Foram encontradas 350.148 questões.
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto seguinte.
Uma escolha para viver
Li em algum lugar uma fábula interessante. Sem ser literal, preservo o sentido que me ficou dela.
Na Criação do mundo, um dos intendentes do Céu foi encarregado de definir o tempo de vida que cada espécie deveria ter.
Disse o intendente para a Tartaruga: - Você se dá bem com essa couraça, com essa neutralidade, com essa indiferença aos
homens... Vai durar muitos e muitos anos.
Diante do Papagaio, sentenciou: – Essa ideia de plagiar os humanos, imitando-os e gozando-os, divertindo-os e divertindo-se,
faz de você um malandrão... Bem merece uma vida longa.
E assim foi seguindo o intendente, dotando as criaturas da longevidade que lhe parecia justa, a partir do critério adotado.
Chegou a vez do Cachorro. O intendente, surpreso, olhou bem nos olhos dele, avaliou seu temperamento, reconheceu suas
intenções e não teve dúvida:
- Quer dizer que você já decidiu ser amigo incondicional dos homens? Permanecerá como companheiro fiel até dos que pouсo
venham a se importar com você? E seguirá os andarilhos nas estradas, se estreitará com os miseráveis nos cantos e nos becos, irá
morar com os viciados sob as pontes? Pois então vou te aquinhoar com uns poucos anos: que tua virtude valha teu sacrifício.
Assim sentenciado, o Cachorro abanou o rabo e olhou em volta, irrequieto, à procura de um amigo humano. Dispunha-se a
ficar ao lado dele, fosse quem fosse: iria consolá-lo das aflições que viesse a sentir, compartilharia com ele as pequenas alegrias,
enfrentaria com ele as chateações deste mundo.
(Alarico Valado, a editar)
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Uma escolha para viver
Li em algum lugar uma fábula interessante. Sem ser literal, preservo o sentido que me ficou dela.
Na Criação do mundo, um dos intendentes do Céu foi encarregado de definir o tempo de vida que cada espécie deveria ter.
Disse o intendente para a Tartaruga: - Você se dá bem com essa couraça, com essa neutralidade, com essa indiferença aos
homens... Vai durar muitos e muitos anos.
Diante do Papagaio, sentenciou: – Essa ideia de plagiar os humanos, imitando-os e gozando-os, divertindo-os e divertindo-se,
faz de você um malandrão... Bem merece uma vida longa.
E assim foi seguindo o intendente, dotando as criaturas da longevidade que lhe parecia justa, a partir do critério adotado.
Chegou a vez do Cachorro. O intendente, surpreso, olhou bem nos olhos dele, avaliou seu temperamento, reconheceu suas
intenções e não teve dúvida:
- Quer dizer que você já decidiu ser amigo incondicional dos homens? Permanecerá como companheiro fiel até dos que pouсo
venham a se importar com você? E seguirá os andarilhos nas estradas, se estreitará com os miseráveis nos cantos e nos becos, irá
morar com os viciados sob as pontes? Pois então vou te aquinhoar com uns poucos anos: que tua virtude valha teu sacrifício.
Assim sentenciado, o Cachorro abanou o rabo e olhou em volta, irrequieto, à procura de um amigo humano. Dispunha-se a
ficar ao lado dele, fosse quem fosse: iria consolá-lo das aflições que viesse a sentir, compartilharia com ele as pequenas alegrias,
enfrentaria com ele as chateações deste mundo.
(Alarico Valado, a editar)
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Uma escolha para viver
Li em algum lugar uma fábula interessante. Sem ser literal, preservo o sentido que me ficou dela.
Na Criação do mundo, um dos intendentes do Céu foi encarregado de definir o tempo de vida que cada espécie deveria ter.
Disse o intendente para a Tartaruga: - Você se dá bem com essa couraça, com essa neutralidade, com essa indiferença aos
homens... Vai durar muitos e muitos anos.
Diante do Papagaio, sentenciou: – Essa ideia de plagiar os humanos, imitando-os e gozando-os, divertindo-os e divertindo-se,
faz de você um malandrão... Bem merece uma vida longa.
E assim foi seguindo o intendente, dotando as criaturas da longevidade que lhe parecia justa, a partir do critério adotado.
Chegou a vez do Cachorro. O intendente, surpreso, olhou bem nos olhos dele, avaliou seu temperamento, reconheceu suas
intenções e não teve dúvida:
- Quer dizer que você já decidiu ser amigo incondicional dos homens? Permanecerá como companheiro fiel até dos que pouсo
venham a se importar com você? E seguirá os andarilhos nas estradas, se estreitará com os miseráveis nos cantos e nos becos, irá
morar com os viciados sob as pontes? Pois então vou te aquinhoar com uns poucos anos: que tua virtude valha teu sacrifício.
