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4046037 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: UNIFESP
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Simpatia pelo lobo
O lobo é o grande bicho-papão das histórias infantis. Criatura da escuridão, de olhos amarelos e devorante boca, carrasco de inocentes – é o que nos asseguram as fábulas O lobo e o cordeiro (Esopo, La Fontaine), Chapeuzinho Vermelho (Charles Perrault, irmãos Grimm), Os três porquinhos (Joseph Jacobs), entre outras.
Não é difícil entender a razão desse estigma: diferentemente das vacas, porcos e ovelhas, o lobo é um dos animais que, tal como a aranha e a serpente, recusaram a domesticação, permanecendo independentes do homem. Sobre esta escolha crucial temos o testemunho insuspeito de Esopo. Convidado pelo cão a trocar as agruras da liberdade pelas migalhas da servidão, ele retrucou: “Antes livre, mas faminto, do que gordo, mas cativo!”.
Tendo rejeitado a civilização, o lobo seguiu seu caminho, irremediavelmente fiel à natureza. Daí ter se tornado a representação sensível da selvageria, dos instintos, dos subterrâneos da alma.
A natureza sabe ser hostil, mas também sabe prover: foi uma loba etrusca que amamentou Rômulo e Remo. E ela, sobretudo, sabe ensinar. Como dizia seu aluno Leonardo da Vinci, todos “aqueles que tomam por mestre a outro que não seja a natureza, mestra de mestres, se esforçam em vão”.
(Mauricio Puls. Revista Quatro Cinco Um. Outubro de 2020. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o trecho do texto foi reescrito em conformidade com a norma-padrão de colocação dos pronomes.
 

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4046036 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: UNIFESP
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Simpatia pelo lobo
O lobo é o grande bicho-papão das histórias infantis. Criatura da escuridão, de olhos amarelos e devorante boca, carrasco de inocentes – é o que nos asseguram as fábulas O lobo e o cordeiro (Esopo, La Fontaine), Chapeuzinho Vermelho (Charles Perrault, irmãos Grimm), Os três porquinhos (Joseph Jacobs), entre outras.
Não é difícil entender a razão desse estigma: diferentemente das vacas, porcos e ovelhas, o lobo é um dos animais que, tal como a aranha e a serpente, recusaram a domesticação, permanecendo independentes do homem. Sobre esta escolha crucial temos o testemunho insuspeito de Esopo. Convidado pelo cão a trocar as agruras da liberdade pelas migalhas da servidão, ele retrucou: “Antes livre, mas faminto, do que gordo, mas cativo!”.
Tendo rejeitado a civilização, o lobo seguiu seu caminho, irremediavelmente fiel à natureza. Daí ter se tornado a representação sensível da selvageria, dos instintos, dos subterrâneos da alma.
A natureza sabe ser hostil, mas também sabe prover: foi uma loba etrusca que amamentou Rômulo e Remo. E ela, sobretudo, sabe ensinar. Como dizia seu aluno Leonardo da Vinci, todos “aqueles que tomam por mestre a outro que não seja a natureza, mestra de mestres, se esforçam em vão”.
(Mauricio Puls. Revista Quatro Cinco Um. Outubro de 2020. Adaptado)
Em “Anatureza sabe ser hostil, mas também sabe prover: foi uma loba etrusca que amamentou Rômulo e Remo” (4o parágrafo), o sinal de dois-pontos foi empregado para introduzir uma
 

