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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Uma estatística
As crianças,
Sem um tiro aliás,
E isso é que tornava o caso ainda mais espantoso,
Morriam mais do que índios nos filmes norte-americanos,
E quando a gente acaso perguntava, para se mostrar
[atenciosos:
“Quantos filhos a senhora tem, comadre?”
A comadre respondia, com ternura:
“Eu tenho quatro filhos e nove anjinhos.”
(Mario Quintana, Da preguiça como método de trabalho)
O eufemismo é uma figura de linguagem utilizada para suavizar expressões, palavras ou ideias que podem soar desagradáveis, rudes, ofensivas ou chocantes, substituindo-as por termos mais leves e agradáveis.
Essa figura de linguagem está presente no seguinte verso do poema:
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Uma estatística
As crianças,
Sem um tiro aliás,
E isso é que tornava o caso ainda mais espantoso,
Morriam mais do que índios nos filmes norte-americanos,
E quando a gente acaso perguntava, para se mostrar
[atenciosos:
“Quantos filhos a senhora tem, comadre?”
A comadre respondia, com ternura:
“Eu tenho quatro filhos e nove anjinhos.”
(Mario Quintana, Da preguiça como método de trabalho)
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Irresponsabilidade que mata crianças
Pela primeira vez no século 21, o número de crianças
que morrem antes de completar 5 anos de idade deve aumentar, em vez de
diminuir. De acordo com um relatório da Fundação Gates, a mortalidade infantil
deve atingir 4,8 milhões de crianças em 2025, 200 mil a mais que em 2024.
Trágica sob qualquer ponto de vista, a morte de
crianças por doenças evitáveis e tratáveis como diarreia, além daquelas que
podem ser erradicadas com vacinas, soa como um atestado de falência da
humanidade.
O principal motivo para que, após anos de quedas
consecutivas, as mortes na primeira infância voltem a aumentar é o corte da
ajuda internacional oferecida por países ricos. Na segunda passagem de Donald
Trump pela Casa Branca, os EUA, historicamente os maiores doadores de ajuda
internacional do mundo, promoveram reduções significativas em programas de
assistência global.
Embora o desmantelamento da Agência dos Estados Unidos
para o Desenvolvimento Internacional (Usaid) seja muito provavelmente o maior
símbolo desta nova era de cooperação internacional contida, países como Reino
Unido, Alemanha e França também têm fechado as torneiras para assistência aos
países mais necessitados. Segundo o relatório, pelo menos 24 nações de alta
renda reduziram suas doações internacionais.
O quadro ruim pode tornar-se ainda mais sombrio. Num
cenário já contemplado por muitos países, de cortes de cerca de 20% na
assistência global à saúde, 12 milhões de mortes adicionais de crianças podem
ocorrer até 2045. Caso as reduções com ajuda internacional se intensifiquem
para um patamar de 30%, o número de mortes adicionais de crianças pode chegar a
16 milhões até 2045.
Evitáveis, as mortes de milhares de crianças exigem
compromisso firme tanto com o financiamento de ajuda aos mais necessitados
quanto com o combate à desinformação. A humanidade já dispõe de ferramentas
para que crianças não morram aos milhares por causas praticamente banais.
Considere a passagem “O principal motivo para que, após anos de quedas consecutivas, as mortes na primeira infância voltem a aumentar é o corte da ajuda internacional oferecida por países ricos.” (3º parágrafo).
De acordo com a norma-padrão de ortografia, os termos destacados podem ser substituídos, na ordem em que aparecem, por:
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Irresponsabilidade que mata crianças
Pela primeira vez no século 21, o número de crianças
que morrem antes de completar 5 anos de idade deve aumentar, em vez de
diminuir. De acordo com um relatório da Fundação Gates, a mortalidade infantil
deve atingir 4,8 milhões de crianças em 2025, 200 mil a mais que em 2024.
Trágica sob qualquer ponto de vista, a morte de
crianças por doenças evitáveis e tratáveis como diarreia, além daquelas que
podem ser erradicadas com vacinas, soa como um atestado de falência da
humanidade.
O principal motivo para que, após anos de quedas
consecutivas, as mortes na primeira infância voltem a aumentar é o corte da
ajuda internacional oferecida por países ricos. Na segunda passagem de Donald
Trump pela Casa Branca, os EUA, historicamente os maiores doadores de ajuda
internacional do mundo, promoveram reduções significativas em programas de
assistência global.