Assim sentenciado, o Cachorro abanou o rabo e olhou em volta, irrequieto, à procura de um amigo humano. Dispunha-se a
ficar ao lado dele, fosse quem fosse: iria consolá-lo das aflições que viesse a sentir, compartilharia com ele as pequenas alegrias,
enfrentaria com ele as chateações deste mundo.
(Alarico Valado, a editar)
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Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto seguinte.
Ter atenção, poder analisar
No latim, a palavra auditor indica "o que ouve", sobretudo aquele que ouve com atenção, derivada do verbo audio, que é estar
com os ouvidos atentos. Numa acepção mais técnica, auditor indicava o responsável por ouvir e analisar os atos de um
administrador, quando este expunha oralmente as atividades por que fosse responsável. Depois, o termo se estendeu para quem
julga a documentação escrita de atividades financeiras, escolhas administrativas, relatórios, prestação de contas etc.
Também se chama audição o momento em que alguém, desejando atuar numa peça teatral, num filme, num evento artístico,
numa gravação, submete-se à comprovação de um talento específico desejável. Também aqui o auditor (produtor, diretor, responsável pelo futuro espetáculo) é aquele que olhará e ouvirá com atenção o desempenho do ou da postulante. Permanece a tarefa final de
um veredito, com a responsabilidade implícita de uma avaliação criteriosa.
O verbo audio, no dicionário latino, está muito perto do verbo audeo, que significa ousar, ter a audácia de aventurar-se. A
proximidade das palavras é caprichosa, mas também pode ser insinuante e provocadora. Neste caso de audio / audeo parece estar
de algum modo presente uma advertência singela: a quem se empenha em julgar o que ouve ou vê, cabe ouvir e ver muito bem, de
modo aplicado.
Ainda para ficarmos no latim, podemos lembrar a conhecida expressão “sapere aude", que significa “ouse saber”, isto é, “ouse
pensar por si mesmo" (Kant). Que aproveitemos, pois, a lição de ousadia do saber conhecer e do saber ouvir para bem analisar
pessoas e fatos. As palavras podem ser sugestivas e inspiradoras em seus mais casuais entrelaçamentos.
(Alcebíades Villares, a editar)
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Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto seguinte.
Ter atenção, poder analisar
No latim, a palavra auditor indica "o que ouve", sobretudo aquele que ouve com atenção, derivada do verbo audio, que é estar
com os ouvidos atentos. Numa acepção mais técnica, auditor indicava o responsável por ouvir e analisar os atos de um
administrador, quando este expunha oralmente as atividades por que fosse responsável. Depois, o termo se estendeu para quem
julga a documentação escrita de atividades financeiras, escolhas administrativas, relatórios, prestação de contas etc.
Também se chama audição o momento em que alguém, desejando atuar numa peça teatral, num filme, num evento artístico,
numa gravação, submete-se à comprovação de um talento específico desejável. Também aqui o auditor (produtor, diretor, responsável pelo futuro espetáculo) é aquele que olhará e ouvirá com atenção o desempenho do ou da postulante. Permanece a tarefa final de
um veredito, com a responsabilidade implícita de uma avaliação criteriosa.
O verbo audio, no dicionário latino, está muito perto do verbo audeo, que significa ousar, ter a audácia de aventurar-se. A
proximidade das palavras é caprichosa, mas também pode ser insinuante e provocadora. Neste caso de audio / audeo parece estar
de algum modo presente uma advertência singela: a quem se empenha em julgar o que ouve ou vê, cabe ouvir e ver muito bem, de
modo aplicado.
Ainda para ficarmos no latim, podemos lembrar a conhecida expressão “sapere aude", que significa “ouse saber”, isto é, “ouse
pensar por si mesmo" (Kant). Que aproveitemos, pois, a lição de ousadia do saber conhecer e do saber ouvir para bem analisar
pessoas e fatos. As palavras podem ser sugestivas e inspiradoras em seus mais casuais entrelaçamentos.
(Alcebíades Villares, a editar)
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Ter atenção, poder analisar
No latim, a palavra auditor indica "o que ouve", sobretudo aquele que ouve com atenção, derivada do verbo audio, que é estar
com os ouvidos atentos. Numa acepção mais técnica, auditor indicava o responsável por ouvir e analisar os atos de um
administrador, quando este expunha oralmente as atividades por que fosse responsável. Depois, o termo se estendeu para quem
julga a documentação escrita de atividades financeiras, escolhas administrativas, relatórios, prestação de contas etc.