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4046035 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: UNIFESP
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Simpatia pelo lobo
O lobo é o grande bicho-papão das histórias infantis. Criatura da escuridão, de olhos amarelos e devorante boca, carrasco de inocentes – é o que nos asseguram as fábulas O lobo e o cordeiro (Esopo, La Fontaine), Chapeuzinho Vermelho (Charles Perrault, irmãos Grimm), Os três porquinhos (Joseph Jacobs), entre outras.
Não é difícil entender a razão desse estigma: diferentemente das vacas, porcos e ovelhas, o lobo é um dos animais que, tal como a aranha e a serpente, recusaram a domesticação, permanecendo independentes do homem. Sobre esta escolha crucial temos o testemunho insuspeito de Esopo. Convidado pelo cão a trocar as agruras da liberdade pelas migalhas da servidão, ele retrucou: “Antes livre, mas faminto, do que gordo, mas cativo!”.
Tendo rejeitado a civilização, o lobo seguiu seu caminho, irremediavelmente fiel à natureza. Daí ter se tornado a representação sensível da selvageria, dos instintos, dos subterrâneos da alma.
A natureza sabe ser hostil, mas também sabe prover: foi uma loba etrusca que amamentou Rômulo e Remo. E ela, sobretudo, sabe ensinar. Como dizia seu aluno Leonardo da Vinci, todos “aqueles que tomam por mestre a outro que não seja a natureza, mestra de mestres, se esforçam em vão”.
(Mauricio Puls. Revista Quatro Cinco Um. Outubro de 2020. Adaptado)
Considere os seguintes trechos do 2o parágrafo:
• Não é difícil entender a razão desse estigma
• Convidado pelo cão a trocar as agruras da liberdade pelas migalhas da servidão…
É correto afirmar que as palavras destacadas têm como sinônimos, correta e respectivamente,
 

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4046034 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: UNIFESP
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Simpatia pelo lobo
O lobo é o grande bicho-papão das histórias infantis. Criatura da escuridão, de olhos amarelos e devorante boca, carrasco de inocentes – é o que nos asseguram as fábulas O lobo e o cordeiro (Esopo, La Fontaine), Chapeuzinho Vermelho (Charles Perrault, irmãos Grimm), Os três porquinhos (Joseph Jacobs), entre outras.
Não é difícil entender a razão desse estigma: diferentemente das vacas, porcos e ovelhas, o lobo é um dos animais que, tal como a aranha e a serpente, recusaram a domesticação, permanecendo independentes do homem. Sobre esta escolha crucial temos o testemunho insuspeito de Esopo. Convidado pelo cão a trocar as agruras da liberdade pelas migalhas da servidão, ele retrucou: “Antes livre, mas faminto, do que gordo, mas cativo!”.
Tendo rejeitado a civilização, o lobo seguiu seu caminho, irremediavelmente fiel à natureza. Daí ter se tornado a representação sensível da selvageria, dos instintos, dos subterrâneos da alma.
A natureza sabe ser hostil, mas também sabe prover: foi uma loba etrusca que amamentou Rômulo e Remo. E ela, sobretudo, sabe ensinar. Como dizia seu aluno Leonardo da Vinci, todos “aqueles que tomam por mestre a outro que não seja a natureza, mestra de mestres, se esforçam em vão”.
(Mauricio Puls. Revista Quatro Cinco Um. Outubro de 2020. Adaptado)
Em relação às considerações feitas a respeito da figura do lobo nas fábulas, é correto afirmar que o autor do texto
 

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4046033 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: UNIFESP
Leia a tira a seguir para responder à questão.
Enunciado 4454762-1
No 4o quadro, a frase “Onde mais eu ia conseguir essa publicidade gratuita?” pode ser reescrita, em conformidade com a norma-padrão, da seguinte forma:
 

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4046032 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: UNIFESP
Leia a tira a seguir para responder à questão.
Enunciado 4454761-1
Considere as frases:
• “Linus, se você jogar essa bola em mim, eu vou contar pra mamãe!” (1o quadro)
• “Você jogou mesmo sabendo que ela ia dedurar?” (3o quadro)
É correto afirmar que as palavras destacadas estabelecem, respectivamente, relações de sentido de
 

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4046031 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: UNIFESP
Leia a tira a seguir para responder à questão.
Enunciado 4454760-1
A partir da leitura da tira, é correto afirmar que o garoto Linus atira a bola porque
 

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4045965 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: UNIFESP
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Leia o texto para responder à questão.

Repetidas vezes Barreda, devorado pela febre, pediu água. A mulher aproximava-se de momento a momento, receando ser chegado o transe supremo; depois ia de novo atirar-se a um canto, onde ficava como desfalecida.