Embora o desmantelamento da Agência dos Estados Unidos
para o Desenvolvimento Internacional (Usaid) seja muito provavelmente o maior
símbolo desta nova era de cooperação internacional contida, países como Reino
Unido, Alemanha e França também têm fechado as torneiras para assistência aos
países mais necessitados. Segundo o relatório, pelo menos 24 nações de alta
renda reduziram suas doações internacionais.
O quadro ruim pode tornar-se ainda mais sombrio. Num
cenário já contemplado por muitos países, de cortes de cerca de 20% na
assistência global à saúde, 12 milhões de mortes adicionais de crianças podem
ocorrer até 2045. Caso as reduções com ajuda internacional se intensifiquem
para um patamar de 30%, o número de mortes adicionais de crianças pode chegar a
16 milhões até 2045.
Evitáveis, as mortes de milhares de crianças exigem
compromisso firme tanto com o financiamento de ajuda aos mais necessitados
quanto com o combate à desinformação. A humanidade já dispõe de ferramentas
para que crianças não morram aos milhares por causas praticamente banais.
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Irresponsabilidade que mata crianças
Pela primeira vez no século 21, o número de crianças
que morrem antes de completar 5 anos de idade deve aumentar, em vez de
diminuir. De acordo com um relatório da Fundação Gates, a mortalidade infantil
deve atingir 4,8 milhões de crianças em 2025, 200 mil a mais que em 2024.
Trágica sob qualquer ponto de vista, a morte de
crianças por doenças evitáveis e tratáveis como diarreia, além daquelas que
podem ser erradicadas com vacinas, soa como um atestado de falência da
humanidade.
O principal motivo para que, após anos de quedas
consecutivas, as mortes na primeira infância voltem a aumentar é o corte da
ajuda internacional oferecida por países ricos. Na segunda passagem de Donald
Trump pela Casa Branca, os EUA, historicamente os maiores doadores de ajuda
internacional do mundo, promoveram reduções significativas em programas de
assistência global.
Embora o desmantelamento da Agência dos Estados Unidos
para o Desenvolvimento Internacional (Usaid) seja muito provavelmente o maior
símbolo desta nova era de cooperação internacional contida, países como Reino
Unido, Alemanha e França também têm fechado as torneiras para assistência aos
países mais necessitados. Segundo o relatório, pelo menos 24 nações de alta
renda reduziram suas doações internacionais.
O quadro ruim pode tornar-se ainda mais sombrio. Num
cenário já contemplado por muitos países, de cortes de cerca de 20% na
assistência global à saúde, 12 milhões de mortes adicionais de crianças podem
ocorrer até 2045. Caso as reduções com ajuda internacional se intensifiquem
para um patamar de 30%, o número de mortes adicionais de crianças pode chegar a
16 milhões até 2045.
Evitáveis, as mortes de milhares de crianças exigem
compromisso firme tanto com o financiamento de ajuda aos mais necessitados
quanto com o combate à desinformação. A humanidade já dispõe de ferramentas
para que crianças não morram aos milhares por causas praticamente banais.
Considere a passagem “Embora o desmantelamento da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (Usaid) seja muito provavelmente o maior símbolo desta nova era de cooperação internacional contida…” (4º parágrafo).
Sem prejuízo ao sentido original do texto e em conformidade com a norma-padrão, as expressões destacadas devem ser substituídas, na ordem em que aparecem, por:
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Irresponsabilidade que mata crianças
Pela primeira vez no século 21, o número de crianças
que morrem antes de completar 5 anos de idade deve aumentar, em vez de
diminuir. De acordo com um relatório da Fundação Gates, a mortalidade infantil
deve atingir 4,8 milhões de crianças em 2025, 200 mil a mais que em 2024.
Trágica sob qualquer ponto de vista, a morte de
crianças por doenças evitáveis e tratáveis como diarreia, além daquelas que
podem ser erradicadas com vacinas, soa como um atestado de falência da
humanidade.
O principal motivo para que, após anos de quedas
consecutivas, as mortes na primeira infância voltem a aumentar é o corte da
ajuda internacional oferecida por países ricos. Na segunda passagem de Donald
Trump pela Casa Branca, os EUA, historicamente os maiores doadores de ajuda
internacional do mundo, promoveram reduções significativas em programas de
assistência global.
