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Foram encontradas 157.670 questões.

4010948 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: FRONTE
Orgão: Pref. Barra Bonita-SC
Em sua obra, Franchi discute a importância do processo de transição da oralidade para a escrita no processo de alfabetização. Nesse contexto, a autora destaca que a alfabetização letrando envolve não apenas o domínio das convenções gráficas, mas também a construção de sentidos. Considerando esse ponto de vista, qual das alternativas melhor descreve o papel da oralidade nesse processo de alfabetização?
 

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4010947 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: FRONTE
Orgão: Pref. Barra Bonita-SC
Na obra Philippe Perrenoud, as competências docentes são concebidas como mobilizações complexas de saberes em situações reais de ensino. À luz dessa concepção, assinale a alternativa correta.
 

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4010946 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: FRONTE
Orgão: Pref. Barra Bonita-SC
No âmbito da epistemologia genética e da pedagogia construtivista, Fernando Becker apresenta uma crítica contundente às práticas escolares tradicionais. Considerando essa análise, assinale a alternativa correta.
 

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4010945 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: FRONTE
Orgão: Pref. Barra Bonita-SC
A perspectiva transdisciplinar defendida por Maria Cândida Moraes ultrapassa a simples articulação entre disciplinas escolares. Considerando os fundamentos ontológicos e epistemológicos dessa abordagem, assinale a alternativa correta.
 

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4010944 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: FRONTE
Orgão: Pref. Barra Bonita-SC
No debate crítico sobre avaliação escolar, Jussara Hoffmann propõe o chamado “jogo do contrário”, como estratégia teórica para desestabilizar práticas avaliativas tradicionais. À luz dessa concepção, assinale a alternativa correta.
 

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4010943 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: FRONTE
Orgão: Pref. Barra Bonita-SC
A abordagem das culturas africanas e afro-brasileiras no contexto escolar exige uma ruptura epistemológica com práticas meramente comemorativas ou folclorizantes. Considerando esse pressuposto, assinale a alternativa que expressa uma compreensão teórico-pedagógica compatível com a proposta educacional em voga.
 

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4010922 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: FRONTE
Orgão: Pref. Barra Bonita-SC

Texto para a questão.

A Escola como Território de Resiliência e Ética na Era da Complexidade

A função social da escola contemporânea tem sido tensionada por fenômenos que transcendem os muros da sala de aula, exigindo do fazer docente uma postura que vai além da mera transposição didática. No cenário atual, a instituição escolar não é apenas um espaço de instrução, mas um território estratégico de resiliência e mediação de conflitos globais e locais. Diante da emergência climática, por exemplo, a escola assume um papel ambivalente: ao mesmo tempo em que deve educar para a sustentabilidade e para a "continuidade da vida", ela se vê desafiada a estruturar-se como um porto seguro físico e emocional para comunidades impactadas por eventos extremos. Essa "pedagogia da resiliência" não se limita ao conteúdo programático de Ciências ou Geografia, mas permeia a gestão do cuidado e a formação de uma consciência coletiva sobre a interdependência entre os sistemas humanos e naturais.

Paralelamente, a aceleração tecnológica, materializada na onipresença da Inteligência Artificial e na ubiquidade dos dispositivos móveis, impõe novos dilemas éticos e pedagógicos. O debate sobre a restrição do uso de celulares no ambiente escolar, que culminou em normativas recentes no cenário brasileiro, reflete uma tentativa de resgatar a atenção e a interação humana como fundamentos do processo de aprendizagem. Contudo, a proibição isolada, desacompanhada de uma reflexão crítica sobre a literacia digital, corre o risco de ser um paliativo diante de uma realidade onde a tecnologia já reconfigurou as formas de pensar e se relacionar. O desafio do professor, portanto, reside em equilibrar a necessária desconexão para o foco com a indispensável inclusão digital ética, transformando a ferramenta técnica em instrumento de emancipação intelectual e não de mera passividade consumista.

Nesse contexto de múltiplas transições, a educação para a equidade — sustentada por marcos legais como as leis que tornam obrigatório o ensino da história e cultura afrobrasileira e indígena — deixa de ser uma efeméride para se tornar o cerne de uma prática antirracista e inclusiva. A escola que se pretende democrática deve enfrentar as desigualdades estruturais que se manifestam no cotidiano escolar, desde a escolha dos materiais didáticos até a sensibilidade no acolhimento das diversidades. Assim, o magistério hoje exige uma competência polifônica: a capacidade de articular o rigor do conhecimento científico com a sensibilidade das habilidades socioemocionais, compreendendo que o sucesso da aprendizagem está intrinsecamente ligado à capacidade da escola de se manter relevante, humana e ética em um mundo em constante e imprevisível transformação.

Analise as seguintes afirmações sobre a "pedagogia da resiliência" mencionada no texto:
I. Ela é uma responsabilidade exclusiva dos professores de áreas ligadas às Ciências da Natureza.
II. Envolve a formação de uma consciência sobre a interdependência entre seres humanos e o meio ambiente.
III. Transcende o conteúdo programático, alcançando a gestão do cuidado e o suporte emocional.
Está(ão) correta(s) apenas:
 

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4010920 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: FRONTE
Orgão: Pref. Barra Bonita-SC

Texto para a questão.