Vendo Manuel o desamparo em que estava o enfermo, pelo desespero da mulher e medo que inspirava a outros o contágio da moléstia, não teve ânimo de retirar-se naquele instante. Custava, porém, à sua natureza enérgica assistir impassível ao sofrimento de uma criatura, sem tentar um esforço qualquer para salvá-la.

Veio-lhe de repente à lembrança um caso que ouvira a seu pai. Saiu fora, montou a cavalo, e pouco depois voltou com um novilho, que laçara e prendeu ao lado da casa, na estaca do curral ou mangueira.

O enfermo passara do torpor à excessiva inquietação.

— Tire a roupa de seu marido, que eu já volto. Vou buscar um remédio que há de fazer lhe bem.

Abatido o novilho com uma pancada na nuca, em um instante Manuel esfolou-o ainda meio vivo; e correndo à casa, envolveu o corpo do enfermo na pele tépida e sangrenta.

Feito o quê, esperou pelo resultado, assando na brasa um pedaço da carne do novilho para matar a fome.

Seu pai muitas vezes lhe contara que, na campanha da Cisplatina, o capitão de uma companhia caíra doente com uma febre de cavalo. O cirurgião do regimento empregara em vão todos os meios para fazê-lo suar. Pela manhã quando se carneava uma rês, dissera ele a rir, vendo arregaçar o couro: “Que bom lençol! Se me tivesse lembrado, embrulharia em um desses o capitão. Não há febre que resista a semelhante cáustico”.

O que o cirurgião não pudera fazer, acabava o gaúcho de pôr em prática.

Ou fosse pela energia do remédio, ou pelo vigor da organização, operou-se na enfermidade uma crise salutar, manifestando-se durante a noite reação franca, anunciada por abundantes suores; de madrugada remitiu a febre, e Barreda caiu num sono profundo.

Manuel passou a noite, como o dia, fazendo o ofício de enfermeiro. Apenas deixava o aposento do doente para ir ver seus amigos, a baia e os outros animais a quem havia acomodado no potreiro, tendo o cuidado de fazer com um molho de trevo seco uma cama bem macia para o poldrinho*.

(José de Alencar. O Gaúcho. Em: https://domainpublic.wordpress.com/)

* potro

Repetidas vezes Barreda, devorado pela febre, pediu água ________ mulher. Ela aproximava-se de hora  ________ hora, receando que ele tivesse chegado ________  situação de transe supremo; depois ia de novo atirar-se ________  uma parte da casa, onde ficava como desfalecida.

De acordo com a norma-padrão, as lacunas da frase devem ser preenchidas, respectivamente, com:
 

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4045964 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: UNIFESP
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Leia o texto para responder à questão.

Repetidas vezes Barreda, devorado pela febre, pediu água. A mulher aproximava-se de momento a momento, receando ser chegado o transe supremo; depois ia de novo atirar-se a um canto, onde ficava como desfalecida.

Vendo Manuel o desamparo em que estava o enfermo, pelo desespero da mulher e medo que inspirava a outros o contágio da moléstia, não teve ânimo de retirar-se naquele instante. Custava, porém, à sua natureza enérgica assistir impassível ao sofrimento de uma criatura, sem tentar um esforço qualquer para salvá-la.

Veio-lhe de repente à lembrança um caso que ouvira a seu pai. Saiu fora, montou a cavalo, e pouco depois voltou com um novilho, que laçara e prendeu ao lado da casa, na estaca do curral ou mangueira.

O enfermo passara do torpor à excessiva inquietação.

— Tire a roupa de seu marido, que eu já volto. Vou buscar um remédio que há de fazer lhe bem.

Abatido o novilho com uma pancada na nuca, em um instante Manuel esfolou-o ainda meio vivo; e correndo à casa, envolveu o corpo do enfermo na pele tépida e sangrenta.

Feito o quê, esperou pelo resultado, assando na brasa um pedaço da carne do novilho para matar a fome.