Embora o desmantelamento da Agência dos Estados Unidos
para o Desenvolvimento Internacional (Usaid) seja muito provavelmente o maior
símbolo desta nova era de cooperação internacional contida, países como Reino
Unido, Alemanha e França também têm fechado as torneiras para assistência aos
países mais necessitados. Segundo o relatório, pelo menos 24 nações de alta
renda reduziram suas doações internacionais.
O quadro ruim pode tornar-se ainda mais sombrio. Num
cenário já contemplado por muitos países, de cortes de cerca de 20% na
assistência global à saúde, 12 milhões de mortes adicionais de crianças podem
ocorrer até 2045. Caso as reduções com ajuda internacional se intensifiquem
para um patamar de 30%, o número de mortes adicionais de crianças pode chegar a
16 milhões até 2045.
Evitáveis, as mortes de milhares de crianças exigem
compromisso firme tanto com o financiamento de ajuda aos mais necessitados
quanto com o combate à desinformação. A humanidade já dispõe de ferramentas
para que crianças não morram aos milhares por causas praticamente banais.
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Irresponsabilidade que mata crianças
Pela primeira vez no século 21, o número de crianças
que morrem antes de completar 5 anos de idade deve aumentar, em vez de
diminuir. De acordo com um relatório da Fundação Gates, a mortalidade infantil
deve atingir 4,8 milhões de crianças em 2025, 200 mil a mais que em 2024.
Trágica sob qualquer ponto de vista, a morte de
crianças por doenças evitáveis e tratáveis como diarreia, além daquelas que
podem ser erradicadas com vacinas, soa como um atestado de falência da
humanidade.
O principal motivo para que, após anos de quedas
consecutivas, as mortes na primeira infância voltem a aumentar é o corte da
ajuda internacional oferecida por países ricos. Na segunda passagem de Donald
Trump pela Casa Branca, os EUA, historicamente os maiores doadores de ajuda
internacional do mundo, promoveram reduções significativas em programas de
assistência global.
Embora o desmantelamento da Agência dos Estados Unidos
para o Desenvolvimento Internacional (Usaid) seja muito provavelmente o maior
símbolo desta nova era de cooperação internacional contida, países como Reino
Unido, Alemanha e França também têm fechado as torneiras para assistência aos
países mais necessitados. Segundo o relatório, pelo menos 24 nações de alta
renda reduziram suas doações internacionais.
O quadro ruim pode tornar-se ainda mais sombrio. Num
cenário já contemplado por muitos países, de cortes de cerca de 20% na
assistência global à saúde, 12 milhões de mortes adicionais de crianças podem
ocorrer até 2045. Caso as reduções com ajuda internacional se intensifiquem
para um patamar de 30%, o número de mortes adicionais de crianças pode chegar a
16 milhões até 2045.
Evitáveis, as mortes de milhares de crianças exigem
compromisso firme tanto com o financiamento de ajuda aos mais necessitados
quanto com o combate à desinformação. A humanidade já dispõe de ferramentas
para que crianças não morram aos milhares por causas praticamente banais.
O editorial apresenta um dado capaz de dar credibilidade às informações que transmite ao leitor.
Trata-se da menção
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Irresponsabilidade que mata crianças
Pela primeira vez no século 21, o número de crianças
que morrem antes de completar 5 anos de idade deve aumentar, em vez de
diminuir. De acordo com um relatório da Fundação Gates, a mortalidade infantil
deve atingir 4,8 milhões de crianças em 2025, 200 mil a mais que em 2024.
Trágica sob qualquer ponto de vista, a morte de
crianças por doenças evitáveis e tratáveis como diarreia, além daquelas que
podem ser erradicadas com vacinas, soa como um atestado de falência da
humanidade.
O principal motivo para que, após anos de quedas
consecutivas, as mortes na primeira infância voltem a aumentar é o corte da
ajuda internacional oferecida por países ricos. Na segunda passagem de Donald
Trump pela Casa Branca, os EUA, historicamente os maiores doadores de ajuda
internacional do mundo, promoveram reduções significativas em programas de
assistência global.
Embora o desmantelamento da Agência dos Estados Unidos
para o Desenvolvimento Internacional (Usaid) seja muito provavelmente o maior
símbolo desta nova era de cooperação internacional contida, países como Reino
Unido, Alemanha e França também têm fechado as torneiras para assistência aos
países mais necessitados. Segundo o relatório, pelo menos 24 nações de alta
renda reduziram suas doações internacionais.
