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Vilarejo
Há um vilarejo ali
Onde areja um vento bom
Na varanda, quem descansa
Vê o horizonte deitar no chão
Pra acalmar o coração
Lá o mundo tem razão
Terra de heróis, lares de mãe
Paraíso se mudou para lá
Por cima das casas, cal
Frutos em qualquer quintal
Peitos fartos, filhos fortes
Sonho semeando o mundo real
Toda gente cabe lá
Palestina, Shangri-lá
Vem andar e voa
Vem andar e voa
Vem andar e voa
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Vilarejo
Há um vilarejo ali
Onde areja um vento bom
Na varanda, quem descansa
Vê o horizonte deitar no chão
Pra acalmar o coração
Lá o mundo tem razão
Terra de heróis, lares de mãe
Paraíso se mudou para lá
Por cima das casas, cal
Frutos em qualquer quintal
Peitos fartos, filhos fortes
Sonho semeando o mundo real
Toda gente cabe lá
Palestina, Shangri-lá
Vem andar e voa
Vem andar e voa
Vem andar e voa
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Vilarejo
Há um vilarejo ali
Onde areja um vento bom
Na varanda, quem descansa
Vê o horizonte deitar no chão
Pra acalmar o coração
Lá o mundo tem razão
Terra de heróis, lares de mãe
Paraíso se mudou para lá
Por cima das casas, cal
Frutos em qualquer quintal
Peitos fartos, filhos fortes
Sonho semeando o mundo real
Toda gente cabe lá
Palestina, Shangri-lá
Vem andar e voa
Vem andar e voa
Vem andar e voa
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Vilarejo
Há um vilarejo ali
Onde areja um vento bom
Na varanda, quem descansa
Vê o horizonte deitar no chão
Pra acalmar o coração
Lá o mundo tem razão
Terra de heróis, lares de mãe
Paraíso se mudou para lá
Por cima das casas, cal
Frutos em qualquer quintal
Peitos fartos, filhos fortes
Sonho semeando o mundo real
Toda gente cabe lá
Palestina, Shangri-lá
Vem andar e voa
Vem andar e voa
Vem andar e voa
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Justifica-se plenamente o emprego das formas verbais no plural em:
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Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto seguinte.
[Luzia e a linguagem]
O nome dela pode ser Luzia. Nasceu agora mesmo, no Brasil. Um peso, mas também uma alegria. Se tudo estiver bem com
ela, com sua saúde e seu desenvolvimento, a menina vai realizar um pequeno milagre. A partir de dados desorganizados,
fragmentados e muitas vezes contraditórios, Luzia vai aprender a falar.
Quando, na vida adulta, ou mesmo ainda na escola, ela for tentar aprender um novo idioma, vai entender que não foi à toa que
useia palavra "milagre" agora há pouco. Aquilo que para uma pessoa adulta, instruída, com acesso a todo tipo de recursos e métodos
é uma tarefa complicadissima, uma criança pequena resolve por conta própria, quase sem dar por isso.
A linguagem é algo absolutamente central para a nossa espécie, e somos muitissimo competentes em pegar esse bastão de
uma geração anterior. Caso seja estritamente necessário, chegamos até a desenvolver um idioma que atenda às necessidades do
nosso grupo, como já aconteceu com crianças surdas que, reunidas, desenvolveram como que do zero uma linguagem de sinais
todinha delas.
As exigências para este milagre da aquisição de linguagem são até menores do que as relativas a outros campos: nossa
menina Luzia pode nascer em condições de violenta pobreza e privação, e, mesmo assim, seu desenvolvimento linguístico vai acontecer. Pode demorar um pouco mais, porém val acontecer. E se tudo estiver razoavelmente bem, ela vai acabar ganhando o domínio
completo do idioma dos seus pais, da sua comunidade, do seu país. Ou, na verdade, sua nova versão dessa lingua. Sim, mesmo que
Luzia não tenha acesso à educação formal. Nesse caso, é essa variedade do idioma que ela não vai ter no bolso. Mas apenas essa.
Como nasceu no Brasil, é quase certo que esse idioma venha a ser o português. Ele vai ter um papel central na existência de
Luzia: será o instrumento que ela vai utilizar para aprendera tomar decisões, conquistar o amor de alguém, alertar um amigo, pedir
carinho à mãe, dizer bobagens para um filho... Tudo vai se dar nesse idioma. Nessa coisa variada, colorida, esquisita e maravilhosa
que chamamos de lingua portuguesa.
(Adaptado de: GALINDO, Caetano W. Latim em pó. São Paulo: Companhia das Letras, 2022, p. 11-13)
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Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto seguinte.
