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Uma criança de 4 anos é trazida após atropelamento. Está sonolenta, mas desperta ao chamado, chora, localiza dor e fala frases curtas. Pupilas isocóricas, sem lateralização motora. Para acompanhamento seriado no pronto-socorro e decisão sobre progressão de cuidados, a estratégia de avaliação clínica CORRETA deve ser:
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Um lactente de 7 meses apresenta irritabilidade, vômitos em jato, recusa alimentar e aumento do perímetro cefálico em cruzamentos sucessivos de percentis. Ao exame, há fontanela anterior tensa e olhar em “sol poente”. Considerando a semiologia, assinale a alternativa que apresenta a interpretação e encaminhamento imediato CORRETOS:
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Um recém-nascido prematuro com hemorragia intraventricular evolui, semanas depois, com macrocefalia progressiva e aumento do perímetro cefálico, com ventriculomegalia difusa. Dessa forma, assinale a hipótese fisiopatológica CORRETA para esse padrão de hidrocefalia:
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Um adolescente de 12 anos apresenta cefaleia, vômitos, visão borrada e dificuldade de olhar para cima. Ao exame, há paresia do olhar vertical para cima e pupilas com resposta à acomodação preservada, com piora progressiva do nível de consciência. A hipótese topográfica CORRETAMENTE compatível com o conjunto de sinais é lesão comprimindo principalmente:
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Uma criança de 3 anos, portadora de Derivação Ventriculoperitoneal (DVP), é internada com febre e rebaixamento do nível de consciência e evolui com ventriculite associada ao sistema. A família questiona falha do serviço e solicita explicações imediatas. Em relação ao coordenador do setor, a estratégia CORRETA para reduzir risco assistencial e responder eticamente deve ser:
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Um menino de 6 anos sofre queda, evolui com sonolência progressiva e anisocoria. A tomografia evidencia hematoma epidural temporal com desvio de linha média. Os pais estão em deslocamento e não atendem telefone. A sala cirúrgica está pronta e o risco de deterioração é imediato. Nesse caso, a conduta CORRETA é:
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Uma adolescente de 15 anos, acompanhada em ambulatório de neurocirurgia pediátrica por epilepsia farmacorresistente, pede para conversar sem os pais e relata dificuldades pessoais que não interferem no plano terapêutico atual. Ao final, os responsáveis solicitam ao médico o relato completo da conversa “para decidir a cirurgia”. A adolescente aceita que sejam compartilhadas informações sobre diagnóstico, riscos e preparo, mas pede reserva sobre aspectos íntimos sem relação direta com a cirurgia. Diante do exposto, a conduta CORRETA deve ser:
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