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4238252 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Zabelê-PB
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Leia o texto I e analise a Figura 1 para responder à questão:

Casos de meningite aumentam no país

O Brasil registra crescimento no número de casos de doença meningocócica, uma das formas mais graves de meningite. Dados do Ministério da Saúde mostram que, entre janeiro e setembro de 2025, foram confirmados 749 casos e 131 mortes, com média de 82 ocorrências por mês, número superior ao registrado em 2024, que teve 68 casos mensais.

O cenário acende o alerta para a importância da vacinação e do diagnóstico precoce. Segundo a infectologista Rosana Richtmann, da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), o número de casos tem aumentado em comparação aos anos anteriores, mas a taxa de letalidade permanece alta, em torno de 20%.

A doença pode atingir pessoas de todas as idades, mas é mais comum em crianças menores de um ano e em adolescentes e jovens adultos. Estes últimos podem carregar a bactéria sem apresentar sintomas e, por isso, se tornam transmissores silenciosos.

A vacinação é a forma mais eficaz de prevenção. O Programa Nacional de Imunizações (PNI) oferece gratuitamente vacinas contra quatro sorogrupos da bactéria : A, C, W e Y. As doses são aplicadas em crianças de 3 e 5 meses, com reforço aos 12 meses, e em adolescentes de 11 a 14 anos.

Para Suelen Caroline, presidente da Associação Brasileira de Combate à Meningite (ABCM), o aumento dos casos é reflexo direto da desinformação. “Esse cenário é extremamente preocupante e mostra a falta de informação real sobre a doença e sobre a importância da prevenção por vacina”, diz. Ela aponta que fakenews e hesitação vacinal continuam sendo barreiras importantes. (Adaptado de ALVES, Ravenna. Metrópoles, 2025.)

Fonte: ALVES, Ravenna. Casos de meningite aumentam no país: saiba sintomas e como se prevenir. Metrópoles, 12 out. 2025. Disponível em: https://www.metropoles.com/saude/casos-meningite-sintomas-prevencao Acesso em: 18 abr. 2026. Fonte (imagem 1): Disponível em: https://www.ufrgs.br/humanista/2025/09/18/brasil-enfrenta-queda-na-cobertura-vacinal-e-aumento-de-doencas-preveniveis/ Acesso em 23 abr. 2026

Figura 1 - Protesto em 2021 contra a obrigatoriedade da vacina em Rio Branco.

Enunciado 4602357-1

Fonte: Fotografia de Iryá Rodrigues

De acordo com o Texto I e a Figura 1, acerca dos fatores associados ao aumento dos casos graves de meningite e à queda da cobertura vacinal no Brasil, é CORRETO afirmar que se trata de:
 

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4238240 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Zabelê-PB
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Texto II


Enunciado 4602345-1

Na expressão do Texto II “Esse que a gente tem aqui dentro”, a palavra “esse” é classificada como:
 

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4238239 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Zabelê-PB
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Texto II


Enunciado 4602344-1

Na fala do Texto II “Esse que a gente tem aqui dentro”, a expressão “aqui dentro” assume sentido:
 

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4238238 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Zabelê-PB
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Texto II


Enunciado 4602343-1

No Texto II, a linguagem utilizada caracteriza-se como:
 

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4238237 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Zabelê-PB
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Texto II


Enunciado 4602342-1

Considerando a intenção comunicativa do Texto II, é CORRETO afirmar que:
 

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4238236 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Zabelê-PB
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Texto II


Enunciado 4602341-1

A crítica central presente no Texto II é:
 

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4238235 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Zabelê-PB
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Leia o Texto I para responder à questão.

Texto I 

A Ética na Era Digital: Formando Cidadãos Conscientes e Responsáveis


Celso Niskier

Presidente do Conselho de Administração da Abmes

Membro do Conselho Nacional de Educação e Reitor do Centro Universitário UniCarioca. 


Vivemos uma época em que as fronteiras entre o mundo físico e o digital se tornaram quase imperceptíveis. A internet, as redes sociais e as tecnologias inteligentes transformaram profundamente nossas formas de comunicar, aprender, trabalhar e conviver. Diante dessas mudanças, a educação enfrenta um desafio urgente e inadiável: formar cidadãos éticos para um mundo digital.