[Luzia e a linguagem]
O nome dela pode ser Luzia. Nasceu agora mesmo, no Brasil. Um peso, mas também uma alegria. Se tudo estiver bem com
ela, com sua saúde e seu desenvolvimento, a menina vai realizar um pequeno milagre. A partir de dados desorganizados,
fragmentados e muitas vezes contraditórios, Luzia vai aprender a falar.
Quando, na vida adulta, ou mesmo ainda na escola, ela for tentar aprender um novo idioma, vai entender que não foi à toa que
useia palavra "milagre" agora há pouco. Aquilo que para uma pessoa adulta, instruída, com acesso a todo tipo de recursos e métodos
é uma tarefa complicadissima, uma criança pequena resolve por conta própria, quase sem dar por isso.
A linguagem é algo absolutamente central para a nossa espécie, e somos muitissimo competentes em pegar esse bastão de
uma geração anterior. Caso seja estritamente necessário, chegamos até a desenvolver um idioma que atenda às necessidades do
nosso grupo, como já aconteceu com crianças surdas que, reunidas, desenvolveram como que do zero uma linguagem de sinais
todinha delas.
As exigências para este milagre da aquisição de linguagem são até menores do que as relativas a outros campos: nossa
menina Luzia pode nascer em condições de violenta pobreza e privação, e, mesmo assim, seu desenvolvimento linguístico vai acontecer. Pode demorar um pouco mais, porém val acontecer. E se tudo estiver razoavelmente bem, ela vai acabar ganhando o domínio
completo do idioma dos seus pais, da sua comunidade, do seu país. Ou, na verdade, sua nova versão dessa lingua. Sim, mesmo que
Luzia não tenha acesso à educação formal. Nesse caso, é essa variedade do idioma que ela não vai ter no bolso. Mas apenas essa.
Como nasceu no Brasil, é quase certo que esse idioma venha a ser o português. Ele vai ter um papel central na existência de
Luzia: será o instrumento que ela vai utilizar para aprendera tomar decisões, conquistar o amor de alguém, alertar um amigo, pedir
carinho à mãe, dizer bobagens para um filho... Tudo vai se dar nesse idioma. Nessa coisa variada, colorida, esquisita e maravilhosa
que chamamos de lingua portuguesa.
(Adaptado de: GALINDO, Caetano W. Latim em pó. São Paulo: Companhia das Letras, 2022, p. 11-13)
A redação da frase acima permanecerá correta caso se substituam os elementos sublinhados, na ordem dada, por:
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Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto seguinte.
[Luzia e a linguagem]
O nome dela pode ser Luzia. Nasceu agora mesmo, no Brasil. Um peso, mas também uma alegria. Se tudo estiver bem com
ela, com sua saúde e seu desenvolvimento, a menina vai realizar um pequeno milagre. A partir de dados desorganizados,
fragmentados e muitas vezes contraditórios, Luzia vai aprender a falar.
Quando, na vida adulta, ou mesmo ainda na escola, ela for tentar aprender um novo idioma, vai entender que não foi à toa que
useia palavra "milagre" agora há pouco. Aquilo que para uma pessoa adulta, instruída, com acesso a todo tipo de recursos e métodos
é uma tarefa complicadissima, uma criança pequena resolve por conta própria, quase sem dar por isso.
A linguagem é algo absolutamente central para a nossa espécie, e somos muitissimo competentes em pegar esse bastão de
uma geração anterior. Caso seja estritamente necessário, chegamos até a desenvolver um idioma que atenda às necessidades do
nosso grupo, como já aconteceu com crianças surdas que, reunidas, desenvolveram como que do zero uma linguagem de sinais
todinha delas.
As exigências para este milagre da aquisição de linguagem são até menores do que as relativas a outros campos: nossa
menina Luzia pode nascer em condições de violenta pobreza e privação, e, mesmo assim, seu desenvolvimento linguístico vai acontecer. Pode demorar um pouco mais, porém val acontecer. E se tudo estiver razoavelmente bem, ela vai acabar ganhando o domínio
completo do idioma dos seus pais, da sua comunidade, do seu país. Ou, na verdade, sua nova versão dessa lingua. Sim, mesmo que
Luzia não tenha acesso à educação formal. Nesse caso, é essa variedade do idioma que ela não vai ter no bolso. Mas apenas essa.
Como nasceu no Brasil, é quase certo que esse idioma venha a ser o português. Ele vai ter um papel central na existência de
Luzia: será o instrumento que ela vai utilizar para aprendera tomar decisões, conquistar o amor de alguém, alertar um amigo, pedir
carinho à mãe, dizer bobagens para um filho... Tudo vai se dar nesse idioma. Nessa coisa variada, colorida, esquisita e maravilhosa
que chamamos de lingua portuguesa.
(Adaptado de: GALINDO, Caetano W. Latim em pó. São Paulo: Companhia das Letras, 2022, p. 11-13)
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Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto seguinte.
