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4262538 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Silveira Martins-RS
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Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Famílias brasileiras perderam R$ 62,5 bilhões para bets em 2025

As famílias brasileiras perderam R$ 62,5 bilhões para as bets no ano de 2025. O montante corresponde ao valor líquido, ou seja, à diferença entre o dinheiro apostado e o devolvido em forma de prêmio. Este valor equivale a uma média de R$ 4,7 bilhões por mês, considerando o período de outubro de 2024 a março de 2026. As perdas correspondem a 0,68% da Renda Nacional Disponível Bruta das Famílias e consideram as transferências feitas por Pix para as casas de apostas. No mesmo período, as bets movimentaram quase R$ 351 bilhões em transações via Pix. Os dados constam do Boletim Fiscal dos Estados, divulgado pelo Comitê Nacional de Secretários de Fazenda (Comsefaz), com base em estatísticas de pagamentos do Banco Central.

O estudo mostra que, desde a regulamentação das bets, em janeiro do ano passado, houve mudança no volume de transferências via Pix destinadas ao setor de artes, cultura, esporte e recreação, indicando maior comprometimento da renda das famílias com as apostas. A lei que regulamentou as bets determina que as empresas bloqueiem o acesso de usuários identificados como compulsivos. Segundo o advogado Júlio Leone, porém, isso não tem ocorrido.

“Quando é detectado que a pessoa tem ludopatia, que é viciada, compulsiva em apostas, o algoritmo deveria travar a conta dela. Mas faz o contrário: manda mais bônus, mais vouchers, mais incentivos para que ela continue apostando. É aí que ela perde todo o capital.”

O boletim mostra ainda que, desde outubro do ano passado, quando entrou em vigor a proibição de apostas para beneficiários do Bolsa Família, houve desaceleração no ritmo das transações. Segundo o Comsefaz, o resultado indica que a medida teve efeitos concretos sobre o volume agregado de transações, sugerindo que as famílias de menor renda tinham participação significativa no mercado de apostas.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/familias-brasileiras-perderam-r-625-bilhoes-para-bets-em-2025 (adaptado)

De acordo com as informações contidas no primeiro parágrafo do texto, o valor de R$ 62,5 bilhões perdidos pelas famílias brasileiras representa um valor líquido. Segundo a explicação do próprio texto, o que é esse valor?
 

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4262537 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Silveira Martins-RS
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Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Famílias brasileiras perderam R$ 62,5 bilhões para bets em 2025

As famílias brasileiras perderam R$ 62,5 bilhões para as bets no ano de 2025. O montante corresponde ao valor líquido, ou seja, à diferença entre o dinheiro apostado e o devolvido em forma de prêmio. Este valor equivale a uma média de R$ 4,7 bilhões por mês, considerando o período de outubro de 2024 a março de 2026. As perdas correspondem a 0,68% da Renda Nacional Disponível Bruta das Famílias e consideram as transferências feitas por Pix para as casas de apostas. No mesmo período, as bets movimentaram quase R$ 351 bilhões em transações via Pix. Os dados constam do Boletim Fiscal dos Estados, divulgado pelo Comitê Nacional de Secretários de Fazenda (Comsefaz), com base em estatísticas de pagamentos do Banco Central.

O estudo mostra que, desde a regulamentação das bets, em janeiro do ano passado, houve mudança no volume de transferências via Pix destinadas ao setor de artes, cultura, esporte e recreação, indicando maior comprometimento da renda das famílias com as apostas. A lei que regulamentou as bets determina que as empresas bloqueiem o acesso de usuários identificados como compulsivos. Segundo o advogado Júlio Leone, porém, isso não tem ocorrido.

“Quando é detectado que a pessoa tem ludopatia, que é viciada, compulsiva em apostas, o algoritmo deveria travar a conta dela. Mas faz o contrário: manda mais bônus, mais vouchers, mais incentivos para que ela continue apostando. É aí que ela perde todo o capital.”

O boletim mostra ainda que, desde outubro do ano passado, quando entrou em vigor a proibição de apostas para beneficiários do Bolsa Família, houve desaceleração no ritmo das transações. Segundo o Comsefaz, o resultado indica que a medida teve efeitos concretos sobre o volume agregado de transações, sugerindo que as famílias de menor renda tinham participação significativa no mercado de apostas.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/familias-brasileiras-perderam-r-625-bilhoes-para-bets-em-2025 (adaptado)

Qual alternativa apresenta a divisão silábica CORRETA das palavras famílias, transações e algoritmo, retiradas do texto?
 