A ética digital não diz respeito apenas ao uso correto da tecnologia. Trata-se de um compromisso profundo com os valores que sustentam a convivência em sociedade – como o respeito, a responsabilidade, a empatia e a justiça – aplicados agora a contextos cada vez mais complexos. Em um universo onde dados, imagens e ideias circulam em tempo real, a consciência sobre os impactos de nossas ações ganha nova dimensão. Muitas vezes, jovens e adultos acessam e compartilham conteúdos sem refletir sobre suas consequências. Notícias falsas, discursos de ódio, cyberbullying, vazamentos de dados e manipulações algorítmicas são sintomas de um mundo digital ainda carente de maturidade ética. E é na escola que essa consciência precisa ser cultivada, com diálogo, reflexão crítica e formação de valores sólidos.

A educação ética no ambiente digital começa com a alfabetização digital crítica. Os estudantes devem ser preparados para identificar informações confiáveis, compreender o funcionamento das plataformas, questionar as narrativas dominantes e reconhecer os riscos associados à superexposição e à desinformação. Saber usar a tecnologia com segurança é apenas o ponto de partida.

As discussões sobre privacidade, consentimento, liberdade de expressão e responsabilidade digital devem fazer parte do cotidiano escolar. A formação ética não se dá apenas por meio de regras e orientações, mas pela vivência e pelo exemplo. Professores e gestores precisam criar espaços seguros para o debate, promovendo uma cultura de respeito, escuta e corresponsabilidade.

Além disso, é essencial estimular a empatia digital. Ensinar os alunos a se colocarem no lugar do outro também no ambiente virtual é uma forma de humanizar a tecnologia. A convivência digital exige as mesmas qualidades da convivência presencial: gentileza, diálogo, tolerância às diferenças e capacidade de resolver conflitos de forma não violenta.

A ética na era digital é também uma questão de cidadania. O uso consciente da tecnologia fortalece a democracia, promove o bem comum e combate desigualdades. Os estudantes precisam compreender que são agentes ativos nesse processo: suas escolhas importam, suas vozes têm poder e sua atuação pode contribuir para uma internet mais segura, justa e inclusiva.

Formar cidadãos éticos para o mundo digital é formar seres humanos completos para a vida. Não se trata de resistir à tecnologia, mas de guiar sua utilização com sabedoria e responsabilidade. Em tempos de transformação acelerada, é a ética que nos dá rumo. E é a educação que nos dá as ferramentas para praticá-la com profundidade, consistência e coragem.


Fonte:https://abmes.org.br/blog/detalhe/18952/a-etica-na-era-digital-formando-cidadaos-conscientes-e-responsaveis Acesso em 18 abr. 2026

Considerando as ideias desenvolvidas no Texto I, analise as assertivas a seguir:
I- O texto defende que a ética digital deve ser ensinada apenas por meio de regras formais e punições, sem necessidade de reflexão crítica.
II- O texto sustenta que o uso consciente da tecnologia contribui para o fortalecimento da democracia e do bem comum.
III- A empatia digital é apresentada como elemento essencial para a convivência respeitosa no ambiente virtual.
É CORRETO o que se afirma em:
 

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4238234 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Zabelê-PB
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Leia o Texto I para responder à questão.

Texto I 

A Ética na Era Digital: Formando Cidadãos Conscientes e Responsáveis


Celso Niskier

Presidente do Conselho de Administração da Abmes

Membro do Conselho Nacional de Educação e Reitor do Centro Universitário UniCarioca. 


Vivemos uma época em que as fronteiras entre o mundo físico e o digital se tornaram quase imperceptíveis. A internet, as redes sociais e as tecnologias inteligentes transformaram profundamente nossas formas de comunicar, aprender, trabalhar e conviver. Diante dessas mudanças, a educação enfrenta um desafio urgente e inadiável: formar cidadãos éticos para um mundo digital.

A ética digital não diz respeito apenas ao uso correto da tecnologia. Trata-se de um compromisso profundo com os valores que sustentam a convivência em sociedade – como o respeito, a responsabilidade, a empatia e a justiça – aplicados agora a contextos cada vez mais complexos. Em um universo onde dados, imagens e ideias circulam em tempo real, a consciência sobre os impactos de nossas ações ganha nova dimensão. Muitas vezes, jovens e adultos acessam e compartilham conteúdos sem refletir sobre suas consequências. Notícias falsas, discursos de ódio, cyberbullying, vazamentos de dados e manipulações algorítmicas são sintomas de um mundo digital ainda carente de maturidade ética. E é na escola que essa consciência precisa ser cultivada, com diálogo, reflexão crítica e formação de valores sólidos.

A educação ética no ambiente digital começa com a alfabetização digital crítica. Os estudantes devem ser preparados para identificar informações confiáveis, compreender o funcionamento das plataformas, questionar as narrativas dominantes e reconhecer os riscos associados à superexposição e à desinformação. Saber usar a tecnologia com segurança é apenas o ponto de partida.

