Mulher de 70 anos, diabética tipo 2, com infarto prévio há 2 anos, usa metformina 1000 mg/dia. Está assintomática,
com HbA1c de 7,5%, TFG de 68 mL/min/1,73 m², LDL de 72 mg/dL, pressão bem controlada e IMC de 29 kg/m².
Segundo as Diretrizes da SBD 2025, qual é a melhor estratégia para otimizar o controle metabólico e reduzir o risco
cardiovascular?
A IARC, Agência Internacional para Pesquisa em Câncer, publicou em 2023 uma revisão sistemática identificando
13 tipos de neoplasias com associação causal comprovada com a obesidade. Esses resultados foram posteriormente
reforçados por uma grande análise de coorte publicada na JAMA Oncology em 2025, que destacou o excesso de
gordura corporal como o segundo fator de risco modificável mais relevante para o desenvolvimento de câncer no
mundo, ficando atrás apenas do tabagismo.
Diante dessas evidências, todas as neoplasias abaixo apresentam associação causal estabelecida com a obesidade,
EXCETO
Homem de 62 anos, portador de doença renal crônica há seis anos, hipertensão e diabetes de longa data, em
seguimento ambulatorial, relata há cerca de três meses piora progressiva da fadiga, intolerância aos esforços e
palidez cutânea. Nega sangramentos, melena, hemoptise, hematúria e nunca recebeu transfusões. Usa losartana 50
mg duas vezes ao dia, sinvastatina 20 mg e metformina 850 mg. No exame físico, apresenta pressão arterial de
142×86 mmHg, frequência cardíaca de 82 bpm, ausculta cardiovascular sem sopros, pulmões limpos, ausência de
edemas e mucosas hipocoradas, sem icterícia. Os exames mostram hemoglobina de 9,2 g/dL, hematócrito de 28%,
VCM 88 fL, reticulócitos 0,6%, ferritina 200 ng/mL, ferro sérico 70 µg/dL, saturação de transferrina 24%,
creatinina 2,8 mg/dL, ureia 88 mg/dL, TFG (KDIGO) de 28 mL/min/1,73m², potássio 4,9 mEq/L e níveis de vitamina
B12 e ácido fólico dentro da normalidade.
Diante desse cenário clínico e laboratorial, qual a conduta terapêutica inicial mais adequada?
Um idoso refere perda visual progressiva, indolor, bilateral,
com dificuldade crescente para leitura e percepção de detalhes
centrais, mantendo a visão periférica relativamente
preservada. O exame oftalmológico evidencia alterações
degenerativas na região macular. O quadro clínico descrito é
mais compatível com:
Um paciente adulto, etilista crônico, apresenta perda
ponderal, diarreia crônica, dermatite em áreas fotoexpostas e
alterações cognitivas progressivas. A avaliação clínica sugere
deficiência nutricional associada a erro alimentar prolongado e
má absorção intestinal. A síndrome descrita decorre,
classicamente, da deficiência de:
Em paciente tabagista de longa data, a espirometria revela
redução do VEF1 com relação VEF1/CVF diminuída,
parcialmente reversível após broncodilatador. Esse padrão é
compatível com: