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Um lactente de 4 semanas de vida, do sexo masculino
e primogênito, é levado à emergência pediátrica com
história de vômitos não biliosos, intensos e “em jato”
após as mamadas, iniciados há cerca de uma semana
e com piora progressiva. Ao exame físico, o bebê
apresenta-se ávido pela alimentação (fome após
vomitar), com sinais de desidratação (mucosas secas
e fontanela deprimida) e uma massa firme, móvel e
ovalada, semelhante a uma “oliva”, palpável no
quadrante superior direito do abdome. Diante da
principal hipótese diagnóstica e das recomendações
de manejo baseadas em evidências, qual é o distúrbio
metabólico esperado e a conduta inicial correta?
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Um lactente de 2 meses de vida, nascido a termo e em
aleitamento materno exclusivo, é levado ao pediatra
devido à presença de estrias de sangue vivo e muco
nas fezes há 4 dias. A mãe relata que o bebê apresenta
bom estado geral, não tem febre e mantém um ganho
de peso satisfatório. Ela menciona que consome
rotineiramente leite de vaca e derivados. Ao exame
físico, o abdome está globoso, indolor à palpação,
sem massas ou sinais de peritonismo; a inspeção da
região perianal não revela fissuras ou lesões.
Considerando a principal suspeita clínica e a
necessidade de realizar diagnósticos diferenciais
conforme as diretrizes da Sociedade Brasileira de
Pediatria, qual é a conduta correta?
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Um pré-escolar de 4 anos é levado à consulta
pediátrica devido ao aparecimento de edema
bipalpebral matutino e em membros inferiores,
iniciado há uma semana. Os pais relatam que a
criança apresentou um quadro de resfriado comum
dez dias antes do início do inchaço e notaram que a
urina está “com muita espuma”. Ao exame físico, o
paciente apresenta-se em bom estado geral,
normotenso (PA no percentil 50 para a idade e
estatura) e com edema depressível (2+/4+) em
membros inferiores, sem outras alterações. Exames
complementares revelam: sumário de urina com
proteínas 4+ e ausência de hematúria; albumina
sérica de 2,1 g/dL; colesterol total de 350 mg/dL e
creatinina sérica dentro dos limites da normalidade
para a idade. Diante do quadro clínico e laboratorial
descrito, qual é o diagnóstico mais provável e qual
deve ser a conduta terapêutica inicial recomendada?
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Um escolar de 7 anos comparece à consulta de
puericultura. O pediatra planeja realizar a aferição
da pressão arterial (PA) como parte da rotina anual
recomendada para esta faixa etária. Com base nas
diretrizes da Sociedade Brasileira de Pediatria, qual
alternativa descreve corretamente a técnica de
aferição e os critérios diagnósticos para Hipertensão
Arterial Sistêmica (HAS) em pediatria?
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Um recém-nascido com 35 semanas e 2 dias de idade
gestacional corrigida, pesando 2300g, encontra-se
clinicamente bem e assintomático no alojamento
conjunto. Com 30 horas de vida, o pediatra realiza o
Teste do Coraçãozinho (oximetria de pulso). Os
resultados obtidos foram: saturação de oxigênio no
membro superior direito (pré-ductal) de 96% e no
membro inferior (pós-ductal) de 91%. De acordo
com o fluxograma atualizado da SBP (2022), qual é a
classificação correta desse resultado e a conduta
imediata a ser adotada?
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Um recém-nascido a termo, com 48 horas de vida,
que recebeu alta precoce do alojamento conjunto
com 24 horas, é levado à emergência pediátrica com
história de “cansaço para mamar” e letargia. Ao
exame físico, o pediatra observa que o bebê
apresenta taquipneia (FR 75 irpm), precórdio
hiperdinâmico, palidez cutânea e tempo de
enchimento capilar de 5 segundos. A aferição da
pressão arterial revela níveis significativamente mais
elevados nos membros superiores em comparação
aos inferiores, e os pulsos femorais estão ausentes,
enquanto os pulsos braquiais são palpáveis. A
gasometria arterial demonstra acidose metabólica
grave. Diante da suspeita de uma cardiopatia
congênita crítica com fluxo sistêmico dependente do
canal arterial, qual cardiopatia o pediatra deve
diagnosticar para iniciar imediatamente a infusão de
Prostaglandina E1 (PGE1), mesmo antes da
realização do ecocardiograma confirmatório?
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Uma criança de 4 anos, sem antecedentes conhecidos,
é trazida ao pronto-socorro pelo SAMU em crise
convulsiva tônico-clônica generalizada. A mãe relata
que a crise começou há cerca de 15 minutos. No
trajeto, a equipe pré-hospitalar administrou uma
dose de midazolam intramuscular. Ao chegar à sala
de emergência, a criança mantém a atividade
convulsiva. O pediatra garante a estabilização das
vias aéreas, oferece oxigênio e obtém um acesso
venoso periférico calibroso. Qual deve ser a próxima
conduta medicamentosa imediata e a droga de
escolha para a segunda linha de tratamento caso a
crise persista?
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Você está atendendo um lactente que apresenta
bradicardia e sinais evidentes de má perfusão
sistêmica (palidez, pulsos finos e letargia). A equipe
já iniciou o suporte respiratório com oxigenação e
ventilação adequadas. No entanto, após a avaliação,
a frequência cardíaca (FC) permanece abaixo de um
valor crítico, mantendo o paciente instável. De
acordo com os protocolos de suporte de vida
(AHA/SBP), qual é o limite de frequência cardíaca
para o início imediato das compressões torácicas
(massagem cardíaca) em uma criança ou recém-nascido que apresenta sinais de má perfusão apesar
de oxigenação e ventilação adequadas?
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Uma criança de 5 anos é trazida à emergência com
história de palpitação e cansaço. Ao exame:
frequência cardíaca de 230 bpm, pulsos periféricos
finos, tempo de enchimento capilar de 4 segundos e
letargia. O monitor revela um ritmo de complexo
QRS estreito e ausência de ondas P. Após tentativa
frustrada de manobra vagal e administração de uma
dose de adenosina via acesso venoso periférico sem
sucesso, a equipe realizou duas tentativas de
cardioversão elétrica sincronizada (0,5 J/kg e 1 J/kg),
porém o paciente permanece em taquicardia
supraventricular (TSV) e instável. Não há um
especialista em cardiologia pediátrica disponível no
momento. De acordo com as diretrizes da American
Heart Association para o suporte avançado de vida
pediátrico, qual é a conduta farmacológica
recomendada para este quadro de TSV refratária?
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Uma criança de 3 anos é admitida na unidade de
terapia intensiva pediátrica em parada
cardiorrespiratória (PCR). A equipe inicia as
manobras de RCP de alta qualidade. O paciente já se
encontra com monitorização de capnografia
quantitativa (ETCO₂) e pressão arterial invasiva
(PAI). De acordo com as atualizações da American
Heart Association, quais devem ser os alvos de
monitorização para assegurar a eficácia das
compressões torácicas neste paciente?
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