As discussões sobre privacidade, consentimento, liberdade de expressão e responsabilidade digital devem fazer parte do cotidiano escolar. A formação ética não se dá apenas por meio de regras e orientações, mas pela vivência e pelo exemplo. Professores e gestores precisam criar espaços seguros para o debate, promovendo uma cultura de respeito, escuta e corresponsabilidade.

Além disso, é essencial estimular a empatia digital. Ensinar os alunos a se colocarem no lugar do outro também no ambiente virtual é uma forma de humanizar a tecnologia. A convivência digital exige as mesmas qualidades da convivência presencial: gentileza, diálogo, tolerância às diferenças e capacidade de resolver conflitos de forma não violenta.

A ética na era digital é também uma questão de cidadania. O uso consciente da tecnologia fortalece a democracia, promove o bem comum e combate desigualdades. Os estudantes precisam compreender que são agentes ativos nesse processo: suas escolhas importam, suas vozes têm poder e sua atuação pode contribuir para uma internet mais segura, justa e inclusiva.

Formar cidadãos éticos para o mundo digital é formar seres humanos completos para a vida. Não se trata de resistir à tecnologia, mas de guiar sua utilização com sabedoria e responsabilidade. Em tempos de transformação acelerada, é a ética que nos dá rumo. E é a educação que nos dá as ferramentas para praticá-la com profundidade, consistência e coragem.


Fonte:https://abmes.org.br/blog/detalhe/18952/a-etica-na-era-digital-formando-cidadaos-conscientes-e-responsaveis Acesso em 18 abr. 2026

Considerando o Texto I e seus elementos da situação sociocomunicativa (autor, finalidade, público-alvo e contexto de circulação), analise as assertivas a seguir:
I- O texto é produzido por um autor com autoridade institucional, o que contribui para a credibilidade do posicionamento apresentado.
II- O objetivo do texto é instruir tecnicamente o leitor sobre o uso de ferramentas digitais, com foco operacional. III- O texto se dirige a um público amplo, especialmente educadores, gestores e cidadãos interessados na formação ética no contexto digital.
É CORRETO o que se afirma em:
 

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Questão presente nas seguintes provas
4238233 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Zabelê-PB
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Leia o Texto I para responder à questão.

Texto I 

A Ética na Era Digital: Formando Cidadãos Conscientes e Responsáveis


Celso Niskier

Presidente do Conselho de Administração da Abmes

Membro do Conselho Nacional de Educação e Reitor do Centro Universitário UniCarioca. 


Vivemos uma época em que as fronteiras entre o mundo físico e o digital se tornaram quase imperceptíveis. A internet, as redes sociais e as tecnologias inteligentes transformaram profundamente nossas formas de comunicar, aprender, trabalhar e conviver. Diante dessas mudanças, a educação enfrenta um desafio urgente e inadiável: formar cidadãos éticos para um mundo digital.

A ética digital não diz respeito apenas ao uso correto da tecnologia. Trata-se de um compromisso profundo com os valores que sustentam a convivência em sociedade – como o respeito, a responsabilidade, a empatia e a justiça – aplicados agora a contextos cada vez mais complexos. Em um universo onde dados, imagens e ideias circulam em tempo real, a consciência sobre os impactos de nossas ações ganha nova dimensão. Muitas vezes, jovens e adultos acessam e compartilham conteúdos sem refletir sobre suas consequências. Notícias falsas, discursos de ódio, cyberbullying, vazamentos de dados e manipulações algorítmicas são sintomas de um mundo digital ainda carente de maturidade ética. E é na escola que essa consciência precisa ser cultivada, com diálogo, reflexão crítica e formação de valores sólidos.

A educação ética no ambiente digital começa com a alfabetização digital crítica. Os estudantes devem ser preparados para identificar informações confiáveis, compreender o funcionamento das plataformas, questionar as narrativas dominantes e reconhecer os riscos associados à superexposição e à desinformação. Saber usar a tecnologia com segurança é apenas o ponto de partida.

As discussões sobre privacidade, consentimento, liberdade de expressão e responsabilidade digital devem fazer parte do cotidiano escolar. A formação ética não se dá apenas por meio de regras e orientações, mas pela vivência e pelo exemplo. Professores e gestores precisam criar espaços seguros para o debate, promovendo uma cultura de respeito, escuta e corresponsabilidade.

Além disso, é essencial estimular a empatia digital. Ensinar os alunos a se colocarem no lugar do outro também no ambiente virtual é uma forma de humanizar a tecnologia. A convivência digital exige as mesmas qualidades da convivência presencial: gentileza, diálogo, tolerância às diferenças e capacidade de resolver conflitos de forma não violenta.