A Escola como Território de Resiliência e Ética na Era da Complexidade

A função social da escola contemporânea tem sido tensionada por fenômenos que transcendem os muros da sala de aula, exigindo do fazer docente uma postura que vai além da mera transposição didática. No cenário atual, a instituição escolar não é apenas um espaço de instrução, mas um território estratégico de resiliência e mediação de conflitos globais e locais. Diante da emergência climática, por exemplo, a escola assume um papel ambivalente: ao mesmo tempo em que deve educar para a sustentabilidade e para a "continuidade da vida", ela se vê desafiada a estruturar-se como um porto seguro físico e emocional para comunidades impactadas por eventos extremos. Essa "pedagogia da resiliência" não se limita ao conteúdo programático de Ciências ou Geografia, mas permeia a gestão do cuidado e a formação de uma consciência coletiva sobre a interdependência entre os sistemas humanos e naturais.

Paralelamente, a aceleração tecnológica, materializada na onipresença da Inteligência Artificial e na ubiquidade dos dispositivos móveis, impõe novos dilemas éticos e pedagógicos. O debate sobre a restrição do uso de celulares no ambiente escolar, que culminou em normativas recentes no cenário brasileiro, reflete uma tentativa de resgatar a atenção e a interação humana como fundamentos do processo de aprendizagem. Contudo, a proibição isolada, desacompanhada de uma reflexão crítica sobre a literacia digital, corre o risco de ser um paliativo diante de uma realidade onde a tecnologia já reconfigurou as formas de pensar e se relacionar. O desafio do professor, portanto, reside em equilibrar a necessária desconexão para o foco com a indispensável inclusão digital ética, transformando a ferramenta técnica em instrumento de emancipação intelectual e não de mera passividade consumista.

Nesse contexto de múltiplas transições, a educação para a equidade — sustentada por marcos legais como as leis que tornam obrigatório o ensino da história e cultura afrobrasileira e indígena — deixa de ser uma efeméride para se tornar o cerne de uma prática antirracista e inclusiva. A escola que se pretende democrática deve enfrentar as desigualdades estruturais que se manifestam no cotidiano escolar, desde a escolha dos materiais didáticos até a sensibilidade no acolhimento das diversidades. Assim, o magistério hoje exige uma competência polifônica: a capacidade de articular o rigor do conhecimento científico com a sensibilidade das habilidades socioemocionais, compreendendo que o sucesso da aprendizagem está intrinsecamente ligado à capacidade da escola de se manter relevante, humana e ética em um mundo em constante e imprevisível transformação.

Considere o seguinte trecho: "A escola que se pretende democrática deve enfrentar as desigualdades estruturais que se manifestam no cotidiano escolar, desde a escolha dos materiais didáticos até a sensibilidade no acolhimento das diversidades."
A partir da leitura do texto, infere-se que a prática antirracista mencionada pelo autor:
 

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4010919 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: FRONTE
Orgão: Pref. Barra Bonita-SC

Texto para a questão.

A Escola como Território de Resiliência e Ética na Era da Complexidade

A função social da escola contemporânea tem sido tensionada por fenômenos que transcendem os muros da sala de aula, exigindo do fazer docente uma postura que vai além da mera transposição didática. No cenário atual, a instituição escolar não é apenas um espaço de instrução, mas um território estratégico de resiliência e mediação de conflitos globais e locais. Diante da emergência climática, por exemplo, a escola assume um papel ambivalente: ao mesmo tempo em que deve educar para a sustentabilidade e para a "continuidade da vida", ela se vê desafiada a estruturar-se como um porto seguro físico e emocional para comunidades impactadas por eventos extremos. Essa "pedagogia da resiliência" não se limita ao conteúdo programático de Ciências ou Geografia, mas permeia a gestão do cuidado e a formação de uma consciência coletiva sobre a interdependência entre os sistemas humanos e naturais.

Paralelamente, a aceleração tecnológica, materializada na onipresença da Inteligência Artificial e na ubiquidade dos dispositivos móveis, impõe novos dilemas éticos e pedagógicos. O debate sobre a restrição do uso de celulares no ambiente escolar, que culminou em normativas recentes no cenário brasileiro, reflete uma tentativa de resgatar a atenção e a interação humana como fundamentos do processo de aprendizagem. Contudo, a proibição isolada, desacompanhada de uma reflexão crítica sobre a literacia digital, corre o risco de ser um paliativo diante de uma realidade onde a tecnologia já reconfigurou as formas de pensar e se relacionar. O desafio do professor, portanto, reside em equilibrar a necessária desconexão para o foco com a indispensável inclusão digital ética, transformando a ferramenta técnica em instrumento de emancipação intelectual e não de mera passividade consumista.

Nesse contexto de múltiplas transições, a educação para a equidade — sustentada por marcos legais como as leis que tornam obrigatório o ensino da história e cultura afrobrasileira e indígena — deixa de ser uma efeméride para se tornar o cerne de uma prática antirracista e inclusiva. A escola que se pretende democrática deve enfrentar as desigualdades estruturais que se manifestam no cotidiano escolar, desde a escolha dos materiais didáticos até a sensibilidade no acolhimento das diversidades. Assim, o magistério hoje exige uma competência polifônica: a capacidade de articular o rigor do conhecimento científico com a sensibilidade das habilidades socioemocionais, compreendendo que o sucesso da aprendizagem está intrinsecamente ligado à capacidade da escola de se manter relevante, humana e ética em um mundo em constante e imprevisível transformação.

Ao discutir a restrição do uso de celulares nas escolas, o texto sugere que a eficácia dessa medida está condicionada a:
 

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4010916 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: Gama
Orgão: Pref. Estância Socorro-SP
No âmbito da organização do trabalho escolar, o documento que não se resume a uma exigência burocrática, mas constitui a própria identidade da instituição, sendo construído coletivamente para definir as opções políticas e as práticas pedagógicas que guiarão a escola a médio e longo prazo, é tecnicamente denominado:
 

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