Também se chama audição o momento em que alguém, desejando atuar numa peça teatral, num filme, num evento artístico,
numa gravação, submete-se à comprovação de um talento específico desejável. Também aqui o auditor (produtor, diretor, responsável pelo futuro espetáculo) é aquele que olhará e ouvirá com atenção o desempenho do ou da postulante. Permanece a tarefa final de
um veredito, com a responsabilidade implícita de uma avaliação criteriosa.
O verbo audio, no dicionário latino, está muito perto do verbo audeo, que significa ousar, ter a audácia de aventurar-se. A
proximidade das palavras é caprichosa, mas também pode ser insinuante e provocadora. Neste caso de audio / audeo parece estar
de algum modo presente uma advertência singela: a quem se empenha em julgar o que ouve ou vê, cabe ouvir e ver muito bem, de
modo aplicado.
Ainda para ficarmos no latim, podemos lembrar a conhecida expressão “sapere aude", que significa “ouse saber”, isto é, “ouse
pensar por si mesmo" (Kant). Que aproveitemos, pois, a lição de ousadia do saber conhecer e do saber ouvir para bem analisar
pessoas e fatos. As palavras podem ser sugestivas e inspiradoras em seus mais casuais entrelaçamentos.
(Alcebíades Villares, a editar)
A frase acima permanecerá correta e terá seu sentido básico preservado caso se substituam os elementos sublinhados, ordem dada, por:
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Ter atenção, poder analisar
No latim, a palavra auditor indica "o que ouve", sobretudo aquele que ouve com atenção, derivada do verbo audio, que é estar
com os ouvidos atentos. Numa acepção mais técnica, auditor indicava o responsável por ouvir e analisar os atos de um
administrador, quando este expunha oralmente as atividades por que fosse responsável. Depois, o termo se estendeu para quem
julga a documentação escrita de atividades financeiras, escolhas administrativas, relatórios, prestação de contas etc.
Também se chama audição o momento em que alguém, desejando atuar numa peça teatral, num filme, num evento artístico,
numa gravação, submete-se à comprovação de um talento específico desejável. Também aqui o auditor (produtor, diretor, responsável pelo futuro espetáculo) é aquele que olhará e ouvirá com atenção o desempenho do ou da postulante. Permanece a tarefa final de
um veredito, com a responsabilidade implícita de uma avaliação criteriosa.
O verbo audio, no dicionário latino, está muito perto do verbo audeo, que significa ousar, ter a audácia de aventurar-se. A
proximidade das palavras é caprichosa, mas também pode ser insinuante e provocadora. Neste caso de audio / audeo parece estar
de algum modo presente uma advertência singela: a quem se empenha em julgar o que ouve ou vê, cabe ouvir e ver muito bem, de
modo aplicado.
Ainda para ficarmos no latim, podemos lembrar a conhecida expressão “sapere aude", que significa “ouse saber”, isto é, “ouse
pensar por si mesmo" (Kant). Que aproveitemos, pois, a lição de ousadia do saber conhecer e do saber ouvir para bem analisar
pessoas e fatos. As palavras podem ser sugestivas e inspiradoras em seus mais casuais entrelaçamentos.
(Alcebíades Villares, a editar)
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Ter atenção, poder analisar
No latim, a palavra auditor indica "o que ouve", sobretudo aquele que ouve com atenção, derivada do verbo audio, que é estar
com os ouvidos atentos. Numa acepção mais técnica, auditor indicava o responsável por ouvir e analisar os atos de um
administrador, quando este expunha oralmente as atividades por que fosse responsável. Depois, o termo se estendeu para quem
julga a documentação escrita de atividades financeiras, escolhas administrativas, relatórios, prestação de contas etc.
Também se chama audição o momento em que alguém, desejando atuar numa peça teatral, num filme, num evento artístico,
numa gravação, submete-se à comprovação de um talento específico desejável. Também aqui o auditor (produtor, diretor, responsável pelo futuro espetáculo) é aquele que olhará e ouvirá com atenção o desempenho do ou da postulante. Permanece a tarefa final de
um veredito, com a responsabilidade implícita de uma avaliação criteriosa.
O verbo audio, no dicionário latino, está muito perto do verbo audeo, que significa ousar, ter a audácia de aventurar-se. A
proximidade das palavras é caprichosa, mas também pode ser insinuante e provocadora. Neste caso de audio / audeo parece estar
de algum modo presente uma advertência singela: a quem se empenha em julgar o que ouve ou vê, cabe ouvir e ver muito bem, de
modo aplicado.
