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Uma aluna surdocega demonstra insegurança
quando a rotina muda sem aviso. A equipe,
então, introduz objetos de referência e
antecipação tátil das atividades. Essa intervenção
fundamenta-se na ideia de que o
desenvolvimento da comunicação depende de:
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Ao revisar o Projeto Político-Pedagógico (PPP), a
escola identifica que estudantes com baixa visão
participam pouco de atividades experimentais. A
equipe decide investir em formação docente e
reorganização de práticas pedagógicas. Essa
decisão evidencia compreensão de inclusão
escolar como:
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Um aluno cego enfrenta desafios ao ler gráficos
estatísticos. O professor mantém os objetivos
curriculares e utiliza gráficos em relevo, descrição
oral e trabalho em duplas para interpretação dos
dados. Essa prática expressa um princípio
pedagógico de:
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“[...] enriquece e complementa a base nacional comum, prevendo o estudo das características regionais e
locais da sociedade, da cultura, da economia e da comunidade escolar. Perpassa todos os tempos e
espaços curriculares constituintes do Ensino Fundamental e do Médio, independentemente do ciclo da vida
no qual os sujeitos tenham acesso à escola. É organizada em temas gerais, em forma de áreas do
conhecimento, disciplinas, eixos temáticos, selecionados pelos sistemas educativos e pela unidade escolar,
colegiadamente, para serem desenvolvidos de forma transversal”. Segundo as Diretrizes Curriculares
Nacionais da Educação Básica, essa é a função da:
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Segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o
Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana, a história da África deverá ser tratada:
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À luz das Diretrizes Curriculares Nacionais para a
Educação Infantil, a frequência na Educação
Infantil:
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A Resolução nº 7, de 14 de dezembro de 2010, que fixa as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino
Fundamental de nove anos, orienta que o ensino de História do Brasil levará em conta as contribuições das
diferentes culturas e etnias para a formação do povo brasileiro, especialmente das matrizes:
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“[...] devem estimular uma formação ética, elemento
fundamental para a formação das novas gerações,
auxiliando os alunos a construir um sentido de
responsabilidade para valorizar: os direitos
humanos; o respeito ao ambiente e à própria
coletividade; o fortalecimento de valores sociais, tais
como a solidariedade, a participação e o
protagonismo voltados para o bem comum; e,
sobretudo, a preocupação com as desigualdades
sociais”. Segundo a Base Nacional Comum
Curricular, esse é um dos objetivos da área de:
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De acordo com o artigo 3º da Lei Brasileira de Inclusão, barreiras são quaisquer entraves, obstáculos,
atitudes ou comportamentos que limitem ou impeçam a participação social da pessoa, bem como o gozo, a
fruição e o exercício de seus direitos à acessibilidade, à liberdade de movimento e de expressão, à
comunicação, ao acesso à informação, à compreensão, à circulação com segurança. Os comportamentos
que impeçam ou prejudiquem a participação social da pessoa com deficiência em igualdade de condições e
oportunidades com as demais pessoas são denominados barreiras:
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TEXTO: ESSENCIALISMO GENÉTICO
A maioria das características humanas é
poligênica, depende da interação de vários genes.
Cor dos olhos, ao contrário do que sugerem os
exercícios do ensino médio, é um bom exemplo
Natalia Pasternak
Imagine que você tem olhos castanhos e
ambos os seus pais têm olhos claros, azuis ou
verdes. Quantas vezes você já teria ouvido que
não pode ser filho biológico do casal? A crença de
que cor dos olhos é uma herança determinada por
um único gene, com alelo dominante (castanho) e
alelo recessivo (azul ou verde), vem da maneira
simplificada como abordamos genética no ensino
fundamental e médio. Quem não se lembra do
“Aa” e das tabelas de quadradinhos?
Alguns autores estudam o ensino da
genética mendeliana e sua influência na aceitação
do chamado essencialismo, ou determinismo,
genético. Essa ideia baseia-se no entendimento –
enganoso – de que características fisiológicas e
comportamentos são produtos lineares de um
único gene. Ou seja, haveria um gene para cada
característica: o gene da inteligência, por exemplo.
O problema é que este tipo de herança é muito
raro. A maioria das características humanas é
poligênica, depende da interação de vários genes.
Cor dos olhos, ao contrário do que sugerem os
exercícios do ensino médio, é um bom exemplo.
Por isso é falso dizer que uma criança de olhos
castanhos não pode ter pais de olhos claros.
O determinismo genético também
desconsidera interações com o ambiente. Duas
plantas da mesma espécie com o mesmo genoma
podem ter alturas diferentes, por exemplo,
dependendo do tipo de solo, quantidade de luz e
nutrientes.
E por que isto é um problema? Porque
pode induzir a um “fatalismo” e crenças de que
características
como inteligência, aptidões,
comportamentos e até mesmo suscetibilidade
para doenças, são inatas, fixas e imutáveis.
Estudos mostraram que o entendimento correto de
como funciona a herança genética reduz a crença em ideias baseadas em essencialismo genético,
como racismo e eugenia. Os autores de uma
pesquisa mediram conhecimento básico de
genética, nível de crença em determinismo
genético, crenças em dominação social, e crenças
em eugenia.
Exemplos de afirmações utilizadas para
fazer essas medições incluem “alcoolismo é
primariamente causado por fatores genéticos”,
“criminosos não deveriam ser autorizados a se
reproduzir e deixar descendentes”, e “esterilizar
pessoas com características indesejadas pode
melhorar gerações futuras”. Os resultados
mostraram que quanto maior o entendimento de
genética, menor a crença em determinismo,
essencialismo, racismo e dominação social de um
grupo sobre outro.
A boa notícia é que é fácil corrigir o
essencialismo. Pesquisadores conduziram uma
série de experimentos controlados com crianças e
adolescentes, alterando a maneira como a
hereditariedade
era
ensinada na escola.
Perceberam que nos grupos onde a genética era
ensinada do modo tradicional, os alunos
desenvolviam crenças deterministas, e nos grupos
onde o tema era introduzido com estudos sobre
diferenças e semelhanças genéticas entre
populações, as crenças eram reduzidas. Os
autores ainda testaram uma intervenção para
corrigir as crenças deterministas, e concluíram
que basta uma série de cinco aulas mostrando a
baixa diversidade genética entre indivíduos, e que
existe maior diversidade entre grupos do mesmo
continente do que comparando continentes
diferentes.
Gregor Mendel, o monge católico do
século 19 cujos experimentos com ervilhas deram
origem ao modelo simplificado “Aa”, deve ser
celebrado e ensinado nas escolas. Mas a genética
mendeliana precisa ser ensinada como parte de
um contexto maior, e não como a base de toda a
genética e da hereditariedade.
Fonte: https://oglobo.globo.com/blogs/a-hora-da
ciencia/post/2025/07/essencialismo-genetico.ghtml.
Acesso em 12/02/2026. Fragmento
No terceiro parágrafo do texto, a autora menciona duas plantas da mesma espécie com alturas diferentes. No texto, esse recurso tem a função de:
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