O quadro ruim pode tornar-se ainda mais sombrio. Num
cenário já contemplado por muitos países, de cortes de cerca de 20% na
assistência global à saúde, 12 milhões de mortes adicionais de crianças podem
ocorrer até 2045. Caso as reduções com ajuda internacional se intensifiquem
para um patamar de 30%, o número de mortes adicionais de crianças pode chegar a
16 milhões até 2045.
Evitáveis, as mortes de milhares de crianças exigem
compromisso firme tanto com o financiamento de ajuda aos mais necessitados
quanto com o combate à desinformação. A humanidade já dispõe de ferramentas
para que crianças não morram aos milhares por causas praticamente banais.
Provas
Leia o trecho da
crônica de José de Alencar a seguir para responder à questão.
Desculpai-me!
Vou contar-vos uma coisa que me sucedeu ontem: é um
dos episódios mais interessantes de minha vida de escritor.
Aposto que nunca vistes escrever sem tinta!
Pois lede estas primeiras páginas, compreendereis como
aquele milagre é possível no século atual, no século do progresso.
Eis o caso.
Foi ontem, por volta das dez horas. Estava em casa de
um amigo, e aí mesmo dispunha-me a escrever a minha revista.
Sentei-me à mesa, e, com todo o desplante1 de
um homem, que não sabe o que tem a dizer, ia dar começo ao meu folhetim,
quando...
Talvez não acrediteis.
Tomei a pena e levei-a ao tinteiro; mas ela estremeceu
toda, coitadinha, e saiu intata2 e pura. Não trazia nem uma
niilidade3 de tinta. Fiz nova experiência, e foi debalde4.
O caso tornava-se grave, e já ia saindo do meu sério,
quando a pena deu um passo, creio que temperou a garganta, e pediu a palavra.
Estava perdido!
Tinha uma pena oradora, tinha discussões
parlamentares, discurso de cinco e seis horas. Que elementos para não
trabalhar!
Nada; era preciso pôr um termo a semelhante abuso, e
tomar uma resolução pronta e imediata.
Comecei por bater o pé, e passar uma repreensão severa
nos meus dois empregados, que assim se esqueciam dos seus deveres.
O meio era bom, e surtiu o desejado efeito como
sempre.
Entramos em explicações; e no fim de contas soube a
causa dessa dissidência.
A pena se tinha declarado em oposição aberta; o
tinteiro era ministerial de fato. E ambos tão decididos nas suas opiniões, que
não havia meio de fazê-los voltar atrás.
1Desplante:
atrevimento, ousadia.
2Intata:
intacta.
3Niilidade: nada.
4Debalde
Provas
Leia o trecho da
crônica de José de Alencar a seguir para responder à questão.
Desculpai-me!
Vou contar-vos uma coisa que me sucedeu ontem: é um
dos episódios mais interessantes de minha vida de escritor.
Aposto que nunca vistes escrever sem tinta!
Pois lede estas primeiras páginas, compreendereis como
aquele milagre é possível no século atual, no século do progresso.
Eis o caso.
Foi ontem, por volta das dez horas. Estava em casa de
um amigo, e aí mesmo dispunha-me a escrever a minha revista.
Sentei-me à mesa, e, com todo o desplante1 de
um homem, que não sabe o que tem a dizer, ia dar começo ao meu folhetim,
quando...
Talvez não acrediteis.
Tomei a pena e levei-a ao tinteiro; mas ela estremeceu
toda, coitadinha, e saiu intata2 e pura. Não trazia nem uma
niilidade3 de tinta. Fiz nova experiência, e foi debalde4.
O caso tornava-se grave, e já ia saindo do meu sério,
quando a pena deu um passo, creio que temperou a garganta, e pediu a palavra.
Estava perdido!
Tinha uma pena oradora, tinha discussões
parlamentares, discurso de cinco e seis horas. Que elementos para não
trabalhar!
Nada; era preciso pôr um termo a semelhante abuso, e
tomar uma resolução pronta e imediata.
Comecei por bater o pé, e passar uma repreensão severa
nos meus dois empregados, que assim se esqueciam dos seus deveres.
O meio era bom, e surtiu o desejado efeito como
sempre.
Entramos em explicações; e no fim de contas soube a
causa dessa dissidência.
A pena se tinha declarado em oposição aberta; o
tinteiro era ministerial de fato. E ambos tão decididos nas suas opiniões, que
não havia meio de fazê-los voltar atrás.
1Desplante:
atrevimento, ousadia.
2Intata:
intacta.
3Niilidade: nada.
4Debalde
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