Ainda para ficarmos no latim, podemos lembrar a conhecida expressão “sapere aude", que significa “ouse saber”, isto é, “ouse
pensar por si mesmo" (Kant). Que aproveitemos, pois, a lição de ousadia do saber conhecer e do saber ouvir para bem analisar
pessoas e fatos. As palavras podem ser sugestivas e inspiradoras em seus mais casuais entrelaçamentos.
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Ter atenção, poder analisar
No latim, a palavra auditor indica "o que ouve", sobretudo aquele que ouve com atenção, derivada do verbo audio, que é estar
com os ouvidos atentos. Numa acepção mais técnica, auditor indicava o responsável por ouvir e analisar os atos de um
administrador, quando este expunha oralmente as atividades por que fosse responsável. Depois, o termo se estendeu para quem
julga a documentação escrita de atividades financeiras, escolhas administrativas, relatórios, prestação de contas etc.
Também se chama audição o momento em que alguém, desejando atuar numa peça teatral, num filme, num evento artístico,
numa gravação, submete-se à comprovação de um talento específico desejável. Também aqui o auditor (produtor, diretor, responsável pelo futuro espetáculo) é aquele que olhará e ouvirá com atenção o desempenho do ou da postulante. Permanece a tarefa final de
um veredito, com a responsabilidade implícita de uma avaliação criteriosa.
O verbo audio, no dicionário latino, está muito perto do verbo audeo, que significa ousar, ter a audácia de aventurar-se. A
proximidade das palavras é caprichosa, mas também pode ser insinuante e provocadora. Neste caso de audio / audeo parece estar
de algum modo presente uma advertência singela: a quem se empenha em julgar o que ouve ou vê, cabe ouvir e ver muito bem, de
modo aplicado.
Ainda para ficarmos no latim, podemos lembrar a conhecida expressão “sapere aude", que significa “ouse saber”, isto é, “ouse
pensar por si mesmo" (Kant). Que aproveitemos, pois, a lição de ousadia do saber conhecer e do saber ouvir para bem analisar
pessoas e fatos. As palavras podem ser sugestivas e inspiradoras em seus mais casuais entrelaçamentos.
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Escrever é verbo que briga com o sujeito
No ofício da literatura, linguagem é mais do que meio: é princípio e fim. A literatura cria, à medida que é escrita, as regras pelas
quais exigirá ser lida. É por isso que o terreno nunca vai estar inteiramente mapeado; o risco é parte inseparável do jogo. Se há algo
de "universal” aí, é negativo: uma permanente insatisfação parece ser comum a gente de variadas épocas e escolas. O raciocínio não
se aplica a quem lida com a linguagem como mero instrumento. "Profissionais do texto" que miram um objeto existente fora do mundo
da linguagem podem se sentir plenos ao informar, relatar, dissertar, argumentar, resumir, requerer, inventariar etc. Não por acaso, são
essas as funções da escrita em que a IA já se tornou competente.
Na escrita criativa não se tem a mesma sorte. A insatisfação eterna sugere um ajuste precário entre sujeito e verbo, “escritor" e
"escrever". É provável que exista um núcleo disfuncional em tudo isso, aquilo que bota o motor para rodar. Qualquer que seja o
fenômeno psíquico que leva alguém à escrita, será informação de interesse para quem escreve, mas irrelevante para quem lê. O
propósito terapêutico que possa ser extraído do conhecimento da ferida anímica que provoca o texto não importa no mundo do texto.
O propósito estético da escrita literária não é apenas desvinculado de seu eventual propósito clínico; é, em certo sentido, o
contrário dele. Olha para o lado oposto: para fora do sujeito, para o mundo das palavras. Então os escritores são todos uns
neuróticos? O romancista americano E.L. Doctorow tem uma frase famosa que sugere distúrbio mais grave: "Escrever é uma forma
socialmente aceita de esquizofrenia". Nesse ponto cabe ter cautela. Como metáfora, a coisa tem sua utilidade - quem escreve pode
mesmo "ouvir" vozes dentro da cabeça. Contudo, deve-se evitar a tentação de associar arte e loucura para dar ares malditos,
heroicos, messiânicos ou mágicos ao que é apenas deformação profissional, boca torta do cachimbo. Embora possa parecer, nada
disso tem a ver com uma visão romântica da literatura. Escrever é só um ofício entre tantos, mas em certos aspectos não se
assemelha a nenhum outro - o que é natural.
(RODRIGUES, Sérgio. "Ilustrada". Folha de S. Paulo. 20 agosto de 2025)
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