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O diagnóstico de gestação baseia-se em sinais de presunção, probabilidade e certeza. O sinal de Puzos (rechaço fetal intrauterino) e a percepção dos movimentos fetais pelo médico são classificados como sinais de certeza, e não de probabilidade. Além disso, os batimentos cardiofetais (BCF) podem ser detectados pelo sonar Doppler bem mais cedo, por volta da 10ª à 12ª semana.
No diagnóstico e acompanhamento da gestação, a propedêutica clínica e laboratorial é fundamental para a diferenciação dos sinais e sintomas. Com base nos sinais de presunção, probabilidade e certeza, assinale a alternativa INCORRETA:
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Paciente mulher, 24 anos, nuligesta, comparece à consulta ginecológica relatando o aparecimento de um nódulo em mama direita há cerca de 3 meses. Ela refere que o nódulo é indolor, mas nota um leve aumento de tamanho e maior sensibilidade no período prémenstrual. Ao exame físico, palpa-se um nódulo no quadrante superior externo da mama direita, de aproximadamente 2 cm, móvel, de consistência fibroelástica, bem delimitado e sem alterações na pele adjacente ou linfonodopatias axilares. A ultrassonografia mamária revelou uma imagem nodular sólida, ovalada, circunscrita, hipoecoica, com o maior eixo paralelo à pele, classificada como BI-RADS 3.
Considerando o caso clínico e as principais patologias benignas da mama, assinale a alternativa INCORRETA:
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Mulher de 28 anos, secundigesta, com antecedente de parto vaginal prévio, procura o serviço de pronto-atendimento com queixa de dor pélvica em cólica de forte intensidade, localizada principalmente em fossa ilíaca direita, associada a sangramento vaginal de pequena quantidade há dois dias. Informa atraso menstrual de aproximadamente seis semanas. Ao exame físico, apresenta-se afebril, corada, com estabilidade hemodinâmica (PA = 110/70 mmHg, FC = 82 bpm). O exame do abdômen revela dor à palpação profunda em hipogástrio e fossa ilíaca direita, sem sinais de peritonite. Ao exame especular, observa-se sangramento escuro em pequena quantidade pelo orifício externo do colo uterino. No toque vaginal bimanual, o útero tem tamanho normal, há dor importante à mobilização do colo uterino e palpa-se massa anexial dolorosa à direita. Os exames laboratoriais confirmam βhCG quantitativo de 3.200 mUI/mL. A ultrassonografia transvaginal (USTV) demonstra útero sem saco gestacional em seu interior, endométrio medindo 12 mm de espessura e imagem anexial à direita compatível com anel tubário medindo 3,0 cm, sem atividade cardíaca embrionária detectável. Livre de líquido livre na cavidade pélvica.
Com base no quadro clínico e nos achados complementares descritos, assinale a alternativa INCORRETA em relação ao diagnóstico e manejo deste caso:
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Uma jovem de 19 anos comparece ao serviço de pronto atendimento acompanhada por uma amiga. Ela relata ter sofrido violência sexual há aproximadamente 36 horas. Relata que o agressor não utilizou preservativo. A paciente está muito ansiosa, chorosa, mas cooperativa com o atendimento. Nega histórico de alergias medicamentosas e refere que seu último ciclo menstrual ocorreu há duas semanas. Ela não faz uso de métodos contraceptivos regulares e não trouxe cartão de vacinação.
Considerando o caso clínico e o protocolo de atendimento às vítimas de violência sexual, assinale a alternativa INCORRETA:
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História Clínica: Paciente, 28 anos, nuligesta, comparece ao consultório ginecológico queixando-se de dor pélvica crônica há cerca de 3 anos, com piora progressiva. Refere dismenorreia intensa (escala visual analógica de dor = 9/10) que não melhora com antiinflamatórios não esteroidais (AINEs), além de dispareunia de profundidade e episódios de disquezia (dor ao evacuar) durante o período menstrual.
- Exame Físico: Ao toque vaginal combinado, apresenta útero retrovertido, com mobilidade reduzida e dor à mobilização cervical. Presença de espessamento e nodularidade dolorosa em região de ligamentos uterossacros e fundo de saco posterior.
- Exames Complementares: A ultrassonografia transvaginal com preparo intestinal e a ressonância magnética da pelve demonstraram focos de endometriose profunda acometendo ligamentos uterossacros e parede anterior do reto (comprometendo a camada muscular, sem invasão da mucosa), além de um endometrioma de 4 cm no ovário esquerdo. Diante do quadro refratário e do desejo de gestação futura, optou-se pela abordagem cirúrgica por videolaparoscopia.
Com base no caso clínico exposto e nas diretrizes atuais sobre o diagnóstico e tratamento cirúrgico da endometriose por videolaparoscopia, assinale a alternativa INCORRETA:
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Uma gestante de 26 anos, G2P1 (parto vaginal prévio a termo), com 18 semanas de gestação por dados ecográficos do primeiro trimestre, dá entrada na emergência obstétrica queixando-se de dor em cólica na região hipogástrica de forte intensidade e sangramento vaginal em moderada quantidade com presença de coágulos há 4 horas. Ao exame físico: corada, desidratada (+/4+), hemodinamicamente estável (PA: 110/70 mmHg, FC: 82 bpm). Ao exame especular: sangramento ativo em moderada quantidade pelo colo uterino. Ao toque vaginal: colo uterino centralizado, apagado e com dilatação de 3 cm, sendo possível palpar o polo inferior da bolsa amniótica íntegro. A ultrassonografia realizada à beira leito demonstra feto único, pélvico, com batimentos cardiofetais presentes e rítmicos de 145 bpm.
Considerando o quadro clínico exposto e a literatura médica atual sobre o abortamento tardio, assinale a alternativa INCORRETA:
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Paciente, 28 anos, primigesta, com 34 semanas de gestação, comparece à consulta de pré-natal de urgência com queixa de cefaleia holocraniana persistente que não melhora com analgésicos comuns, associada a embaçamento visual e dor no quadrante superior direito do abdômen. Ao exame físico, apresenta-se consciente, orientada, com Pressão Arterial (PA) de 165/110 mmHg (confirmada após 15 minutos de repouso) e edema de membros inferiores (3+/4+). O exame de fita reagente de urina revelou proteinúria de 2+. Os exames laboratoriais demonstram plaquetas em 85.000/mm³, creatinina de 1,2 mg/dL e transaminases hepáticas (TGO e TGP) três vezes acima do valor de referência do limite superior.
Com base no quadro clínico e laboratorial apresentado, assinale a alternativa INCORRETA:
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