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4262390 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Barra Garças-MT
Leia o texto a seguir.
União Europeia multa Google em US$ 1 bilhão
Bloco acusa a empresa de práticas que prejudicam a concorrência
A União Europeia (UE) aplicou nesta quinta-feira, 23, uma multa de 890 milhões de euros (cerca de US$ 1 bilhão) ao Google, após afi rmar que a gigante de tecnologia violou regras de concorrência digital ao confi gurar o Google Play e seu mecanismo de busca para direcionar consumidores aos próprios serviços e aplicativos, prejudicando concorrentes.
Foi a mais recente grande ofensiva de Bruxelas contra as grandes empresas de tecnologia, em uma atuação que colocou a UE na liderança mundial na tentativa de conter algumas das maiores companhias, do Vale do Silício a Pequim.
A medida ocorre apesar do risco de provocar a reação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que criticou as regulamentações digitais do bloco de 27 países em meio a uma campanha mais ampla contra a Europa, que inclui a imposição de tarifas elevadas, ameaças de tomar a Groenlândia da Dinamarca à força e o enfraquecimento da confi ança na aliança militar da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).
No passado, Trump ameaçou retaliações caso empresas americanas de tecnologia fossem penalizadas.
O Google havia perdido recentemente um recurso contra uma multa de US$ 4,5 bilhões aplicada pela UE por restringir a concorrência e reduzir as opções dos consumidores por meio do domínio de seu sistema operacional móvel Android.
A Comissão Europeia, braço executivo do bloco e principal órgão responsável pela aplicação das regras de concorrência, afi rmou que agiu em defesa dos consumidores após uma investigação sobre o Google.
Fonte: https://odia.ig.com.br/mundo-e-ciencia/2026/07/7281152-uniao-europeiamulta-google-em-uss-1-bilhao.html. Fragmento. Acesso em 23/07/2026.
No subtítulo do texto ("Bloco acusa a empresa de práticas que prejudicam a concorrência"), o emprego da forma verbal "prejudicam", em destaque, no presente do indicativo, contribui para a construção do sentido porque:
 

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4262389 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Barra Garças-MT
Leia o texto a seguir.
União Europeia multa Google em US$ 1 bilhão
Bloco acusa a empresa de práticas que prejudicam a concorrência
A União Europeia (UE) aplicou nesta quinta-feira, 23, uma multa de 890 milhões de euros (cerca de US$ 1 bilhão) ao Google, após afi rmar que a gigante de tecnologia violou regras de concorrência digital ao confi gurar o Google Play e seu mecanismo de busca para direcionar consumidores aos próprios serviços e aplicativos, prejudicando concorrentes.
Foi a mais recente grande ofensiva de Bruxelas contra as grandes empresas de tecnologia, em uma atuação que colocou a UE na liderança mundial na tentativa de conter algumas das maiores companhias, do Vale do Silício a Pequim.
A medida ocorre apesar do risco de provocar a reação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que criticou as regulamentações digitais do bloco de 27 países em meio a uma campanha mais ampla contra a Europa, que inclui a imposição de tarifas elevadas, ameaças de tomar a Groenlândia da Dinamarca à força e o enfraquecimento da confi ança na aliança militar da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).
No passado, Trump ameaçou retaliações caso empresas americanas de tecnologia fossem penalizadas.
O Google havia perdido recentemente um recurso contra uma multa de US$ 4,5 bilhões aplicada pela UE por restringir a concorrência e reduzir as opções dos consumidores por meio do domínio de seu sistema operacional móvel Android.
A Comissão Europeia, braço executivo do bloco e principal órgão responsável pela aplicação das regras de concorrência, afi rmou que agiu em defesa dos consumidores após uma investigação sobre o Google.
Fonte: https://odia.ig.com.br/mundo-e-ciencia/2026/07/7281152-uniao-europeiamulta-google-em-uss-1-bilhao.html. Fragmento. Acesso em 23/07/2026.
No terceiro parágrafo, o emprego da expressão "apesar do risco" estabelece uma relação de:
 