[Luzia e a linguagem]
O nome dela pode ser Luzia. Nasceu agora mesmo, no Brasil. Um peso, mas também uma alegria. Se tudo estiver bem com
ela, com sua saúde e seu desenvolvimento, a menina vai realizar um pequeno milagre. A partir de dados desorganizados,
fragmentados e muitas vezes contraditórios, Luzia vai aprender a falar.
Quando, na vida adulta, ou mesmo ainda na escola, ela for tentar aprender um novo idioma, vai entender que não foi à toa que
useia palavra "milagre" agora há pouco. Aquilo que para uma pessoa adulta, instruída, com acesso a todo tipo de recursos e métodos
é uma tarefa complicadissima, uma criança pequena resolve por conta própria, quase sem dar por isso.
A linguagem é algo absolutamente central para a nossa espécie, e somos muitissimo competentes em pegar esse bastão de
uma geração anterior. Caso seja estritamente necessário, chegamos até a desenvolver um idioma que atenda às necessidades do
nosso grupo, como já aconteceu com crianças surdas que, reunidas, desenvolveram como que do zero uma linguagem de sinais
todinha delas.
As exigências para este milagre da aquisição de linguagem são até menores do que as relativas a outros campos: nossa
menina Luzia pode nascer em condições de violenta pobreza e privação, e, mesmo assim, seu desenvolvimento linguístico vai acontecer. Pode demorar um pouco mais, porém val acontecer. E se tudo estiver razoavelmente bem, ela vai acabar ganhando o domínio
completo do idioma dos seus pais, da sua comunidade, do seu país. Ou, na verdade, sua nova versão dessa lingua. Sim, mesmo que
Luzia não tenha acesso à educação formal. Nesse caso, é essa variedade do idioma que ela não vai ter no bolso. Mas apenas essa.
Como nasceu no Brasil, é quase certo que esse idioma venha a ser o português. Ele vai ter um papel central na existência de
Luzia: será o instrumento que ela vai utilizar para aprendera tomar decisões, conquistar o amor de alguém, alertar um amigo, pedir
carinho à mãe, dizer bobagens para um filho... Tudo vai se dar nesse idioma. Nessa coisa variada, colorida, esquisita e maravilhosa
que chamamos de lingua portuguesa.
(Adaptado de: GALINDO, Caetano W. Latim em pó. São Paulo: Companhia das Letras, 2022, p. 11-13)
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Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto seguinte.
[Luzia e a linguagem]
O nome dela pode ser Luzia. Nasceu agora mesmo, no Brasil. Um peso, mas também uma alegria. Se tudo estiver bem com
ela, com sua saúde e seu desenvolvimento, a menina vai realizar um pequeno milagre. A partir de dados desorganizados,
fragmentados e muitas vezes contraditórios, Luzia vai aprender a falar.
Quando, na vida adulta, ou mesmo ainda na escola, ela for tentar aprender um novo idioma, vai entender que não foi à toa que
useia palavra "milagre" agora há pouco. Aquilo que para uma pessoa adulta, instruída, com acesso a todo tipo de recursos e métodos
é uma tarefa complicadissima, uma criança pequena resolve por conta própria, quase sem dar por isso.
A linguagem é algo absolutamente central para a nossa espécie, e somos muitissimo competentes em pegar esse bastão de
uma geração anterior. Caso seja estritamente necessário, chegamos até a desenvolver um idioma que atenda às necessidades do
nosso grupo, como já aconteceu com crianças surdas que, reunidas, desenvolveram como que do zero uma linguagem de sinais
todinha delas.
As exigências para este milagre da aquisição de linguagem são até menores do que as relativas a outros campos: nossa
menina Luzia pode nascer em condições de violenta pobreza e privação, e, mesmo assim, seu desenvolvimento linguístico vai acontecer. Pode demorar um pouco mais, porém val acontecer. E se tudo estiver razoavelmente bem, ela vai acabar ganhando o domínio
completo do idioma dos seus pais, da sua comunidade, do seu país. Ou, na verdade, sua nova versão dessa lingua. Sim, mesmo que
Luzia não tenha acesso à educação formal. Nesse caso, é essa variedade do idioma que ela não vai ter no bolso. Mas apenas essa.
Como nasceu no Brasil, é quase certo que esse idioma venha a ser o português. Ele vai ter um papel central na existência de
Luzia: será o instrumento que ela vai utilizar para aprendera tomar decisões, conquistar o amor de alguém, alertar um amigo, pedir
carinho à mãe, dizer bobagens para um filho... Tudo vai se dar nesse idioma. Nessa coisa variada, colorida, esquisita e maravilhosa
que chamamos de lingua portuguesa.
(Adaptado de: GALINDO, Caetano W. Latim em pó. São Paulo: Companhia das Letras, 2022, p. 11-13)
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