaria a alterar essa dinâmica, quando os príncipes do Ocidente latino passariam a se tornar reis clericalizados, possuidores de bibliotecas cada vez maiores.
Adaptado de RODRÍGUEZ DE LA PEÑA, Alejandro. “Los reyes bibliófilos: bibliotecas, cultura escrita y poder en el Occidente medieval”, En la España Medieval, n.º 33, 2010, p. 9.
Com base no trecho, assinale a opção que apresenta corretamente aspectos da organização das bibliotecas no Ocidental medieval.
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Leia o trecho a seguir.
A associação entre educação integral e desenvolvimento integral se ancora na oferta regular e contínua de oportunidades para um crescimento humano tecido na experiência sócio-histórica, na articulação das diversas dimensões da vida e na interdependência entre processos e contextos de vida.
Fonte: GUARÁ, Isa Maria F. Rosa. “Educação e desenvolvimento integral: articulando saberes na escola e além da escola”. Em Aberto, v. 22, n. 80, 2009, p. 78.
Com base no trecho, analise as afirmativas a seguir sobre a associação entre educação integral e desenvolvimento integral do aluno.
I. A educação integral requer a oferta de vivências educativas diversificadas, capazes de considerar os aspectos constitutivos do desenvolvimento humano, como a ética e a estética.
II. A educação integral consiste na ampliação do tempo escolar como finalidade em si mesma e considera a permanência prolongada do aluno na escola condição suficiente para assegurar seu desenvolvimento pleno.
III. A educação integral centraliza a dimensão cognitiva da aprendizagem como critério principal da ação educativa, orientando-a pelos objetivos de desempenho escolar.
Está correto o que se afirma em
A associação entre educação integral e desenvolvimento integral se ancora na oferta regular e contínua de oportunidades para um crescimento humano tecido na experiência sócio-histórica, na articulação das diversas dimensões da vida e na interdependência entre processos e contextos de vida.
Fonte: GUARÁ, Isa Maria F. Rosa. “Educação e desenvolvimento integral: articulando saberes na escola e além da escola”. Em Aberto, v. 22, n. 80, 2009, p. 78.
Com base no trecho, analise as afirmativas a seguir sobre a associação entre educação integral e desenvolvimento integral do aluno.
I. A educação integral requer a oferta de vivências educativas diversificadas, capazes de considerar os aspectos constitutivos do desenvolvimento humano, como a ética e a estética.
II. A educação integral consiste na ampliação do tempo escolar como finalidade em si mesma e considera a permanência prolongada do aluno na escola condição suficiente para assegurar seu desenvolvimento pleno.
III. A educação integral centraliza a dimensão cognitiva da aprendizagem como critério principal da ação educativa, orientando-a pelos objetivos de desempenho escolar.
Está correto o que se afirma em
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Leia o trecho a seguir.
Porque alfabetização e letramento são conceitos frequentemente confundidos e sobrepostos, é importante distingui-los, ao mesmo tempo que é importante aproximá-los: a distinção é necessária porque a introdução, no campo da educação, do conceito de letramento tem ameaçado perigosamente a especificidade do processo de alfabetização; por outro lado, a aproximação é necessária porque não só o processo de alfabetização, embora distinto e específico, altera-se e reconfigura-se no quadro do conceito de letramento, como também este é dependente daquele.
Fonte: SOARES, Magda. “A reinvenção da alfabetização”. Revista Presença Pedagógica, v.9, n.52, 2003.
Com base no trecho, assinale a opção que apresenta corretamente distinções e aproximações entre alfabetização e letramento.
Porque alfabetização e letramento são conceitos frequentemente confundidos e sobrepostos, é importante distingui-los, ao mesmo tempo que é importante aproximá-los: a distinção é necessária porque a introdução, no campo da educação, do conceito de letramento tem ameaçado perigosamente a especificidade do processo de alfabetização; por outro lado, a aproximação é necessária porque não só o processo de alfabetização, embora distinto e específico, altera-se e reconfigura-se no quadro do conceito de letramento, como também este é dependente daquele.
Fonte: SOARES, Magda. “A reinvenção da alfabetização”. Revista Presença Pedagógica, v.9, n.52, 2003.
Com base no trecho, assinale a opção que apresenta corretamente distinções e aproximações entre alfabetização e letramento.
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