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4262387 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Barra Garças-MT
Leia o texto a seguir.
União Europeia multa Google em US$ 1 bilhão
Bloco acusa a empresa de práticas que prejudicam a concorrência
A União Europeia (UE) aplicou nesta quinta-feira, 23, uma multa de 890 milhões de euros (cerca de US$ 1 bilhão) ao Google, após afi rmar que a gigante de tecnologia violou regras de concorrência digital ao confi gurar o Google Play e seu mecanismo de busca para direcionar consumidores aos próprios serviços e aplicativos, prejudicando concorrentes.
Foi a mais recente grande ofensiva de Bruxelas contra as grandes empresas de tecnologia, em uma atuação que colocou a UE na liderança mundial na tentativa de conter algumas das maiores companhias, do Vale do Silício a Pequim.
A medida ocorre apesar do risco de provocar a reação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que criticou as regulamentações digitais do bloco de 27 países em meio a uma campanha mais ampla contra a Europa, que inclui a imposição de tarifas elevadas, ameaças de tomar a Groenlândia da Dinamarca à força e o enfraquecimento da confi ança na aliança militar da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).
No passado, Trump ameaçou retaliações caso empresas americanas de tecnologia fossem penalizadas.
O Google havia perdido recentemente um recurso contra uma multa de US$ 4,5 bilhões aplicada pela UE por restringir a concorrência e reduzir as opções dos consumidores por meio do domínio de seu sistema operacional móvel Android.
A Comissão Europeia, braço executivo do bloco e principal órgão responsável pela aplicação das regras de concorrência, afi rmou que agiu em defesa dos consumidores após uma investigação sobre o Google.
Fonte: https://odia.ig.com.br/mundo-e-ciencia/2026/07/7281152-uniao-europeiamulta-google-em-uss-1-bilhao.html. Fragmento. Acesso em 23/07/2026.
A ideia central desenvolvida ao longo do texto pode ser adequadamente sintetizada pela afi rmação de que o(a):
 

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4262340 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Barra Garças-MT

Leia o texto a seguir.




Todo mundo quer, quase ninguém sabe usar


Diego Teixeira


O maior obstáculo da inteligência artificial na pequena empresa brasileira não é dinheiro nem tecnologia. É entendimento.


Todo empresário brasileiro já ouviu falar em inteligência artificial. O curioso é que o maior obstáculo para usá-la não é dinheiro, tecnologia nem acesso. É saber o que fazer com ela. Uma pesquisa da Serasa Experian, divulgada neste mês de julho, ouviu mais de 1.500 pequenas e médias empresas em todo o país e encontrou um retrato revelador: quase seis em cada dez empresários que usam ou pretendem usar inteligência artificial apontam o ganho de produtividade como principal benefício. Ao mesmo tempo, mais de 40% admitem que a maior barreira é uma só. Não sabem o que existe, nem por onde começar.


Repare no que esse dado diz. A barreira não é preço, não é infraestrutura, não é resistência à tecnologia, é desconhecimento! O desejo já venceu, o que falta é repertório e o problema é maior do que parece: segundo levantamento da Confederação Nacional da Indústria, menos da metade dos brasileiros tem domínio médio ou alto de tarefas digitais complexas, categoria que inclui justamente o uso de inteligência artificial. Toda revolução tecnológica cria uma nova forma de analfabetismo. A desta década, pode ser o não saber conversar com uma inteligência artificial.


Esse desconhecimento tem rosto conhecido. O dono de uma pequena empresa ouve falar de IA e imagina robôs, servidores, consultorias caras, algo reservado às grandes corporações. Não percebe que a mesma tecnologia já está no aplicativo de mensagens que ele usa todos os dias. Redigir uma proposta comercial, responder clientes fora do horário, resumir contratos, organizar o fluxo de caixa, preparar uma apresentação: tarefas que a IA executa em segundos, por uma assinatura mensal que custa menos que um almoço executivo. A tecnologia deixou de ser privilégio, mas agora o diferencial agora é saber usá-la! [...]


Fonte: <https://www.jb.com.br/brasil/opiniaoartigos/2026/07/1060329-todo-mundo-quer-quase-ninguem-sabe-usar.html>.Acesso em 23/07/2026

“O curioso é que o maior obstáculo para usá-la não é dinheiro, tecnologia nem acesso” (2º parágrafo). Em termos sintáticos, a oração em destaque classifi ca-se como:
 

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4262339 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Barra Garças-MT

Leia o texto a seguir.




Todo mundo quer, quase ninguém sabe usar


Diego Teixeira


O maior obstáculo da inteligência artificial na pequena empresa brasileira não é dinheiro nem tecnologia. É entendimento.


Todo empresário brasileiro já ouviu falar em inteligência artificial. O curioso é que o maior obstáculo para usá-la não é dinheiro, tecnologia nem acesso. É saber o que fazer com ela. Uma pesquisa da Serasa Experian, divulgada neste mês de julho, ouviu mais de 1.500 pequenas e médias empresas em todo o país e encontrou um retrato revelador: quase seis em cada dez empresários que usam ou pretendem usar inteligência artificial apontam o ganho de produtividade como principal benefício. Ao mesmo tempo, mais de 40% admitem que a maior barreira é uma só. Não sabem o que existe, nem por onde começar.