Seu pai muitas vezes lhe contara que, na campanha da Cisplatina, o capitão de uma companhia caíra doente com uma febre de cavalo. O cirurgião do regimento empregara em vão todos os meios para fazê-lo suar. Pela manhã quando se carneava uma rês, dissera ele a rir, vendo arregaçar o couro: “Que bom lençol! Se me tivesse lembrado, embrulharia em um desses o capitão. Não há febre que resista a semelhante cáustico”.

O que o cirurgião não pudera fazer, acabava o gaúcho de pôr em prática.

Ou fosse pela energia do remédio, ou pelo vigor da organização, operou-se na enfermidade uma crise salutar, manifestando-se durante a noite reação franca, anunciada por abundantes suores; de madrugada remitiu a febre, e Barreda caiu num sono profundo.

Manuel passou a noite, como o dia, fazendo o ofício de enfermeiro. Apenas deixava o aposento do doente para ir ver seus amigos, a baia e os outros animais a quem havia acomodado no potreiro, tendo o cuidado de fazer com um molho de trevo seco uma cama bem macia para o poldrinho*.

(José de Alencar. O Gaúcho. Em: https://domainpublic.wordpress.com/)

* potro

Na frase do 8º parágrafo “O cirurgião do regimento empregara em vão todos os meios para fazê-lo suar.”, a expressão destacada expressa circunstância de modo, assim como o termo destacado em:
 

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4045963 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: UNIFESP
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Leia o texto para responder à questão.

Repetidas vezes Barreda, devorado pela febre, pediu água. A mulher aproximava-se de momento a momento, receando ser chegado o transe supremo; depois ia de novo atirar-se a um canto, onde ficava como desfalecida.

Vendo Manuel o desamparo em que estava o enfermo, pelo desespero da mulher e medo que inspirava a outros o contágio da moléstia, não teve ânimo de retirar-se naquele instante. Custava, porém, à sua natureza enérgica assistir impassível ao sofrimento de uma criatura, sem tentar um esforço qualquer para salvá-la.

Veio-lhe de repente à lembrança um caso que ouvira a seu pai. Saiu fora, montou a cavalo, e pouco depois voltou com um novilho, que laçara e prendeu ao lado da casa, na estaca do curral ou mangueira.

O enfermo passara do torpor à excessiva inquietação.

— Tire a roupa de seu marido, que eu já volto. Vou buscar um remédio que há de fazer lhe bem.

Abatido o novilho com uma pancada na nuca, em um instante Manuel esfolou-o ainda meio vivo; e correndo à casa, envolveu o corpo do enfermo na pele tépida e sangrenta.

Feito o quê, esperou pelo resultado, assando na brasa um pedaço da carne do novilho para matar a fome.

Seu pai muitas vezes lhe contara que, na campanha da Cisplatina, o capitão de uma companhia caíra doente com uma febre de cavalo. O cirurgião do regimento empregara em vão todos os meios para fazê-lo suar. Pela manhã quando se carneava uma rês, dissera ele a rir, vendo arregaçar o couro: “Que bom lençol! Se me tivesse lembrado, embrulharia em um desses o capitão. Não há febre que resista a semelhante cáustico”.

O que o cirurgião não pudera fazer, acabava o gaúcho de pôr em prática.

Ou fosse pela energia do remédio, ou pelo vigor da organização, operou-se na enfermidade uma crise salutar, manifestando-se durante a noite reação franca, anunciada por abundantes suores; de madrugada remitiu a febre, e Barreda caiu num sono profundo.

Manuel passou a noite, como o dia, fazendo o ofício de enfermeiro. Apenas deixava o aposento do doente para ir ver seus amigos, a baia e os outros animais a quem havia acomodado no potreiro, tendo o cuidado de fazer com um molho de trevo seco uma cama bem macia para o poldrinho*.

(José de Alencar. O Gaúcho. Em: https://domainpublic.wordpress.com/)

* potro

Assinale a alternativa que atende à norma-padrão de regência e de colocação pronominal.
 

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