A ética na era digital é também uma questão de cidadania. O uso consciente da tecnologia fortalece a democracia, promove o bem comum e combate desigualdades. Os estudantes precisam compreender que são agentes ativos nesse processo: suas escolhas importam, suas vozes têm poder e sua atuação pode contribuir para uma internet mais segura, justa e inclusiva.

Formar cidadãos éticos para o mundo digital é formar seres humanos completos para a vida. Não se trata de resistir à tecnologia, mas de guiar sua utilização com sabedoria e responsabilidade. Em tempos de transformação acelerada, é a ética que nos dá rumo. E é a educação que nos dá as ferramentas para praticá-la com profundidade, consistência e coragem.


Fonte:https://abmes.org.br/blog/detalhe/18952/a-etica-na-era-digital-formando-cidadaos-conscientes-e-responsaveis Acesso em 18 abr. 2026

Analise as afirmativas a seguir acerca do Texto I.
I- O texto defende a educação ética digital. II- Aescola é apontada como espaço fundamental para a educação ética digital. III- Atecnologia é rejeitada pelo autor.
É CORRETO o que se diz em:
 

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4238232 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Zabelê-PB
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Leia o Texto I para responder à questão.

Texto I 

A Ética na Era Digital: Formando Cidadãos Conscientes e Responsáveis


Celso Niskier

Presidente do Conselho de Administração da Abmes

Membro do Conselho Nacional de Educação e Reitor do Centro Universitário UniCarioca. 


Vivemos uma época em que as fronteiras entre o mundo físico e o digital se tornaram quase imperceptíveis. A internet, as redes sociais e as tecnologias inteligentes transformaram profundamente nossas formas de comunicar, aprender, trabalhar e conviver. Diante dessas mudanças, a educação enfrenta um desafio urgente e inadiável: formar cidadãos éticos para um mundo digital.

A ética digital não diz respeito apenas ao uso correto da tecnologia. Trata-se de um compromisso profundo com os valores que sustentam a convivência em sociedade – como o respeito, a responsabilidade, a empatia e a justiça – aplicados agora a contextos cada vez mais complexos. Em um universo onde dados, imagens e ideias circulam em tempo real, a consciência sobre os impactos de nossas ações ganha nova dimensão. Muitas vezes, jovens e adultos acessam e compartilham conteúdos sem refletir sobre suas consequências. Notícias falsas, discursos de ódio, cyberbullying, vazamentos de dados e manipulações algorítmicas são sintomas de um mundo digital ainda carente de maturidade ética. E é na escola que essa consciência precisa ser cultivada, com diálogo, reflexão crítica e formação de valores sólidos.

A educação ética no ambiente digital começa com a alfabetização digital crítica. Os estudantes devem ser preparados para identificar informações confiáveis, compreender o funcionamento das plataformas, questionar as narrativas dominantes e reconhecer os riscos associados à superexposição e à desinformação. Saber usar a tecnologia com segurança é apenas o ponto de partida.

As discussões sobre privacidade, consentimento, liberdade de expressão e responsabilidade digital devem fazer parte do cotidiano escolar. A formação ética não se dá apenas por meio de regras e orientações, mas pela vivência e pelo exemplo. Professores e gestores precisam criar espaços seguros para o debate, promovendo uma cultura de respeito, escuta e corresponsabilidade.

Além disso, é essencial estimular a empatia digital. Ensinar os alunos a se colocarem no lugar do outro também no ambiente virtual é uma forma de humanizar a tecnologia. A convivência digital exige as mesmas qualidades da convivência presencial: gentileza, diálogo, tolerância às diferenças e capacidade de resolver conflitos de forma não violenta.

A ética na era digital é também uma questão de cidadania. O uso consciente da tecnologia fortalece a democracia, promove o bem comum e combate desigualdades. Os estudantes precisam compreender que são agentes ativos nesse processo: suas escolhas importam, suas vozes têm poder e sua atuação pode contribuir para uma internet mais segura, justa e inclusiva.

Formar cidadãos éticos para o mundo digital é formar seres humanos completos para a vida. Não se trata de resistir à tecnologia, mas de guiar sua utilização com sabedoria e responsabilidade. Em tempos de transformação acelerada, é a ética que nos dá rumo. E é a educação que nos dá as ferramentas para praticá-la com profundidade, consistência e coragem.


Fonte:https://abmes.org.br/blog/detalhe/18952/a-etica-na-era-digital-formando-cidadaos-conscientes-e-responsaveis Acesso em 18 abr. 2026

No Texto I, o uso do travessão serve para:
 

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