Repare no que esse dado diz. A barreira não é preço, não é infraestrutura, não é resistência à tecnologia, é desconhecimento! O desejo já venceu, o que falta é repertório e o problema é maior do que parece: segundo levantamento da Confederação Nacional da Indústria, menos da metade dos brasileiros tem domínio médio ou alto de tarefas digitais complexas, categoria que inclui justamente o uso de inteligência artificial. Toda revolução tecnológica cria uma nova forma de analfabetismo. A desta década, pode ser o não saber conversar com uma inteligência artificial.


Esse desconhecimento tem rosto conhecido. O dono de uma pequena empresa ouve falar de IA e imagina robôs, servidores, consultorias caras, algo reservado às grandes corporações. Não percebe que a mesma tecnologia já está no aplicativo de mensagens que ele usa todos os dias. Redigir uma proposta comercial, responder clientes fora do horário, resumir contratos, organizar o fluxo de caixa, preparar uma apresentação: tarefas que a IA executa em segundos, por uma assinatura mensal que custa menos que um almoço executivo. A tecnologia deixou de ser privilégio, mas agora o diferencial agora é saber usá-la! [...]


Fonte: <https://www.jb.com.br/brasil/opiniaoartigos/2026/07/1060329-todo-mundo-quer-quase-ninguem-sabe-usar.html>.Acesso em 23/07/2026

No trecho "O desejo já venceu, o que falta é repertório e o problema é maior do que parece" (3º parágrafo), do ponto de vista morfológico, os elementos em destaque são classificados, respectivamente, como:
 

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4262338 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Barra Garças-MT

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Todo mundo quer, quase ninguém sabe usar


Diego Teixeira


O maior obstáculo da inteligência artificial na pequena empresa brasileira não é dinheiro nem tecnologia. É entendimento.


Todo empresário brasileiro já ouviu falar em inteligência artificial. O curioso é que o maior obstáculo para usá-la não é dinheiro, tecnologia nem acesso. É saber o que fazer com ela. Uma pesquisa da Serasa Experian, divulgada neste mês de julho, ouviu mais de 1.500 pequenas e médias empresas em todo o país e encontrou um retrato revelador: quase seis em cada dez empresários que usam ou pretendem usar inteligência artificial apontam o ganho de produtividade como principal benefício. Ao mesmo tempo, mais de 40% admitem que a maior barreira é uma só. Não sabem o que existe, nem por onde começar.


Repare no que esse dado diz. A barreira não é preço, não é infraestrutura, não é resistência à tecnologia, é desconhecimento! O desejo já venceu, o que falta é repertório e o problema é maior do que parece: segundo levantamento da Confederação Nacional da Indústria, menos da metade dos brasileiros tem domínio médio ou alto de tarefas digitais complexas, categoria que inclui justamente o uso de inteligência artificial. Toda revolução tecnológica cria uma nova forma de analfabetismo. A desta década, pode ser o não saber conversar com uma inteligência artificial.


Esse desconhecimento tem rosto conhecido. O dono de uma pequena empresa ouve falar de IA e imagina robôs, servidores, consultorias caras, algo reservado às grandes corporações. Não percebe que a mesma tecnologia já está no aplicativo de mensagens que ele usa todos os dias. Redigir uma proposta comercial, responder clientes fora do horário, resumir contratos, organizar o fluxo de caixa, preparar uma apresentação: tarefas que a IA executa em segundos, por uma assinatura mensal que custa menos que um almoço executivo. A tecnologia deixou de ser privilégio, mas agora o diferencial agora é saber usá-la! [...]


Fonte: <https://www.jb.com.br/brasil/opiniaoartigos/2026/07/1060329-todo-mundo-quer-quase-ninguem-sabe-usar.html>.Acesso em 23/07/2026

Ao afirmar que "toda revolução tecnológica cria uma nova forma de analfabetismo" (3º parágrafo), o autor leva o leitor a concluir que:
 

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4262337 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Barra Garças-MT

Leia o texto a seguir.




Todo mundo quer, quase ninguém sabe usar


Diego Teixeira


O maior obstáculo da inteligência artificial na pequena empresa brasileira não é dinheiro nem tecnologia. É entendimento.


Todo empresário brasileiro já ouviu falar em inteligência artificial. O curioso é que o maior obstáculo para usá-la não é dinheiro, tecnologia nem acesso. É saber o que fazer com ela. Uma pesquisa da Serasa Experian, divulgada neste mês de julho, ouviu mais de 1.500 pequenas e médias empresas em todo o país e encontrou um retrato revelador: quase seis em cada dez empresários que usam ou pretendem usar inteligência artificial apontam o ganho de produtividade como principal benefício. Ao mesmo tempo, mais de 40% admitem que a maior barreira é uma só. Não sabem o que existe, nem por onde começar.


Repare no que esse dado diz. A barreira não é preço, não é infraestrutura, não é resistência à tecnologia, é desconhecimento! O desejo já venceu, o que falta é repertório e o problema é maior do que parece: segundo levantamento da Confederação Nacional da Indústria, menos da metade dos brasileiros tem domínio médio ou alto de tarefas digitais complexas, categoria que inclui justamente o uso de inteligência artificial. Toda revolução tecnológica cria uma nova forma de analfabetismo. A desta década, pode ser o não saber conversar com uma inteligência artificial.


Esse desconhecimento tem rosto conhecido. O dono de uma pequena empresa ouve falar de IA e imagina robôs, servidores, consultorias caras, algo reservado às grandes corporações. Não percebe que a mesma tecnologia já está no aplicativo de mensagens que ele usa todos os dias. Redigir uma proposta comercial, responder clientes fora do horário, resumir contratos, organizar o fluxo de caixa, preparar uma apresentação: tarefas que a IA executa em segundos, por uma assinatura mensal que custa menos que um almoço executivo. A tecnologia deixou de ser privilégio, mas agora o diferencial agora é saber usá-la! [...]


Fonte: <https://www.jb.com.br/brasil/opiniaoartigos/2026/07/1060329-todo-mundo-quer-quase-ninguem-sabe-usar.html>.Acesso em 23/07/2026

O ponto principal defendido pelo autor pode ser sintetizado na ideia de que o(a):
 

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4262232 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CREF-21
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Texto para o item.


Conselho de Ética, compliance e soberania popular: difícil de equilibrar

A integridade do mandato eletivo constitui premissa básica para uma democracia sustentável. No Brasil, a fiscalização interna é exercida pelos Conselhos de Ética e Decoro Parlamentar, que desempenham papel central na manutenção da integridade institucional.

A análise da responsabilidade não pode ser restrita ao processamento de denúncias. Pelo contrário, deve contemplar a equação complexa que envolve a disciplina interna, a observância de normas de conduta profissional e o principal: o respeito à soberania popular, que também não merece ser absoluta.

O rito processual é juridicamente formal, visando garantir o contraditório e a ampla defesa. Os elementos inerentes ao devido processo legal, mesmo em foros interna corporis, devem ser observados. Mas como manter o equilíbrio entre a técnica e a vontade das urnas, respeitando critérios mínimos de moralidade?

A responsabilidade primária do Conselho é o estabelecimento de um juízo de fato e de direito sobre a violação do decoro. Contudo, o sistema confronta-se com um risco estrutural: a subsunção do juízo ético pelo juízo político. O compliance surge, assim, como uma necessidade inadiável, exigindo a adoção de mecanismos internos que garantam a conformidade e a transparência.

O compliance demandaria a criação de regras claras de conflito de interesses, estabelecendo um sistema rigoroso de registro e divulgação de interesses, assegurando que o mandato não se utilize para ganho privado. Exigiria, ainda, a transparência patrimonial, mediante a fiscalização efetiva do uso de verbas, garantindo a probidade na gestão dos recursos públicos. Embora os órgãos de controle já exerçam essas funções, é necessário estimular uma cultura que transforme o Código de Ética em um estilo de governança, e não apenas de punição.

Por último, a integridade do sistema é sustentada por três pilares que devem permanecer em equilíbrio. A responsabilidade do Conselho de Ética deve ser a de instruir processos com rigor técnico e isenção. O compliance deve atuar de forma preventiva e estrutural. A soberania popular deve ser o limite, assegurando que o ato extremo da sanção se motive pela ofensa grave ao decoro, e não pela disputa de poder. Dessa forma, a manutenção desse equilíbrio tridimensional é um imperativo constitucional.

Internet: <veja.abril.com.br> (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.




No trecho “assegurando que o ato extremo da sanção se motive pela ofensa grave ao decoro”, o vocábulo “que” exerce a função de pronome relativo, introduzindo uma oração que restringe o sentido do termo que o antecede.
 

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